Leitura de Domingo: CRIMINOSOS CAEM NA REDE
Texto de Willi Backes
Longe de ser uma exata, a política é uma ciência. Ciência que numa democracia plena é prática usual do cidadão.
A falta da maior interação das coisas e fatos relacionados à política, faz da mesma uma ciência ainda capenga, deficitária. Em estado de plena consciência, não seria necessário o voto obrigatório. Seria voluntário.
Recém no Brasil, devagar mas com consistência, o marasmo popular diminuído eleva o grau e tom quando do embate político e mesmo em tempos não eleitorais. E a razão é uma só. A todos ora é permitido argumentar e defender teses próprias e ou coletivas. O púlpito é a internet e suas redes ditas sociais.
Antes, tudo vinha enlatado como sendo oficial e certo. Hoje é possível acompanhar uma eleição municipal no “cafundó do Judas” com o mesmo nível de percepção quanto a uma eleição no quintal de casa. A eleição para a Presidência da República agora em efervescência, não deveria permitir erro quando do ato cívico eleitoral. Sabe-se e é público a vida e modo vivente de cada candidato. Nos detalhes e com comprovação.
Definitivamente não é ato de cidadania, apoiar, propagar e votar em candidato julgado, provado criminoso e enjaulado. Com agravante que o mesmo indique para o posto representativo, alguém com ficha de vida igual e que é cardápio completo na pratica criminosa. Não só esse caso, outros muitos são insustentáveis eticamente, moralmente e sem admissão cívica.
Mesmo sendo a política uma ciência, repito, não exata, é constrangedor e asqueroso verificar que multidões, felizmente possivelmente a minoria, desfralda bandeiras apenas em defesa de nomes, sem considerar e até ignorar as práticas passadas nada exemplares.
Persistir, insistir e teimar em se associar em ideias e atitudes a elementos desclassificados moralmente, é tanto quanto pecaminoso.
As ditas redes sociais, palco público e democrático, expõe cada um do jeito que é em pensamento e atitude. A máscara cai a cada “dedada” no teclado. O sujeito sai do anonimato e passa a ser ator. Evidentemente que no meio eletrônico transitam informações e repiques, coladas na denominação de “Fake News”. Procedimento racional é simples: ignorar ou melhor, deletar.
Felizmente as boas informações, com conteúdo probatório que subjugam a deslavada mentira, é comprovadamente superior.
Muito pior do que essas manifestações populares na rede social, não fundamentadas e coincidentes com a verdade, são aquelas notícias, matérias e colunas ardilosamente produzidas por redação profissional. Nem a preocupação de produzir conteúdo subliminar subsiste. Simples assim: quem defende o ilícito, é bandido igual, provavelmente por associação e ganho particular.
Enfim, a popularidade e o melhor uso da comunicação nas redes sociais, está remendando os rasgos que surripiaram parte dos sonhos modelados na Bandeira Nacional, a Ordem e o Progresso.
É o que penso.
Reportagem: Jornalismo / Rádio Eldorado
Mais notícias de Jornalismo
Prefeitura de Criciúma orienta empresas sobre mudanças nacionais que entrarão em vigor
Alterações envolvem nota fiscal de serviços e novo formato do CNPJ
Cocal do Sul mobiliza população para doação de sangue
Ação será realizada no dia 11 de agosto, na Unidade de Referência em Saúde
Prefeitura de Nova Veneza intensifica cronograma de prevenção ao El Niño
Município realiza a limpeza e a desobstrução de córregos, rios e bocas de lobo
Forquilhinha abre a Festa do Colono e do Motorista
Cobertura especial da Rádio Eldorado destaca a força da agricultura e do transporte no Sul catarinense.
Prefeitura de Criciúma intensifica cronograma de prevenção ao El Niño
Frentes de trabalho estão voltadas à limpeza de rios e bocas de lobo













