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  Domingo de trânsito intenso e acidente fatal na região

commentJornalismo access_time18/11/2019 06:57

Casal morreu após colisão entre carro e moto na Via Rápida, neste domingo (18)

Série A: Cruzeiro x Avaí nesta segunda (18)

commentEsporte access_time18/11/2019 16:00

Confrontos encerram a 33ª rodada da série A do Campeonato Brasileiro

Tigre lança promoção para o último jogo da temporada no Majestoso

commentCriciúma EC access_time18/11/2019 12:00

Ação é valida pela campanha "Todos Juntos Pelo Tigre"

Poder feminino: número recorde de mulheres no Congresso dos EUA

access_time03/03/2019 - 11:59

Um número recorde de 128 mulheres atualmente exercem mandato eletivo no Congresso dos EUA: 23 no Senado (23%) e mais de 100 na Câmara (mais de 20%, a Câmara tem 435 deputados). A representação feminina vem crescendo desde a legislatura passada.

A primeira mulher eleita no Congresso foi a deputada Jeannette Rankin (R-MT, 1917-1919, 1941-1943). A primeira senadora foi Rebecca Latimer Felton (D-GA). Ela foi nomeada em 1922 e foi senadora por apenas um dia (mandato tampão). Hattie Caraway (D-AR, 1931-1945) foi a primeira senadora a suceder seu marido e a primeira a ser eleita para um mandato de seis anos (a regra atual).

No Brasil, 12 mulheres são senadoras (de um total de 81) e representam 15% do Senado, enquanto na Câmara há 77 deputadas (15% do total).

Matéria do New York Times traz os nomes e as faces das mulheres no atual Congresso dos EUA. Leia aqui: https://www.nytimes.com/interactive/2019/01/14/us/politics/women-of-the-116th-congress.html


Economia norte-americana mostra números positivos no mercado de trabalho

 personAndré Abreu
access_time03/08/2018 - 18:00

O mercado de trabalho mostrou números positivos em julho. 157 mil novos postos de trabalho foram acrescentados demonstrando o crescimento da economia dos EUA nos últimos 94 meses, segundo informa o Departamento do Trabalho.
O índice de desemprego cravou a marca de 3.9%. Mas os analistas esperavam mais: nas contas dos experts o número seria de 195 mil novas vagas.
Por outro lado, empresários líderes em setores-chave consideram que os ganhos poderão cair dependendo da guerra comercial com a China e a União Europeia, resultando em demissões se as tarifas ficarem em vigor por muito tempo.

Aproximação da Coreia do Norte e da Rússia marca "diplomacia" de Trump

 personAndré Abreu
access_time30/07/2018 - 14:15

Depois de marcar seu primeiro ano de mandato na Casa Branca com uma agenda doméstica baseada na aprovação da reforma fiscal pelo Congresso e no cancelamento do plano de saúde de Obama, o presidente Trump marca seu segundo ano pelo início de uma diplomacia de encontros entre rivais. Primeiro, Kim Jong Un. Depois, Putin.
A aproximação de Trump da Coreia do Norte, a partir do encontro que aconteceu em Cingapura, marca o esforço do presidente dos Estados Unidos em estabelecer sua própria linha diplomática. Definida como império do mal desde o mandato do republicano George Bush, a Coreia do Norte tem recebido uma série de sanções da ONU patrocinadas pelo poderio hegemônico dos Estados Unidos. Nem Obama nem Bush conseguiram se aproximar do regime condenado pelo mundo. Trump quebrou o paradigma. Mas o encontro serviu aos dois líderes, Kim Jong Un busca melhorar sua imagem se aproximando do Ocidente, representado pelos EUA de Donald Trump. Por sua vez, para Trump, quanto melhor se sair no cenário internacional mais se projeta para garantir a vitória dos republicanos em novembro.
Quanto ao encontro com Putin, este também bastante criticado pela oposição, sempre houve desde a campanha nas primárias uma afirmação de simpatia pelo autoritarismo russo. O movimento de aproximação só não vai mais adiante devido a diferenças históricas entre os dois países, estabelecidas desde a Guerra Fria e à investigação sobre o envolvimento russo na eleição de Trump.
O problema central dos dois encontros parece residir no fato de que não é somente o presidente que controla os rumos da política externa dos EUA. Ao chegar em Washington, a realidade é sempre diferente e a diplomacia dos encontros fica pelos próprios encontros e nada mais.

