Notícias em destaque

Dia Nacional de Combate à Pirataria e à Biopirataria

commentJornalismo access_time03/12/2020 15:15

Receita Federal já destruiu em 2020 mais de 8.000 produtos "piratas" e que não podem ser destinados em razão de normas de vigilância sanitária ou defesa agropecuária

Próspera empata e volta à liderança

commentEsporte access_time02/12/2020 22:40

Combinação de resultados pode colocar o time na Série A na próxima rodada

Treino técnico e tático

commentCriciúma EC access_time03/12/2020 07:30

Convocação do Conselho Deliberativo

Organização, fiscalização, investimento: o exemplo do agronegócio no controle de pandemias

access_time13/04/2020 - 16:29

Tendo nascido no meio rural e desde 1994 trabalhando como jornalista no setor do agronegócio, tenho acompanhado de perto todas as transformações e avanços no setor nestas últimas décadas. Há alguns anos venho afirmando insistentemente que os avanços obtidos pela agropecuária nacional são impressionantes, sempre lamentando que outros setores da economia e da sociedade não tenham evoluído no mesmo ritmo.

Desde a década de 1970 o Brasil detêm a tecnologia genética de captação de nitrogênio na atmosfera e sua fixação no solo através de plantas de soja com maior potencial de inoculação (processo de captura e fixação nas raízes da planta). Vale a pena lembrar que o nitrogênio é um dos mais importantes e raros insumos utilizados na agricultura. Então, captá-lo de graça na atmosfera e deposita-lo no solo enquanto as plantas crescem e produzem, convenhamos, é um baita negócio. Mas, claro, isso não aconteceu por acaso. É fruto de intenso e longo trabalho desenvolvido por pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Na década de 1990, quem produzisse aqui na região de 60 a 70 sacos de arroz por hectare era considerado um “baita produtor”. Com grande parte do serviço sendo feito de forma manual e rústica e a colheita processada por máquinas desajeitas e não adaptadas para o tipo de solo e condições, o cultivo de arroz era um dos mais penosos que existiam. Ainda falta colher uma pequena parte dos campos desta última safra, mas pelo que tudo indica teremos uma das maiores médias de produtividade da história, podendo chegar perto dos 190 sacos de média, com algumas áreas produzindo até 220 sacas por hectare. Maquinários modernos, totalmente adaptados e possibilitando que um terço do pessoal realize o dobro do trabalho.

Quando vamos à pecuária então os avanços são impressionantes, principalmente em Santa Catarina. Conseguimos desenvolver um tripé sólido que nos dá ampla vantagem no mercado internacional: genética apurada, técnicas modernas e inovadoras e controle sanitário rigoroso. Em três décadas fomos capazes de isolar totalmente os nossos rebanhos criando uma blindagem perfeita para proteger a economia do estado e coloca-lo no patamar dos mais seguros territórios do mundo em termos de sanidade animal.

Já nos acostumamos a encontrar as barreiras sanitárias montadas nos principais acessos do estado, controlando todo o transporte de animais, a fim de garantir a saúde dos nossos rebanhos. Tomamos medidas drásticas, investimos em pesquisa, garantimos a fiscalização e colhemos ótimos frutos por tudo o que foi feito.

Porém, em meio a esta pandemia, a pergunta vem automaticamente a cabeça: porque não fizemos o mesmo na saúde humana? Porque governos e empresas não fizeram os mesmos investimentos para garantir a segurança e desenvolvimento humano da mesma forma como foi feito em relação aos animais de criação? Até os animais de estimação em geral tem uma gama de vacinas e cuidados que parecem suplantar ao que é dispensado aos humanos.

Será que não investimos na saúde humana é porque não dava lucro?

Se a resposta for essa, então fica claro que nossa visão estava radicalmente míope. Se não dava lucro cuidar da saúde humana, os prejuízos agora são certos em todos os setores.

Li na semana passada uma entrevista com um grupo de cientistas norte americanos que estavam prestes a descobrir uma vacina para o Corona Vírus que causou um epidemia no Oriente Médio em 2012. Aquele parente próximo do Covid-19 tinha aproximadamente 80% de compatibilidade com este e se a pesquisa tivesse avançado, teríamos agora uma imensa vantagem para conseguir uma vacina.

Mas, infelizmente, as pesquisas foram canceladas porque ninguém, nem empresas nem governos, quiseram investir 4 milhões de dólares.

Todos os Corona Virus que afetam os rebanhos no mundo afora foram mapeados e tem vacinas eficazes e seguras para a aplicação a qualquer momento, interrompendo suas cadeias de transmissão, as mortes e os prejuízos. Não se poupou nem dinheiro, nem esforços para que se criasse uma rede de proteção da cadeia produtiva global.

