Os trinta anos da primeira conquista de Tyson

Postado em: 23/11/2016

O norte americano Mike Tyson, que havia completado vinte anos em 30 de junho de 1986, tornou-se na madrugada de 23 de novembro daquele ano o mais jovem campeão do mundo dos pesos pesados em toda a história do boxe. Lembre esta história no podcast abaixo, na Linha do Tempo com Antônio Colossi.

Há 11 anos, o Próspera era campeão

Postado em: 02/11/2016

Em 2 de novembro de 2005 o grito de "campeão" ecoou no estádio Mário Balsini antes do término da partida contra os Operários Mafrenses. O empate naquele encontro já daria ao Próspera o título de campeão do returno da Série B-1 do Campeonato Catarinense, a Segunda Divisão daquela época. Mas o Time da Raça fez melhor, e venceu aquele jogo por 2 a 1. A vitória teve um gosto especial para o Próspera, que estava afastado do futebol profissional havia quatro anos. Ouça detalhes no podcast da Linha do Tempo.

Os vinte anos da tragédia do Fokker 100

Postado em: 31/10/2016

Um avião Fokker 100 da empresa aérea TAM caiu às 8h28min da manhã de 31 de outubro de 1996, na zona sul de São Paulo, matando 199 pessoas. Segundo os bombeiros, 17 ficaram feridos. Foi a maior tragédia aérea de São Paulo e a segunda maior do Brasil até aquela ocasião. Ouça detalhes no podcast, na Linha do Tempo com Antônio Colossi.

Há 15 anos, a estreia da Casa dos Artistas

Postado em: 29/10/2016

O dia 28 de outubro de 2001 foi um dos mais surpreendentes e movimentados da história da televisão brasileira. Sílvio Santos pegou a Globo e todo o Brasil de surpresa, e colocou no ar a Casa dos Artistas, primeiro reality show do mesmo formado que o Big Brother no país. O SBT, ao custo de R$ 5 milhões, adaptou uma mansão no bairro do Morumbi, em São Paulo, montando a estrutura para receber os participantes que foram contratados a uma semana da estreia, com cachês de até R$ 80 mil.

Ouça os detalhes na Linha do Tempo, no podcast abaixo.

Os 40 anos do Fiat 147

Postado em: 19/10/2016

A Fiat Automóveis apresentou, em 19 de outubro de 1976, em Ouro Preto, Minasi Gerais, o modelo 147 L que já estava sendo produzido na fábrica em Betim. Diretores da Fiat prestaram uma série de informações sobre o novo carro, abordando o problema da assistência técnica e a rede de concessionárias. O carro começaria a ser vendido um mês depois de seu lançamento. O novo carro, em condições normais, estrada plana e velocidade de 80km/h, conseguiria fazer 16 quilômetros por litro de gasolina, o melhor desempenho de um carro nacional.

Ouça mais no podcast abaixo.

Acic contra a emancipação do Rio Maina

Postado em: 13/10/2016

A emancipação do distrito do Rio Maina seria inviável pelos pontos de vista técnico, financeiro e jurídico. Essa foi a conclusão de um estudo apresentado em 13 de outubro de 2003 pela Acic na Câmara de Vereadores. O documento, de 50 páginas, seria distribuído a um grupo de dez deputados estaduais. A argumentação contrária envolvia três argumentos principais. O primeiro, dizia respeito a uma emenda constitucional que dizia respeito às emancipações. A segunda estava ligada ao descumprimento de um dos requisitos de lei estadual de 1995, que previa a sede do local que pleiteava a emancipação estar a 5 quilômetros do perímetro urbano de onde se pretendia desmembrar. Existia ainda um parecer técnico que projetava a receita do suposto futuro município, que teria déficit anual de mais de R$ 3 milhões. O relatório foi contestado pelo presidente da Comissão Pró-Emancipação, Estevão Pierini.

Ouça os detalhes no podcast abaixo, na Linha do Tempo.

