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  TUDO A VER: Solidariedade e demandas municipais foram os assuntos desta terça-feira

commentJornalismo access_time20/10/2026 18:30

Natália Chaves recebeu Karolyne, Fernando Casagrande, Sônia Maria Gonçalves, Ana Paula Nesi e Gilson Clemes

André Gaidzinski chega à decisão da Porsche Cup na briga pelo título da Master

commentEsporte access_time20/10/2026 16:30

Piloto catarinense ocupa a terceira colocação do campeonato e disputa a etapa final da temporada, em Interlagos, na programação do GP de São Paulo de Fórmula 1

Com quatro vitórias nos últimos cinco jogos, Yuri Tanque mira acesso acesso direto à Série A pelo Criciúma

commentCriciúma EC access_time20/10/2026 17:47

Atuando em todas as partidas desde a sua estreia pelo Tigre, atacante busca ajudar equipe a alcançar as duas primeiras colocações, que garantem vaga direta na elite nacional em 2027

Coluna de Quinta-feira

access_time05/10/2017 - 00:28

Decisão da Santa Bárbara
A Associação de Moradores do Bairro Santa Bárbara, uma das mais organizadas da cidade, senão a mais organizada, lançou pauta de reunião de quarta-feira da semana que vem para decidir sobre a proposta de instalação de uma escola particular, ou não,. Para que isso ocorra a prefeitura precisa vender quatro dos sete hectares da praça do bairro. A área hoje é grande e mal aproveitada. O governo quer vender parte do terreno e investir o dinheiro em melhorias no bairro, como uma praça bem estruturada.

Donos da decisão
A Associação de Moradores do Bairro Santa Bárbara, uma das mais organizadas da cidade, senão a mais organizada, lançou pauta de reunião de quarta-feira da semana que vem para decidir sobre a proposta de instalação de uma escola particular, ou não,. Para que isso ocorra a prefeitura precisa vender quatro dos sete hectares da praça do bairro. A área hoje é grande e mal aproveitada. O governo quer vender parte do terreno e investir o dinheiro em melhorias no bairro, como uma praça bem estruturada.

Início de tudo
A rede adventista de escolas procurou a prefeitura de Criciúma com pedido para se instalar entre o Pinheirinho e o centro. Os técnicos da prefeitura encontraram o terreno da praça localizada ao lado da Igreja Católica Santa Bárbara como opção. A instituição fala em instalar uma escola com capacidade para mais de mil alunos no ensino fundamental é médio.

Terrenos à venda
Recentemente, numa conversa reservada com jornalistas o prefeito Clésio Salvaro falou de um projeto para venda de áreas do município com a política de reversão integral do dinheiro para as comunidades onde os terrenos se encontram. Existe um levantamento apontando que há pelo menos uma centena de terrenos nesta condição de negociação.

É tri
A diretoria destituída do Sindicato dos Motoristas de Criciúma segue tentando na Justiça do Trabalho reverter a vitória da chapa liderada pelo atual presidente Clésio Fernandes, o Buba. Ontem pela terceira vez o Tribunal Regional do Trabalho confirmou a legitimidade da eleição e posse de Buba. É a terceira vez, em menos de três meses, que o ex-presidente Celeir Candido, o Gargamel, sofre derrota na tentativa de retornar ao Sindicato.

Sindicato hoje
Tanto quanto os aspectos analisados em julgamentos da Justiça, fator que contribui para outro cenário do Sindicato dos Motoristas de Criciúma é que em poucos meses a atual diretoria obteve uma série de avanços à categoria. Hoje o apelo dos sócios já se transformou em forte aliado da atual diretoria, desconstruindo qualquer argumento da oposição.

Primeiros atos
Nesta semana ocorreu em Florianópolis o Fórum de Reitores, com a reunião dos representantes de instituições de ensino superior de todo o Brasil. A reitora da Unesc, Luciane Ceretta, estreou neste tipo de encontro. Reitora que prepara para os próximos dias o balanço dos cem dias de gestão.

Universidade
O 6° Fórum de Reitores do CRUB (Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras), realizado nesta semana ficou parcialmente prejudicado pelo ambiente tenso e triste gerado pela morte do reitor da UFSC, logo na primeira manhã de trabalho. O assunto tomou conta dos bastidores do evento. O evento teve como tema: “Ética e a Universidade”.

Ficha Limpa retroage sim
A decisão do Supremo Tribunal Federal, ontem, é de que a Lei da Ficha Limpa pode ser aplicada para casos anteriores a 2010, quando da criação da lei. Ao sentimento leigo uma decisão surpreendente, pois os guardiões da constituição criam a figura da retroatividade, que na prática do entendimento comum é a validade da mudança de regra quando o jogo já está em andamento. O caso tem grande relevância para Criciúma, embora nenhum efeito. Isso porque o prefeito Clésio Salvaro obteve vitória jurídica com decisão inversa, ou seja, fosse o julgamento dele agora, depois do julgamento de ontem, ele não seria liberado para disputar a última eleição.

ADVOGADOS Fato curioso neste episódio do prefeito Clésio Salvaro é que os seus advogados acompanharam o julgamento com o percepção de “ganhar ou ganhar”. Tivesse sido o resultado outro, teriam tido sua tese reconhecida pelo no STF. Com a decisão de ontem comemoram, pois foram os únicos a assegurar ao seu cliente o direito de disputar a eleição no que agora virou uma exceção à regra.

JURÍDICO O escritório de advocacia que elaborou a pela original de defesa do prefeito Clésio Salvaro é hoje um dos mais respeitados no Estado, também pela atuação neste caso. São os advogados Alexandre Barcelos João e Ricardo Bun.

CAMINHO Fato curioso é que hoje o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, é constantemente procurado por outro colegas políticos para orientá-los em relação aos processos na área eleitoral. No recente caso do prefeito de Araranguá, Mariano Mazzucco, ele foi visto em reuniões frequentes. Clésio ficou conhecido por sua tenacidade na busca da vitória jurídica.

LIVROS É obrigação de quem realiza um evento como a Feira do Livro melhorar a capacidade do evento de um ano para outro. Criciúma está levando isso ao pé da letra. A edição deste ano começou ontem deixando a certeza de que o evento será melhor do que o do ano passado que foi melhor que o do ano anterior.

RODOVIAS O governo decretou que os municípios podem assumir o gerenciamento de rodovias estaduais. Aparentemente muito mais desvantagens. Imaginem, agora as prefeituras não podem negar que se quiserem podem resolver problemas como a SC-445 em Içara ou a rodovia Jorge Lacerda em Criciúma.

PRESO O presidente da ONG Multiplicando Talentos, Eduardo Milioli, preso acusado de um desfalque milionário, tem passado por atendimento psicológico permanente. Pelo menos uma vez por semana ele deixa o presídio para ser atendido.

FORÇA DA MENTE Eduardo Milioli constituiu um projeto pessoal denominado “Mentes Poderosas”, que se constituía num programa de treinamentos. A instituição era forma de “esquentar” o dinheiro público desviado da organização não governamental.

FRASE DO DIA
“A Casan só não fez mais investimentos em Morro da Fumaça porque este é o único município da nossa região que não tem as leis necessárias.”
Vilmar Bonetti, Superintendente Serra/Sul da Casan, comentando o conflito da empresa com a prefeitura de Morro da Fumaça.


EDITORIAL - Jorginho Mello anuncia o vice: Adriano Silva (Joinville)

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 09:30

A eleição de 2026 para o Governo do Estado deu um passo decisivo ontem. O governador Jorginho Mello confirmou seu vice, o atual prefeito de Joinville, Adriano Silva, do partido NOVO. Foi uma jogada estratégica que reforça a ideia de união da direita na chapa.

