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commentCriciúma EC access_time25/09/2021 19:00

O Time Carvoeiro não conseguiu pontuar diante do Figueirense na capital

Saiba diferenciar o alho nacional do importado

access_time03/08/2020 - 18:10

Circula pelas redes sociais um vídeo do presidente da Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa), Rafael Jorge Corsino.
No vídeo ele fala sobre as diferenças do produto nacional para o importado e apela para o consumidor dar preferência à produção local.
Ouvintes ficaram curiosos em saber se as informações do vídeo são verdadeiras. Pois não só são verdadeiras, como dá dicas interessantes de como identificar a origem do alho na hora da compra.
Em entrevista ao programa Revista Eldorado o especialista Anderson Feltrin, da Epagri de Caçador, esclarece que infelizmente o Brasil produz em torno de 30% a 50% do alho que consome, sendo que 80% do produto importado vem da China.
Com a alta do dólar e uma quebra de safra no país asiático, o preço do produto teve forte alta, que deve se manter ainda alguns meses.
Feltrin confirma a maior qualidade do produto nacional.
Segundo ele para obter o mesmo sabor de um dente do alho produzido no Brasil é preciso no mínimo quatro dentes do alho chinês. A diferença esta nas variedades produzidas, que são adaptadas ao clima e solo do Brasil.
Santa Catarina cultiva 2 mil hectares de alho, com uma produtividade média de 10 toneladas por hectare.

Confira no vídeo abaixo como diferenciar o produto nacional do importado:

videocamVídeo da postagem

Confira onde e quando acontecem as feiras do peixe vivo na região

 personSilmar Vieira
access_time26/03/2021 - 07:30

Como é tradição de todos os anos na Semana Santa, várias Feiras do Peixe Vivo irão acontecer na região.
Confira os dias, locais e horários:

Morro Grande
Praça Santa Cruz, Quinta-feira Santa (01), das 9h às 12h.

Içara
Todas as sextas da quaresma das 7h às 13h.
E na semana santa será na Quinta-feira Santa (01) das 7h às 13h, junto com a Feira da Agricultura Familiar.

Treviso
Nesta sexta-feira (26) das 7h às 11h, junto a Feira Livre.
Na quarta-feira (31), sozinho no local da Feira Livre e na Quinta-feira Santa (01), junto com a Feira Livre, na Praça Central próximo a Igreja Matriz.

Além disso, ainda há venda de peixes e derivados também nas propriedades.
Confira também onde você pode encontrar:

Em Forquilhinha
Linha Eyng
Na propriedade de Jaime Binatti tem venda no local e entrega de pedidos por telefone e whatsapp, com Jaime ou Catarina nos números 99978-5768 ou 99629-4291. Tem filé de tilápia por R$ 35,00 o quilo, posta de tilápia por R$ 22,00 o quilo, bolinho de tilápia R$ 16,00 o pacote com 400g, caldo de tilápia R$ 10,00 o pote de 500g, tilápia e carpa viva R$ 10,00 o quilo e carpa limpa por R$ 20,00 o quilo.
Sanga do Café
Na propriedade de Loro Alexandre serão dois dias de despesca e venda. Na quarta-feira, 31 de março e Quinta-feira Santa, 1º de abril, com carpas e tilápias a R$ 8,00 o quilo. A Carpa Capim será vendida por unidade. O contato é pelo telefone 99973-3568.
Morro Comprido
Na Quinta-feira Santa, a partir das 7 horas vai ter despesca e venda de peixe vivo na propriedade do Nezinho Minatto, na comunidade de Morro Comprido, na estrada geral que dá acesso à comunidade. Também aceitam encomenda de filés e postas de peixe o ano todo pelos telefones 99993-7899, 99620-9641, 99908-9946.
Santa Terezinha
Tem lugar em que inclusive tem direito à degustação de cachaça, direto do alambique que também funciona na propriedade, na Rodovia Francisco Ricken, acesso à comunidade de Santa Terezinha, na propriedade de Ivoney Córneo. A venda será de segunda, dia 29 de março até sexta, dia 02 de abril. Serão R$ 10,00 o quilo da tilápia viva. Horário de atendimento das 8h às 18h.