Os 30 anos da estreia do Tigre na A

Postado em: 12/10/2016

O Criciúma iniciava, na tarde de 12 de outubro de 1986, sua participação na segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série A empatando em 1 gol com o Corinthians no Pacaembu. O Tigre marcou primeiro com Edmilson. Oito minutos depois o Corinthians empataria com Casagrande. O Criciúma, para ingressar na segunda fase do Brasileirão daquele ano, vinha de um torneio paralelo e contabilizava vinte jogos sem derrotas. Ouça a Linha do Tempo completa no podcast abaixo.

Há 20 anos morria Renato Russo

Postado em: 11/10/2016

O cantor e compositor Renato Manfredini Júnior, o Renato Russo, então com 36 anos, morreu em 11 de outubro em seu apartamento, em Ipanema, no Rio de Janeiro, por complicações da Aids. O corpo do artista seria cremado na manhã do dia seguinte. A cremação atendia a um pedido feito pelo próprio compositor, que pediu para não haver velório. A anorexia fez com que o estado de saúde do cantor se agravasse. Ele havia se recusado a ser internado. No apartamento do líder do Legião Urbana foi montado um mini-hospital. Um mês antes da morte de seu filho, Renato Manfredini, o pai, havia deixado Brasília, onde morava, para ficar com seu filho no Rio de Janeiro. Ouça a Linha do Tempo completa no podcast abaixo.

Os 24 anos do Tigre na Libertadores

Postado em: 20/05/2016

Há 24 anos o Criciúma se despedia da Copa Libertadores da América. O São Paulo, adversário do Tigre nas quartas de final da competição continental, se classificou à fase seguinte ao empatar em 1 a 1 com o tricolor catarinense. O jogo, realizado no estádio Heriberto Hülse, teve dois jogadores expulsos, justamente as duas maiores estrelas de cada time: Raí pelo São Paulo e Jairo Lenzi pelo Criciúma. O Tigre precisava vencer naquela noite de 20 de maio de 1992 por uma diferença de dois gols para que a vaga não fosse decidida nos pênaltis. No jogo anterior entre as duas equipes o São Paulo havia vencido por 1 a 0 no Morumbi, com gol de Macedo. Ouça mais no podcast da Linha do Tempo.

Há 12 anos, terminava o seriado Friends

Postado em: 06/05/2016

A série de TV Friends se despediu de seu público em 6 de maio de 2004 com a transmissão do último episódio, anunciado com grande segredo e repercussão. A exibição do capítulo final, às 20 horas, na NBC, se tornou programa obrigatório nos Estados Unidos, com audiência de mais de 40 milhões de espectadores. O episódio daquela noite pôs fim a dez anos de amizade entre os seis amigos nova iorquinos que criaram também profunda amizade com o público. Ouça a Linha do Tempo sobre Friends no podcast abaixo.

Há 22 anos morria Mário Quintana

Postado em: 05/05/2016

O poeta Mário Quintana, então com 87 anos, faleceu às 17h20min de 5 de maio de 1994, uma quinta-feira, no hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

Seu velório iniciou às 21 horas daquele mesmo dia na Assembléia Legislativa do estado. O enterro aconteceria às 17 horas do dia seguinte, no cemitério São Miguel e Almas. O na época, governador Alceu Colares, decretou luto oficial de três dias no Estado.

Quintana havia sido hospitalizado uma semana antes de morrer, em virtude de uma infecção intestinal. Ele teve uma pneumonia e dois dias depois foi transferido para o Centro de Tratamento Intensivo.

Foi acometido por insuficiência respiratória dali dois dias e insuficiência cardíaca logo depois. Na véspera de sua morte, passou a sofrer de insuficiência renal.

Um boletim divulgado na tarde do dia 4 de maio, pelo médico Airton Galarça da Silva, que o tratava havia cerca de dez anos, afirmava que Quintana não estava reagindo ao tratamento.

O estado infeccioso permanecia, apesar do uso múltiplo de antibióticos. Helena Quintana, sobrinha do poeta e parente mais ligada a ele, disse que o autor sonhava viver até os 94 anos para assistir a entrada do século 21.