Daqui para frente, a oposição se articula, e a atenção recai sobre o caminho do MDB e a forma como irá se posicionar. Um MDB já reduzido fica ainda menor. Ganha espaço, entretanto, a ala emedebista que defendia estar fora do governo Jorginho, como Eduardo Moreira, que pode retomar protagonismo.

Para João Rodrigues, o cenário se complica, já que a chapa de direita se fechou com Jorginho e o NOVO. Assim como o MDB que sobra, o Sul de Santa Catarina também pode sentir desconforto, já que a composição prioriza Oeste ou Meio-Oeste e Norte. A maior cidade, o maior colégio eleitoral e um governo com forte aprovação dificilmente ficariam fora de uma construção estratégica. Jorginho movimenta bem as peças do tabuleiro.

A curiosidade agora é o papel de João Rodrigues e do PSD, especialmente com Ratinho Júnior, peessedista, aceitando ser candidato à Presidência da República. Surge uma possível terceira via? É a dúvida. Em Santa Catarina, resta saber se João Rodrigues terá estrutura e apoio suficientes para disputar nessa dimensão.

O fato concreto é que Jorginho definiu sua parceria. Saem de cena as especulações envolvendo Júlio Garcia e também a possibilidade, ainda que pequena, de a reitora Luciane Ceretta ser escolhida vice.

Outro ponto relevante é a reação do Sul à geografia da chapa. A região tem força no parlamento e historicamente nunca esteve longe das decisões centrais. Apesar das críticas aos líderes sulistas, foram eles que garantiram as conquistas do Sul até hoje. Cabe mais às entidades do que aos partidos discutir e planejar o voto. Insisto há tempos que o voto regional não pode se limitar a uma campanha focada apenas em candidatos do Sul. É preciso ir além.

O jogo eleitoral está em movimento.

Mudança no comando do Meio Ambiente provoca repercussão nos bastidores

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 09:00

Em Criciúma, a Diretoria Municipal de Meio Ambiente passa por uma mudança estratégica que altera também o cenário político. A advogada Anequésselen Fortunato deixa o cargo para assumir uma vaga no Legislativo, levando consigo a experiência acumulada na gestão ambiental.

No lugar dela, assume o advogado e agora ex-vereador Daniel Formentin, reforçando a proposta do governo de manter uma diretoria técnica e orientada a resultados. O prefeito Vagner Espindola agradeceu o trabalho de Anequésselen e destacou a chegada de Formentin como renovação de energia e foco.

Anequésselen afirma sair com a convicção de avanços importantes e promete manter o compromisso público na nova função. Já Formentin projeta ampliar a coleta seletiva, fortalecer a limpeza urbana, garantir segurança jurídica nos licenciamentos e endurecer o combate ao descarte irregular, prometendo uma gestão mais próxima do cidadão.

Reação às Cotas

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 09:00

A vereadora de Criciúma, Giovana Mondardo, intensificou a mobilização contra a lei sancionada pelo governador Jorginho Mello que extingue as cotas raciais nas universidades de Santa Catarina. A medida, aprovada no fim de 2025, provocou imediata resposta de lideranças e movimentos sociais.

Giovana classificou a decisão como um ato de politicagem e afirmou que a lei é inconstitucional, já que normas estaduais não podem contrariar legislações federais.

Os resultados das ações afirmativas em SC mostram avanços significativos, como o aumento de estudantes negros na Udesc, que passou de 6% para 17% nos últimos anos.

Para a vereadora, Santa Catarina, terra de Antonieta de Barros e ainda marcada por episódios de preconceito, não pode retroceder em direitos. A mobilização segue no objetivo de preservar políticas que ampliam o acesso ao ensino superior no estado.

