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Blog Clássicos, com Everaldo Belada

WILD WORLD - CAT STEVENS

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time24/01/2022 - 09:43

Hoje vamos falar de uma canção do britânico Cat Stevens, que sem dúvida é um dos maiores cantores e compositores da música folk.

Em 1970, Cat Stevens lançou seu quarto álbum de estúdio que na terceira faixa do disco continha a música “Wild world” que se tornou uma das mais belas canções de todos os tempos.

"Wild world" foi o impulso para que Cat Stevens fosse mundialmente reconhecido e a música fosse tocada nas rádios do mundo todo.

A letra da música foi baseada no relacionamento de Cat Stevens com sua namorada e atriz Patti D´arbanville, quando a relação já estava no fim.

A música fala de partidas, de fim, e da tristeza dessa situação.

Vamos ouvir este clássico imortal de 1970, com a bela voz de Cat Stevens: “Wild world”. CONFIRA:

SATISFACTION - ROLLING STONES

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time21/01/2022 - 10:34

E AI AMIGOS E OUVINTES DA ELDORADO, COMO ESTÁ SEU NÍVEL DE SATISFAÇÃO?

ESSA MÚSICA COMPLETOU 55 ANOS EM 2020, E TUDO INDICA QUE VAI ESTAR NO ROL DOS CLÁSSICOS IMORTAIS.

EM 1965, MICK JAGGER E KEITH RICHARDS, ESCREVERAM E LANÇARAM O MAIOR CLÁSSICO DOS ROLLING STONES. CANÇÃO É “SATISFACTION” QUE DE CARA É IDENTIFICADA PELO SEU RIFF DE GUITARRA DE TRÊS NOTAS.

TUDO COMEÇOU EM UM SONHO QUE KEITH RICHARDS TEVE DURANTE UMA TURNÊ PELOS ESTADOS UNIDOS EM 1965. ELE ACORDOU EM UM QUARTO DE HOTEL NA FLÓRIDA E NOTOU QUE NO MEIO DA NOITE TINHA LEVANTADO E GRAVADO UM RIFF ACÚSTICO E UM REFRÃO EM UMA FITA CASSETE DEIXADA EM SUA MESA DE CABECEIRA.

DIAS DEPOIS MICK JAGGER TERMINOU OS VERSOS E A BANDA PARTIU PARA GRAVAR A FAIXA.

A GUITARRA DISTORCIDA DE KEITH TRANSFORMOU CADA SÍLABA ESCRITA POR MICK JAGGER EM UMA ACUSAÇÃO, E AO MESMO TEMPO ERA UM ATAQUE A SOCIEDADE HETEROSSEXUAL E SEUS VALORES CONSUMISTAS.

EM 1969, MICK JAGGER JUROU QUE JAMAIS SERIA FLAGRADO CANTANDO A MÚSICA OS 50 ANOS, PELA LETRA FALAR TAMBÉM SOBRE OS DESEJOS AFLORADOS DE UM GAROTO SE TRANSFORMANDO EM UM HOMEM.

HOJE COM 78 ANOS, É COM ESSA CANÇÃO QUE ELE E OS STONES ENCERRAM SEUS SHOWS.

É: NÓS AINDA QUEREMOS TER MUITAS SATISFAÇÕES NESSA VIDA. DE 1965, COM OS ROLLING STONES O CLÁSSICO: “SATISFACTION”. CONFIRA:

FOREVER YOUNG - ALPHAVILLE

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time20/01/2022 - 10:28

Olá amigos e ouvintes, Everaldo Belada chegando para descrever no clássicos de hoje uma canção de sucesso da banda alemã Alphaville.

A música é “Forever young”, lançada no álbum de estreia da banda, em 1984.

Na época de seu lançamento “Forever young” se tornou o hino de uma geração e foi música obrigatória nas formaturas. Também pudera, uma canção linda, com uma melodia incrível e letra perfeitamente em sintonia com seu tempo.

