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Catedral São José lotada na celebração da Paixão com adoração da cruz

Mais de mil fiéis participaram da celebração na tarde da sexta-feira santa

comment Jornalismo access_time01/04/2018 - 11:00

Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado - Foto: Divulgação

Compartilhar da dor de Jesus, que deu sua vida por amor à humanidade. Com este sentimento, mais de mil fiéis participaram, na tarde desta sexta-feira santa, 30, da Celebração da Paixão do Senhor, na Catedral São José. A celebração foi presidida pelo Bispo da Diocese de Criciúma, Dom Jacinto Inacio Flach, e concelebrada pelo Coordenador de Pastoral, padre Joel Sávio, e pelo Pároco, padre Antônio Júnior.

Após a leitura da liturgia da paixão vivida pelo Senhor, o Bispo conduziu sua reflexão, recordando os primórdios da história da Criação, quando Deus criou Adão e Eva e o pecado por eles cometido os deixou nus. Dom Jacinto relacionou a nudez de Adão e de Eva à nudez que tomou conta de Jesus em seu nascimento e na hora da morte, quando tiraram sua túnica. "Agora que Jesus anunciou o Reino de Deus, sofre, no fim da vida, a maior injustiça que um ser humano pode fazer: condenar, injustamente, alguém à morte. Foi o que fizeram com Jesus. Não o povo em geral, alguns! E a roupa que Ele ainda tinha foi sorteada, distribuída. Lembra aquele Adão primeiro, lá no início, que estava sem roupa, sem proteção. Deus colocou roupa nele. Agora Jesus morre sem roupa e transpassado pelo lado. Assim como Deus tirou, do lado de Adão, Eva, agora, no momento da cruz, nasce a mulher chamada Igreja, mãe de todos nós. A Igreja de Cristo nasce quando Ele é ferido no lado pela lança, de onde saem sangue e água, que lembra os sacramentos e a Igreja. Ele morre nu, mas reveste todos nós com a graça da salvação da vida eterna. Veio ao mundo humilde, sem nada; morre sem nada, para trazer tudo para todos nós. Hoje, olhando bem a história da humanidade, que começa na vida, num sentido muito profundo, de Adão, o 'novo Adão' trouxe vida, esperança e nos cobriu de bênçãos e graças, para que ninguém se sentisse abandonado, esquecido. Deus olha para todos nós. Naquele dia, quando morreu na cruz, Ele olhou para a humanidade, para mim e para cada um de vocês e nos deu a sua misericórdia, nos acolhendo e nos perdoando", ressaltou Dom Jacinto.

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