Além disso, foram criadas em vários países do mundo as compartimentações regionais, como exemplo do que temos aqui em Santa Catarina. Se uma doença surge em uma determina região, ela é imediatamente isolada e, enquanto se realiza o trabalho de desinfecção naquele ponto específico, todas as demais áreas continuam funcionando normalmente, sem nenhum tipo de contra tempo. Hoje o controle sanitário para você entrar numa granja de aves ou suínos é maior do que para se entrar em muitos laboratórios.

Dispensável dizer ao final que, tivéssemos feito a metade do esforço de trabalho e investimento ao setor de saúde humana, como o dedicado ao setor produtivo do agronegócio, não estaríamos nem de longe passando pela situação atual.


Frio faz boi vencer o medo e chegar perto do fogo

 personSilmar Vieira
access_time22/08/2020 - 07:13

Fugir do fogo é um institnto de sobrevivência de qualquer animal e por razões óbvias. Basta haver uma chama para que os animais tentem se manter o mais distante possível.
Por isso, ver um animal se aproximar deliberadamente do fogo, por si só, jáé inusitado.
Provavelmente o frio intenso do amanhecer desta sexta-feira (21), fez com que o boi vencesse o medo pra se aquecer.
Confira o vídeo com essa imagem e mais informações sobre os efeitos da onda de frio para a agricultura:

Geada negra é ameaça aos bananais

 personSilmar Vieira
access_time21/08/2020 - 07:18

As temperaturas mínimas variando entre 1 e 4 graus e vento na madrugada criam condições para a chamada geada negra.
O fenômeno leva esse nome justamente porque, a ocontrário da geada normal que se forma nas baixadas e é visível, a geada negra não é visível e mais comum nas enconstas.
As plantas sofrem queimaduras nas folhas por causa do vento gelado.
Em entrevista ao programa Rádio Rural, o engenheiro agrônomo Roberto Longhi, da Epagri de Criciúma, fala sobre a possibilidade de prejuízos nos banannais.
Ouça a entrevista:

Dica de geléia de Ora-pro-nóbis

 personSilmar Vieira
access_time20/08/2020 - 21:01

Acompanhe no vídeo uma dica de geléia feita com a fruta da planta Ora-pro-nóbis.

Conheça o fruto da Ora-pro-nóbis

 personSilmar Vieira
access_time11/08/2020 - 17:59

Planta pouco conhecida há algum tempo, tem alto teor nutritivo podendo ser aproveitada desde as folhas até os frutos.
Conheça melhor os frutos dessa planta que é divulgada pela Epagri dentro do Projeto das PANCS (Plantas Comesttíveis Não Convencionais).

Feira Delivery da Agricultura Familiar de Criciúma tem promoção especial para os pais

 personSilmar Vieira
access_time06/08/2020 - 07:23

Na semana que antecede o Dia dos Pais, a Feira Delivery da Agricultura Familiar de Criciúma tem promoção especial.
Para participar os clientes devem acessar ao Instagram da feira e seguir as orientações disponíveis.
Quanto às compras, a cada semana aumentam as opções de compra que pode ser feita até às 21h desta quinta. As entregas serão feitas na sexta e sábado.
No áudio a Gerente de Agricutlura de Criciúma, Maristela Borgert Bressiani dá mais detlahes.
Para acessar o site é só clicar no link: https://kyte.site/agricultura-familiar-2

Saiba diferenciar o alho nacional do importado

 personSilmar Vieira
access_time03/08/2020 - 18:10

Circula pelas redes sociais um vídeo do presidente da Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa), Rafael Jorge Corsino.
No vídeo ele fala sobre as diferenças do produto nacional para o importado e apela para o consumidor dar preferência à produção local.
Ouvintes ficaram curiosos em saber se as informações do vídeo são verdadeiras. Pois não só são verdadeiras, como dá dicas interessantes de como identificar a origem do alho na hora da compra.
Em entrevista ao programa Revista Eldorado o especialista Anderson Feltrin, da Epagri de Caçador, esclarece que infelizmente o Brasil produz em torno de 30% a 50% do alho que consome, sendo que 80% do produto importado vem da China.
Com a alta do dólar e uma quebra de safra no país asiático, o preço do produto teve forte alta, que deve se manter ainda alguns meses.
Feltrin confirma a maior qualidade do produto nacional.
Segundo ele para obter o mesmo sabor de um dente do alho produzido no Brasil é preciso no mínimo quatro dentes do alho chinês. A diferença esta nas variedades produzidas, que são adaptadas ao clima e solo do Brasil.
Santa Catarina cultiva 2 mil hectares de alho, com uma produtividade média de 10 toneladas por hectare.