Onda socialista cresce na Costa Leste dos EUA

 personAndré Abreu
access_time29/07/2018 - 12:37

A ascenção de Trump ao poder trouxe efeitos políticos colaterais. A atual onda socialista nos EUA tem elevado o número de Socialistas Democráticos dos EUA de 6 mil para 47 mil membros.
A recente vitória da socialista Alexandria Ocasio-Cortez nas primárias em Nova York, em que derrotou um deputado democrata tradicional que ocupava a Câmara há décadas é uma das marcas desta crescente onda de simpatia pelo "socialismo".
Na pavimentação deste novo caminho político, os oito anos de Obama fortaleceram a ala socialista dos democratas: Obamacare, abertura para imigrantes e oportunidades para todos.
Nas últimas eleições presidenciais o socialismo norte-americano inspirou-se a partir da campanha de Bernie Sanders à Casa Branca : dentro do Partido Democrata, o senador Bernie Sanders concorreu contra Hillary Clinton e perdeu, mas deixou viva a bandeira do socialismo modelo USA na Costa Leste dos Estados Unidos.
Para consolidar-se como via política o socialismo nos EUA precisa ocupar mais espaço nos cargos executivos no país e vencer eleições em estados fora do eixo da Costa Leste e da Califórnia. As eleições de novembro vão dizer se a alternativa socialista irá se consolidar como opção à linha Trump.

Trump defende guerra comercial

 personAndré Abreu
access_time25/07/2018 - 11:18

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu suas tarifas comerciais para a União Europeia. Trump irá se encontrar com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, ainda no dia de hoje.

Trump tem ameaçado impôr mais tarifas em carros europeus que entram no mercado norte-americano devido a uma diferença da balança comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia.

Em um tweet, o presidente dos EUA defendeu a política de tarifas como uma arma para obter acordos justos com outros blocos econômicos ou países.

México tem eleição presidencial no domingo

 personAndré Abreu
access_time30/06/2018 - 19:22

A eleição presidencial mexicana acontece neste domingo (01/06). Segundo as pesquisas, os eleitores estão concentrando seus votos entre Andrés Manuel López Obrador (MORENA-Movimento de Renovação Nacional), um candidato temido pela elite, que o compara a Hugo Chávez, e Ricardo Anaya (PAN-Partido da Ação Nacional), com uma base de eleitores de classe média.

Obrador, de 64 anos, concorre ao posto presidencial pela terceira vez. e tem chances de vitória com 10 a 18 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Ricardo Anaya, de 38 anos.

Os pontos percentuais de Obrador podem ser explicados pelo fraco desempenho dos governos anteriores, sob a liderança dos partidos PAN e do PRI (partido do atual presidente Peña Nieto). Mas há também uma forte conexão emocional que Obrador conseguiu construir com seus eleitores. Para eles, o candidato de esquerda representa uma alternativa ao sistema, pois, como no Brasil, existe uma frustração dominante no meio político.

Trump ameaça países no encontro do G7

 personAndré Abreu
access_time09/06/2018 - 21:04

O Presidente Trump falou aos líderes mundiais do G7 que devem reduzir as barreiras comerciais com os Estados Unidos se não quiserem perder acesso ao mercado norte-americano, demonstrando sua maior ameaça até o momento ao comércio global.

Trump, antes de partir para Singapura, declarou que pressionou os primeiros-ministros da Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália, Japão e do Canadá para remover tarifas ou barreiras comerciais dos produtos norte-americanos.

Trump disse que faria o mesmo para os produtos dos países que seguissem seu pedido. Contudo, avisou que as medidas serão severas caso seu pedido não seja aceito.

Itália: Conte renuncia, presidente busca manter linha econômica com a União Europeia

 personAndré Abreu
access_time27/05/2018 - 19:59

Bastava que o Presdente Sergio Matarella sinalizasse a aprovação do futuro ministro da Economia Paolo Savona para que Conte pudesse começar a trabalhar como primeiro-ministro. Contudo, a interferência das críticas da imprensa alemã contra a nomeação de Savola e a oposição do mercado financeiro e da cúpula da Uniao Europeia colocaram um fim naquilo que nem bem começou: o governo da coalizão Liga-Movimento 5 Estrelas sob o comando de Giuseppe Conte.

Sobre Savona, o presidente italiano afirmou: "Eu fiz todo o possível para dar à luz um governo político, mas não pude aceitar um ministro da Economia que ameaçou a adesão da Itália ao euro, que considero fundamental para o futuro do país e dos nossos jovens. Eu aceitei todos os ministros, mas se tivermos que discutir isso (a saída do euro), vamos fazê-lo abertamente, mas não é um tópico que tem sido discutido durante a campanha eleitoral".

O líder do M5S, Di Maio, disse que não é justo que as agências financeiras de rating tenham a última palavra sobre os rumos políticos e econômicos da Itália.

Matarella está sendo acusado de traição e os partidos que formam o governo ameaçam com um processo de impeachment. Giuseppe Conte sai de cena como o primeiro-ministro que jamais governou a Itália.

Coreias se articulam para resolver impasse de encontro com Trump

 personAndré Abreu
access_time27/05/2018 - 18:26

No sábado à noite (26), imagens do Presidente Moon Jae-in da Coreia do Sul abraçando Kim Jong-un da Coreia do Norte iluminaram milhões de smartphones em Seul. Foi o segundo encontro entre os dois líderes, mas sem tantos holofotes.

Hoje pela manhã (27) , Moon explicou que o encontro ocorreu por um pedido da Coreia do Norte, mas não teve caráter formal.
O presidente da Coreia do Sul tenta intermediar a relação entre Trump e Kim em busca da desnuclerização da região.

O presidente Moon voltou da Coreia do Norte com uma mensagem para Washington: a Coreia do Norte quer deixar as armas nucleares, mas quer ter respeitada sua soberania.

Na semana passada, o presidente Moon saiu da Casa Branca com as mãos vazias: Trump caminhava em busca do cancelamento do encontro de 12 de junho com o líder norte-coreano
.
Mais informações no Programa João Paulo Messer de amanhã.

Giuseppe Conte caminha para ser primeiro-ministro da Itália em meio a controvérsia sobre seu currículo

 personAndré Abreu
access_time23/05/2018 - 10:46

O presidente da Itália, Sergio Matarella, convocou Giuseppe Conte nesta quarta-feira (23) para anunciar se nomeará o advogado e professor de Direito pouco conhecido para liderar um governo formado pela extrema direita e grupos populistas.
A mídia italiana traz informações de que a nomeação de Conte está demorando devido ao fato de ter exagerado seu currículo ou mesmo mentido sobre ter estudado em instituições estrangeiras como a Universidade de Nova York.
O Movimento 5 Estrelas e a Liga escolheram Conte, de 54 anos, como primeiro-ministro na segunda-feira (21) após discutirem sobre o programa de governo no fim de semana.