Quintana, nascido em 30 de junho de 1906, em Alegrete, a 487 km a oeste de Porto Alegre, foi fumante inveterado dos 14 aos 82 anos.

Ele largou o vicio no final dos anos 80. Voltou a fumar um cigarro “por raiva”, segundo ele, quando Fernando Collor foi eleito presidente.

Em função de sua saúde debilitada, o poeta não saia há anos de sua ultima residência, um apartamento do Porto Alegre Residence Hotel, zona central da capital gaúcha.

Primeiro gol de Ronaldo pelo Brasil há 22 anos

Postado em: 04/05/2016

O atacante Ronaldo Fenômeno foi ovacionado na vitória do Brasil sobre a Islândia por 3 a 0 em amistoso disputado em 4 de maio de 1994, no estádio da Ressacada, em Florianópolis. A partir dos 29 minutos do primeiro tempo, a torcida de pé, gritou o nome do jogador.

Antes da partida, foi feita uma homenagem ao piloto Ayrton Senna, que havia morrido três dias antes.

Ao som da música com que a Rede Globo comemorava a vitória dos pilotos brasileiros, o locutor do estádio leu uma mensagem da Seleção, que dizia que os jogadores tentariam conseguir nos EUA o que Senna poderia conseguir mais naquele ano: o tetracampeonato.

Até os 30 minutos da partida, os atacantes Viola e Ronaldo e os meias Paulo Sergio e Zinho desperdiçaram várias chances de gol.

Até que aos 31 minutos, Ronaldo e o meia Mazinho tabelaram na entrada da área. Ronaldo chutou para o gol e a bola desviou em Mazinho, enganando o goleiro islandês.  Brasil 1 a 0.

Aos 34 minutos, a Islândia teve sua única chance de gol na partida. O ponta Gunnlaugsson chutou forte de dentro da área, mas o goleiro Zetti conseguiu fazer a defesa.

O segundo gol brasileiro começou com um passe de calcanhar de Viola para Ronaldo, que entrou na área driblando a zaga adversária e sofreu pênalti, batido com perfeição por Zinho.

No segundo tempo, o panorama do jogo não se alterou. O Brasil continuou no ataque perdendo muitas chances de gol.

O técnico da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira colocou Cesar Sampaio no lugar de Paulo Sérgio e Cafu no de Jorginho.

Aos 39 minutos, Viola marcou o terceiro gol da Seleção em forte chute de dentro da área.

Este amistoso ficou para a história, pois além de ter sido disputado em Santa Catarina, foi o último jogo disputado no país, antes da viagem para a disputa da Copa dos Estados Unidos. Outra particularidade marcou esta partida, referente ao atacante Ronaldo Fenômeno que marcava há 22 anos seu primeiro gol com a camisa verde-amarela. Assista os gols de Brasil x Islândia clicando aqui.

Há 23 anos, Itamar contra separatistas

Postado em: 03/05/2016

O presidente Itamar Franco determinou, em 3 de maio de 1993, ao ministro da Justiça Mauricio Correa, que estudasse a adoção de medidas legais contra o movimento separatista na região sul do País.

Correa ao sair da casa do presidente salientava na época que quem pregava o separatismo, estava cometendo um atentado contra a constituição. Segundo ele, o próprio presidente Itamar ficou triste ao ser informado sobre o movimento.

O então Procurador-Geral da República, Aristides Junqueira, enviou naquele mesmo dia um oficio à procuradoria da República no Rio Grande do Sul solicitando providencias contra os separatistas.

Aristides lembrava no oficio que qualquer tentativa de desmembrar o território brasileiro era crime contra a segurança nacional previsto na lei 7.170/83. O artigo 11 dessa lei afirmava que constituía crime contra a segurança nacional “desmembrar parte do território nacional para constituir nação independente”.

O movimento separatista “O Sul é o Meu País” estava crescendo na oportunidade nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Existia também, o movimento “República do Pampa Gaúcho”. Líderes políticos regionais defendiam várias formas de separação da região do território nacional. Os grupos que até então já tinham conseguido maior adesão pregavam um novo país formado pelos três estados. Ouça esta edição da Linha do Tempo no podcast abaixo.