No momento em que mais se temia a Guerra Fria, quando não se sabia o momento em que apertariam os botões e acabariam com o mundo, “Forever young” surgiu como um convite à vida e à juventude eterna, ao viver cada momento como se fosse o último e aproveitar todos os segundos da vida.

Vamos ouvir esta música que fez muito sucesso nos anos 80 e ainda hoje é muito lembrada e cantada. Você não deve lembrar muito da banda Alphaville, mas a canção jamais você esquece. De 1984: “Forever young”. CONFIRA:

O BEBADO E O EQUILIBRISTA - ELIS REGINA

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time19/01/2022 - 10:32

Hoje, vamos prestar uma homenagem à maior cantora da música brasileira de todos os tempos.

Estou falando de Elis Regina: Elis Regina Carvalho da Costa nasceu em Porto Alegre em 1945, e começou sua carreira bem cedo, aos 12 anos de idade já cantava nas rádios da capital gaúcha.

Elis mudou-se para o Rio de Janeiro em 1964, exatamente na manhã do dia 31 de março, isto é, bem no dia do Golpe Militar de 1964. No Rio Elis defendeu canções dos maiores compositores do Brasil nos festivais de música promovidos pelos canais de televisão.

Elis Regina era capaz de mostrar em suas apresentações emoções tão contrárias como a melancolia e a felicidade, de forma conjunta.
Elis era versátil passou pela MPB, Bossa Nova, pelo Samba, pelo Rock e pelo Jazz.

Vamos ouvir na voz brilhante de Elis Regina "O bêbado e o equilibrista", uma canção composta por João Bosco e Aldir Blanc, gravada no LP “Essa mulher” de 1979.

A música tornou-se um hino informal sobre o período da anistia e do declínio da Ditadura Militar, por sua letra possuir diversas referências de fatos e personalidades ligadas ao período da ditadura e anistia. CONFIRA:

WHO WANTS TO LIVE FOREVER - QUEEN

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time18/01/2022 - 10:20

Quem quer viver para sempre? Esta é uma pergunta que muitos cientistas não conseguem responder.

Alguns cientistas acham que os humanos provavelmente poderiam viver pelo menos 150 anos, embora as chances de chegar a essa idade sejam mínimas, de acordo com um novo estudo.

A canção do Queen "Who wants to live forever" é uma música que aborda de forma divina o tema da imortalidade.

A letra desta obra foi escrita em 1986, pelo astrofísico e guitarrista do Queen Bryan May, especialmente para o filme de longa metragem “Highlander” protagonizado pelo ator Christopher Lambert.

Com sua exuberante voz Freedie Mercury questiona nesta canção se seria uma benção ou um castigo viver para sempre.

Vamos ouvir agora nas ondas Eldorado de 1986, com o Queen na transcendente voz de Freedie Mercury: "Who wants to live forever". CONFIRA:

MALUCO BELEZA - RAUL SEIXAS

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time17/01/2022 - 10:14

O baiano Raul Seixas, frequentemente considerado como o pai do rock brasileiro, também fez muito sucesso com suas baladas rock.

No início de 1977, Raul terminou sua parceria com Paulo Coelho, de quem continuaria amigo – ou “inimigo íntimo”, segundo o próprio Paulo Coelho.

Então Raul Seixas trocou de gravadora e arrumou outro parceiro: Cláudio Roberto, que fez sua estreia com o álbum “O dia em que a terra parou”.

Considerado pela crítica inferior a outros trabalhos seus, o disco apresentou a canção autobiográfica “Maluco beleza”, sucesso responsável pelo apelido que o acompanharia para sempre.

A letra da música fala sobre uma pessoa que preza a sua autonomia, o que é visto como maluquice pelos outros. Apesar de ser escrita por Cláudio Roberto se tornou extremamente ligada à figura de Raul.