Criciúma amplia acesso ao implante contraceptivo gratuito

 personJoão Paulo Messer
access_time23/01/2026 - 06:30

Criciúma ampliou as opções de planejamento reprodutivo na rede municipal ao oferecer gratuitamente o implante contraceptivo Implanon. O método, inserido no braço e com duração de até três anos, está disponível nas Unidades Básicas de Saúde mediante avaliação clínica.

Para iniciar o atendimento, basta procurar a UBS de referência e realizar a consulta com profissional habilitado. Não há exames prévios obrigatórios, apenas a confirmação de que a paciente não está grávida, com teste feito na própria unidade.

O dispositivo é fornecido pelo Ministério da Saúde, enquanto o município garante equipe e estrutura para aplicação. O secretário Deivid Freitas destaca que as mulheres recebem orientação completa e avaliação cuidadosa antes da decisão.

Um diferencial de Criciúma é a inserção do implante no pós-parto imediato, no Hospital Materno Infantil Santa Catarina, onde as pacientes também são orientadas sobre prevenção combinada e o uso de preservativos para proteção contra infecções.

GAECO cumpre prisão e reforça investigação que mira fraude em licitações no MS.

 personJoão Paulo Messer
access_time22/01/2026 - 19:22

O GAECO de Santa Catarina cumpriu, em Itapema, um mandado de prisão em apoio ao Ministério Público do Mato Grosso do Sul, dentro da Operação Collusion, que apura irregularidades em contratações públicas desde 2021. A investigação conduzida pela 1ª Promotoria de Justiça de Terenos aponta que empresas do setor de publicidade simulavam concorrência para justificar dispensas de licitação no Município e na Câmara de Vereadores.

Segundo o MPMS, as empresas, embora formalmente distintas, compartilhavam estrutura, identidade visual e gestão de conteúdo, criando um cenário artificial de competitividade. Documentos com assinaturas idênticas reforçaram a suspeita de que o grupo atuava em conluio para fraudar procedimentos e garantir contratos diretos.

A ação integra as operações Collusion e Simulatum, que executam seis prisões e 30 mandados de busca no Mato Grosso do Sul. O caso segue em sigilo, e novas informações serão divulgadas conforme autorização judicial.

Criciúma que Ensina

 personJoão Paulo Messer
access_time22/01/2026 - 17:17

O ano de 2025 colocou a educação de Criciúma sob novos holofotes.
Reconhecimentos nacionais e participações em competições internacionais reforçaram o peso do trabalho desenvolvido na rede municipal.

O conjunto de ações mostrou que planejamento, constância e investimento correto geram resultados visíveis.
Com novas estruturas entregues, o município ampliou oportunidades e fortaleceu o ambiente escolar.

A qualidade do ensino avançou com políticas públicas que saíram do papel e ganharam vida nas salas de aula.
Alunos e profissionais assumiram papel de protagonismo, representando Criciúma dentro e fora do país.

Esse movimento consolidou a cidade como referência em iniciativas educacionais.
A visibilidade alcançada não veio por acaso: foi fruto de gestão eficiente e de equipes comprometidas.

As conquistas de 2025 registram um marco para a educação do município.
E reforçam que investir em pessoas é o caminho mais seguro para transformar realidades

Plateias que vaiam se retroalimentam

 personJoão Paulo Messer
access_time21/01/2026 - 07:11

A medida que a eleição se aproxima as tensões aumentam. Ontem, no Rio Grande do Sul, o governador Eduardo Leite enfrentou uma plateia de clack petista que foi levar aplausos ao presidente Lula, num evento de ganhos para o Estado. Evento com a digital dos governos do Estado e da União.
Eduardo Leite encarou e disse o que a plateia deveria ouvir, mas não ouviu porque as vaias não pararam. Desnecessário dizer que este tipo de comportamento é a receita ou fórmula que explica boa parte do que vivemos hoje no país. A falência da sociedade.
Quem alimenta o ódio é incapaz de pensar e produzir. Incapaz de respeitar. E o respeito é a linha base de qualquer convivência.
Eduardo Leite foi forte para enfrentar aquela plateia que me faz lembrar que há outras tantas na outra torcida. Torcida tão radical quanto.
Abro imagens de redes sociais e vejo valentões de toda ordem encontrando nas postagens de redes sociais a única forma de aparecer. Não precisa procurar longe. Bem perto tempos exemplares destes espertalhões que ganham a simpatia da sua clack fazendo o joguinho da destruição do outro.
A eleição está se aproximando e a provocação que faço é o quanto o eleitor está envolvido nestas torcidas organizadas que tornam o pais em marca forte ao abismo moral.
A mesma tese do conflito da glorificação e da demonização que domina a sociedade a tempos em grupos opostos que se retroalimentam, vira fórmula dos que exploram a ignorância militante para se alimentar e permanecer no poder.
Vale lembrar que para votar, para decidir, para atuar é necessário no mínimo pensar e respeitar vertentes divergentes.
Tomara que o Brasil não sofra do mesmo mal que o abateu nestes últimos tempos, como se a diferença de opinião radical e agressiva e não a empatia fosse a melhor contribuição que o cidadão pode dar ao seu pais.
É só pra refletir.

Dia histórico para a Logística

 personJoão Paulo Messer
access_time13/01/2026 - 07:11

O setor de logística raramente ocupa o centro do debate público, mas é ele que sustenta, na prática, o desenvolvimento das cidades que se pretendem polos econômicos. Sem logística eficiente, não há competitividade, não há atração de investimentos e tampouco crescimento sustentável. Tratar esse setor como estratégico não é opção; é obrigação de qualquer gestão que pense no futuro.

Por isso, o que acontece hoje em Criciúma merece registro e reflexão. Depois de mais de três décadas de espera, o prefeito Vágner Espíndola assina a ordem de serviço para concluir as obras do Porto Seco. Um projeto que atravessou governos, discursos e promessas finalmente começa a deixar o terreno da retórica para entrar no da realidade.

As razões da demora, embora conhecidas e debatidas ao longo dos anos, já não são o ponto central. O tempo perdido não se recupera com justificativas. O que importa agora é reconhecer que, finalmente, houve a decisão política de tirar a obra do papel. E isso, por si só, já representa uma mudança de postura.

Foram inúmeras reuniões, audiências e anúncios que, por muito tempo, não passaram disso. A diferença do momento atual está na visão coletiva aplicada ao setor de transportes, entendendo que logística não é gasto, mas investimento estruturante. Quando a logística avança, toda a cadeia produtiva sente os efeitos positivos.

Ganha Criciúma, que se fortalece como polo regional. Ganha a região, que amplia sua capacidade de competir e atrair negócios. Ganha o setor de transportes, historicamente tratado como secundário, mas essencial ao desenvolvimento. O dia de hoje, portanto, é histórico não apenas pela assinatura, mas pelo sinal claro de que a logística começa, enfim, a ocupar o lugar que sempre deveria ter tido.

O 8 de janeiro três anos depois

 personJoão Paulo Messer
access_time08/01/2026 - 07:11

8 de janeiro, a data que nos relembra uma das mais tristes respostas da indignação brasileira.
Uma tragédia, posso dizer, sem exageros.
Fato que compara a outras tantas e até ao 11 de setembro dos Estados Unidos.
Digo que é sem exagero não pelas mortes, mas pela morte coletiva da esperança brasileira.
Uma nação mergulhou no luto depois de tudo aquilo que aconteceu em 8 de janeiro de 2023.
Milhares de brasileiros viveram a esperança de que os pais, em um só ato, um só movimento que simbolizasse toda a desesperança, pudessem se transformar, mudar e significar novas esperanças.

Ludibriados por um discurso absurdo, por planos igualmente absurdos e por ilusões vendidas a centenas de milhares de pessoas, que de olhos vedados e cérebros lavados por discurso populista e de esperança, avançaram contra o patrimônio que simboliza o Poder no país.

Triste 8 de janeiro. Dados que relembram que sepultou-se a esperança de um país diferente.
De um país igual ao desejo da grande maioria das pessoas, de paz, seriedade, ordem e progresso.

Pessoas levadas a agir de maneira atabalhoada, despreparada, desorientada e abandonada invadiram contra o Poder que vem corroendo a esperança.
E tudo se provou que o Brasil poderia ser ainda pior.
Que a Justiça não é lenta, como é quando julgar outros crimes.
A Justiça mostrou que quando quer julgar os invasores de Brasília em horas, nem em dias,
Mostra que o país tem poder. Mas o poder na mão de alguns poucos, literalmente poderosos, que seguem nos fazem referências da esperança.

Criciúma em tempo de festas

 personJoão Paulo Messer
access_time06/01/2026 - 07:11

Criciúma comemora hoje 146 anos de colonização.
Tempo de maturação de 46 anos até a sua emancipação.
Afinal, qual é a maior comemoração? A da colonização ou da emancipação? Essa dúvida perdura por anos. Há diferentes teorias sobre isso. Afinal, na colonização o município nasceu e na sua emancipação ganhou a independência, dizem alguns, comparando a vida de um de nós seres humanos. Mas será que é assim mesmo?

Essa pergunta cabe, hoje, quando a cidade mais importante do Sul de Santa Catarina comemora a colonização, dias após, e ainda dentro das comemorações do centenário de emancipação. Cabe discutir este assunto porque uma das ideias do governo atual é extinguir o feriado de 6 de janeiro por conta do esvaziamento que a cidade sofre neste tempo de festas. A ideia do atual prefeito é acabar com o feriado do 6 de janeiro, diminuindo as datas festivas para que mais dias de atividades sejam livres no calendário. Mas será que isso é a alternativa que a maioria da população escolheria se tivéssemos uma consulta popular, por exemplo?

A colonização é o berço da cidade. O nascimento de tudo. A emancipação como o próprio nome sugere é a sua independência. Bem, deixemos no ar a pergunta e partimos para um fato prático. O próximo prefeito, aquele que assumir em 2029 após a eleição de 1928 terá na sua agenda as comemorações dos 150 anos de emancipação, assim como o atual governo teve o centenário de emancipação. E importante lembrar, o prefeito pode ser o mesmo: Vaguinho Espíndola. Isso é secundário. O fato é que daqui a quatro anos a cidade comemora o sesquicentenário. E quatro anos passam muito de pressa.

Enfim, hoje a alvorada é festiva. A cidade está em festa e a maioria da população aproveita para descansar, ir à praia, estender o feriadão e até manter-se em 2025 como alguns ainda estão fazendo. Quer dizer, para muitos 2026 só começa amanhã, depois do seis de janeiro que hoje é festivo.

A data é ruim sim. Seis de janeiro cai entre as festividades de virada de ano e uma das minhas dúvidas é se vai ter gente suficiente para comer o bolo de 146 quilos que será servido daqui a pouco.

Seja qual for a sua opinião sobre qual é de fato o aniversário de Criciúma que deva ser comemorado, que aproveitemos este tempo. Aproveitemos este dia fazendo um belo e produtivo feriado em Criciúma, mas não sem deixar de lembrar que a cidade não tem mais o direito de esquecer que é polo regional e que ao seu redor a vida segue normal. Que hoje é apenas mais um dia de atividades do apertado calendário de 2026.

O socialismo em questão

 personJoão Paulo Messer
access_time05/01/2026 - 07:11

Era sabido. Iria acontecer mais cedo ou mais tarde. A invasão americana com captura do presidente venezuelano Nicolas Maduro aconteceu na madrugada de sábado.
Pronto: tem assunto para o debate político já na largada do novo ano.
Afinal, é invasão para salvar a população venezuelana de um ditador sanguinário ou é apropriação de um território rico em petróleo por uma das maiores potencias econômicas do mundo, aproveitando-se de um momento de fragilidade desta nação?
Tem versões e interpretações prá todos os gostos e correntes de pensamento.
Muito provavelmente nenhuma nem outra estará totalmente certa. Em todas há poréns. Detalhes que fogem à nossa capacidade de acompanhar um fato internacional desta magnitude.

É óbvio que o brasileiro deve estar se perguntando intimamente: “e eu tenho o que a ver com isso?” Até onde vou ser afetado?

O fato é que nós já vínhamos sendo afetados com a situação da Venezuela. Alguns até beneficiados, contratando mão de obra mais barata, por exemplo.

Outra pergunta que muitos devem estar se fazendo, especialmente, se estão mais interessados nestes joguetes geopolíticos é se estamos diante de uma terceira guerra mundial.
Sinceramente acho que não. Acho. Nada mais do que achismo. Achismo que vem do que li e ouvi nestas últimas horas de especialistas no assunto. Nem eles têm unanimidade na opinião. A cada um que fala ou escreve abre mais e mais espaços à interpretações.

Mas para resumir o que eu penso, é:
Primeiro que o foco do noticiário vai sair um pouco aqui do Brasil e das nossas mazelas. E sai desse debate polarizado aqui sem deixar de ser polarizado. É que nós estamos sintonizados com o mundo que está polarizado. A única coisa é que os nossos personagens aqui são outros.

Em segundo lugar, é que tem muita gente que vai se aproveitar deste momento. Procura sair do foco e redefinir algumas linhas, empurrando para baixo do tapete e para fora da primeira página questões que terminaram 2025 infestando a esperança brasileira.

Quer saber o que pensa o povo venezuelano? É fácil. Pergunta para os milhares que estão por aqui, assim como estão pelo mundo. Eles fugiram por não suportar mais a situação criada pelos desmandos do seu governo. E olha que por aqui tem brasileiro acreditando ser este o melhor de todos os sistemas de governo.
O socialismo é uma belíssima tese, o problema é quando ele é uma farsa.

Programa João Paulo Messer vai ao Balneário Rincão em uma sexta-feira de sol, informação e respiro

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 08:00

Nesta sexta-feira, o Programa João Paulo Messer sai do estúdio e se instala no Balneário Rincão, tendo o mar como cenário e a brisa como companhia. A escolha do local não é apenas estética: ela traduz o espírito de um programa que sabe ouvir, observar e interpretar o tempo em que vive.

À beira da praia, com sol e clima típico de sexta-feira, o jornalismo ganha outro ritmo, mais atento às pessoas e às histórias que surgem fora do roteiro rígido. Entre entrevistas e diálogos francos, o programa mantém a essência informativa, mas se permite respirar.

É um convite ao público para acompanhar um conteúdo que relaxa sem perder profundidade. Porque há dias em que a notícia pede calma, escuta e horizonte aberto.

Programa João Paulo Messer vai ao Balneário Rincão em uma sexta-feira de sol, informação e respiro

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 08:00

Nesta sexta-feira, 30, hoje, o Programa João Paulo Messer sai do estúdio e se instala no Balneário Rincão, tendo o mar como cenário e a brisa como companhia. A escolha do local vai além da estética: traduz o espírito de um programa que sabe ouvir, observar e interpretar o tempo em que vive.

À beira da praia, com sol e clima típico de sexta-feira, o jornalismo assume outro ritmo, mais próximo das pessoas e das histórias que surgem fora do roteiro rígido. Entre entrevistas e diálogos francos, a essência informativa permanece, mas ganha espaço para respirar.

É um convite ao público para acompanhar um conteúdo que desacelera sem perder profundidade. Porque há dias em que a notícia pede calma, escuta e horizonte aberto.

A Campanha Começou nas Narrativas, Não nos Projetos

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 06:30

Imagine como será a eleição de 2026. Eu diria que ontem tivemos uma prévia do cenário que deve preencher o noticiário político, as redes sociais e, por extensão, as nossas vidas ao longo deste ano, pelo menos até outubro, ou um pouco mais, caso haja segundo turno.

A visita do ministro dos Transportes, mais do que anunciar uma esperada obra, a solução para o Morro dos Cavalos, e confirmar outra, o término da Serra da Rocinha, teve o tom de provocação ou de resposta às provocações políticas vindas do lado oposto.

Com mais tempo dedicado às alfinetadas do que às características técnicas das obras, ouvimos críticas direcionadas ao governo do Estado. A resposta foi imediata. O governador Jorginho Mello também esteve em agenda no Sul.

Enquanto as assessorias do ministro ainda nem haviam editado os trechos mais lacradores, o governador já tinha respostas na ponta da língua. Afinal, ele conhece bem o jogo político. E mais, sabe o que encanta a plateia, as lacrações.

Falas lamentáveis que escancaram a pobreza do que tende a ser a campanha eleitoral de 2026. Em tempos de Covid discutíamos a eficácia das vacinas. Em tempos de eleição, passamos a procurar imunização contra um jogo político rasteiro, feito de narrativas e provocações.

O que menos desejamos é sermos contaminados pelo vírus do ódio, que respinga de todos os lados. E, para essa imunização, não existe programa de governo. Muitos dos que jogam esse jogo sabem que, quanto maior o contágio, maiores são as chances eleitorais. Mais do que ouvir projetos, veremos pessoas elegendo quem apresenta a melhor narrativa e não necessariamente as melhores soluções.

Editorial: A derrota do apodrecido dedo da indicação

 personJoão Paulo Messer
access_time30/12/2025 - 06:30

Sobre Brasília sabemos muito pouco, quase nada. Mesmo quem está nos bastidores do centro do poder tem dificuldades para entender muita coisa. Aqui, sabemos quase nada sobre Brasília.

Sabemos que por lá circula o dinheiro do nosso suor. Sabemos que de lá emana todo o poder, e não como diz a Constituição, do seu povo brasileiro.

Sobre Brasília conhecemos o que vemos nos noticiários. Sobre Brasília temos os piores conceitos possíveis. Sobre Brasília nos arriscamos, a todo momento, a opinar.

Lá depositamos muitas das nossas frustrações, porque é na capital federal do país que reside a nossa maior resignação. A resignação do brasileiro, que hoje é um povo infeliz, que transforma sua frustração diária, combinada ao dia de amanhã, numa espécie de esperança de que os tempos vão mudar.

Hoje acompanhamos, de Brasília, mais uma dessas informações que nos levam às mais diversas conclusões. O Senado Federal, depois de mais de um século, rejeitou uma indicação para composição do Supremo Tribunal Federal.

Ministros e políticos, aliados ou oponentes ao governo, lamentam que o personagem desta rejeição seja uma espécie de ministro querido por todos. Inclusive, indicados de Bolsonaro ao Supremo lamentaram o resultado.

O que nos parece, à distância, sobre Brasília, é que o Senado passou o recado, que pode ser errado, mas que é tempo de muita turbulência. Messias, o personagem, pode ter pago caro uma fatura que não lhe pertence.

Mesmo à distância de Brasília, podemos entender que o recado, certo ou errado, passado pelo Senado ontem, é de que o Supremo está apodrecido e que a ele não é momento de se anexar nada.

Pior do que isso, ficou evidente que a podridão do Supremo tem a ver diretamente com quem o vem contaminando nos últimos tempos. A não aceitação da indicação de Lula ao Supremo é o recado direto de que ele não tem mais moral para dirigir nada, nem mesmo uma indicação ao Supremo, por melhor que o personagem por ele indicado possa parecer.

Lembro daquele ditado que diz: os bons pagam pelos maus. Dos recados de Brasília, recebemos mais um: de que o poder segue na mão de quem está na contramão do resto da nação.