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SEM EUFEMISNO – SOMOS UM PARAÍSO. FELIZ 2019 SUL CATARINENSE

Texto de Willi Backes.

comment Jornalismo access_time01/01/2019 - 00:01

A mesorregião do sul catarinense, formado por 45 municípios nas três microrregiões AMESC, AMREC e AMUREL, com população superior a 1,1 milhão de residentes, inicia o ano de 2019, com perspectivas boas novas e até alvissareiras. A começar com a eleição e posse na Presidência da República de Jair Messias Bolsonaro, e essa grande revolução é decorrente do extrato popular beneficiando toda Nação Brasileira.

Em Santa Catarina, mesmo com a redução de funções no Governo do Estado, o sul catarinense está como poucas vezes, muito bem representado no corpo da Gestão Pública, em número e comprovada capacidade.

Nas Câmaras de Deputados Estadual e Federal, novos números e nomes ajustados com algumas experiências históricas. E é nessas representações que residem as esperanças das comunidades quanto a boa representação e apoio na intermediação de projetos localizados.

Nas 45 prefeituras do sul, em meio dos mandatos, não há nenhuma expressiva decepção, ao contrário. Apesar da redução e quase esgotamento dos recursos públicos, represados em Brasília, muitas gestões e prefeitos se sobressaem longe das redundâncias.

Enquanto na política a esperança é de continuidade das muitas ações que o Estado empreendeu no sul nos últimos anos, na economia é possível desejar renovadas manchetes empreendedoras. A cambaleante indústria de extração de carvão mineral pensa e repensa projetos para efeito inclusivo na condição de matriz energética alternativa, com importância.

As indústrias de revestimentos cerâmicos no sul, quase que na totalidade, trocaram de mãos quanto à propriedade e gestão. Por ora, há um vazio institucional e promocional do meio com as entidades e comunidades. Há esperança que àqueles adquirentes que apresentam histórico no segmento produtivo, venham em breve modernizar e ampliar a produção. Preocupa os investimentos realizados nas aquisições, com recursos adversos da atividade, para o efeito laranja, ou seja, tira-se o suco e descarta-se o fruto.

Setores econômicos como as indústrias metalmecânicas e do vestuário, mantém o portento adquirido no gosto empreendedor da nossa gente. As oscilações são mais decorrentes dos horizontes nacionais.

O sul catarinense é exemplar não só regional e estadual, mas também nacional, quando o tema econômico são os estabelecimentos, serviços e produtos comercializados pelas redes supermercadistas.

A população do sul tem oportunidades para o trabalho ou serviço temporário. Residentes que podem frequentar educandários de toda ordem e especialização. Muitas especializações que também são ofertadas por Rede Hospitalar e Clínicas Médicas. O comercio de rua e nos shopping centers atendem às necessidades consumidoras, exigentes.

O agronegócio - considerando as indústrias, pecuária e agricultura familiar – é de longe a atividade emergente no sul catarinense. Não sem razão, no sul, são mais de 15 frigoríficos e abatedouros em pleno funcionamento, para produção alimentar oriundo da bovinocultura, avicultura e pescados.

Considerando os predicados naturais da região sul catarinense, é fácil detectar que a indústria do turismo, cultura, religiosidade e lazer é o de maior potencialidade para investimento e agregação de contribuições sociais. Poucas são as regiões no Estado e no Brasil, se é que existem, que oferecem tamanha diversificação para potencializar. Litoral com praias e enseadas, águas termais, lagos e lagoas, rios, cachoeiras, serras, reservas naturais, farta e diversificada gastronomia.

Enfim, o sul catarinense é um paraíso. Em média tem sol e chuva na medida. Tem geração de energia elétrica segura, bem distribuída e em abundância. Tem água potável também em abundância. As terras, na sua expressiva maioria, produtivas. Recursos naturais que margeiam as serras e rios. Tudo interligado por vias e rodovias para acessos.

Novos horizontes para o sul catarinense, com avanços econômicos e sociais, não dependem exclusivamente das representações políticas. Ideias e projetos existem. Resta aos gestores públicos disponibilidade para motivar e incentivar os gestos empreendedores.

Reportagem: Willi Backes

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