CVV e RPV estruturam ações em prol da vida
Diante do cenário de pandemia, voluntários buscam novos apoiadores e reorganizam ações
Mais de cinco milhões de brasileiros estão em risco de depressão e as taxas de suicídio entre jovens têm crescido constantemente. Com a pandemia, existe uma grande preocupação a respeito, como que prevendo consequências sérias durante, e após este período.
O CVV (Centro de Valorização à Vida) segue os atendimentos pelo telefone 188 (ligação gratuita - fone 24 horas disponível) e pelo chat no site (que você pode acessar clicando aqui).
A RPV (Rede de Proteção à Vida) está com a atuação mais restrita devido ao período de isolamento social, mas ambas as frentes de apoio pela vida, organizam estratégias de apoio emocional e estimulam mais voluntários para abraçar a causa, projetando o retorno à realização de palestras, workshops e rodas de conversa.
O voluntário da RPV e do CVV, Roberto Caldas, explica que a procura nos canais de atendimento tem sido muito grande. “O voluntariado sempre precisa de mais braços, e diante deste cenário tão desafiador, aumenta a necessidade de mais pessoas para atuar agora, e principalmente nesta sequência de dias a frente”, alerta.
Roberto explica que o CVV, fundado em São Paulo, em 1962, é uma associação civil, sem fins lucrativos, filantrópica, reconhecida como de Utilidade Pública Federal, desde 1973. Presta serviço voluntário e gratuito de apoio emocional e prevenção do suicídio para todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo e anonimato.
Já a Rede de Proteção à Vida é um movimento voluntário de conscientização da sociedade para a importância da valorização da vida e dos cuidados com a saúde emocional, que engloba diversas instituições locais como Polícias Militar/Civil, ACIC, Assoc. Criciumense para Saúde Mental/Ceres, Serv. de Psicologia Aplicada Esucri/SPAE, Núcleo de Prevenção às Violências e Promoção da Saúde/Nuprevips, SAMU, Compev, CVV, GASS (Grupo de Apoio aos Sobreviventes do Suicídio), Sociedade de Psicologia de Criciúma e FIESC/Sesi.
“A atenção para com a saúde emocional deve ser dirigida para todos (para quem sofre, e para os profissionais que atendem a quem sofre), com ênfase na prevenção e posvenção, derrubando tabus, como: 'quem fala, não faz'; 'isto é frescura'; 'a pessoa apenas quer aparecer'; ou ainda, 'não se fala sobre suicídio, pois estimula o ato'. Uma de nossas metas é manter as entidades abertas para novos voluntários, bem como estimular novas parcerias para ajudar a quem precisa de orientações e atendimento. Estamos à disposição para unir esforços, deixando nossos meios de contato”, completa o voluntário Caldas.
Fone/whatsapp: (51) 98464-6166.
E-mail: contato@protecaoavida.com.br
Instagram: www.instagram.com/rpv_rede
Site: www.protecaoavida.com.br
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