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  TUDO A VER: Fim da escala 6x1 e concurso de logomarca foram os assuntos desta quarta-feira

commentJornalismo access_time21/10/2026 18:30

Natália Chaves recebeu Rodrigo Custódio de Medeiros, Rodrigo Otávio Goncho, Patrícia Mariano e Dilvania Ramos

Estadual de 2027 pode ter pontos corridos e jogos únicos na semifinal e na decisão

commentEsporte access_time21/10/2026 21:04

Campeonato Catarinense deve iniciar no dia 10 de janeiro

Com quatro vitórias nos últimos cinco jogos, Yuri Tanque mira acesso acesso direto à Série A pelo Criciúma

commentCriciúma EC access_time20/10/2026 17:47

Atuando em todas as partidas desde a sua estreia pelo Tigre, atacante busca ajudar equipe a alcançar as duas primeiras colocações, que garantem vaga direta na elite nacional em 2027

DEMITIDO DUAS VEZES

access_time23/11/2018 - 00:23

A saída do presidente da Fundação Cultural de Criciúma, Serginho Zapellini foi uma sucessão de erros. Primeiro porque lhe faltou assessoria no caso da escultura que foi o estopim. Os mesmos que agora lamentam a sua saída não o avisaram da polêmica, pois ele nem ficou sabendo da exposição, e quando soube agiu, mas ai já era tarde. O governo errou ao aconselha-lo a pedir demissão. Como não pediu – e neste caso Serginho acertou – foi demitido com prazo de validade. Novo erro do governo. Neste momento Serginho errou porque deveria ter saído logo. O que nasceu errado só poderia terminar errado. Todos erraram e perderam.

UM E OUTRO
O professor Sandro Araújo ficou sabendo pela imprensa que seria substituído na Fundação Municipal de Esportes, mas silenciou. Serginho Zapellini ficou sabendo na antessala do gabinete do prefeito que seria substituído e saiu dizendo pelo rádio o que pensava. Os dois foram “descartados” e ambos queriam ficar.

O ECO
Sandro Araújo não “botou a boca no trombone” pela fidelidade e amizade que tem com pessoas do governo. Serginho Zapellini apenas disse o que pensava com a mesma certeza de que aquilo não teria impacto como pensou que o episódio da escultura “do pinto” também não teria impacto. Pensou errado e pagou pela ausência de malandragem.

ISSO É FATO
No governo a avaliação de ambos não é das melhores. Acontece que o tipo de liderança que o prefeito entenda ser o certo é a de captador de recursos e que faça muito sem reclamar a falta destes recursos. Para o governo, tanto Sandro como Serginho são ótimos, não para o papel que vinham ocupando.

ERRAR DE NOVO
Serginho Zapellini envolve-se ao máximo com o que faz e ontem, mesmo após ser demitido “pela segunda vez” falava em continuar ajudando se necessário no anonimato. Ele organizou o Natal na praça, por exemplo, e parece acreditar em papai-noel, quer dizer, que pode continuar ajudando e que será reconhecido por isso.

VAI KAMINSKI
O aconselhamento jurídico para o vereador Júlio Kaminski é que pode deixar o PSDB sem medo de perder a vaga de vereador, mesmo que alguém entre na Justiça pedindo a vaga. Existe jurisprudência dizendo que nos casos em que o partido registrar em ata a liberação, ela se torna uma credencial que descarta interpretação de infidelidade.

A JOGADA
O que pode haver por trás da decisão do PSDB em liberar o vereador Júlio Kaminski para deixar o partido é a intenção do prefeito de tê-lo como adversário nas próximas eleições. Clésio Salvaro sempre foi hábil em conduzir o processo eleitoral a ponto de definir no jogo quem disputa como aliado e quem vem como adversário.

PELO DITO
O PSDB deu ao vereador Júlio Kaminski uma arma com potencial de liberá-lo sem o risco de alguém pedir o seu mandato. A presidente do partido, Roseli De Lucca Pizzolo admitiu no rádio que a decisão foi provocada pela dificuldade do partido com Kaminski. Assim sua assessoria jurídica tem novo argumento de “maus tratos” políticos.

O PORTAL
O governo de Nova Veneza inaugura hoje o portal de acesso ao município construído na chegada do distrito do Caravággio. A obra acontece com verbas do Ministério do Turismo destinadas pelo deputado federal Esperidião Amin atendendo apelo de progressistas do Caravággio como Genésio Spillere e o prefeito da época, Evando gava (PP). O casal Amin e Spillere visitam o prefeito ontem.

VAI BOTANDO NA CONTA
Decisão da Justiça, ontem, obrigado o Estado a começar a pagar já no próximo ano dívida de R$ 81 milhões que tem com as prefeituras por conta de verbas da saúde. O pagamento será feito em 35 parcelas e inicia em março. Isso é dinheiro para custear o Programa Saúde da Família, que até então tem recursos apenas dos municípios e União. O Estado sabia que um dia teria que pagar estes valores. Ontem a audiência fechou com acordo. Esta é mais uma bomba solta no colo do futuro governador. A falta de pagamento acarretará em sequestro do valor necessário das contas do governo.

FALTOU MIGUEL Ontem se concretizou a eleição do Sebrae, processo em que o governador Eduardo Moreira acabou surpreendido, pois tinha um acordo para escalar em um dos cargos estratégicos o seu fiel escudeiro Miguel Ximenes. Acontece que o acordo firmado no gabinete do governador não foi honrado pelos empresários envolvidos.

A CAUSA Se bem apurado o governador saberá que sua derrota foi uma resposta articulada no setor empresarial porque começou articulando de um lado e terminou de outro, mas perdeu pela reação da terceira via. Havia três segmentos.

A DISPUTA Esta disputa de ontem para o comando do Sebrae, assim como nos casos de federações da indústria e do comércio, principalmente, se trata de uma verdadeira guerra pois fala-se de muito dinheiro gestado por elas. É o dinheiro do chamado Sistema “S”, recurso que sai da folha de pagamento.

OS RECURSOS Só para ter uma ideia do tamanho da importância destas disputas, a FIESC recebe cerca de R$ 1 bilhão todos os anos. A Fecomércio em torno de R$ 350 milhões. Aqui, na ponta de linha, conhecemos a aplicação destes recursos através de órgãos como Sesi, Senai. Senac, Sebrae e outros.

PULA-PULA Não é só o vereador Júlio Kaminski (PSD) que estaria prestes a mudar de partido. Há outros, mas o momento é considerado inapropriado para troca de siglas, pois a mudança na legislação eleitoral pode fazer com que os que deixarem o seu “quadrado” agora, podem cair no mesmo “quadrado” lá na frente em virtude das fusões que devem ocorrer.

SEVERINO O Secretário de Governo, Arleu da Silveira é quem assume interina e cumulativamente a presidência da Fundação Municipal de Cultural de Criciúma. É assim sempre que o prefeito necessita de alguém. Por isso carinhosamente ele é chamado de “Severino quebra galho”, numa referência a um personagem de programa de humor da televisão.

AFINAÇÃO São poucos do governo de Criciúma que tem a sintonia perfeita com o prefeito Clésio Salvaro. Arleu da Silveira é sem dúvida o mais afinado.

FRASE DO DIA
“Não foi nada em função da escultura. Isso já vinha sendo avolumado em função da minha briga pela cultura de Criciúma. Acho que esse evento da escultura é apenas um pretexto para que eu pudesse ser mandato embora.”
Serginho Zapellini, ao comentar a sua saída na rádio Eldorado, ontem pela manhã. Este teria sido o momento em que o prefeito decidiu abreviar a permanência dele no cargo.


EDITORIAL: O medo do adversário supera o debate de propostas para o país.

 personJoão Paulo Messer
access_time22/10/2026 - 07:30

A eleição presidencial revela um cenário preocupante para a democracia brasileira. O eleitor é levado a escolher não pelo melhor projeto, mas pelo candidato que lhe causa menor rejeição.

O debate sobre o futuro do país perde espaço para o confronto entre adversários. Educação, saúde, infraestrutura e desenvolvimento ficam em segundo plano.

A política do “menos pior” transforma o voto em uma reação ao medo, e não em uma escolha baseada em propostas.

A polarização alimenta esse ambiente, enfraquece o diálogo e reduz a cobrança por compromissos concretos de gestão.

Os elevados índices de rejeição revelam a insatisfação de parte expressiva do eleitorado com as alternativas apresentadas.

Faltam novas lideranças, projetos consistentes e perspectivas capazes de recuperar a confiança da população.

O Brasil precisa superar a disputa sustentada pela rejeição e recolocar o debate de ideias no centro da política.

A democracia perde qualidade quando o eleitor vota mais para impedir uma vitória do que para construir um futuro.

EDITORIAL: A cinco dias da eleição, o sigilo vira instrumento de pressão política.

 personJoão Paulo Messer
access_time21/10/2026 - 08:00

A eleição de 2026 caminha para a história pelo empobrecimento das propostas e pelo excesso de ataques entre os candidatos. Promessas difíceis de cumprir e um verdadeiro jogo de vale-tudo.

O episódio mais recente envolve uma proposta da campanha do presidente Lula para a divulgação de dados bancários, fiscais e telefônicos dele e de seus familiares, desde que Flávio Bolsonaro faça o mesmo.

A iniciativa, apresentada às vésperas da votação, levanta uma questão importante: por que somente agora?

O brasileiro tem o direito de conhecer a origem dos recursos financeiros daqueles que governam ou pretendem governar o país. Transparência não pode ser apenas discurso de campanha.

Lula também condiciona sua participação no debate da Globo à abertura dos sigilos do adversário. Seria uma tentativa de evitar novo desgaste político ou uma forma de pressionar Flávio Bolsonaro a esclarecer suas movimentações financeiras?

São interpretações possíveis de mais um capítulo dessa disputa eleitoral.

O problema é que, faltando cinco dias para a eleição, dificilmente haverá tempo para uma análise séria dessas informações.

A transparência precisa ser permanente, não uma conveniência eleitoral. Afinal, o que está em discussão não é apenas a origem do dinheiro, mas a responsabilidade de quem ocupa ou pretende ocupar o poder.

Porque transparência de última hora pode render votos, mas não necessariamente esclarecimentos.

EDITORIAL: Entre propostas e bate-bocas, a campanha eleitoral perde conteúdo.

 personJoão Paulo Messer
access_time20/10/2026 - 08:00

Diante de tudo o que temos visto nos últimos tempos e das cobranças pela falta de projetos, programas e ideias concretas nesta campanha eleitoral, precisamos fazer um mea-culpa. Quando digo nós, refiro-me à imprensa, aos ouvintes, aos leitores, enfim, aos brasileiros.

Ultimamente, estamos mais interessados nos perrengues do que nas propostas. Façamos um exercício de raciocínio sobre aquilo que prende a nossa atenção. Projeto ou falácia? Uma briga, um bate-boca ou a apresentação de uma proposta concreta de um candidato?

A cobertura jornalística do segundo turno da eleição, assim como ocorreu no primeiro, revela uma tendência de priorizar a espetacularização em vez do debate programático, profundo e prático.

Em busca de audiência, os grandes veículos transformaram a corrida eleitoral em uma narrativa permanente de cabo de guerra. E essa prática acaba sendo reproduzida por toda a imprensa.

A atenção excessiva às oscilações diárias das pesquisas faz do processo eleitoral uma espécie de disputa esportiva. Com isso, análises sobre economia e políticas públicas perdem espaço para os ataques entre campanhas e os bastidores das alianças políticas.

A imprensa acabou contribuindo para ampliar a própria polarização que tanto critica em seus editoriais. Cabe reconhecer essa responsabilidade, sem transferir a culpa ou procurar justificativas.

As redes sociais passaram a pautar telejornais, jornais e portais de notícias com controvérsias superficiais, deixando o eleitorado com pouca informação substantiva para definir seu voto nesta reta final.

E aí entra aquela famosa pergunta: afinal, o que vende? A desgraça ou a informação? A briga ou o debate? É isso que rende audiência?

Por que baixamos tanto o nível da campanha eleitoral, assim como temos feito em tantas outras discussões?

A espetacularização está nos consumindo. Já nem percebemos quando uma proposta é apresentada com seus detalhes. Preferimos, muitas vezes, um perrengue bem produzido, que nos faça rir ou zombar da cara do outro.

Será que estamos contribuindo para disseminar a desinformação enquanto alimentamos aquilo que tanto criticamos?

É um mea-culpa que merece a reflexão de todos nós.

EDITORIAL: Muito jogo truncado, pouca proposta e nenhum vencedor.

 personJoão Paulo Messer
access_time19/10/2026 - 07:30

A reta final das eleições virou aquele clássico arrastado de fim de temporada, em que os dois times entram em campo mais preocupados em não perder do que propriamente em vencer. Um Gre-Nal de nervos à flor da pele, com dois adversários de alta rejeição, muitas caneladas, faltas desnecessárias e balões para todos os lados. Futebol de pouca inspiração e muita confusão.

O juiz parece embriagado. Faz de conta que não vê metade do que acontece, deixa a partida correr e, em alguns lances, nem disfarça para quem está torcendo. O apito, que deveria impor equilíbrio, parece fazer parte do espetáculo.

Em qualquer clássico, o fator local costuma fazer diferença. Mas, neste estádio eleitoral, há uma particularidade: as arquibancadas estão mais ocupadas por quem torce contra o adversário do que por quem acredita no próprio time. É a rejeição ocupando o lugar da preferência.

No Gre-Nal de ontem, digo, no debate, as oportunidades de gol terminaram no mais absoluto empate. Flávio Bolsonaro chegou a acertar a trave ao trazer à tona o tema de Roberta Lusinguer, mas se atrapalhou na defesa quando ficou sem resposta sobre o dinheiro de Vorcaro. Atacou bem em um lance e deixou a zaga completamente descoberta no seguinte.

Do outro lado, Lula também não apresentou futebol de campeão. Quase marcou um gol contra ao chamar o carioca de malandro e demorou para reorganizar o esquema tático depois do susto provocado pela primeira bola na trave. Teve a posse da palavra, mas nem sempre soube o que fazer com ela.

O resultado é um confronto de muitos ataques pessoais, poucas propostas e quase nenhuma jogada capaz de entusiasmar a torcida. Dois candidatos tentando explorar as fraquezas do adversário, sem conseguir transformar as próprias virtudes em vantagem no placar.

A sensação é de que ninguém conseguiu sair na frente. E, quando falta futebol dentro de campo, resta convocar as torcidas para decidir no grito.

A prorrogação já tem data marcada. No próximo domingo, o eleitor será chamado a dar o apito final. E há uma diferença fundamental entre o futebol e a política: no estádio, um jogo ruim termina em 90 minutos. Nas urnas, o resultado fica por quatro anos.

EDITORIAL: Na reta final do segundo turno, promessas se multiplicam e desafiam a confiança do eleitor

 personJoão Paulo Messer
access_time16/10/2026 - 08:00

Fecha mais uma semana. Uma semana cheia, intensa, marcada pelo avanço da campanha eleitoral. Na próxima, o Brasil estará diante de uma decisão que vai definir os rumos do país pelos próximos quatro anos. É o segundo turno da eleição presidencial. A escolha do presidente da República Federativa do Brasil. Ó Pátria Amada, Brasil! Que escolha temos pela frente?

E quantas promessas surgiram nestes últimos dias! De repente, tudo parece possível. Segurança pública mais rigorosa, redução da maioridade penal, inclusive defendida por quem até então sustentava posição contrária. Redução da jornada de trabalho, mudanças na escala 6x1 e mais tempo de descanso para o trabalhador.

As apostas esportivas, as chamadas bets, também entraram no centro do debate. A regulação econômica ganhou novos discursos. No campo internacional, reaparecem compromissos de aprofundamento das relações comerciais. E até o corte expressivo de gastos públicos, assunto pouco explorado anteriormente, passou a ocupar espaço de destaque nas propostas.

Não para por aí. Surgem promessas de ampliação de benefícios, aumento de limites para os MEIs, transporte coletivo gratuito aos domingos e manutenção dos programas sociais. Bolsa Família, Bolsa Isso, Bolsa Aquilo. Tudo está no radar. Tudo cabe na propaganda eleitoral dos candidatos que disputam a corrida final.

O que chama a atenção não é apenas a quantidade de promessas, mas a velocidade com que algumas posições mudam. Propostas antes rejeitadas agora são defendidas. Assuntos até então esquecidos ganham prioridade. O discurso se ajusta conforme a proximidade das urnas.

E o eleitor? Até aqui, muitos brasileiros pareciam saber apenas o que não queriam. Agora, precisam se debruçar sobre aquilo que desejam para o país. Ou, melhor, sobre aquilo que acreditam ser possível realizar em um novo Brasil.

A questão não está apenas em escolher entre dois candidatos. Está em distinguir promessa de compromisso, discurso de realidade e intenção de capacidade para governar. Afinal, a campanha termina, mas os problemas brasileiros permanecem.

O Brasil precisa de escolhas responsáveis. E o eleitor, mais do que nunca, precisa avaliar o que é possível cumprir depois que as urnas forem fechadas.

Eita eleiçãozinha dura essa!

EDITORIAL: Que escala que nada; que descanso que nada. Professor vive o tempo todo ensinando

 personJoão Paulo Messer
access_time15/10/2026 - 07:25

Em um dia em que se trata de escala seis por um, deixa eu tomar por exemplo a efeméride mais importante deste 15 de outubro. Sim, hoje temos que falar muito além da escala seis por um. Falar da escala dos professores. Hoje é o Dia do Professor.

Hoje, 15 de outubro, não é só mais um dia qualquer no calendário: é o dia de olhar no olho e agradecer do fundo do coração a quem dedica a vida a formar gente. Ser professor é ter uma paciência infinita, um coração gigante e uma coragem de dar inveja, transformando qualquer cantinho de sala num lugar cheio de esperança e descoberta.

Os professores são os bastidores de todas as vitórias que a gente conquista na vida. São os primeiros a botar fé quando nem a gente mesmo acredita no nosso potencial. Naquela explicação paciente, no cuidado com cada dúvida e na palavra amiga nos momentos difíceis, dá para ver o quanto os professores torcem de verdade pelo nosso futuro.

A gente sabe que a rotina não é fácil, mas a vontade de ensinar e de ver o outro crescer sempre fala mais alto do que qualquer obstáculo. Educar vai muito além de passar matéria ou dar nota. Ensinar a pensar por conta própria, a respeitar os outros e a ter coragem para sonhar alto é fruto deste trabalho.

Um bom professor deixa uma marca tão profunda na gente que os anos passam, mas aquela lição de vida continua ali, bem viva na memória.

O professor ensina a gente a olhar o mundo com outros olhos, a questionar o que está errado e a acreditar que dá, sim, para ir muito mais longe. Quantas vezes um conselho carinhoso ou aquele "você consegue", na hora certa, foram o empurrãozinho que faltava para alguém não jogar a toalha?

O carinho e o esforço de um professor não param na sala de aula, vão longe, atravessam anos e mudam para sempre a história de tantas famílias. Mesmo quando as coisas ficam pesadas, a paixão pelo que o professor faz brilha forte e mostra o valor inestimável de quem escolheu educar com o coração.

Cada noite mal dormida preparando aula, cada prova corrigida com atenção e cada sorriso ao ver um aluno se dar bem carregam um amor imenso.

O professor não ensina só matérias, ensina a gente a ser ?ser humano?, a ter empatia e a encarar a vida de cabeça erguida. Hoje, o nosso "muito obrigado" vem carregado de emoção e de uma gratidão imensa por tudo o que doam todos os dias.

Que o mundo aprenda de uma vez por todas a valorizar, respeitar e dar o devido carinho a quem constrói o nosso amanhã. Professores são os heróis da vida real, gente de carne e osso que faz a diferença de verdade e deixa o mundo muito mais bonito.

Obrigado por dividirem tudo o que sabem sem pedir nada em troca e por mostrarem que o afeto e a educação podem mudar qualquer realidade. Que a alegria de ver o brilho no olho de cada aluno recompense cada esforço dessa caminhada tão bonita e desafiadora.

A cada professor e professora que passou pela nossa vida e deixou um pedacinho de si, o nosso abraço mais apertado e sincero.

Um feliz Dia do Professor, cheio de carinho, a todos vocês que, com tanto amor, fazem do mundo um lugar bem mais humano e acolhedor!

EDITORIAL: CasaPronta 2026 começa nesta quarta-feira

 personJoão Paulo Messer
access_time14/10/2026 - 08:10

O setor de turismo de negócios no Sul de Santa Catarina reafirma continuamente sua pujança e dinamismo, impulsionando a economia regional de forma extraordinária. Exemplo claro dessa força é o início, nesta quarta-feira, de mais uma consagrada edição da Feira CasaPronta, evento que conquistou imensa repercussão nacional.

O encontro consolidou-se muito além de uma simples feira e exposição: transformou-se em uma grande vitrine para produtos, serviços e para a identificação dos maiores players da construção, do mobiliário e da decoração. Estar presente no evento virou uma espécie de cartão de apresentação indispensável; ficar de fora significa apartar-se de um setor que cresce vertiginosamente na região, acompanhando o ritmo intenso de Santa Catarina e do Brasil.

A CasaPronta motiva, ativa e desenvolve o segmento, criando novos desafios e parâmetros para um mercado que ganhou ainda mais impulso desde a pandemia, período em que as pessoas passaram a olhar de maneira diferente para seus próprios ambientes.

Pelos pavilhões, a circulação é intensa: observam-se expositores curiosos acompanhando o crescimento e a adaptação dos concorrentes, visitantes sem intenção inicial de compra que se deixam surpreender e públicos em busca de soluções para necessidades imediatas ou futuras que a própria feira revela. Trata-se de um ambiente vibrante de circulação, animação e geração de negócios.

O Sul do estado reconhece o empenho da Nossa Casa Feiras & Eventos, organizadora da CasaPronta e da Agroponte, que conta, desde sempre, com a parceria histórica da Rádio Eldorado como emissora oficial do evento.

Começamos o dia com este convite especial para celebrar essa grande festa do empreendedorismo.

EDITORIAL: Semana começa reaquecendo o debate sobre o segundo turno da eleição

 personJoão Paulo Messer
access_time13/10/2026 - 08:00

A exatamente 12 dias de uma das eleições mais acirradas da história recente, o Brasil vive o ápice de um cenário em que o Judiciário se mostra profundamente politizado e a política se torna cada vez mais judicializada. As cortes eleitorais e os tribunais superiores viraram o centro das atenções, transformando cada controvérsia em disputa de liminares, enquanto o debate de propostas reais para o país é completamente sufocado.

A corda da polarização está esticada ao máximo, criando um ambiente sufocante de incertezas e de ruído constante. O modelo de propaganda adotado pelas campanhas escancara essa guerra tática e discursiva.

De um lado, Lula adota o tom de mobilização combativa nas redes ao falar em erguer um exército, uma marinha e uma aeronáutica virtuais no WhatsApp para furar o cerco judicial e garantir alcance direto aos eleitores.

Do outro lado, Flávio Bolsonaro trabalha nos bastidores e no horário eleitoral para desarmar narrativas da oposição, buscando convencer a opinião pública de que seu eventual governo não irá extinguir programas sociais ou ferramentas populares do cotidiano, como o PIX.

O jogo de poder se desenrola por meio de movimentos estratégicos e silenciosos, operando no tabuleiro político com manobras que tentam inclinar o eleitorado no detalhe.

Contudo, para quem observa o cenário do Sul do Brasil, a sensação predominante é a de um quadro eleitoral praticamente sacramentado na região.

É sob este clima de tensão-limite, em que a disputa jurídica substitui a política, que se inicia a penúltima e decisiva semana antes das urnas.

EDITORIAL: A esperança de milagre precisa ser substituída pela vigilância permanente

 personJoão Paulo Messer
access_time09/10/2026 - 07:30

Acabamos de ouvir a nova realidade do Brasil. Dura até o próximo dia 25, assim como a edição anterior e mais recente durou até domingo passado. Problemas todos resolvidos. Soluções encaminhadas. O tempo de propaganda eleitoral é o tempo de um sonho na madrugada. Quando o brasileiro acorda, os problemas continuam.
E, quando tudo isso acabar e o Brasil começar uma nova fase, a partir de janeiro do ano que vem, a obesidade moral continuará lá, exposta e incômoda, corroendo a saúde emocional e econômica do brasileiro.
Não existe Mounjaro para a crise moral. Nem Flávio nem Lula provocarão o milagre da escultura moral do Brasil. Seja quem for o vencedor, a gordura imoral só se cura com uma longa e tenebrosa dieta.
Não existe Mounjaro para a crise moral. Os problemas do Brasil estão muito além da Presidência da República. É verdade que o primeiro turno da eleição parece ter dado a esperança de que a moralidade passe a ser tratada como doença, não como um momentâneo mal-estar.
O primeiro turno é como aquele obeso que fez o diagnóstico médico, comprou os medicamentos de acompanhamento da nova fase e fez a sua inscrição, inclusive com a sua facial registrada na academia. Tudo pronto. Agora é só começar a nova fase do país. Resgatar o peso ideal. Resgatar a moralidade. Devolver aos brasileiros a segurança mínima para não sofrer um infarto fulminante.
Não existe Mounjaro para o Brasil. O remédio é bem mais duro e não se trata de alguma coisa que se compre na farmácia ou se adquira vindo do Paraguai.
Quando a eleição passar, os problemas ainda não estarão resolvidos, vença quem vencer.
Por isso, a nossa missão é vigilância o tempo todo. Cada dia de esperança perdida significará um dia a menos na luta pela recuperação da moral brasileira.

EDITORIAL: Entre o otimismo do mercado e as dores da produção

 personJoão Paulo Messer
access_time06/10/2026 - 06:50

As manchetes que estampam os portais de economia retratam um Brasil em duplo movimento, onde o entusiasmo dos números contrasta com a rotina do setor produtivo. O recorde histórico do Ibovespa e o recuo do dólar demonstram a rapidez com que os grandes capitais reagem aos novos desenhos do cenário eleitoral.

O mercado financeiro opera assim: projeta horizontes com agilidade. No entanto, a economia que bate à porta do cidadão e das empresas exige bem mais do que euforia em telas de negociação. Exige estabilidade, regras claras e previsibilidade para quem, de fato, gera riqueza.

A pauta legislativa no Senado, ao avançar sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, toca no coração da competitividade nacional. Reduzir a carga horária é um apelo social legítimo, mas não pode ocorrer à custa do sufocamento do setor produtivo ou sem um ganho real de produtividade.

Quando Brasília impõe novos custos sem contrapartidas claras, o resultado costuma ser o encarecimento da folha, a perda de competitividade das empresas regionais e a retração nas contratações formais.

Por outro lado, o país vê com otimismo as novas fronteiras energéticas na Margem Equatorial. A Petrobras demonstra a força da nossa engenharia e do potencial produtivo nacional, criando valor real para a sociedade.

Paralelamente, medidas de alívio, como o Desenrola 3.0 e o regramento das plataformas de apostas, tentam estancar feridas do endividamento doméstico. Mas o remédio definitivo para a renda não virá de paliativos ou do jogo. Virá do trabalho com segurança jurídica, responsabilidade fiscal e ambiente favorável a quem produz.

EDITORIAL: O Sul é o grande vencedor desta eleição

 personJoão Paulo Messer
access_time05/10/2026 - 10:20

De novo, não temos nome na majoritária. Isso era sabido. Mas o Sul tem sete deputados estaduais e sete deputados federais.

A campanha do Voto Pelo Sul funcionou e funcionou bem.

Nunca tivemos um resultado tão expressivo em se tratando de representação na Câmara dos Deputados. Nenhuma cidade jamais conseguiu a façanha que Criciúma, sozinha, alcança: ter sete deputados federais, de diferentes perfis e correntes ideológicas. Tem direita, tem esquerda, tem centro, tem agro e tem a ponderação de um dos políticos mais experientes do Estado.

Num Estado e numa região amplamente conservadores, de direita, foi feita barba, cabelo, bigode e sem careca, como definiu ontem o comentarista Upiara Boschi.

Flávio Bolsonaro chega na frente para o segundo turno, antes mesmo de receber os votos dos candidatos que dividiram a direita.

O Brasil abre horizonte para o cenário que deseja, busca e sonha, como alternativa para reverter o quadro de um país decadente na economia, na moral, nos costumes e naquilo que é básico a uma sociedade: a segurança na Justiça.

A eleição de ampla maioria de direita no Senado Federal traz a expectativa de que os absurdos do Supremo Tribunal Federal não sejam mais tolerados e de que os ministros que, até agora, vinham brincando de casinha na mãe Joana com a pátria Brasil tomem o caminho do que preconiza a Justiça ou é melhor ir arrumando as malas.

A resposta dada nas urnas, especialmente na metade sul do Brasil, parece ter deixado claro aos novos senadores que não há mais espaço para a inoperância dos que lá estão até então.

Está começando o que eu acredito ser o último movimento antes de uma revolução social.

As urnas nos deram luz àquela expressão: agora vai ou racha.

Editorial: Movimento Voto Pelo Sul destaca a eleição de representantes da região

 personJoão Paulo Messer
access_time05/10/2026 - 06:45

O movimento Voto Pelo Sul, abraçado por entidades lideradas pela Associação Empresarial de Criciúma (Acic), com o apoio de diversos parceiros, comemora os resultados das eleições.

Segundo os números apresentados pelo movimento, o Sul elegeu sete deputados federais, conquistando sete das 16 cadeiras de Santa Catarina na Câmara dos Deputados. Seria a maior representação já alcançada pela região. Dos sete eleitos, seis são de Criciúma.

Os deputados federais eleitos são Júlia Zanatta, Júlio Garcia, Giovana Mondardo, Geovânia de Sá, José Milton Scheffer, Ricardo Guidi e Daniel Freitas.

Para a Assembleia Legislativa, foram eleitos Clésio Salvaro, Guilherme Colombo, Jessé Lopes, Ulisses Gabriel, Pepê Colaço e Rodrigo Minotto.

O resultado é comemorado pelas entidades envolvidas no movimento como um avanço da representatividade política do Sul catarinense.

Editorial: Decisões de última hora ampliam a insegurança jurídica.

 personJoão Paulo Messer
access_time02/10/2026 - 08:00

Um episódio vergonhoso, patrocinado pelo Supremo Tribunal Federal, escancara a nossa trágica e profunda insegurança jurídica perante o próprio país.

Ao atropelar a lei, o ministro Gilmar Mendes determinou mudanças na última hora do derradeiro debate desta eleição, provocando o seu cancelamento. Não aconteceu o debate da Globo.

Já não é mais possível convivermos com essa instabilidade e com incertezas constantes. Como diz a música, isso aqui está virando a casa da mãe Joana, onde as regras do jogo são alteradas e rasgadas por quem deveria guardá-las.

Fica evidente para a nação que o Supremo já não respeita mais limites. Não há por que respeitar o Supremo.

Os togados, infelizmente, consideram-se deuses acima da lei, muito além do bom senso e de tudo aquilo que é minimamente razoável e admissível pelo povo brasileiro.

Mas o que mais lamento é observar que as grandes forças vivas do Brasil, que deveriam atuar como escudos da sociedade, estão hoje caladas e prostradas.

Instituições de peso, como o Conselho de Justiça, e digo que a própria OAB precisa gritar mais alto, e as confederações dos mais diversos setores estão, vergonhosamente, de braços cruzados diante de um grupo intocável.

