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PSL emite nota no caso Jessé

commentJornalismo access_time25/05/2020 21:03

Deputado já punido pelo partido é advertido publicamente por sua sigla que é a mesma do governador

Ex-técnico do Tigre, Vadão morre vítima de câncer

commentEsporte access_time25/05/2020 15:00

Treinador teve passagem marcante pelo Criciúma em 2013

Conselho consultivo é convocado

commentCriciúma EC access_time25/05/2020 07:30

Reunião acontecerá no dia 26 de maio às 16h com

Blog Antonio Colossi

Oposição vencia eleição na OAB Criciúma em 16 de novembro de 2009

 personAntonio Colossi
access_time15/11/2017 - 23:30

A Chapa 2, dos candidatos Robinson Kraemer e Luiz Fernando Michalak, vencia em 16 de novembro de 2009, as eleições da OAB na região de Criciúma por 401 votos contra 348 da chapa 1, encabeçada pelo candidato Adriano Goudinho, o que correspondia a 53,5% dos votos válidos.

A votação começou as 9h e terminou as 17h, tendo a participação total de 757 advogados, com cinco votos em branco e três nulos.

O candidato vitorioso daquele pleito, Robinson Kraemer, dedicou a vitória para todos os colegas que optaram pela renovação. O vice-presidente eleito Luiz Fernando Michalak, agradeceu aos apoiadores e salientou que a partir daquele momento era hora de muito trabalho para fortalecer a classe e pôr as propostas em prática.

Os simpatizantes da Chapa 2 acompanharam desde as primeiras horas da manhã até o desfecho da apuração do pleito eleitoral, em frente ao edifício Euclides Crevanzi.

Enquanto o resultado oficial não era anunciado, os celulares não paravam de tocar e a ansiedade foi descarregada nas unhas.

Depois de 15 minutos de espera, foi confirmada a vitória da OAB por você, e os candidatos vitoriosos da Chapa 2 comemoraram a conquista sob aplausos dos presentes.

O presidente eleito destacou os novos rumos que a entidade iria tomar salientando que a OAB Criciúma se tornaria ainda mais unida e engajada com os debates relevantes de interesse de toda a comunidade.

A nova diretoria da OAB Criciúma tomaria posse em janeiro de 2010.

Romanna Remor assumia como deputada federal em 8 de novembro de 2011

 personAntonio Colossi
access_time08/11/2017 - 00:01

A dinâmica da vida é feita de desafios e Romanna Remor partia para um novo em sua carreira política.

No dia anterior, ela havia protocolado o pedido de renúncia ao cargo de vereadora de Criciúma e assumia, em 8 de novembro de 2011, às 15h, na Câmara dos Deputados, em Brasília, o lugar do deputado federal Gean Loureiro, que havia se licenciado do cargo.

Em seu discurso ao assumir como deputada federal, Romanna destacou a coragem de ter mudado de sigla partidária.

O vice-governador e na oportunidade presidente estadual do PMDB, Eduardo Moreira, havia sido o grande articulador para que Romanna migrasse de partido.

Participaram da cerimônia de posse, além do vice-governador de Santa Catarina, Eduardo Moreira, o presidente nacional do PMDB, Valdir Raupp e o deputado federal Ronaldo Benedet.

Gean Loureiro se afastou do cargo para comandar uma secretaria na Prefeitura de Florianópolis.

Ao assumir o cargo em Brasília, a deputada federal estipulou metas e traçou seu planejamento de trabalho. Lutaria, na ocasião, pela defesa da conclusão da BR-101.

Sem saber o tempo de permanência no cargo, Romanna afirmava na época que trabalharia cada dia como se fosse o último.

Nas eleições realizadas em 3 de outubro de 2010, Romanna Remor, então do Democratas, ficou na suplência da coligação liderada pelo Democratas e PMDB, alcançando 59.672 votos.

55 horas de tensão sem energia na capital

 personAntonio Colossi
access_time31/10/2017 - 00:02

Após quase 55 horas sem energia, a maior parte dos moradores da ilha de Santa Catarina, que comporta 85% do território de Florianópolis, celebrava em 31 de outubro de 2003, por volta das 18h, a volta da luz depois de nove adiamentos.

Parte da população pôde acender lâmpadas mais cedo, às 11h, no centro (46 horas depois do apagão).

Aos poucos, o trânsito e o abastecimento de água começaram a ser normalizados. A distribuição hídrica estaria totalmente regular só depois de 72 horas, segundo a Casan (Companhia Catarinense de Águas e Saneamento).

A segunda noite sem iluminação na parte insular da cidade teve arrombamentos de casas, incêndio provocado por velas em três casas geminadas e um estupro. Segundo o então comandante do policiamento metropolitano, Eliésio Rodrigues, o Copom (Centro de Operações da Polícia Militar) teve na oportunidade um aumento de 40% nas chamadas em relação à madrugada anterior. Cerca de 30% delas eram para atendimentos sociais, como transporte de doente ao hospital e socorro a gestantes.

Nas duas noites do blecaute, houve queda de 30% na média de ocorrências policiais na cidade, que varia de 500 a 600.

O Ministério Público Estadual abriu investigação para apurar as responsabilidades pelo acidente, que deixou cerca de 300 mil pessoas sem luz e água por mais de dois dias.

O blecaute ocorreu durante manutenção de cabos em uma galeria da Celesc sob a ponte Governador Colombo Machado Salles.

Uma da eleições para o governo de SC mais concorridas da história ocorria em 27 de outubro de 2002

 personAntonio Colossi
access_time27/10/2017 - 00:20

O então ex-prefeito de Joinville, Luiz Henrique da Silveira, foi eleito em 27 de outubro de 2002, governador de Santa Catarina com 50,34% dos votos. O na época governador Esperidião Amin, teve 49,66%.

A eleição no Estado foi decidida voto a voto entre os dois candidatos, que até o último instante acompanharem ansiosos a divulgação dos resultados parciais do Tribunal Regional Eleitoral.

Luiz Henrique apostava na vantagem obtida em Joinville, maior colégio eleitoral do Estado, para terminar a apuração na frente. Reunido em casa casa família, o peemedebista respirava aliviado com os números positivos da pesquisa de boca de urna.

O candidato do PMDB dizia na oportunidade que o apoio de José Fritsch, ex-adversário do PT, foi fundamental para a vitória.

Em setembro daquele ano, o governador Amin aparecia nas pesquisas com boas chances de vencer a disputa no primeiro turno.

O apoio de Lula, que prestigiou o candidato do PMDB com seu ultimo comício de campanha, foi decisivo para transferir a maior parte dos votos dos petistas a Luiz Henrique.

Até as vésperas das eleições, entretanto, o resultado era imprevisível, com um empate de 44% das intenções de votos entre os dois adversários.

Há sete anos falecia "Seu" Ivo

 personAntonio Colossi
access_time24/10/2017 - 06:01

O torcedor do Criciúma Ivo Costa, então com 63 anos, que em 2008 teve a mão direita amputada por uma bomba atirada na arquibancada do estádio Heriberto Hülse, foi encontrado morto em sua casa no bairro Próspera, na manhã de 24 de outubro de 2010.

Segundo o sobrinho André da Rocha, a morte foi descoberta quando a irmã do idoso, dona Dalva, foi até o quarto onde ele dormia por volta das 7h para lhe levar o café da manhã.

Ele estava deitado e, segundo a família, provavelmente morreu dormindo. No dia anterior, seu Ivo ficou emocionado ao acompanhar pelo rádio e pela televisão em sua casa a vitória do Tigre por 2 a 0 sobre o Macaé e o acesso a Série B do Campeonato Brasileiro.

Em 24 de fevereiro de 2008, seu Ivo teve a mão direita amputada por uma bomba atirada na arquibancada do estádio Heriberto Hulse durante um jogo do Tigre contra o Avaí no primeiro turno do Campeonato Catarinense. O aposentado tentou pegar o artefato e jogá-lo para longe, mas ele explodiu na sua mão.

Os responsáveis pela bomba foram identificados e presos tempos depois. Ao aposentado restou se conformar com uma pequena indenização pela perda da mão.

O torcedor faleceu vestindo a camisa do Criciúma, que havia ganhado da diretoria do clube. Com ela, também foi sepultado.

Em 18 de outubro de 1974, era inaugurada, em Criciúma, a Vila Olímpica

 personAntonio Colossi
access_time17/10/2017 - 23:45

Há 43 anos, enquanto parte dos municípios catarinenses tentava se recuperar da enchente que atingiu o estado em 1974, Criciúma queria sediar a 15ª edição dos Jogos Abertos de Santa Catarina.

Para isso, a cidade precisaria oferecer estrutura à prática de todos os esportes da competição. Por este motivo, o prefeito da época, Algemiro Manique Barreto e seu vice Fidélis Back, decidiram construir a Vila Olímpica Governador Colombo Machado Salles, no Morro Cechinel.

Segundo o então prefeito, a estrutura de 5 hectares foi construída num tempo recorde. A obra teve inicio no mês de fevereiro de 1974 e foi inaugurada em 18 de outubro do mesmo ano, ás vésperas dos Jogos.

Para construir a Vila, que teria um custo de um milhão e seiscentos mil cruzeiros, o prefeito Algemiro Manique Barreto mais o então governador Colombo Machado Salles estiveram com o Ministro da Educação do Governo Geisel, Nei Braga, para pedir recursos do Governo Federal, que liberou 400 mil cruzeiros para a obra.

O prefeito Manique Barreto lembrava que na época a piscina teve que ser enchida com caminhão-pipa, porque na ocasião a força da água não era suficiente para encher a piscina no alto do morro.

Os 45 anos do "Milagre dos Andes"

 personAntonio Colossi
access_time12/10/2017 - 23:45

No dia 13 de outubro de 1972 caía, na Cordilheira dos Andes, o avião que fazia o Voo Força Aérea Uruguaia 571, no episódio que ficou conhecido como Tragédia dos Andes ou Milagre dos Andes.

Tratou-se de um voo fretado que transportava 45 pessoas, incluindo uma equipe de rúgbi.

Alguns passageiros morreram na hora por conta do impacto e outros não resistiram muito tempo devido aos ferimentos e ao frio.

Dos 29 que sobreviveram após o acidente, oito foram mortos por uma avalanche que atingiu o local nos dias subsequentes.

A área em que o avião caiu ficava numa região remota da Cordilheira dos Andes, a mais de 3.600 metros de altitude, local de condições extremas, sem fonte de calor ou comida.

Por causa da imensa fome após tanto tempo no local, os sobreviventes tiveram que se alimentar da carne dos passageiros mortos.

Eles também escutaram no rádio do avião que as buscas haviam sido abandonadas, o que fez com que dois dos sobreviventes deixassem o local em busca de ajuda.

Foram 10 dias até que encontraram uma pessoa, que lhes deu comida e, em seguida, chamou socorro. Quando isso aconteceu, 72 dias após o acidente, houve intensa comoção, e o fato de as pessoas terem sobrevivido foi considerado um milagre.

Em 12 de outubro de 1992 desaparecia o "Senhor Diretas"

 personAntonio Colossi
access_time12/10/2017 - 00:05

O então deputado federal Ulysses Guimarães, de 76 anos de idade, falecia em 12 de outubro de 1992, depois que o helicóptero em que viajava caiu no mar. Ulysses havia passado o feriado prolongado na casa de um empresário em Angra dos Reis, no estado do Rio de Janeiro.

Às três e vinte da tarde daquela segunda-feira, 12 de outubro, Ulysses embarcou para São Paulo. No helicóptero também estavam a mulher do deputado,
Mora, o ex-senador Severo Gomes e sua mulher, Henriqueta.

Avisada sobre chuvas em São Paulo, Mora tentou convencer o marido a adiar a viagem.

O temporal, com ventos de 90 Km/h, fez o piloto decidir evitar a serra e optar por um trajeto sobre o mar.

À noite, o Ministério da Aeronáutica já sabia do desaparecimento do helicóptero. Os destroços foram localizados há 23 anos entre as cidades de Paraty, Rio de Janeiro e Ubatuba, estado de São Paulo, alguns a 20 km da costa.

As operações resgataram três corpos, do piloto, de Severo e da mulher de Ulysses.

Um dos mais importantes políticos brasileiros da história, Ulysses foi o principal articulador das Diretas-Já e da Constituinte.

Marquise da Loja Arapuã de Porto Alegre desabava matando nove pessoas em 1988

 personAntonio Colossi
access_time05/10/2017 - 23:55

Uma marquise de concreto de quatro toneladas e meia do prédio onde ficava a Loja Arapuã, na rua Dr. Flores, no centro de Porto Alegre, desabou as quatro e meia da tarde de 6 de outubro de 1988, provocando a morte de nove pessoas.

A queda da marquise ocorreu durante a apresentação do “Arapinho”, personagem-símbolo da loja, que distribuía balas e chocolates aos clientes em homenagem ao Dia da Criança.

Duas crianças morreram. Entre os mortos estava o soldado da Policial Militar Oscar Silva da Silva, que foi prestar socorro e acabou atingido por uma parte da marquise.

O então gerente regional da Arapuã, José Barros de Carvalho, dizia à época não saber a quem atribuir o desabamento.

Centenas de pessoas assistiram o acidente, já que a rua Dr. Flores, é uma das mais movimentadas do centro da capital gaúcha. No trecho que era ocupado pela loja Arapuã, entre as ruas Otávio Rocha e Voluntários da Pátria, estavam instalados terminais de lotação e várias outras lojas.

O delegado de polícia Altair Pedresky informou que o povo foi o primeiro a ajudar no socorro das vítimas. Cem policiais e cinco carros do Corpo de Bombeiros participaram da operação de resgate.

Todas as lojas do quarteirão fecharam suas portas após o acidente e área foi isolada.

O então prefeito de Porto Alegre, Alceu Collares, classificou o acidente como uma tragédia coletiva.

Em 5 de outubro de 1988 era promulgada a Constituição Federal

 personAntonio Colossi
access_time04/10/2017 - 23:23

Depois de exatos 8.955 dias de incertezas institucionais, a contar do dia 31 de março de 1964, o Brasil inaugurou no dia 5 de outubro de 1988 uma nova era. Nesta data entrou em vigor a nova Constituição, conhecida como Constituição Cidadã, pondo fim ao ciclo autoritário instituído pelo governo militar.

Por volta das 16h, diante do Presidente da República José Sarney, do presidente do Supremo Tribunal Federal, deputados, senadores e governadores, Ulysses Guimarães, presidente da Assembléia Nacional Constituinte, declarou promulgada a Constituição da República Federativa do Brasil.

O discurso da figura emblemática e crucial do deputado foi aplaudido pelo auditório lotado por 33 vezes. No final, após lembrar os esforços de Tancredo Neves para que a Carta fosse promulgada, manifestou o seu repúdio aos tempos passados.

A partir daquele momento, ninguém mais poderia ser preso a não ser em flagrante ou com expressa ordem judicial, nenhum empregado poderia ser demitido sem receber a multa de 40% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. Todo cidadão teria então garantidos seus direitos individuais, coletivos, sociais, de nacionalidade e políticos. Liberdade de expressão e pensamento, assim como a igualdade de todos perante a Lei também foram destaques da Carta Magna.

Era exemplo de uma nova era na qual o Congresso Nacional, marginalizado pelos militares – que o colocaram três vezes em recesso (1966, 1968,1977), podia exercer sem restrições as atividades que eram de sua competência, como modificar o orçamento da União.

A chamada “Constituição Cidadã” é vigente até os dias de hoje.

Em 4 de outubro de 2008 falecia Jorge Zanatta

 personAntonio Colossi
access_time04/10/2017 - 00:00

Santa Catarina perdeu na tarde de 4 de outubro de 2008, um dos grandes nomes do setor industrial. Jorge Zanatta faleceu aos 83 anos, devido a complicações decorrentes de insuficiência renal. O corpo do empreendedor que construiu o bem sucedido grupo empresarial Jorge Zanatta, carregando empresas do setor plástico, químico e cerâmico, foi velado na Associação Imbralit e sepultado no dia seguinte, no cemitério municipal de Criciúma.

O empresário deixou a esposa, Adelinda, quatro filhos, oito netos e um bisneto.

Jorge Zanatta nasceu em 28 de outubro de 1924, na localidade de Linha Torrens, na época pertencente à Urussanga. O Filho de Vergínio Zanatta e Angelina Búrigo Zanatta, trabalhou até os 15 anos na lavoura, engenho de farinha e na serraria da família.

Em 1939, mudou-se para Morro da Fumaça, onde trabalhou por quase sete anos na loja de tecidos, secos e molhados de Nico e Santos Guglielmi.

Em 1945, veio morar em Criciúma, onde atuou como comprador e vendedor da loja de ferragens de seu irmão Alcino Zanatta.

O empresário abriu, em 1956, um estabelecimento comercial no ramo de ferragens em geral batizado de Zanatta & Cia LTDA em Criciúma.

A Canguru Embalagens surgiu em 1970, fundada juntamente com outros sócios, em 1973, fundou a Promove, indústria de edição e impressão de produtos gráficos.

Seu espirito empreendedor fez com que em 1974 nascessem mais três empresas em Criciúma, a Descartáveis Zanatta, a Imbralit e a Canguru Agropecuária.

A partir de 2007, passou a se dedicar exclusivamente à presidência do Conselho de administração do grupo empresarial Jorge Zanatta.

Atuou como conselheiro vitalício e colaborador do Criciúma EC, e em 1996, recebeu o título de cidadão honorário de Criciúma.

Paulo Meller se tornava prefeito de Criciúma em 3 de outubro de 1996

 personAntonio Colossi
access_time02/10/2017 - 23:25

Em 1996, a coligação unidade popular manteve-se firme no propósito de continuar a frente da prefeitura de Criciúma, repetindo a união do PMDB com o PSDB nas eleições daquele ano.

Os dois partidos comandavam a cidade desde a vitória de Eduardo Moreira Anderlei Antonelli em 1992. Como na época não havia reeleição, foram escolhidos para disputarem o pleito eleitoral de 96 os nomes de Paulo Meller, do PMDB e Maria dal Farra Naspolini, então no PSDB, para assim, manterem a dobradinha na administração do municipio.

Meller era o franco favorito a vencer aquela eleição, respaldado pela administração peemedebista de então. Concorriam com ele, nomes como o de Altair Guidi, do PPB, Décio Góes, do PT, Moacir Fernandes, do PFL e Robak Barros, do PC do B.

As eleições municipais de 1996 aconteceram em uma quinta-feira 3 de outubro, sendo as primeiras eleições realizadas no governo Fernando Henrique Cardoso e as últimas antes da adoção da reeleição para cargos executivos.

Paulo Meller, confirmando os prognósticos, venceria aquela eleição, que foi significativa pois registrou a maior vantagem da história entre o primeiro e o segundo colocado na votação.

O peemedebista obteve 40 mil 604 votos, contra 26 mil 827 de Altair Guidi, uma diferença de quase 13 mil e quinhentos votos, maior diferença até então, só superada na eleição de 2008

Há 25 anos, era aprovado o impeachment contra o presidente Collor

 personAntonio Colossi
access_time29/09/2017 - 00:10

Há 25 anos, em 29 de setembro de 1992, uma votação no Plenário da Câmara fez história. O voto do então deputado Paulo Romano, do PFL de Minas Gerais, completou os 336 votos necessários para abrir o processo que resultou no impeachment do, na época, presidente da República, Fernando Collor de Mello.

A votação, pela abertura do processo de crime de responsabilidade, somou 441 votos a favor, 38 contra, uma abstenção e 23 ausências.

O voto que completou os dois terços necessários à aprovação foi intensamente comemorado no plenário, assim como os dos deputados Roberto Campos, que deixou o hospital para dizer sim; Benito Gama, presidente da CPI do PC; Ulysses Guimarães, e o mais surpreendente, Onaireves Moura, anfitrião de um banquete oferecido a Collor, duas semanas antes da votação do processo de impeachment.

A votação do impeachment, após as conclusões da CPI sobre Paulo César Farias, foi acompanhada por multidões que ocuparam ruas e praças das principais cidades do país.

Todo o processo político do impeachment estendeu-se por sete meses, de 1º de junho (data de instalação de uma comissão parlamentar mista de inquérito no Congresso) a 29 de dezembro de 1992 (data em que Collor renunciou ao mandato).

Último debate da eleição estadual de 2006 foi na Eldorado

 personAntonio Colossi
access_time28/09/2017 - 00:00

O último debate antes do pleito estadual de 2006 reuniu os candidatos ao governo na Rádio Eldorado, na manhã de 28 de setembro daquele ano.

Por cerca de duas horas e meia, seis dos oito candidatos puderam apresentar suas propostas e trocar algumas alfinetadas. Os alvos das criticas foram o candidato do PMDB, Luiz Henrique da Silveira, ausente do debate, e o petista Luiz Inácio Lula da Silva, candidato do PT à presidência da República.

Antonio Carlos Sontag (PSB), Elpidio Neves (PTC), Esperidião Amin (PP), João Fachini (PSOL), José Fritsch (PT) e Manoel Dias (PT) aproveitaram para apresentar propostas que integravam seus planos de governo.

O candidato do PSDC, César Alvarenga, já havia comunicado à organização sua ausência do debate, em virtude de ter desistido da campanha.

O peemedebista Luiz Henrique da Silveira, ausente no debate, foi o alvo principal dos ataques dos seus adversários, em especial de Esperidião Amin e José Fritsch.

Um dos blocos mais comentados foi o que teve as perguntas dos jornalistas Cláudio Prisco, Joice Quadros e Karina Manarin. Os questionamentos envolveram a manutenção das secretarias regionais, as alianças para o segundo turno, recursos para saúde e também os escândalos envolvendo o governo Lula e o PT.

Em 27 de setembro de 2001, o treinador paraguaio Carlos Báez era apresentado no Criciúma EC

 personAntonio Colossi
access_time26/09/2017 - 23:31

Em 27 de setembro de 2001, iniciava uma nova era no Criciúma EC. Pouco mais de dois anos depois de ser comandado pelo técnico uruguaio Sérgio Ramirez, o Tigre passaria a partir daquela data, a ter na direção técnica, o paraguaio Carlos Báez.

De poucas palavras e muita observação, o treinador surgiu no Cerro Porteño. Adepto de um esquema com quatro jogadores de defesa, três volantes, um armador e dois ponteiros, o então novo técnico do Criciúma revelava na oportunidade um preocupação em relação à ausência de um jogador de armação considerado chave no seu esquema de jogo 4-3-1-2.

No seu primeiro treino, enquanto o preparador físico Nestor Kerber conversava com o grupo e trabalhava no vestiário, Báez conversava com Luiz Gonzaga Milioli, seu auxiliar. Ele comandou um treinamento de conclusão, forçando os laterais cruzarem da linha intermediária, com a tradicional passagem dos alas pelo jogador mais ofensivo.

Entre as brincadeiras com o idioma, Báez conversou com os repórteres demoradamente antes do treino. Para superar a dificuldade de comunicação, contou com a calma dos repórteres.

Já na relação com os jogadores pareceu mais a vontade, já que contava principalmente com o com o preparador físico Nestor Kerber, que dominava o idioma espanhol e já havia trabalhado com Báez no Paraguai.

Carlos Báez demonstrou logo no seu primeiro contato com a imprensa ter bem mais informações sobre o time do Criciúma e a campanha do 1º turno na Série B daquele ano, do que a imprensa, a direção e os jogadores sabiam sobre o técnico.

Báez duraria apenas cinco jogos no comando do Criciúma. Em sua campanha a frente do clube, ele obteve uma vitória, logo na estreia contra o Figueirense, dois empates e duas derrotas.