Em Siderópolis
Linha Alexandre Da Boit
Na propriedade de Raul Viola Peixe vivo por encomenda a pessoa liga pede e fica separado. Venda de filé a semana toda. 99942-4568

São Martinho Alto
Na casa do Jango R$ 10,00 o quilo do peixe vivo. Telefone 3435-0628, whatsapp 98861-0403 com Jiovani ou 99665-5245 com Vitor.

Vendas de peixes movimentam propriedades rurais na Semana Santa

 personSilmar Vieira
access_time25/03/2021 - 06:52

Mantendo a tradição de consumo de peixes na Semana Santa, vários produtores rurais da região irão realizar a despesca e venda de peixes e derivados. Estamos listando aqui vários locais que terão venda de peixes frescos, além de bolinhos, filés e até caldo de peixe à pronta entrega.
Para ter divulgado aqui sua vendade peixe, é só entrar em contato conosco que divulgamos gratuitamente.

Segueem alguns locais com venda de peixes, com datas, valores e contatos para encomendas:

Em Forquilhinha
Linha Eyng
Na propriedade de Jaime Binatti tem venda no local e entrega de pedidos por telefone e whatsapp, com Jaime ou Catarina nos números 99978-5768 ou 99629-4291. Tem filé de tilápia por R$ 35,00 o quilo, posta de tilápia por R$ 22,00 o quilo, bolinho de tilápia R$ 16,00 o pacote com 400g, caldo de tilápia R$ 10,00 o pote de 500g, tilápia e carpa viva R$ 10,00 o quilo e carpa limpa por R$ 20,00 o quilo.
Sanga do Café
Na propriedade de Loro Alexandre serão dois dias de despesca e venda. Na quarta-feira, 31 de março e Quinta-feira Santa, 1º de abril, com carpas e tilápias a R$ 8,00 o quilo. A Carpa Capim será vendida por unidade. O contato é pelo telefone 99973-3568.
Morro Comprido
Na Quinta-feira Santa, a partir das 7 horas vai ter despesca e venda de peixe vivo na propriedade do Nezinho Minatto, na comunidade de Morro Comprido, na estrada geral que dá acesso à comunidade. Também aceitam encomenda de filés e postas de peixe o ano todo pelos telefones 99993-7899, 99620-9641, 99908-9946.
Santa Terezinha
Tem lugar em que inclusive tem direito à degustação de cachaça, direto do alambique que também funciona na propriedade, na Rodovia Francisco Ricken, acesso à comunidade de Santa Terezinha, na propriedade de Ivoney Córneo. A venda será de segunda, dia 29 de março até sexta, dia 02 de abril. Serão R$ 10,00 o quilo da tilápia viva. Horário de atendimento das 8h às 18h.
Sítio do Manecao, Rodovia Jacob Westrup, Km3. Vai ter despesca de tilápias e carpa capim. Tilápia viva R$ 8,00 o quilo, tilapia limpa R$ 18,00 o quilo, filé tilápia R$ 18,00 por 500gr, carpa capim R$ 10,00 o quilo, 15 bolinhos de tilápia por R$ 25,00. Fone Manecão 99636-7041 e Cida 99601-2347.

Em Siderópolis
Linha Alexandre Da Boit
Na propriedade de Raul Viola Peixe vivo por encomenda a pessoa liga pede e fica separado. Venda de filé a semana toda. 99942-4568.

Frio faz boi vencer o medo e chegar perto do fogo

 personSilmar Vieira
access_time22/08/2020 - 07:13

Fugir do fogo é um institnto de sobrevivência de qualquer animal e por razões óbvias. Basta haver uma chama para que os animais tentem se manter o mais distante possível.
Por isso, ver um animal se aproximar deliberadamente do fogo, por si só, jáé inusitado.
Provavelmente o frio intenso do amanhecer desta sexta-feira (21), fez com que o boi vencesse o medo pra se aquecer.
Confira o vídeo com essa imagem e mais informações sobre os efeitos da onda de frio para a agricultura:

Geada negra é ameaça aos bananais

 personSilmar Vieira
access_time21/08/2020 - 07:18

As temperaturas mínimas variando entre 1 e 4 graus e vento na madrugada criam condições para a chamada geada negra.
O fenômeno leva esse nome justamente porque, a ocontrário da geada normal que se forma nas baixadas e é visível, a geada negra não é visível e mais comum nas enconstas.
As plantas sofrem queimaduras nas folhas por causa do vento gelado.
Em entrevista ao programa Rádio Rural, o engenheiro agrônomo Roberto Longhi, da Epagri de Criciúma, fala sobre a possibilidade de prejuízos nos banannais.
Ouça a entrevista:

Dica de geléia de Ora-pro-nóbis

 personSilmar Vieira
access_time20/08/2020 - 21:01

Acompanhe no vídeo uma dica de geléia feita com a fruta da planta Ora-pro-nóbis.

Conheça o fruto da Ora-pro-nóbis

 personSilmar Vieira
access_time11/08/2020 - 17:59

Planta pouco conhecida há algum tempo, tem alto teor nutritivo podendo ser aproveitada desde as folhas até os frutos.
Conheça melhor os frutos dessa planta que é divulgada pela Epagri dentro do Projeto das PANCS (Plantas Comesttíveis Não Convencionais).

Feira Delivery da Agricultura Familiar de Criciúma tem promoção especial para os pais

 personSilmar Vieira
access_time06/08/2020 - 07:23

Na semana que antecede o Dia dos Pais, a Feira Delivery da Agricultura Familiar de Criciúma tem promoção especial.
Para participar os clientes devem acessar ao Instagram da feira e seguir as orientações disponíveis.
Quanto às compras, a cada semana aumentam as opções de compra que pode ser feita até às 21h desta quinta. As entregas serão feitas na sexta e sábado.
No áudio a Gerente de Agricutlura de Criciúma, Maristela Borgert Bressiani dá mais detlahes.
Para acessar o site é só clicar no link: https://kyte.site/agricultura-familiar-2

Saiba diferenciar o alho nacional do importado

 personSilmar Vieira
access_time03/08/2020 - 18:10

Circula pelas redes sociais um vídeo do presidente da Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa), Rafael Jorge Corsino.
No vídeo ele fala sobre as diferenças do produto nacional para o importado e apela para o consumidor dar preferência à produção local.
Ouvintes ficaram curiosos em saber se as informações do vídeo são verdadeiras. Pois não só são verdadeiras, como dá dicas interessantes de como identificar a origem do alho na hora da compra.
Em entrevista ao programa Revista Eldorado o especialista Anderson Feltrin, da Epagri de Caçador, esclarece que infelizmente o Brasil produz em torno de 30% a 50% do alho que consome, sendo que 80% do produto importado vem da China.
Com a alta do dólar e uma quebra de safra no país asiático, o preço do produto teve forte alta, que deve se manter ainda alguns meses.
Feltrin confirma a maior qualidade do produto nacional.
Segundo ele para obter o mesmo sabor de um dente do alho produzido no Brasil é preciso no mínimo quatro dentes do alho chinês. A diferença esta nas variedades produzidas, que são adaptadas ao clima e solo do Brasil.
Santa Catarina cultiva 2 mil hectares de alho, com uma produtividade média de 10 toneladas por hectare.

Confira no vídeo abaixo como diferenciar o produto nacional do importado:

Cidasc lança Manual para obtenção do Selo ARTE em Santa Catarina

 personSilmar Vieira
access_time02/08/2020 - 18:12

A Regulamentação do Selo Arte irá permitir a venda de produtos artesanais de origem animal em todo território nacional.
Atualmente a comercialização de produtos artesanais é limitada ao município ou estado em que o alimento é produzido e inspecionado.
A grande dúvida ainda é quem pode e como conseguir o selo.
A primeira etapa de aplicação do Selo Arte será para produtos lácteos, especialmente queijos. As próximas etapas vão abranger produtos cárneos (embutidos, linguiças, defumados), produtos de origem de pescados (defumados, linguiças) e produtos oriundos de abelhas (mel, própolis e cera).
Além do decreto que regulamenta a Lei do Selo Arte, foram assinadas a normativa do logotipo do Selo e duas instruções normativas que tratam da aplicabilidade do decreto. Uma delas traz o regulamento técnico de boas práticas para produtos artesanais lácteos e a outra diz respeito aos procedimentos para a certificação do Selo Arte.
A Cidasc lançou um manual que traz importantes informações e orientações sobre o assunto.
Confira a íntegra do Manual nesse link: https://bit.ly/ManualSeloArteSC

