REMINISCÊNCIAS, PRESENTE E FUTURO
"Consultar o passado, sempre ajuda a entender o presente e propicia melhor programar e construir o futuro". Texto de Willi Backes, pensador colaborador da Rádio Eldorado
Sou remanescente dos infantis, juvenis e juniores que passearam e torpedearam nos anos 50 e 60 do século passado, no convívio interiorano. Lá naqueles tempos, nos ensinaram e aprendemos a respeitar e admirar figuras com simbologia respeitosa na comunidade: os próprios Pais, a (o) Professora, o Padre, o Delegado e o gerente do Banco do Brasil. Deles vinham os exemplos educacional, religioso, moral, cívico, cultural e econômico.
No Brasil varonil, quando estes valores passaram a sofrer ataques populistas, intencionalmente provocadores sugerindo conflito por consequência, nossos Pais ainda traumatizados com a recém finalizada segunda guerra mundial, subiram em árvores, atrelaram cavalos nas aranhas, foram para as portas das Igrejas, tomaram as calçadas, se aproximaram das rodovias, tudo por uma ideia só, aplaudir, incentivar e apoiar o movimento, pacífico, intervencionista das tropas do Exército Nacional. Não houve um disparo de mosquete sequer.
A Intervenção Militar de 1964 – 1985, reposicionou valores morais, cívicos, culturais e econômicos na Nação Brasileira e para tanto, foram fundamentais as atuações do Executivo, Legislativo e Judiciário em todas as instancias.
Temporariamente se restringiu e vigiou os malefícios, entretanto os autores, todos sobreviventes, se abasteceram de teorias contraproducentes no estrangeiro. Condescendente a Nação e a Intervenção os acolheu no retorno com amplo, total e irrestrito perdão.
Diz o ditado que “o pau que nasce torto, nem poda resolve, morre torto”. Sob a égide dos reconduzidos à vida pública nacional, gerou-se em 1988, nova Carta Constitucional, onde em cada parágrafo, adendo e interpretação mórbida, a palavra “direito” subjugava a denominação “deveres”. E em nome dos “direitos adquiridos” - como por exemplo o foro privilegiado e agrupamentos minoritários - em conluio com as cortes superiores da justiça e meios de comunicação associados, cometeu-se até agora, crimes lesa pátria em profusão.
Até a pouco, manifestações populares nas ruas, pediam em prosa e verso, nova intervenção militar. Sem tanques, cavalaria e armas, ela veio. Não só com apoio popular como antes, mas, com intervenção direta popular através das eleições, sob liderança e gestão de personalidades com formação militar, aquarteladas e na frente de batalha.
Novos e importantes horizontes para se restabelecer desenvolvimento econômico e social no Brasil estão sendo descortinados. Por bem ou no ombro-a-ombro, rapidamente ou no passo-a-passo. A bastilha à brasileira, caiu. Os Executivos e Legislativos em todas as partes foram reclassificados. O expurgo alcançou antigas e viciadas figuras, não poupou nem algumas promissoras representações.
Por ora, incólume restaram as cortes superiores da justiça. Nesse poder, ainda não se fez justiça, por razões que a razão desconhece. A panela ideológica nelas contidas, irá ferver com a pressão popular em fogo alto.
O Brasil marcha sob a batuta do Comandante Jair Messias Bolsonaro, com a missão de reconstruir e reconstituir o respeito a família (os Pais), respeito a opção religiosa (o Padre), a educação (a Professora), a Justiça (o Delegado) e a Economia e Contribuição Social (o Banco do Brasil).
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