Sem negociação na greve dos químicos
Patronal afirma que volta a negociar se greve for encerrada. Grevistas não aceitam e dizem que estão aptos a negociação
Clima tenso na greve dos trabalhadores da indústria química, em Criciúma. Mais duas empresas (Esmalglass e Smalticeram) recebem a presença dos grevistas, que paralisam as atividades no local, ficando em frente às fábricas. A Anjo Química, a primeira empresa alvo dos grevistas, já foi liberada.
O Programa João Paulo Messer desta quarta-feira (6) recebeu os dois lados do impasse. Primeiro, os advogados Sergio Juchen, assessor jurídico da ACIC, e Vladimir Marck, advogado do Sindicato das Indústrias Químicas do Sul Catarinense (Sinquisul). O presidente do sindicato, Edilson Zanatta, também acompanhou a entrevista. Eles se posicionaram sobre os pontos da greve.
Depois, estiveram no estúdio da Rádio Eldorado o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Plásticas, Químicas e Farmacêuticas de Criciúma e Região, Carlos de Cordes, o Dé, acompanhado do advogado Edson Mendes de Oliveira, que revelaram o posicionamento dos grevistas.
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