O Brasil está se submetendo a quem zomba do brasileiro.

E zomba do brasileiro embolsando milhões de reais na cara dura, à luz do dia e de forma reiterada, sem qualquer tipo de pudor, com contratos, com tudo no papel.

O 8 de janeiro, por mais absurdo, irresponsável e patético que tenha sido, figura na nossa história recente como a única e triste reação brasileira.

Não é possível que a gente aceite, para sempre, sermos um inerte país de bananas.

Não é admissível que sejamos um país que tenha, em suas próprias bases, lideranças institucionais tão covardemente submissas, amedrontadas e passivas quanto as que hoje vemos sentadas e confortáveis no Senado Federal e nas mais altas representações.

Eles que deveriam, por juramento, lutar pela população.

A nossa indignação profunda é o último reduto de um povo completamente exausto, que assiste à democracia ser desfigurada e clama pela devolução do próprio país.

Editorial: O amanhã será melhor. É o que acredita a maioria dos brasileiros.

 personJoão Paulo Messer
access_time30/09/2026 - 08:10

As mais recentes pesquisas de opinião revelam um retrato intrigante da alma brasileira, segundo uma matéria do jornal Correio Braziliense. Embora as dores do presente continuem pesando sobre o orçamento das famílias, a curva das expectativas em relação ao amanhã aponta para uma vigorosa retomada do otimismo.

Curiosamente, essa esperança surge menos de uma crença nas estruturas políticas e mais de uma aposta pragmática na própria capacidade do cidadão de superar gargalos e reconstruir sua rotina.

O eleitorado demonstra amadurecimento ao enxergar com sobriedade as promessas de palanque, enquanto projeta dias melhores para a economia doméstica e para o horizonte do país. Há uma nítida demanda por responsabilidade fiscal, eficiência na gestão pública e segurança, pilares sem os quais qualquer projeção positiva se esfazela.

Esse ambiente desafia o próximo ciclo de governo a corresponder a uma população que não aceita mais diagnósticos superficiais, mas exige entregas concretas no combate à inflação e na melhoria dos serviços básicos. A mensagem captada pelos levantamentos é direta: o brasileiro deseja estabilidade para prosperar por conta própria e rejeita crises permanentes como método.

Cabe às lideranças compreender que essa confiança não é um cheque em branco, mas, sim, um voto de exigência por maturidade institucional e previsibilidade. O futuro do Brasil depende da capacidade de transformar essa esperança do povo em uma agenda real de desenvolvimento sustentável e justiça social.

Editorial: Em meio ao excesso de informação, a decisão continua nas mãos do eleitor

 personJoão Paulo Messer
access_time29/09/2026 - 08:00

O ato de votar é, por excelência, um exercício de soberania pessoal que não pode ser terceirizado. Conforme nos aproximamos do momento decisivo diante da urna, somos metralhados por uma tempestade constante de estímulos que tenta desviar o foco do que realmente importa.

As convicções do eleitor, frequentemente construídas ao longo de anos de observação e vivência, enfrentam um cerco sem precedentes de pressões externas e ruídos calculados.

Há muito tempo, o horário eleitoral gratuito deixou de ser um espaço confiável de apresentação de propostas, transformando-se em um espetáculo publicitário superficial. Paralelamente, o ecossistema de informações tornou-se tão complexo e polarizado que mesmo a imprensa tradicional, por vezes, mostra-se insuficiente para oferecer diagnósticos conclusivos.

Hoje, alcançar a clareza exige um esforço deliberado de acompanhamento contínuo. Afinal, vivemos uma dinâmica exaustiva em que a checagem é desmentida e o próprio desmentido passa a ser questionado, em uma espiral de contrainformações.

Diante desse cenário saturado, a filtragem rigorosa do que consumimos não é apenas uma recomendação de segurança, mas uma ferramenta de defesa da própria autonomia de pensamento. É fundamental proteger o julgamento individual contra os contágios emotivos das redes e o alarmismo passageiro, preservando a coerência com os próprios valores e princípios históricos.

Ainda assim, mesmo diante do ceticismo justificável com o processo informativo, uma certeza permanece inabalável: a centralidade absoluta do voto.

Reter o voto ou distanciar-se da urna por meio da abstenção não representa um protesto eficaz. Representa tão somente a abdicação do próprio poder. Ao renunciar à sua escolha, você autoriza terceiros a desenharem o futuro da sua comunidade e do seu país sem a sua participação.

Que a dúvida razoável sobre as fontes não se traduza em apatia democrática. Filtre os ruídos, valorize a sua trajetória e exerça com firmeza o seu direito nas urnas.

O seu voto é a sua voz principal.