O ESSENCIAL PARA CADA UM E PARA TODOS
Texto de Willi Backes
A compreensão do que seja “essencial” para um, para um grupo, para a coletividade ou para a humanidade, é absolutamente conflitante notadamente quando é uma força política, jurídica ou policial que subjuga a liberdade individual. A subtração do essencial para o indivíduo e para a coletividade só pode ocorrer pelo convencimento fundamentado e pela perspectiva imediata de recomposição subsidiada.
Dúvidas plausíveis, acertos para cuidados médicos, decisões equivocadas e obrigações restritivas, tudo ocorreu e ocorre ao longo da pandemia da COVID-19. Certos ou errados, ninguém se omitiu. Entre o mar revolto e a pedra, apanhou e sofre o marisco, a população e o privado.
Infelizmente e desgraçadamente a ciência médica foi e é desconsiderada. Pesquisas, experiências, fatos e estatísticas, até para o entendimento leigo, são conhecimentos que fazem consistir ciência e também a ciência médica.
A MALÍCIA DA MATEMÁTICA.
Apesar da matemática ser uma ciência exata, e talvez por isso, é desprezada na triste contabilidade na pandemia. As enfermidades que tradicionalmente preenchem as estatísticas anuais de mortalidade, diminuíram significativamente na contabilização. Todos os falecimentos são anunciados, quase todas “De COVID 19”, mesmo quando familiares informam que a ocorrência fatal teve na origem outros fatores agravantes.
Milhões de brasileiros foram testados e tiveram comprovação de positivo da doença. No mesmo quadro da informação são ditos que mais de 8 milhões de brasileiros já foram curados da COVID 19. Não há cura sem tratamento. Não há tratamento sem uso de medicação. Se não ocorreu uma medicação e houve normalização, não passou de uma gripezinha ou algo similar passageiro. Não há a informação de fundamental importância e que poderia orientar tratamentos simples e curativos.
NEGAÇÃO DAS EXPERIÊNCIAS.
Milhares de profissionais com larga experiência nos campos da Medicina correspondente à infectologia, e mais, milhões de fatos e testemunhos populares, atestam a validade dos tratamentos precoces para cura da doença.
O acompanhamento médico dos contagiados foi e é um fato ou apenas um mito, um embuste? Se há acompanhamento, há registro estatístico da assistência, da orientação médica, dados da bula e ato para superação com a cura.
O REALISMO CATARINENSE.
Passa a vigorar essa semana Decreto do Governo do Estado de Santa Catarina, liberando funcionamento controlado de parques aquáticos, eventos sociais e empresariais. Esses segmentos desde o início da pandemia em março de 2020, estavam rigorosamente proibidos para o funcionamento. Não é uma concessão especial, é simplesmente o reconhecimento do que é essencial para muitos. Não há espaços mais asseados, limpos, bem conservados e higienizados do que ambientes preparados para eventos como festas de aniversário, formaturas, encontros infantis e juvenis, restaurantes, casamentos, congressos, feiras e exposições. Essas são condições permanentemente vigiadas por legislação vigente e pela concorrência competitiva para suas realizações.
A ambientação e preparação dos locais dos eventos realizados, definitivamente não são responsáveis por possíveis contaminações epidêmicas.
Reportagem: Redação Eldorado
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