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  TUDO A VER: Jornalismo interativo e segurança nas eleições foram os assuntos desta segunda-feira

commentJornalismo access_time05/10/2026 18:30

Natália Chaves recebe Lucas Lemos e o tenente-coronel Mário Luiz Silva

Larm marca para segunda-feira reunião sobre polêmica da transmissão da final única

commentEsporte access_time30/09/2026 21:45

Assuntou gerou desconforto entre liga e representantes das equipes participantes

Criciúma encaminhado para enfrentar o Ceará

commentCriciúma EC access_time05/10/2026 17:11

Louzer comandou a última atividade antes da viagem nesta segunda-feira

A Copa do Mundo é mais um evento a revelar o novo jeito de acompanhar o que acontece

access_time25/06/2026 - 07:10

Fonte: Produção

A Copa do Mundo também está mostrando uma mudança no jeito de consumir futebol. O fenômeno liderado por Casimiro Miguel transformou transmissões em grandes eventos de entretenimento, aproximando públicos que talvez não acompanhassem os jogos pelos meios tradicionais. A linguagem é mais leve, espontânea e conectada com a dinâmica das redes sociais.

Por outro lado, esse modelo costuma privilegiar a reação imediata, o meme e o corte viral. Há menos espaço para análises aprofundadas, contextualização histórica, apuração e debates mais técnicos que, tradicionalmente, fazem parte do trabalho de rádios, jornais e emissoras especializadas. São propostas diferentes, cada uma atendendo a um público e a uma expectativa.

Essa tendência, aliás, não se limita ao futebol. O ambiente digital parece premiar, cada vez mais, o impacto instantâneo. Em diversos temas da vida pública, inclusive na política, a capacidade de gerar engajamento muitas vezes recebe mais atenção do que a apresentação detalhada de ideias, projetos ou propostas. Em um cenário dominado por algoritmos, visualizações, compartilhamentos e cortes de poucos segundos, o alcance de uma fala frequentemente ganha mais destaque do que a profundidade do seu conteúdo.

A Copa, nesse sentido, acaba sendo um reflexo de uma transformação maior: a disputa pela atenção passou a ser tão importante quanto a própria informação. E, talvez, o grande desafio seja encontrar o equilíbrio entre entretenimento, alcance e qualidade de conteúdo.


EDITORIAL: O Sul é o grande vencedor desta eleição

 personJoão Paulo Messer
access_time05/10/2026 - 10:20

De novo, não temos nome na majoritária. Isso era sabido. Mas o Sul tem sete deputados estaduais e sete deputados federais.

A campanha do Voto Pelo Sul funcionou e funcionou bem.

Nunca tivemos um resultado tão expressivo em se tratando de representação na Câmara dos Deputados. Nenhuma cidade jamais conseguiu a façanha que Criciúma, sozinha, alcança: ter sete deputados federais, de diferentes perfis e correntes ideológicas. Tem direita, tem esquerda, tem centro, tem agro e tem a ponderação de um dos políticos mais experientes do Estado.

Num Estado e numa região amplamente conservadores, de direita, foi feita barba, cabelo, bigode e sem careca, como definiu ontem o comentarista Upiara Boschi.

Flávio Bolsonaro chega na frente para o segundo turno, antes mesmo de receber os votos dos candidatos que dividiram a direita.

O Brasil abre horizonte para o cenário que deseja, busca e sonha, como alternativa para reverter o quadro de um país decadente na economia, na moral, nos costumes e naquilo que é básico a uma sociedade: a segurança na Justiça.

A eleição de ampla maioria de direita no Senado Federal traz a expectativa de que os absurdos do Supremo Tribunal Federal não sejam mais tolerados e de que os ministros que, até agora, vinham brincando de casinha na mãe Joana com a pátria Brasil tomem o caminho do que preconiza a Justiça ou é melhor ir arrumando as malas.

A resposta dada nas urnas, especialmente na metade sul do Brasil, parece ter deixado claro aos novos senadores que não há mais espaço para a inoperância dos que lá estão até então.

Está começando o que eu acredito ser o último movimento antes de uma revolução social.

As urnas nos deram luz àquela expressão: agora vai ou racha.

