Fesporte inova com conteúdo de inclusão para deficientes
Outra inovação para 2019 será a aplicação, no sistema de escrita em Braille, da identificação dos troféus e medalhas distribuídas em todas as competições
O respeito às diferenças, combinado com a responsabilidade e compromisso com a comunicação, deu origem ao projeto de inclusão voltado ao atendimento às pessoas com necessidades especiais na Fundação Catarinense de Esporte. A Assessoria de Comunicação e Marketing (Ascom) da Fesporte desenvolve uma estratégia que beneficia, inicialmente, os deficientes visuais.
Desde a primeira semana de março, matérias institucionais publicadas no site oficial da Fundação, as ditas “matérias faladas”, já contam com sonorização. O texto produzido pela equipe de jornalistas da Ascom é publicado e, em seu rodapé, uma mídia de áudio é adicionada com a narração do conteúdo escrito. A reprodução é por meio de um aplicativo (SoundCloud) que permite visualizar o tempo de reprodução bem como compartilhá-lo instantaneamente em redes sociais (Facebook, Twitter) e até mesmo enviá-lo por e-mail.
O conteúdo também pode ser baixado na mesma plataforma que foi publicado. Trata-se de uma alternativa importante que permite às emissoras de rádio, dependendo da importância e conteúdo da informação, reproduzirem o arquivo na grade diária de suas programações esportivas: “Fizemos uma pesquisa e não encontramos algo semelhante. Qualificamos a iniciativa de inovadora e, principalmente, extremamente respeitosa às pessoas com necessidades especiais”, afirma o presidente Rui Godinho.
A primeira iniciativa voltada ao atendimento de pessoas com deficiências visuais (DV) faz parte de um grande projeto implantado em 2019 durante as ações esportivas previstas no calendário da Fesporte. Nos Jogos Abertos Paradesportivos (Parajasc), que têm a participação de atletas com inúmeras deficiências, a equipe Ascom projeta implantar outros métodos de comunicação.
Produções em vídeo, por exemplo, vão dispor de legenda integral no rodapé da mídia ou descrição na linguagem de Libras para atender as necessidades dos surdos. Outra inovação para 2019 será a aplicação, no sistema de escrita em Braille, da identificação dos troféus e medalhas distribuídas em todas as competições. O modelo permitirá gravar, em relevo, a colocação obtida pelos atletas.
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