Vamos ouvir a canção que é responsável por um dos apelidos de Raul Seixas além de ser, ano após ano a sua música mais executada no país, de 1978: “Maluco beleza”. CONFIRA:

WISH YOU WERE HERE - PINK FLOYD

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time14/01/2022 - 10:10

Hoje vamos homenagear os fãs da maior banda de rock progressivo de todos os tempos: Pink floyd – formada em 1965 em Londres.

A capacidade criativa do Pink Floyd, as composições filosóficas e a sonoridade cheia de experimentações fizeram com que a banda se tornasse uma das mais aclamadas da história.

Entre discos clássicos lançados e músicas endeusadas pelos fãs, “Wish you were here” é a mais conhecida da banda.

Presente no disco homônimo, lançado em 1975, a música faz uma homenagem a Syd Barrett, um dos fundadores da banda, que acabou deixando o Pink Floyd por problemas mentais.

Por conta do título, a música confunde muita gente que imagina se tratar de uma canção de amor, que fala de um personagem que deseja a presença da pessoa amada.

Mas há muito mais nas entrelinhas de “Wish you were here”. Pode dar a impressão de ser um questionamento de um indivíduo para outro, mas, na realidade, é um diálogo interno do próprio personagem.

Vamos ouvir este mega clássico do Pink Floyd de 1975: “Wish you were here”. CONFIRA:

O TEATRO DOS VAMPIROS - LEGIÃO URBANA

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time13/01/2022 - 10:35

Hoje vamos recordar uma canção da Legião Urbana lançada em 1991, no quinto álbum da banda. Analisar as letras da Legião Urbana costuma ser um desafio.

A complexidade e engenhosidade da mente de Renato Russo deu à banda um repertório rico e crítico, principalmente em suas canções que falam de política e problemas sociais.

O teatro dos vampiros” é uma destas canções enigmáticas que gerou algumas teorias sobre o seu significado, o que é muito comum em letras profundas e atemporais.

Mas veja, Renato Russo disse antes de gravar que era pra ser uma musica sobre a televisão, porém, tomou uma dimensão muito maior e “O teatro dos vampiros” virou um verdadeiro retrato sobre um período difícil do país.

O Brasil iniciava a sua trajetória democrática e tudo era muito novo. Havia esperança de dias melhores com Fernando Collor sendo o primeiro presidente eleito pelo povo, assumindo o cargo em 1990.

Acontece que tudo se transformou num verdadeiro pesadelo para os brasileiros com alta da inflação, crise econômica e o confisco das poupanças pelo governo.

Todo esse cenário deu o norte para a criação da música que retrata a vida de um jovem, ou melhor, de muitos jovens que tentavam sobreviver em meio as dificuldades e à crise financeira.

Vamos ouvir no clássicos de hoje de 1991, com a Legião Urbana a atemporal “O teatro dos vampiros”. CONFIRA:

CHEIA DE CHARME - GUILHERME ARANTES

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time12/01/2022 - 09:12

Guilherme Arantes é sem dúvida um dos maiores artistas da MPB.

O cantor e compositor Ed Motta disse que, Guilherme Arantes é o “Chopin” da música contemporânea brasileira.

A comparação cai bem, pois Guilherme Arantes é um compositor e pianista de mão cheia, escrevendo músicas simples, mas, com muita qualidade.

Guilherme é dono de vários hts de sucessos ao longo de seus 45 anos carreira. Em 1985, Guilherme Arantes lançou a canção “Cheia de charme” sendo uma das músicas mais executados nas rádios naquele ano.

O próprio Guilherme conta que fez a música em homenagem as mulheres cariocas que ele sempre encontrava quando levava os filhos a Praia de Copacabana.

Além de serem donas de casa, passeavam com seus filhos, e iam a praia com as crianças, ainda viviam de uma forma liberada, tomando seus chopinhos nos bares e desfilando pelas ruas com o “charme” da mulher carioca dos anos 80.