Paulo Afonso x Pinho Moreira há 18 anos

Postado em: 02/05/2016

O então governador Paulo Afonso Vieira se tornava há 18 anos, mais uma vez, candidato ao governo do Estado pelo PMDB. A diferença foi de apenas 51 votos, ou seja, 9% de vantagem, na convenção que aconteceu na Assembléia Legislativa em 2 de maio de 1998. A disputa foi acirrada. Os votos para Eduardo Moreira e Paulo Afonso se revezavam.

A distância começou a acontecer após a primeira centena de votos. Dos 565 votos houve apenas um em branco e outro nulo. Paulo Afonso recebeu 307 votos e Pinho Moreira 256. O escrutínio foi cantado. O deputado estadual Herneus de Nadal lia o voto, que era repetido pelo deputado João Henrique Blasi, caso fosse para Moreira, ou pelo líder de governo Romildo Titon, se o voto fosse para Paulo Afonso.

O governador acreditava que teria 70% dos votos e seu opositor, mais humilde, acreditava que ganharia com margem de 7 a 14%.

Ao ser declarado Paulo Afonso como vencedor da convenção, Pinho Moreira se aproximou do governador e o cumprimentou. Paulo Afonso levantou o braço do ex-prefeito de Criciúma, e puxou um coro: "Eduardo para o Senado". Após descer do palanque, Pinho Moreira disse que a possibilidade de se unir ao governador numa chapa é algo para ser pensado mais tarde.

A integração entre a ala "palaciana" e os "históricos" tendia a ficar prejudicada devido aos desentendimentos entre as duas partes durante a disputa. Um dos defensores da candidatura Pinho Moreira, o líder da bancada do PMDB na Assembléia Legislativa, deputado João Henrique Blasi, chegou a deixar uma reunião da executiva estadual do PMDB durante esta semana.

Paulo Afonso afirmou que sua primeira iniciativa seria procurar o presidente do partido, senador Casildo Maldaner, para buscar o entendimento, dizendo que a missão, a partir daquele momento era tratar da unidade interna. 

Há 37 anos, Bornhausen indicado ao governo

Postado em: 30/04/2016

A sucessão do governador de Santa Catarina, Antonio Carlos Konder Reis, não fugiu às previsões dos políticos mais atentos, uma vez que desde 1974, o presidente do BESC, Jorge Bornhausen, movimentava uma forte corrente em torno de seu nome para o posto. E assim se concretizou em 29 de abril de 1978, a indicação de Bornhausen para o cargo de governador do Estado.

Seis deputados da Arena, que estiveram contrários a indicação de Jorge Bornhausen, realizaram uma reunião logo após o anúncio concluindo que não ofereceriam de imediato nenhum protesto, pois aguardariam o preenchimento dos demais cargos que poderia ser o vínculo político para uma composição.

O então futuro governador de Santa Catarina, Jorge Konder Bornhausen, pretendia a partir de então, se dedicar até o dia 15 de novembro daquele ano, ao trabalho de preparação da Arena para as eleições e, só depois, cuidaria da elaboração de sua plataforma de governo, com o apoio de uma equipe técnica que seria formada por sua escolha direta.

Bornhausen estava confiante que nas eleições de novembro de 78, a Arena saísse vitoriosa e não tinha dúvida que o partido faria maioria tanto na Assembleia Legislativa quanto na Câmara Federal.

Insistindo em que até a data de 15 de novembro seu tempo dedicado integralmente ao partido com vistas as eleições, Bornhausen revelou não saber quem seria escolhido para vice-governador, nem quem disputaria a vaga da Arena à eleição indireta para o Senado.

Há 11 anos, Antonelli tornava-se prefeito

Postado em: 28/04/2016

Há 11 anos, Anderlei Antonelli (PMDB) se tornava o novo prefeito de Criciúma. A sessão da noite de 28 de abril de 2005 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, pelo placar de 5 a 1, a cassação de Décio Góes (PT). Quatro dias depois, com um ato ecumênico às 13 horas, Antonelli  assumiria o cargo, empossaria os secretários  e iniciaria sua gestão, voltando a ocupar uma cadeira em que já esteve em algumas oportunidades quando era vice de Eduardo Pinho Moreira entre os anos de 93 e 97. Góes perdeu o cargo devido a propaganda institucional da Prefeitura em período vedado pela legislação.

Em Criciúma a votação do processo pelo tribunal pleno de TSE foi acompanhada com ansiedade por militantes de PT e PMDB, que se concentraram em seus diretórios para torcer por seus candidatos. Revoltados, os petistas voltaram para casa com a esperança de que o caso ainda seria revertido. Na concentração peemedebista o clima era outro. Mesmo com a orientação da cúpula do partido, para que não fosse realizada nenhuma comemoração, muitos, ainda de forma tímida, festejaram a decisão.

A decisão do TSE encerrou o período de interinidade de Sérgio Pacheco. Reeleito em outubro de 2004, Décio Góes foi cassado pelo TRE, que declarou o segundo colocado Anderlei Antonelli (PMDB) como vencedor. O peemedebista, no entanto, não havia exercido o cargo. Um acordo firmado em Florianópolis entre lideranças dos dois partidos definiu que Antonelli seria empossado e pediria licença do cargo até que o recurso impetrado pelos petistas fosse julgado pelo TSE. Desde então o comando da cidade estava nas mãos do presidente da Câmara, Sergio Pacheco, do Partido Progressista.

Há 40 anos, o maior incêndio de Porto Alegre

Postado em: 27/04/2016

A população que circulava pelo Centro de Porto Alegre na tarde de 27 de abril de 1976 parou para assistir, chocada, às cenas do maior incêndio que já atingiu a capital gaúcha. Os sete andares do prédio das Lojas Renner, na esquina da Alberto Bins com a Dr. Flores, estavam tomados pelo fogo. O final foi trágico, com 41 mortos e mais de 60 feridos.

Helicópteros da Base Aérea de Canoas sobrevoavam o local, mas não puderam resgatar as vítimas pelo terraço, inapropriado para esse tipo de operação. Passaram a contribuir com informações para as equipes de resgate.

Vítimas em desespero se jogavam pelas janelas com o corpo em chamas. Outras pediam socorro no alto do prédio para os helicópteros ou para os bombeiros, que conseguiram salvar dezenas pelas escadas Magirus. Em frente à loja, milhares de pessoas estavam atrás dos cordões de isolamento. Algumas gritavam, outras pediam calma. Os bombeiros utilizaram 200 homens, 13 viaturas e a lancha da Estação Fluvial, que funcionou à beira do Guaíba, suprindo a falta de água.

O fogo iniciou as 13h45min, no terceiro pavimento, em um pequeno depósito de tintas – elemento de facílima combustão – talvez causado por problemas no ar condicionado, algo que já ocorrera antes e não merecera maiores atenções, e foi devorando tudo pela frente.

Calcula-se que, naquele momento, cerca de 600 pessoas estavam no interior do edifício, a maioria clientes da loja, além de casais e executivos que almoçavam no restaurante. Por sorte, metade dos 300 funcionários da casa trabalhavam em um sistema de “horário ronda”, muitos haviam largado às 13 horas para o almoço e só deveriam voltar às 15. Isso, aliado ao movimento comercial, ainda fraco no princípio da tarde, evitou um número maior de vítimas.

Na manhã de 30 de maio daquele ano, um domingo frio e chuvoso, o que havia restado da sede das Lojas Renner foi visto pela última vez por cerca de 200 curiosos que se comprimiam atrás de um cordão de isolamento para assistir o derradeiro ato de tudo, a implosão do prédio.

Há 30 anos, o acidente nuclear de Chernobyl

Postado em: 26/04/2016

Há exatos 30 anos, ocorria o acidente nuclear de Chernobyl.  O arrasador desastre atômico ocorreu à 1h23min da madrugada de 26 de abril de 1986, a poucos quilômetros de Pripyat, na Ucrânia, então dominada pela União Soviética. 

