Notícias em destaque

Urussanga oferece novo aplicativo como canal da Sala do Empreendedor

commentJornalismo access_time09/09/2026 20:00

Urussanga Digital é lançado nesta quarta-feira (09)

Caravaggio realiza último jogo-treino antes de estreia na Copa SC Sub-20

commentEsporte access_time08/09/2026 15:02

Azulão receberá o São Bento Alto no Estádio da Montanha

Criciúma recebe o Juventude no Majestoso em busca da liderança da Série B

commentCriciúma EC access_time08/09/2026 16:53

Para o confronto, o técnico Eduardo Baptista não poderá contar com o volante Eduardo

 
Fóssil que deve ter mais de 250 milhões de anos é encontrado em Criciúma

Árvore fossilizada foi identificada pela Fundação do Meio Ambiente no bairro Morro Estevão

comment Jornalismo access_time19/02/2020 - 07:07

Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado

Durante obras de pavimentação e canalização no bairro Morro Estevão, a Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri) identificou três fragmentos de fósseis devido às escavações no local. Um tronco fossilizado foi encontrado na frente da residência de um morador, que viu o fóssil, mas não sabia do que se tratava. A árvore fossilizada será levada para o Centro de Educação Ambiental (CES), no Parque Ecológico José Milanese.

Segundo o geólogo da Famcri, Maurício Thadeu Fenilli de Menezes, o fóssil é do período Permiano e deve ter entre 250 e 290 milhões de anos, quando os dinossauros ainda não existiam na Terra. Nessa época, as américas e os demais continentes formavam um supercontinente chamado de Pangeia. “A importância histórica para Criciúma se dá pelo fato de que a árvore encontrada fossilizada pertenceu às mesmas florestas que deram origem ao nosso tão valorizado carvão mineral”, enfatizou.

A árvore encontrada é do gênero Glossopteris. Uma das primeiras plantas do gênero descobertas no Brasil também foi em Criciúma, nos fragmentos das rochas das minas de carvão, em 1908. “Os fósseis de plantas são restos ou vestígios vegetais preservados em rochas, como moldes de um tronco ou marcas de uma folha. Suas ocorrências são raras e restritas, mas de grande importância para o entendimento do passado”, descreveu Menezes.

Conforme explicou o geólogo, para um tronco vegetal se tornar um fóssil é preciso condições específicas como a árvore ser enterrada rapidamente por sedimentos em situações de pouco oxigênio, impedindo o apodrecimento da planta. Além disso, é preciso que o soterramento tenha pressão e temperatura adequadas para que a matéria orgânica seja substituída por mineral quartzo, processo que ocorre gradativamente durante milhões de anos.

O geólogo falou sobre o assunto em entrevista à Rádio Eldorado. Ouça:

micÁudio da notícia





content_copyAssuntos relacionados

Mais notícias de Jornalismo

Urussanga oferece novo aplicativo como canal da Sala do Empreendedor

commentJornalismo access_time09/09/2026 20:00

Urussanga Digital é lançado nesta quarta-feira (09)

Sábado Mais em Criciúma tem edição marcada por ações em alusão ao Setembro Amarelo

commentJornalismo access_time09/09/2026 18:00

Comércio tem horário estendido das 9h às 17h

Inscrições para eleição do Conselho Municipal de Saúde estão abertas em Morro da Fumaça

commentJornalismo access_time09/09/2026 06:59

Entidades e movimentos sociais podem se inscrever até 17 de setembro. Fórum Municipal para escolha dos representantes ocorre em 1º de outubro

Giro Integratur Amrec prepara municípios para apresentar produtos turísticos na Festuris 2026

commentJornalismo access_time08/09/2026 20:29

A proposta é trabalhar, a partir do próprio território, experiências com potencial turístico

Agendamento de transporte passa a contar com novo ponto de atendimento no Facilita Tubarão

commentJornalismo access_time08/09/2026 18:26

Durante este período, os usuários poderão utilizar os dois pontos de atendimento