Confira no vídeo abaixo como diferenciar o produto nacional do importado:

Cidasc lança Manual para obtenção do Selo ARTE em Santa Catarina

 personSilmar Vieira
access_time02/08/2020 - 18:12

A Regulamentação do Selo Arte irá permitir a venda de produtos artesanais de origem animal em todo território nacional.
Atualmente a comercialização de produtos artesanais é limitada ao município ou estado em que o alimento é produzido e inspecionado.
A grande dúvida ainda é quem pode e como conseguir o selo.
A primeira etapa de aplicação do Selo Arte será para produtos lácteos, especialmente queijos. As próximas etapas vão abranger produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados), produtos de origem de pescados (defumados, linguiças) e produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).
Além do decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte, foram assinadas a normativa do logotipo do Selo e duas instruções normativas que tratam da aplicabilidade do decreto. Uma delas traz o regulamento técnico de boas práticas para produtos artesanais lácteos e a outra diz respeito aos procedimentos para a certificação do Selo Arte.
A Cidasc lançou um manual que traz importantes informações e orientações sobre o assunto.
Confira a íntegra do Manual nesse link: https://bit.ly/ManualSeloArteSC

Qualidade da água é fundamental na piscicultura

 personSilmar Vieira
access_time31/07/2020 - 09:38

As baixas temperaturas do inverno diminuem a atividade de alimentação dos peixes e o excesso de alimento por levar a piorar a qualidade da água dos tanques.
Esse fator é um risco, pois pode levar a mortandade de peixes.
Confira as dicas do técnico da Epagri, Cleiton José Pereira, em entrevista ao Programa Rádio Rural de hoje;

Selo Arte abre o mercado nacional para produtores rurais

 personSilmar Vieira
access_time30/07/2020 - 07:13

Com a assinatura do Governador Carlos Moisés num decreto que regulamenta a Lei Estadual de Defesa Sanitária Vegetal, o estado entra no sistema para concessão do Selo Arte da Agricultura Familiar.
A medida visa uniformizar as ações dos sistemas de fiscalização sanitária dos governos Federal, estaduais e municipais.
O objetivo e desburocratizar o sistema, de forma que o produto de origem animal que tiver liberação da inspeção municipal, passe a contar com autorização de comercialização em todo território nacional.
A médica veterinária Luana Venson, Coordenadora Regional do Serviço de Inspeção Estadual, explicou hoje no programa Rádio Rural, como vai funcionar o sistema.
Confira entrevista:

Programa Recupera SC subsidia juros para agricultores familiares

 personSilmar Vieira
access_time28/07/2020 - 09:32

Agricultores Familiares que tiveram prejuízos com o vendaval podem recrorrer ao programa Recupera SC - Menos Juros.
Quem pode se beneficiar, como acessar aos recursos e os trâmites do processo foram esclarecidos pelo Gerente Regional da Epagri, Edson Borba no programa Rádio Rural de hoje.
Confira a entrevista:

Produtores de mandioca sofrem com queda na produtividade e nos preços

 personSilmar Vieira
access_time27/07/2020 - 15:00

Mesmo com a planta sendo bem adaptada a solos mais altos e secos, a estiagem do início do ano acarretou também em perdas de produtividade da mandioca.
Com a falta de chuvas as raízes acabam concentrando maior teor de amido, o que ajuda na venda para fecularias e engenhos que pagam mais por raízes com esta característica.
Porém, a maioria dos produtores ainda vende o por peso e neste caso houve prejuízos.
Além disso, os preços que já vinham caindo desde 2017, caíram ainda mais este ano por causa da pandemia.
Confira as informações na entrevista com Saymon Zeferino da Epagri.

Confira receita tradicional de Colorau

 personSilmar Vieira
access_time23/07/2020 - 14:55

A Epgari produz um rico material em vídeo sobre a agropecuária catarinense e que vamos passar a reproduzir também em nosso canal no Youtube.
No vídeo de hoje uma receita tradicional de Colorau.
Confira:

Cursos presenciais do Senar vão depender das restrições de cada município

 personSilmar Vieira
access_time21/07/2020 - 15:19

Em entrevista nesta terça-feira (21) ao programa Rádio Rural, a Coordenadora Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sueli Silveira Rosa, disse que o sistema aser utilizado pela entidade para os cursos depende das restrições de cada município. Dpeois do período de quarentena, as aulas de panificação, compotas e geléias e de embutidos, realizados prinicpalmente com mulheres agricultoras, vinha sendo realizado em espaços amplos e observando todos os cuidados e precauções em relação à Pandemia. Porém, o aumento de casos em determinadas regiões e com as determinações sendo diferentes em cada município, a estratégia foi seguir as orientações das autoridades sanitárias em cada município.
Confiraa entrevista na íntegra:

Ministério da Agricultura lança canal anônimo para denunciar venda casada no crédito agrícola

 personSilmar Vieira
access_time20/07/2020 - 16:04

Ministério da Agricultura lançou hoje uma nova plataforma de denúncias da prática de venda casada na oferta de serviços financeiros para produtores rurais.
Com o serviço, os produtores poderão fazer reclamações anônimas sobre a prática, que ocorre quando bancos condicionam a liberação do crédito à aquisição de outros produtos financeiros.
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina disse que “Isso é ilegal e imoral. Não é possível que os produtores rurais ainda tenham que passar pelo desconforto neste momento em que vão tomar esse crédito subvencionado pelo governo”.
Ela afirmou ainda que muitas vezes as taxas de juros praticamente dobram de valor com a venda casada.
O ministro da Justiça, André Mendonça, disse que a venda casada no âmbito do crédito rural, especialmente para o pequeno agricultor, traz impacto significativo aos resultados e à renda do homem do campo.
Para o coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar do Brasil (Contraf Brasil), Marcos Rochinski, a iniciativa é fundamental principalmente para os agricultores familiares, que muitas vezes são intimidados pelo banco para adquirir outros produtos.
O diretor de Autorregulação da Febraban, Amaury Oliva, garantiu que a entidade não compactua com a prática de venda casada e está alinhada aos ministérios da Agricultura e da Justiça no combate a esta prática abusiva. Segundo ele, além de ser proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, a venda casada é vedada pelas normas do Banco Central e nos compromissos da autoregulação bancária da Febraban.
Há um formulário com 12 perguntas que deve ser preenchido com as informações sobre as irregularidades constatadas na hora de contratar um crédito rural.
A plataforma orienta o produtor a guardar os documentos que comprovem a venda casada, como contratos de financiamento, extratos bancários, documentos da negociação e pedidos de esclarecimento da negativa de concessão de créditos.
As dúvidas sobre o assunto podem ser solucionadas pelo whatsapp (61) 99840-9079 ou pelo e-mail sadj.spa@agricultura.gov.br.

Prejuízos com o vendaval passam de R$ 588 milhões nos setores agropecuário e pesqueiro

 personSilmar Vieira
access_time17/07/2020 - 18:30

Dos 295 municípios de Santa Catarina, 238 tiveram prejuízos com o vendaval ocorrido nos dias 30 de junho e 1º de julho.
Segundo levantamento da Epagri/Cepa, ao todo 1.771 estabelecimentos agrícolas ou pesqueiros foram afetados.
Os prejuízos somam R$ 588.359.124,32.
Na Região Sul as perdas chegam a quase R$ 170 milhões.
Na Regional de Criciúma, que abrange os municípios da Amrec e Amesc, foram 22 municípios atingidos, com 6.806 estabelecimentos afetados e um prejuízo total de R$ 156.415.775,00.
Na Regional de Tubarão, foram 13 municípios atingidos, 1.251 estabelecimentos afetados e o prejuízo total de R$ 13.019.700,00.

Confira na tabela abaixo os municípios atingidos e os valores apurados:

Jacinto Machado – R$ 43.084.700,00
Orleans – R$ 22.700.875,00
Timbé do Sul – R$ 19.332.750,00
Sombrio – R$ 14.007.000,00
Santa Rosa do Sul – R$ 10.198.500,00
Morro Grande – R$ 9.590.160,00
Praia Grande – R$ 8.096.000,00
Lauro Müller – R$ 7.551.400,00
Grão Pará – R$ 7.250.900,00
Criciúma – R$ 6.924.000,00
Santa Rosa de Lima – R$ 5.050.000,00
São João do Sul – R$ 3.594.200,00
Turvo – R$ 2.417.500,00
Siderópolis – R$ 2.285.360,00
Nova Veneza – R$ 1.977.300,00
Treviso – R$ 1.358.000,00
Ermo – R$ 1.296.280,00
Urussanga – R$ 781.100,00
Araranguá – R$ 555.200,00
Meleiro – R$ 323.950,00
São Martinho – R$ 250.000,00
São Ludgero – R$ 184.500,00
Rio Fortuna – R$ 104.300,00
Imarui – R$ 32.000,00
Imbituba – R$ 27.950,00
Morro da Fumaça – R$ 27.500,00
Tubarão – R$ 22.800,00
Treze de maio – R$ 17.000,00
Maracajá – R$ 14.000,00
Armazém – R$ 10.800,00
Cocal do Sul – R$ 7.000,00
Braço do Norte – R$ 2.150,00