O reator central nº 4 na Usina Nuclear de Chernobyl explodiu durante um teste de segurança, liberando uma imensa nuvem radioativa por mais de 200.000 km². Grandes áreas da Ucrânia, da Bielorrússia e da Rússia foram contaminadas. 

Apenas cinco trabalhadores da empresa termonuclear sobreviveram. Pripyat é hoje uma cidade fantasma.

Apesar de a radiação ter sido 400 vezes maior que a da bomba atômica de Hiroshima, as autoridades comunistas mantiveram tudo em segredo, alertando a população somente dois dias depois.

O governo soviético procurou esconder o desastre também aos países vizinhos, não os prevenindo sobre o risco de contaminação, até que altos níveis de radiação foram detectados em algumas nações européias.

Durante 10 dias, o combustível nuclear ardeu, liberando na atmosfera nuvens tóxicas que contaminaram com radiação até três quartos do território europeu.

O primeiro sinal de alerta foi lançado pela Suécia no dia 28 de abril aquele ano, quando as autoridades detectaram quantidades anormais de radiação, mas o líder soviético Mikhail Gorbachev não se referiu publicamente ao incidente até 14 de maio.

Depois que as autoridades reconheceram o acidente, um total de 116.000 pessoas precisaram deixar seus lares situados na zona de exclusão, à qual até hoje em dia seguem sem poder voltar.

Mais de 100 mil pessoas foram vítimas,nos três países mais afetados, pelo pior acidente nuclear da história.

Há 11 anos, PP expulsava Altair Guidi

Postado em: 25/04/2016

Por 74 votos a quatro, o diretório estadual do PP decidiu na tarde de 25 de abril de 2005, expulsar do partido o então deputado estadual Altair Guidi. A reunião, fechada para a imprensa, atraiu cerca de cem progressistas, mesmo alguns sem direito a voto. Dentre eles, parlamentares, prefeitos e vereadores, além do ex-governador Esperidião Amin e outras lideranças.

A decisão do diretório convalidava a posição unânime tomada pela executiva, no mês de março daquele ano, depois de o deputado ter votado com o governo de Luiz Henrique da Silveira, durante uma convocação extraordinária da Assembléia Legislativa, contrariando diretriz partidária. Logo após a expulsão preliminar, decretada pela executiva, o comando progressista abriu processo na comissão de ética, quando o deputado pôde apresentar a sua defesa. Os argumentos de Guidi, no entanto, não convenceram a comissão.

A reunião ocorrida há 11 anos, conduzida pelo na época presidente estadual da sigla, Hugo Biehl, começou com a leitura do relatório da comissão de ética, que recomendou a expulsão. Em seguida, a ex-suplente de senadora e mulher de Altair, Sandra Guidi, fez a defesa do parlamentar. Falou por trinta minutos e, diversas vezes, chorou, relembrando a trajetória política do marido, iniciada em Criciúma no antigo MDB. Em seguida, a palavra foi aberta aos participantes. Prefeitos do Sul do Estado apelaram ao diretório para que a pena de expulsão fosse revista.

O líder da bancada, JoaresPonticelli, defendeu a expulsão. Ele deixou claro que a convivência de Guidi com os deputados tornara-se impossível. Antes da votação, Hugo Biehl lembrou que "todas as decisões tinhamconseqüências" e que a manutenção do deputado no PP desautorizaria a executiva. Apenas quatro pessoas, entre elas a mulher de Guidi, votaram contra a expulsão.

Há 18 anos, Ciro era lançado à presidência

Postado em: 24/04/2016

Em 19 de abril de 1998, o congresso nacional do PPS decidiu homologar a candidatura do ex-governador do Ceará e ex-ministro da Fazenda, Ciro Gomes, à presidência da República. Em junho daquele ano, a comissão eleitoral da sigla homologaria o nome dele. Hoje, quase duas décadas depois, Ciro Gomes está filiado no PDT, pelo qual pretende concorrer de novo para presidente em 2018. Lembre um pouco da trajetória de Ciro Gomes no podcast abaixo, em trecho da Linha do Tempo que foi ao ar neste final de semana na Rádio Eldorado.

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