Vamos ouvir este clássico de Guilherme de Arantes de 1985: “Cheia de charme”. CONFIRA:

ALL MY LOVE - LED ZEPPELIN

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time11/01/2022 - 09:08

O Led Zeppelin, considerado um dos grupos de rock mais bem sucedidos, inovadores e influentes da história é a nossa atração de hoje.

Em 1979, o Led Zeppelin lançou seu último álbum, antes da morte do baterista John Bonham com uma canção composta pelo vocalista Robert Plant, que a princípio não foi muita bem aceita pelo outros integrantes da banda que acharam a música muito lenta.

A canção é: “All my love” que a primeira vista pode soar como uma canção romântica e até fazer você se lembrar de um grande amor do passado.

Porém, é a música do Led Zeppelin que esconde um significado triste de luto e perda.

Vamos voltar ao final dos anos 70 e saber um pouco mais sobre a história e o significado de “All my love”.

Em julho de 1977, o Led Zeppelin estava em turnê pelos Estados Unidos quando o vocalista Robert Plant recebeu uma ligação da sua esposa que trazia uma notícia triste de que Karac Plant, seu filho de seis anos estava muito doente.

Porém, cerca de duas horas depois, o pior aconteceu e o filho de Plant havia morrido de uma infecção viral não identificada.

Imediatamente, o músico voltou pra casa, a banda suspendeu os shows, e Plant passaria a viver um dos momentos mais difíceis de sua vida.

Para lidar com a dor, veio a inspiração para compor “All my love”.

Mesmo com uma certa resistência, o guitarrista Jimmy Page permitiu que a música entrasse para o álbum, afinal, ela era a expressão da dor que Robert Plant sentia pela perda do filho.

Vamos ouvir este clássico do Led Zeppelin de 1979: “All my love”. CONFIRA:

ASTRONAUTA DE MÁRMORE (STARMAN) - NENHUM DE NÓS

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time10/01/2022 - 11:46

O britanico David Robert Jones, que escolheu o nome artístico de David Dowie, nos deixou em 10 de janeiro, de 2016.

David de Bowie que por vezes foi denominado como o “Camaleão do Rock” pela capacidade de sempre renovar sua imagem gravou e lançou em 1972, a canção “Starman”.

A letra da música descreve uma mensagem de esperança e salvação para a juventude da terra através do rádio, por um alien, o 'Starman'. O refrão é inspirado em "Over the rainbow", cantada por Judy Garland, no filme o "Mágico de Oz".

David Bowie foi importante figura na música popular e considerado um dos músicos mais inovadores de todos os tempos pela profundidade intelectual de sua obra.

Vamos ouvir a versão brasileira de “Starman” recriada pela banda gaúcha Nenhum de Nós, em 1989, que no Brasil ficou mais conhecida do que a versão original.

Segundo Thedy Correa, vocalista do Nenhum de Nós, em entrevista à Revista Bizz, a canção foi apresentada ao próprio David Bowie, que aprovou a versão e ficou com o nome de “Astronauta de mármore”. CONFIRA:

NA LINHA DO HORIZONTE - AZIMUTH

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time07/01/2022 - 11:39

O clássico de hoje é uma verdadeira pérola da música brasileira.

Em atividade beirando os 50 anos, o trio carioca Azymuth formado por músicos virtuosos no início dos anos 70 permanece em cena até hoje, com uma longa carreira internacional mostrando para o mundo a música instrumental, o samba, o funk e o jazz.

Eles conseguiram alcançar um improvável sucesso popular no início da carreira com o lançamento do primeiro álbum, em 1975, com o clássico: “Na linha do horizonte” que foi cantada no pais inteiro.

O Azymuth nunca visou sucesso popular, pois sempre buscou fazer um som alternativo para a época.

Antes de formar o trio, eles eram contratados como músicos de estúdio gravando vários discos como os de: Raul Seixas, Rita Lee, Elis Regina, Clara Nunes, Belchior e Tim Maia.

