Maior feira de arquitetura e construção no Estado começa montagem da estrutura
Casa Pronta chega à 18ª edição com regras de acesso modificadas em virtude da Covid-19, mas revela ansiedade do mercado em retomar a atividade
menos de duas semanas da sua abertura a maior feira do setor de arquitetura, construção e mobiliário em Santa Catarina, já tem pré-diagnóstico dos seus organizadores. Um misto de ansiedade e alívio são identificados pelos seus organizadores como sentimento dos novos tempos. Em 2019 a feira alcançou números surpreendentes, em 2020 ela não aconteceu e entre 6 e 10 de outubro próximos ela volta a ocorrer. O evento acontece em Criciúma, no sul do estado.
Lançada no início da década dos anos 2000, a feira que começou com foco nos grandes revendedores foi se transformando num evento também de atividade varejista. Esta tendência já era percebida nas últimas edições, mas tende a se intensificar em 2021, pois é como se fosse a reabertura de um mercado represado também em virtude da pandemia.
Ela acontece no pavilhão de Eventos José Ijair Conti, em Criciúma, e os ingressos já podem ser adquiridos diretamente pelo site da feira. Essa foi uma das medidas encontradas para evitar filas para o público que prestigiará a exposição. Uma das muitas mudanças que devem ser observadas, pois tratamos de um evento ainda sob a regência de um decreto de restrições decorrentes dos cuidados sanitários impostos no enfrentamento da Covid-19.
Para Willi Backes, idealizador e organizador do evento, esta feira estendeu as relações, que antes eram entre a indústria e o lojista. Hoje ela se estende ao consumidor final. Apesar da escassez de alguns produtos e do período de paralisação de algumas indústrias a expectativa está nas novidades que normalmente são apresentadas em eventos desta natureza.
Ao todo serão cinco dias de evento.
Para adquirir os ingressos pela internet, basta acessar o site da Feira CasaPronta (feiracasapronta.com.br). Na página principal, há um ícone nomeado como “Compre seu ingresso aqui!”. As entradas estão sendo vendidas por R$ 5,50 cada e podem ser utilizados somente em uma visita na feira.
Em virtude da validade do decreto de enfrentamento da pandemia as autoridades sanitárias exigiram um plano de contingência que é aprovado pelos órgãos de saúde estaduais, municipais e a vigilância epidemiológica. No evento que contava em média com cerca de cinco mil visitantes, estas medidas determinam que a capacidade da feira será de 1.500 visitantes de forma simultânea.
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