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O prefeito de Criciúma adota tom moderado ao tratar dos momentos críticos do governo

comment Jornalismo access_time30/04/2026 - 08:00

Reportagem: Jornalismo

Depois de elevar o tom nas falas pelas redes sociais, o prefeito de Criciúma, Vaguinho Espíndola (Criciúma), alterou a forma de falar sobre questões polêmicas. Entre os assuntos estão a crise no bairro Pinheirinho e a anunciada greve na AFASC.

A mudança é salutar. Vaguinho não é do tom agressivo, como era o seu antecessor e padrinho político, Clésio Salvaro. E não se pode dizer que um está certo e o outro errado, apenas que se trata de estilo. Clésio tinha esta característica, Vaguinho tem outro perfil. Assim, quando Vaguinho tenta ser Clésio, erra. Aliás, foi isso que Vaguinho pediu quando foi escolhido para ser candidato a prefeito. Naquela ocasião, em uma reunião restrita, pediu que lhe fosse dado apenas um direito: o de ser ele mesmo.

Crise no Pinheirinho
Depois de ir às redes sociais em tom quase agressivo, reagiu diferente. Nas entrevistas desta quinta-feira (30), falou em "fazer e não falar", mas não deixou de emendar o recado de que ?tem que ter coco roxo?. Nesta quarta-feira, o prefeito esteve presente a uma abordagem de rua que fez a internação involuntária de três moradores de rua. Outras três internações foram voluntárias.

AFASC
Sobre a ameaça de greve dos professores da AFASC, onde Vaguinho também teve reação em tom mais elevado, disse agora que "o problema é do Sindicato". Reafirma apenas que vai exigir o cumprimento do contrato por parte da AFASC, mantendo o atendimento às crianças. Esta fala revela a estratégia jurídica, ou seja, a AFASC é uma contratada da prefeitura. E é neste contexto que está a discussão jurídica, pois, se não é de professores concursados, e sim de contratados, não existe enquadramento da lei do piso nacional do magistério.

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