Dia do Trabalho com protestos na França

 personAndré Abreu
access_time01/05/2018 - 17:58

Em Paris, o Dia do Trabalho foi marcado por confrontos. Ouça no boletim abaixo:

Conselho de Segurança realiza reunião de emergência sobre a Síria

 personAndré Abreu
access_time14/04/2018 - 13:33

Neste momento o Conselho de Segurança está reunido em Nova York para discutir a situação da Síria e os ataques promovidos pelos Estados Unidos com apoio do Reino Unido e da França.
A Suécia condenou o uso de armas químicas pelo governo da Síria. Os Países Baixos defendem um papel maior na investigação do ataque com gás químico.
A Bolívia condenou as ações dos militares dos EUA e classificou o dia de hoje como "um dia escuro" na agenda internacional. Mas defende uma investigação transparente e incondicional. O representante boliviano criticou o Reino Unido pelo não respeito ao Direito Internacional na questão das Ilhas Malvinas. Destacou que há um desrespeito à Carta da ONU por parte de grandes potências como os EUA.
Atualização: A Rússia colocou em votação uma medida que condenava as ações dos EUA, França e Reino Unido. A Resolução precisava de nove votos para aprovação, sem o veto de nenhum dos Membros Permanentes (EUA, China, Rússia, Reino Unido e França).
Somente a Rússia, a China e a Bolívia votaram a favor. Oito países votaram contra, enquanto quatro se abstiveram.

Trump começa missão militar contra a Síria

 personAndré Abreu
access_time13/04/2018 - 22:57

Com apoio do Reino Unido e da França, os Estados Unidos acabaram de iniciar sua missão de dominar a Síria. O Presidente Trump, após colocar os militares em ação, condenou o regime do governo sírio e o apoio dado por duas nações: Rússia e Irã.

EUA diz ter prova que a Síria conduziu ataque de gás nervoso

 personAndré Abreu
access_time13/04/2018 - 19:38

Os EUA disseram que têm prova que o regime sírio conduziu um ataque químico na periferia de Damasco, rejeitando a afirmação russa que declara que a ação está ligada à inteligência britânica.
A Casa Branca e o Departamento de Estado anunciaram hoje (13) que os EUA têm um alto grau de confiança sobre a culpabilidade do regime sírio no uso de gás venenoso em Douma.

Essa declaração representa uma mudança da posição assumida pelo Secretário de Defesa, James Mattis, que os Estados Unidos estão ainda procurando por provas.

Contudo, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, declarou oficialmente ao Conselho de Segurança que o governo Trump não decidiu ainda sobre uma resposta militar.

EUA estuda ataque na Siria

 personAndré Abreu
access_time13/04/2018 - 06:57

James Mattis, Secretário de Defesa dos EUA, afirmou que Washington ainda está buscando por provas sobre a autoria do ataque de armas químicas ocorridas no último final de semana em Damasco.
Mattis também declarou que o envolvimento dos EUA poderia levar o conflito ao chegar a um nível fora de controle.
Enquanto isso o Presidente Donald Trump consultou seus assessores de segurança nacional sobre uma resposta dos EUA, mas, por enquanto, segundo a Casa Branca, nenhuma decisão final foi tomada.
De acordo com o New York Times, Mattis defendeu em reunião a necessidade de mais tempo para coletar provas que liguem Assad ao ataque químico. Contudo, o governo Trump parece querer acelerar o passo para punir o uso de gás venenoso.

"The Guardian" destaca que Lula começa a cumprir sua sentença após se entregar

 personAndré Abreu
access_time08/04/2018 - 10:53

Trechos do texto do jornal britânico The Guardian traduzidos:

"Apesar da demonstração de força, os apoiadores de Lula dizem que sua prisão é um golpe ao projeto político para um Brasil mais inclusivo e socialmente justo que o ex-presidente foi pioneiro com seu governo do PT."

"Um dos assuntos mais inflamados é que o caso de Lula foi julgado muito mais rapidamente do que todos os outros casos na operação Lava Jato, assim como outros políticos dos partidos rivais acusados de crimes mais sérios permanecem livres. "

O texto afirma ainda que o presidente Michel Temer foi protegido pelos aliados no Congresso e, assim, sobreviveu a dois julgamentos de corrupção no ano passado.

Link para a matéria do The Guardian:
https://www.theguardian.com/world/2018/apr/07/crowds-in-sao-paulo-block-lula-from-handing-himself-in