Qualidade da água é fundamental na piscicultura

 personSilmar Vieira
access_time31/07/2020 - 09:38

As baixas temperaturas do inverno diminuem a atividade de alimentação dos peixes e o excesso de alimento por levar a piorar a qualidade da água dos tanques.
Esse fator é um risco, pois pode levar a mortandade de peixes.
Confira as dicas do técnico da Epagri, Cleiton José Pereira, em entrevista ao Programa Rádio Rural de hoje;

Selo Arte abre o mercado nacional para produtores rurais

 personSilmar Vieira
access_time30/07/2020 - 07:13

Com a assinatura do Governador Carlos Moisés num decreto que regulamenta a Lei Estadual de Defesa Sanitária Vegetal, o estado entra no sistema para concessão do Selo Arte da Agricultura Familiar.
A medida visa uniformizar as ações dos sistemas de fiscalização sanitária dos governos Federal, estaduais e municipais.
O objetivo e desburocratizar o sistema, de forma que o produto de origem animal que tiver liberação da inspeção municipal, passe a contar com autorização de comercialização em todo território nacional.
A médica veterinária Luana Venson, Coordenadora Regional do Serviço de Inspeção Estadual, explicou hoje no programa Rádio Rural, como vai funcionar o sistema.
Confira entrevista:

Programa Recupera SC subsidia juros para agricultores familiares

 personSilmar Vieira
access_time28/07/2020 - 09:32

Agricultores Familiares que tiveram prejuízos com o vendaval podem recrorrer ao programa Recupera SC - Menos Juros.
Quem pode se beneficiar, como acessar aos recursos e os trâmites do processo foram esclarecidos pelo Gerente Regional da Epagri, Edson Borba no programa Rádio Rural de hoje.
Confira a entrevista:

Produtores de mandioca sofrem com queda na produtividade e nos preços

 personSilmar Vieira
access_time27/07/2020 - 15:00

Mesmo com a planta sendo bem adaptada a solos mais altos e secos, a estiagem do início do ano acarretou também em perdas de produtividade da mandioca.
Com a falta de chuvas as raízes acabam concentrando maior teor de amido, o que ajuda na venda para fecularias e engenhos que pagam mais por raízes com esta característica.
Porém, a maioria dos produtores ainda vende o por peso e neste caso houve prejuízos.
Além disso, os preços que já vinham caindo desde 2017, caíram ainda mais este ano por causa da pandemia.
Confira as informações na entrevista com Saymon Zeferino da Epagri.

Confira receita tradicional de Colorau

 personSilmar Vieira
access_time23/07/2020 - 14:55

A Epgari produz um rico material em vídeo sobre a agropecuária catarinense e que vamos passar a reproduzir também em nosso canal no Youtube.
No vídeo de hoje uma receita tradicional de Colorau.
Confira:

Cursos presenciais do Senar vão depender das restrições de cada município

 personSilmar Vieira
access_time21/07/2020 - 15:19

Em entrevista nesta terça-feira (21) ao programa Rádio Rural, a Coordenadora Regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Sueli Silveira Rosa, disse que o sistema aser utilizado pela entidade para os cursos depende das restrições de cada município. Dpeois do período de quarentena, as aulas de panificação, compotas e geléias e de embutidos, realizados prinicpalmente com mulheres agricultoras, vinha sendo realizado em espaços amplos e observando todos os cuidados e precauções em relação à Pandemia. Porém, o aumento de casos em determinadas regiões e com as determinações sendo diferentes em cada município, a estratégia foi seguir as orientações das autoridades sanitárias em cada município.
Confiraa entrevista na íntegra: