SAMU de Criciúma e Araranguá sem serviço
Trabalhadores paralisam atividades por falta de renovação de contrato com SPDM
Os trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Criciúma e Araranguá devem paralisar as atividades a partir desta terça-feira (26). A informação repassada pelo diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde), Cleber Cândido, é de que a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM) rescindiu o contrato com os funcionários que atuam no serviço e não houve acordo para renovação, por isso o SAMU deve ficar sem atendimentos.
São aproxidamente 150 trabalhadores que atuam nos dois municípios. Mesmo sem contrato, eles estenderam os atendimentos durante o Natal, já que o período conta com bastante tráfego nas rodovias e a população ficaria sem o serviço. Agora, os funcionários esperam uma resposta do Governo do Estado sobre a renovação dos contratos.
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Artigo de Willi Backes