Editorial: Movimento Voto Pelo Sul destaca a eleição de representantes da região

 personJoão Paulo Messer
access_time05/10/2026 - 06:45

O movimento Voto Pelo Sul, abraçado por entidades lideradas pela Associação Empresarial de Criciúma (Acic), com o apoio de diversos parceiros, comemora os resultados das eleições.

Segundo os números apresentados pelo movimento, o Sul elegeu sete deputados federais, conquistando sete das 16 cadeiras de Santa Catarina na Câmara dos Deputados. Seria a maior representação já alcançada pela região. Dos sete eleitos, seis são de Criciúma.

Os deputados federais eleitos são Júlia Zanatta, Júlio Garcia, Giovana Mondardo, Geovânia de Sá, José Milton Scheffer, Ricardo Guidi e Daniel Freitas.

Para a Assembleia Legislativa, foram eleitos Clésio Salvaro, Guilherme Colombo, Jessé Lopes, Ulisses Gabriel, Pepê Colaço e Rodrigo Minotto.

O resultado é comemorado pelas entidades envolvidas no movimento como um avanço da representatividade política do Sul catarinense.

Editorial: Decisões de última hora ampliam a insegurança jurídica.

 personJoão Paulo Messer
access_time02/10/2026 - 08:00

Um episódio vergonhoso, patrocinado pelo Supremo Tribunal Federal, escancara a nossa trágica e profunda insegurança jurídica perante o próprio país.

Ao atropelar a lei, o ministro Gilmar Mendes determinou mudanças na última hora do derradeiro debate desta eleição, provocando o seu cancelamento. Não aconteceu o debate da Globo.

Já não é mais possível convivermos com essa instabilidade e com incertezas constantes. Como diz a música, isso aqui está virando a casa da mãe Joana, onde as regras do jogo são alteradas e rasgadas por quem deveria guardá-las.

Fica evidente para a nação que o Supremo já não respeita mais limites. Não há por que respeitar o Supremo.

Os togados, infelizmente, consideram-se deuses acima da lei, muito além do bom senso e de tudo aquilo que é minimamente razoável e admissível pelo povo brasileiro.

Mas o que mais lamento é observar que as grandes forças vivas do Brasil, que deveriam atuar como escudos da sociedade, estão hoje caladas e prostradas.

Instituições de peso, como o Conselho de Justiça, e digo que a própria OAB precisa gritar mais alto, e as confederações dos mais diversos setores estão, vergonhosamente, de braços cruzados diante de um grupo intocável.

O Brasil está se submetendo a quem zomba do brasileiro.

E zomba do brasileiro embolsando milhões de reais na cara dura, à luz do dia e de forma reiterada, sem qualquer tipo de pudor, com contratos, com tudo no papel.

O 8 de janeiro, por mais absurdo, irresponsável e patético que tenha sido, figura na nossa história recente como a única e triste reação brasileira.

Não é possível que a gente aceite, para sempre, sermos um inerte país de bananas.

Não é admissível que sejamos um país que tenha, em suas próprias bases, lideranças institucionais tão covardemente submissas, amedrontadas e passivas quanto as que hoje vemos sentadas e confortáveis no Senado Federal e nas mais altas representações.

Eles que deveriam, por juramento, lutar pela população.

A nossa indignação profunda é o último reduto de um povo completamente exausto, que assiste à democracia ser desfigurada e clama pela devolução do próprio país.

Editorial: O amanhã será melhor. É o que acredita a maioria dos brasileiros.

 personJoão Paulo Messer
access_time30/09/2026 - 08:10

As mais recentes pesquisas de opinião revelam um retrato intrigante da alma brasileira, segundo uma matéria do jornal Correio Braziliense. Embora as dores do presente continuem pesando sobre o orçamento das famílias, a curva das expectativas em relação ao amanhã aponta para uma vigorosa retomada do otimismo.

Curiosamente, essa esperança surge menos de uma crença nas estruturas políticas e mais de uma aposta pragmática na própria capacidade do cidadão de superar gargalos e reconstruir sua rotina.

O eleitorado demonstra amadurecimento ao enxergar com sobriedade as promessas de palanque, enquanto projeta dias melhores para a economia doméstica e para o horizonte do país. Há uma nítida demanda por responsabilidade fiscal, eficiência na gestão pública e segurança, pilares sem os quais qualquer projeção positiva se esfazela.

Esse ambiente desafia o próximo ciclo de governo a corresponder a uma população que não aceita mais diagnósticos superficiais, mas exige entregas concretas no combate à inflação e na melhoria dos serviços básicos. A mensagem captada pelos levantamentos é direta: o brasileiro deseja estabilidade para prosperar por conta própria e rejeita crises permanentes como método.

Cabe às lideranças compreender que essa confiança não é um cheque em branco, mas, sim, um voto de exigência por maturidade institucional e previsibilidade. O futuro do Brasil depende da capacidade de transformar essa esperança do povo em uma agenda real de desenvolvimento sustentável e justiça social.

Editorial: Em meio ao excesso de informação, a decisão continua nas mãos do eleitor

 personJoão Paulo Messer
access_time29/09/2026 - 08:00

O ato de votar é, por excelência, um exercício de soberania pessoal que não pode ser terceirizado. Conforme nos aproximamos do momento decisivo diante da urna, somos metralhados por uma tempestade constante de estímulos que tenta desviar o foco do que realmente importa.

As convicções do eleitor, frequentemente construídas ao longo de anos de observação e vivência, enfrentam um cerco sem precedentes de pressões externas e ruídos calculados.

Há muito tempo, o horário eleitoral gratuito deixou de ser um espaço confiável de apresentação de propostas, transformando-se em um espetáculo publicitário superficial. Paralelamente, o ecossistema de informações tornou-se tão complexo e polarizado que mesmo a imprensa tradicional, por vezes, mostra-se insuficiente para oferecer diagnósticos conclusivos.

Hoje, alcançar a clareza exige um esforço deliberado de acompanhamento contínuo. Afinal, vivemos uma dinâmica exaustiva em que a checagem é desmentida e o próprio desmentido passa a ser questionado, em uma espiral de contrainformações.

Diante desse cenário saturado, a filtragem rigorosa do que consumimos não é apenas uma recomendação de segurança, mas uma ferramenta de defesa da própria autonomia de pensamento. É fundamental proteger o julgamento individual contra os contágios emotivos das redes e o alarmismo passageiro, preservando a coerência com os próprios valores e princípios históricos.

Ainda assim, mesmo diante do ceticismo justificável com o processo informativo, uma certeza permanece inabalável: a centralidade absoluta do voto.

Reter o voto ou distanciar-se da urna por meio da abstenção não representa um protesto eficaz. Representa tão somente a abdicação do próprio poder. Ao renunciar à sua escolha, você autoriza terceiros a desenharem o futuro da sua comunidade e do seu país sem a sua participação.

Que a dúvida razoável sobre as fontes não se traduza em apatia democrática. Filtre os ruídos, valorize a sua trajetória e exerça com firmeza o seu direito nas urnas.

O seu voto é a sua voz principal.

Editorial: A semana decisiva para o eleitor

 personJoão Paulo Messer
access_time28/09/2026 - 08:00

Estamos a poucos dias de um dos momentos mais solenes da nossa vida em sociedade: o dia de ir às urnas. O voto não é um simples ato burocrático, mas a ferramenta mais poderosa de uma democracia, um direito conquistado à custa de muita história e que jamais pode ser desperdiçado.

Chegamos à semana decisiva, aquele instante em que o barulho das campanhas deve dar lugar à sobriedade da escolha individual.

Diante da responsabilidade de digitar seis votos, deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente, a preparação torna-se indispensável. Trata-se de uma jornada extensa dentro da cabine, com muitos números a memorizar. Por isso, vale reservar alguns minutos destes últimos dias para pesquisar a trajetória dos candidatos e preparar a tradicional ?colinha? em papel.

Mais do que preencher espaços, esse exercício de informação protege o cidadão contra promessas enganosas e pressões externas que tentam interferir em convicções construídas com maturidade.

Lembre-se, acima de tudo, de que o voto é uma decisão estritamente pessoal e inviolavelmente sigilosa. No isolamento da urna, ninguém tem como saber a sua escolha. Essa garantia de liberdade assegura que apenas a sua consciência guiará sua decisão.

Votar com consciência nesta reta final é a forma de buscarmos um futuro alinhado aos nossos valores e às expectativas coletivas.

O fato novo na eleição

 personJoão Paulo Messer
access_time26/09/2026 - 16:16

O sábado que conta uma semana para a eleição trás um cenário novo no jogo político para o gverno do estado. O governador Jorginho Mello deixou de comparecer ao debate promovido pela NDTV, apeasar de manter confirmação até a última hora. No mesmo dia um vídeo de João Rodrigues reagindo à peça de propaganda eleitroal na TV, que resgata o fato dele ter sido preso pode mexer no emocional de alguns eleitores. A dúvida é sobre qual é o tamanho deste fato para o eleitorado.

Joginho Mello segue liderando as pesquisas com indicativo de vitória no primeiro turno, João Rodrigues e Gelson Merísio não reagem como se esperava na reta final e só um fato muito forte pode alterar este cenário.

O que passou a se questionar nos bastidores da política é até onde a ausência de Jorginho de mais um debate pode colcoá-lo com a pecha de covardia, ou algum adjetivo deste tipo, já que em tempos de eleições tudo é interpretado no radical.

A mesma interpretação vale para o que João Rodrigues alega ter sido jogo baixo de Jorginho ao explorar a prisão que o próprio governador atual defendeu na época como uma grande injustiça.

Assim, fatos para mexer com os números há, o que não há é a percepção de que o eleitor esteja interessado nesta eleição. Tudo parece muito inerte e o eleitor distante de fatos que mexem sim no meio daqueles que já tem voto definido.

Jorginho volta ao comando do Estado em meio às chuvas

 personJoão Paulo Messer
access_time22/09/2026 - 06:10

O governador Jorginho Mello reassumiu o Governo de Santa Catarina na noite desta segunda-feira (21), após as fortes chuvas que atingiram diferentes regiões do Estado.

Licenciado desde 30 de agosto para se dedicar à campanha eleitoral, ele antecipou o retorno diante dos estragos e da mobilização dos órgãos estaduais.

A Defesa Civil e as forças de segurança concentram os trabalhos no atendimento aos municípios e às famílias atingidas.

As ações incluem assistência, distribuição de itens de primeira necessidade e suporte às áreas afetadas.

Nesta terça-feira (22), Jorginho e integrantes do governo devem acompanhar pessoalmente a situação nas regiões atingidas.

A mudança de agenda também levou ao cancelamento de sua participação no debate da ACAERT, marcado para as 9h, em Florianópolis.

Em nota, o governador justificou a ausência pela necessidade de acompanhar as operações de resposta.

O retorno ao cargo ocorre em meio à mobilização estadual para enfrentar os efeitos das chuvas.

Editorial: Campanha entra na reta final com ataques em alta e propostas em baixa

 personJoão Paulo Messer
access_time21/09/2026 - 08:00

Faltam exatos 13 dias para que mais de 158 milhões de brasileiros aptos a votar possam ir às urnas e decidir os rumos do país para os próximos quatro anos.

Pode parecer um pouco poético ou até rebuscado, mas é a verdade. Estamos diante de um dos momentos mais importantes da democracia.

A esta altura, deveríamos estar discutindo diretrizes, metas e caminhos para áreas essenciais, como saneamento, transição energética, saúde pública, educação e desenvolvimento econômico.

No entanto, o que tomou conta do dia a dia e do horário eleitoral é um estarrecedor e ensurdecedor vazio de ideias. A campanha transformou boa parte da discussão pública em uma sucessão de ataques e provocações.

A arena política está ocupada por confrontos pessoais, rivalidades inflamadas pelas redes sociais, memes produzidos para gerar repercussão e cortes de vídeos descontextualizados, quase sempre destinados a alimentar a polarização.

Planos de governo e soluções concretas para os problemas que sufocam o país aparecem pouco. Até aqui, nenhuma discussão realmente consistente ganhou o espaço que merece.

É revoltante constatar o pouco espaço reservado às questões que interessam diretamente ao cidadão. Parece existir uma lógica entre os postulantes ao poder: quanto menos se discute o futuro, menor a necessidade de explicar como enfrentar os desafios do presente.

Prefere-se a cortina de fumaça das pautas morais, das acusações e das ofensas entre adversários. Enquanto isso, pouco se explica sobre como financiar a saúde sem comprometer o orçamento, de onde virão os recursos para enfrentar os problemas da educação básica ou qual será o projeto de desenvolvimento sustentável para o país.

Votar não pode se transformar em um exercício de adivinhação ou, pior, de resignação. O eleitor precisa conhecer prioridades e caminhos para fazer sua própria escolha.

Não é razoável aceitar a mediocridade da discussão política em um momento tão importante para o Brasil.

A eleição está chegando. Restam esta semana e a próxima antes de irmos às urnas, no dia 4 de outubro.

Em meio a tanto barulho, o que mais chama a atenção é justamente o silêncio das ideias.

OAB precisa agir. Indignação não basta

 personJoão Paulo Messer
access_time19/09/2026 - 11:11

Aconteceu nesta semana em Criciúma, como de resto nas principais cidades de Santa Catarina, e em várias outras de pelo menos 14 estados brasileiros, um ato relacionado ao dito ?Manifesto pelo Estado de Direito?. Reação liderada pela classe dos advogados ao lamentável cenário desenhado pelos absurdos entregues ao povo brasileiro pelo Supremo Tribunal Federal.

E vou dizer que este evento precisa ser ampliado e que não pode se restringir a ocasiões apenas com demonstração de indignação. Indignação da OAB e de várias outras forças públicas que se associam a ele, agora.

De nada valerão estes movimentos ? em nada ajudarão estes eventos ? e digo principalmente: em nada valerão à instituição que representa a célula menor da Justiça, que são os advogados, se ele não gerar resultado prático. Não tem mais como suportar que a indignação seja o último ponto de parada nesta reação. Ouvir de ministros, como ouvimos, em plena sessão do STF, referências a compras de sentença. Ouvimos falas como as que admitem que nunca no país a corrupção esteve tão presente nos tribunais.

Ouvir isso de ministros do STF, quando a sociedade toda brasileira fala por todas as suas vozes que o Judiciário faliu, precisa ser forte o suficiente para que a OAB se erga, junto com magistrados de menor escala, como juízes de comarca ou de outros tribunais, para colocar um basta nisso. Porque do Senado Federal, que é quem poderia fazer alguma coisa de fato, não se pode esperar nada, e isso já vimos há um bom tempo. O Senado é hoje a representação do Parlamento brasileiro que se pode classificar como uma classe do rabo preso. Infelizmente, os que têm ficha limpa e que estão reagindo são minoria.

Para não sair da nossa comarca e falar do resto do país, mas me dirigir para o nosso redor, quero lembrar o quanto a categoria se indignou recentemente quando um vereador foi infeliz numa fala da tribuna da Câmara de Criciúma. Ali houve reação e consequência. Agora eu gostaria de ver a mesma reação ?com consequência? e não apenas reação como um ato de indignação. Porque senão tem gente que vai dizer que só há consequência quando o alvo da indignação for um humilde vereador que diz o que não deveria, mas que pode encontrar eco se a força dos soldados da Justiça não se mostrar forte como forte é, e precisa ser.

Editorial: tradição e renovação sustentam empresas através das gerações

 personJoão Paulo Messer
access_time18/09/2026 - 07:40

Empreendedorismo é, antes de tudo, acreditar. Acreditar em uma ideia, em um negócio e, principalmente, nas pessoas.

O setor de postos de combustíveis é um bom exemplo dessa capacidade de empreender. São negócios que exigem investimento, trabalho, atenção e muita gestão. Mas existe algo ainda mais especial quando essa trajetória é construída em família.

Uma empresa familiar carrega mais do que um CNPJ. Carrega história, nome, reputação e sonhos. E, quando chega o momento da sucessão, surge um desafio importante: como preservar aquilo que deu certo sem deixar de acompanhar os novos tempos?

A resposta passa pela capacidade de unir tradição e inovação. É preciso respeitar as raízes e, ao mesmo tempo, ter coragem para renovar. Ouvir quem começou, valorizar a experiência acumulada e abrir espaço para quem chega com novas ideias.

Quando bem conduzida, a sucessão familiar não representa apenas uma troca de comando. É a continuidade de um propósito, com a transmissão de experiência, valores e responsabilidades entre gerações.

No setor de postos, isso ganha um significado ainda maior. Afinal, um posto não oferece apenas combustível. Oferece atendimento, conveniência, relacionamento e, acima de tudo, confiança.

Em muitos casos, o cliente é recebido pelo mesmo nome de família há décadas. Essa relação construída ao longo do tempo tem um valor que vai além dos números: a credibilidade conquistada diariamente.

São empresas que atravessaram gerações, acompanharam o crescimento das cidades, as mudanças nas estradas e as transformações nos hábitos dos consumidores sem perder a própria essência.

Isso também é empreendedorismo: ter visão de futuro sem esquecer as próprias origens. É transformar trabalho em patrimônio e patrimônio em legado.

Aos empreendedores do setor de postos de combustíveis, nosso reconhecimento. E às famílias que encontram na sucessão uma forma de preservar sua história, nossa saudação.

Porque manter uma tradição viva, geração após geração, também é uma grande forma de empreender.

Editorial do rádio trocou o peso das informações por uma saudação de animação

 personJoão Paulo Messer
access_time17/09/2026 - 08:20

Viver no Brasil é equilibrar, diariamente, a esperança e o cansaço. Enfrentamos desafios estruturais, crises financeiras e incertezas que muitas vezes pesam sobre os ombros e nos fazem duvidar do amanhã. No entanto, reduzir nossa existência apenas às dificuldades do país é abrir mão de um dos nossos bens mais preciosos: o tempo presente.

A história não para enquanto esperamos que o cenário ao redor melhore. A vida continua acontecendo no intervalo entre um problema e outro. Superar os obstáculos diários exige coragem, mas viver plenamente exige ainda mais disposição.

Encontre motivos para sorrir nos pequenos detalhes: na risada com quem você ama, no café quente pela manhã e nos projetos que renovam suas forças.

O nosso país tem problemas profundos, mas você não precisa congelar seus sonhos à espera de um cenário perfeito que talvez nunca chegue. Ocupe os espaços, busque o que lhe faz bem, ame sem reservas e lute por dias melhores, sem abrir mão da alegria de hoje.

Resistir também é aprender a prosperar e a celebrar a própria jornada, mesmo em tempos de incerteza. A sua felicidade não pode ser refém do caos.

Viva com intensidade, porque a vida acontece agora, apesar de tudo.

Editorial: O STF sugere o nariz de palhaço. À luta.

 personJoão Paulo Messer
access_time16/09/2026 - 08:00

Bom dia, trabalhadores deste país! Um excelente dia para você que levantou do amado colchão antes das seis da manhã, tomou aquele café passado meio correndo e já encarou o transporte público ou o trânsito travado. Afinal, a vida é bela, o trabalho dignifica o homem e os boletos no final do mês não se pagam sozinhos, não é mesmo?

Mas convenhamos: enquanto você está aí, suando a camisa de segunda a sexta e, às vezes, também no fim de semana, existe um lugar em Brasília onde o tempo parece correr em ritmo completamente diferente. Um lugar de togados iluminados, onde o ar-condicionado é sempre perfeito, as lagostas são servidas com vinho premiado e qualquer dúvida existencial parece se resolver com uma canetada de efeito vinculante.

Pois é, meus amigos. Apesar de o Supremo Tribunal Federal estar sempre ali, no topo da Praça dos Três Poderes, como uma pedra no caminho de muitos brasileiros, a gente precisa continuar trabalhando.

É fascinante pensar que, enquanto tentamos produzir, gerar emprego, vender o almoço para comprar o jantar e sobreviver à burocracia diária, decisões tomadas em Brasília continuam interferindo diretamente na vida do cidadão.

Na visão crítica deste editorial, interpretações e decisões da Corte ampliam cada vez mais o debate sobre os limites de sua atuação e seus reflexos sobre a liberdade, a produção e a própria relação do brasileiro com o Estado.

Se o brasileiro cai, levanta e tenta dar dois passos à frente, lá está a pedra. Não uma pedra qualquer, mas uma pedra ornada em veludo, cercada de formalidades e jurisprudências, pronta para provocar novos questionamentos sobre os limites entre os Poderes.

Mas fiquem tranquilos! Brasília pode continuar decidindo muita coisa, mas a sua marmita ainda depende do seu esforço.

Por isso, sacuda a poeira, contorne mais essa barreira institucional e tenha um ótimo e produtivo dia de trabalho.

Editorial: STF no centro da crise expõe desgaste institucional e inquietação no país.

 personJoão Paulo Messer
access_time15/09/2026 - 08:00

A atuação do Supremo Tribunal Federal tem se tornado um dos temas mais presentes nos debates políticos do país, chegando às mais diferentes rodas de conversa. O sentimento que hoje domina parte da população brasileira é de indignação e perplexidade diante de decisões que, muitas vezes, ultrapassam a percepção comum de justiça.

Esse cenário amplia a sensação de instabilidade jurídica, expõe desequilíbrios e contribui para o descrédito das instituições. Quando a mais alta instância do Judiciário ocupa diariamente o centro das atenções políticas, o país perde a previsibilidade necessária para avançar, especialmente em um momento em que já enfrenta tantas dificuldades.

Tudo isso alimenta o descontentamento e a descrença de quem trabalha, produz e cumpre a lei. A discussão, porém, ultrapassa a simples crítica institucional. Existe um clamor para que o Brasil reencontre o caminho da paz, do respeito e da seriedade.

Amanheço todos os dias acreditando que ainda podemos encontrar esse caminho. O país precisa de instituições transparentes, comprometidas com o cumprimento da lei e com a imparcialidade assegurada pela Constituição. Precisa também garantir direitos fundamentais, entre eles a liberdade de expressão, tão importante para quem trabalha diariamente com comunicação.

Apesar das incertezas e do desgaste político, a força do Brasil continua no empenho e no trabalho de cada cidadão. O progresso de uma nação é construído pelo esforço honesto daqueles que levantam todos os dias para sustentar suas famílias e contribuir com suas comunidades.

É fundamental preservar a esperança e transformar a indignação em participação consciente, responsabilidade e amor pelo país. Não podemos perder esse sentimento diante dos erros ou excessos daqueles que ocupam posições de poder.

Os sobressaltos enfrentados ao longo da nossa história também precisam servir para produzir maturidade e determinação. Que possamos, de forma consciente, construir um amanhã mais justo e pacífico.

O que acontece hoje no Supremo Tribunal Federal, principal assunto desta terça-feira, precisa servir também para reflexão. Um cenário como este mostra o quanto o país necessita de responsabilidade, equilíbrio e respeito às instituições.

Temos um Brasil de riquezas extraordinárias, belezas naturais incomparáveis e um povo que trabalha e acredita. Não podemos permitir que os problemas concentrados nos espaços de poder contaminem aquilo que o país tem de melhor.

Que a indignação não nos paralise. Que ela nos faça exigir mais seriedade, trabalhar com mais consciência e acreditar que o Brasil pode encontrar um caminho melhor.

Editorial: O país abre a semana de olho na sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira

 personJoão Paulo Messer
access_time14/09/2026 - 06:50

Iniciamos mais uma semana sob um clima de apreensão e forte expectativa no cenário político e jurídico do país. As atenções estão voltadas para a sessão extraordinária do Supremo Tribunal Federal (STF), marcada para esta terça-feira.

O Plenário se reúne para deliberar sobre a abertura de inquérito contra um de seus próprios magistrados, em meio aos desdobramentos de investigações e à troca de graves acusações de conduta irregular entre integrantes da Corte.

A expectativa é de debates inflamados, possíveis contestações sobre o quórum e de um racha interno exposto ao vivo para toda a sociedade. O brasileiro chega a este momento sentindo o peso do cansaço moral e da exaustão, reflexo de anos convivendo com desgoverno, insegurança jurídica, ativismo e abusos que minam a confiança nas instituições.

O sentimento é de indignação diante da mais alta Corte transformada em arena de disputas políticas e corporativistas. O cidadão cobra respostas sérias, justiça imparcial e respeito às leis, sem privilégios ou manobras para proteger aliados.

Resta-nos acompanhar o desenrolar dos fatos nesta terça-feira crucial, na expectativa de que a transparência e a Constituição prevaleçam acima de qualquer projeto de poder.

Boa semana a todos!