Vamos reviver esta linda melodia disco Azimuth, lançado em 1975, que hoje é procurado pelos colecionadores como relíquia, valendo uma boa grana pra ouvir em vinil o clássico: “Na linha do horizonte”. CONFIRA:

DOWN UNDER - MEN AT WORK

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time06/01/2022 - 10:46

Everaldo Belada chegando aqui nas ondas da Eldorado para mais um clássico que você não esquece.

A música é da banda australiana Men At Work, que em português se traduz para “homens trabalhando”, foi formada em 1980, e teve o auge de sua popularidade já no lançamento do primeiro disco, emplacando vários hits que invadiram as telas da MTV Americana.

A canção que vamos apresentar é a clássica “Down Under” escrita pelo conhecido vocalista Colin Hay, que é apaixonado pelo Brasil e teve várias vezes fazendo shows por aqui.

A letra da canção conta a história de um mochileiro australiano viajando pelo mundo, e muitos afirmam que a melodia marcada pela flauta na introdução foi roubada de uma música infantil de1934.

Em terra Tupiniquins o Men At Work já esteve aqui bem pertinho de nós, se apresentando na Feira Produsul, em Tubarão, em 1997, e com a turnê lançaram o disco “Brasil ao Vivo”.

Vamos ouvir esta canção alegre que tornou-se um hino extra oficial da Austrália por vários movimentos undergrond no país, de 1981: “Down Under”. CONFIRA:

POEMA - NEY MATOGROSSO

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time05/01/2022 - 10:41

Hoje vamos falar da música mais tocada no Brasil nos últimos cinco anos.

O curioso é que a canção foi composta em 1976, por Cazuza e gravada somente 23 anos depois, em 1999, por Ney Matogrosso.

Ao longo de sua vida Cazuza registrou inúmeras músicas e letras que, durante muito tempo permaneceram inéditas para o público. Uma delas foi “Poema”, canção que literalmente é isso: um poema que Cazuza escreveu para sua avó Maria José, aos 17 anos de idade.

Guardada durante 23 anos, a música veio a público depois que a mãe de Cazuza, Lucinha Araújo descobriu a letra e pediu para que Frejat a musicasse.

Para gravar, não poderia ser outro: Ney Matogrosso, um dos maiores amigos e companheiros de Cazuza. A canção ficou tão boa que é a faixa de Ney Matogrosso mais tocada de todos os tempos.

No clássicos de hoje vamos ouvir este “Poema” de Cazuza em forma de canção com o espetacular Ney Matogrosso lançado em 1999, no álbum: “Olhos de farol”. CONFIRA:

I STILL HAVEN’T FOUND WHAT I’M LOOKING FOR - U2

 personClássicos, com Everaldo Belada
access_time04/01/2022 - 10:13

Olá amigos e ouvintes! Estou chegando aqui na Eldorado para mostrar uma canção Gospel gravada em 1987, pela banda irlandesa U2.

A música é “I still haven’t found what i’m looking for”, lançada como single do icônico álbum “The Joshua Tree”.

O álbum em si é todo inspirado pela experiência que a banda viveu nos Estados Unidos no início da carreira.

“I still haven’t found what i’m looking for” descreve anseio espiritual e foi influenciada pelo Gospel negro estadunidense, a faixa foi definida por Bono como um hino.

A música é escrita no mesmo estilo dos poemas do Rei Davi no Livro dos Salmos, presente no Antigo Testamento.

Os primeiros versos da canção falam sobre as provações enfrentadas pelo eu-lírico para estar mais perto do seu objeto de desejo, não se importando de escalar as montanhas mais altas, correr pelos campos e até rastejar para encontrar quem procurava.

Vamos ouvir este clássico que esta classificado pela Revista Rolling Stone entre as 100 melhores canções de todos os tempos. De 1987, com o U2: “I still haven’t found what i’m looking for”. CONFIRA: