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Texto – Willi Backes.
Os primeiros descendentes de famílias alemãs que adquiriram terras em 1911 e 1912, no vale do Rio Mãe Luzia, local depois batizado como Forquilhinha, terras estas erram pertencentes naqueles tempos ao município de Araranguá.
Apenas em 1925, quando da emancipação de Criciúma do município de Araranguá, as terras que delimitavam Forquilhinha passaram a participar do novo município de Criciúma.
De 1912 a 1925, o movimento comercial, industrial, serviços e cartoriais da comunidade de Forquilhinha foi Araranguá, cidade referência regional. Para tanto, uma das primeiras providencias dos residentes de Forquilhinha foi abrir uma estrada, um pouco mais do que uma picada, para facilitar o acesso à cidade de Araranguá e também ao seu litoral convidativo.
Durante mais de 50 anos, esta estrada aberta e mantida pela comunidade de Forquilhinha, até a construção da BR 101, foi passagem principal dos transportes rodoviários de caminhões, carros leves e ônibus, ligando todos os municípios catarinenses com Maracajá, Araranguá e o Estado do Rio Grande do Sul.
Hoje, a rodovia é de fundamental importância para a indústria, comercio e interesses pessoais dos municípios de Forquilhinha, Nova Veneza e até dos municípios do baixo e alto da serra, possibilitando agilidade, segurança e desafogo às demais rodovias edificadas.
A estrada existente, de responsabilidade do Estado de Santa Catarina, ora denominada Jacob Westrup, tem ao longo de toda sua trajetória, importantes propriedades com atividades plenas na agricultura e pecuária.
Repetitivamente são montados palanques e púlpitos para sonorização de promessas, jamais cumpridas. A extensão dos 10 km da estrada de Forquilhinha ao município do Maracajá, clamam por massa asfáltica a décadas. Definitivamente o Estado despreza o estado da rodovia.
O homenageado Jacob Westrup, fundador de Forquilhinha e desbravador das terras daquelas paragens, participante efetivo do progresso que a comunidade permanentemente manteve e mantém em evolução, merece maior respeito.
As promessas clamam dignidade.

Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado

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