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Para onde vai a JBS?

Segundo o economista José Pio Martins, a reputação da marca chegou a um ponto crítico

comment Jornalismo access_time21/09/2017 - 15:20

Fonte: Antonio Colossi / Rádio Eldorado - Foto: Divulgação

A JBS se tornou, na última década, a maior companhia privada do Brasil e a principal processadora de carne do mundo. Uma ascensão que chamou atenção pela voracidade de aquisições no País e no exterior.

O grupo J&F foi arrastado para o centro da operação Lava-Jato e os desdobramentos do caso lançaram dúvidas quanto ao futuro das companhias da família Batista. A pergunta que fica é a seguinte: Como ficará a gestão do grupo?

A crise instaurada na JBS já está provocando mudanças drásticas na maior empresa de proteína animal do planeta.

Em fato relevante divulgado na noite da última segunda-feira (18), a JBS informou que o novo presidente da companhia, José Batista Sobrinho, tomou as suas primeiras medidas no cargo, entre elas a criação do cargo de Chief Operating Officer Global com a indicação de Gilberto Tomazoni para a posição. Tomazoni era o presidente global de operações.

De acordo com o economista José Pio Martins, reitor da Universidade Positivo, de Curitiba (PR), em entrevista nesta quinta-feira (21) ao Programa João Paulo Messer, a empresa não desaparecerá, mas vai perder muito do que já foi desde a sua abertura de capital em 2007. Segundo o reitor da Universidade Positivo, a reputação da marca chegou a um ponto crítico e passaria agora por um salto de governança dentro de um longo processo de mudança cultural profunda a acontecer.

micÁudio da notícia

Trecho da entrevista do economista José Pio Martins sobre o futuro da JBS



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