FUTEBOL TRITURA PRESIDENTES
Texto de Willi Backes
Raros são os sobreviventes. Na Presidente de time/clube futebol amador, semi-amador, profissional ou clube-de-empresa, o destino é certo, ou seja: desprezo total pelo esporte pós-gestão ou, falência econômica pessoal e profissional ou, frequentador de clínica para recuperação psicológica ou, andarilho rancoroso em confinamento social.
Desconheço personagem que ao assumir a presidência de uma entidade com pratica esportiva, no caso o futebol, não tenha em mente conquistar, vencer, fazer boa figuração nas competições em que estiver inserido.
É público e notório que o futebol, do amador ao profissional em alto nível, não é autossustentável, notoriamente nas temporadas iniciais de um possível projeto elaborado. Como qualquer outro negócio, o futebol obrigatoriamente exige ideia do que e como fazer, tempo para implementação, conhecimento geral da atividade, das competições e do mercado, quem executará a gestão das coisas, quem serão os protagonistas praticantes, meios e formas das receitas, tamanho dos investimentos iniciais e conservadores, visibilidade da exposição, comunhão com os populares simpatizantes e consumidores.
Nadinha diferente se comparado a instalação de uma indústria cerâmica, uma confecção, um restaurante, um supermercado ou uma transportadora. Se o estabelecimento já é existente, não basta colocar comunicado de “Sob Nova Direção”. Tem que haver ideias e inovações, conhecimento de causa e acima de tudo, reserva financeira em bolso apropriado para atravessar e sobreviver aos invernos árticos e verões escaldantes.
A distância do pódio e o inferno astral, é uma linha tênue, sensível e dependente da competência, com muita sorte.
Não há projeto idealizado, certo e exequível do começo ao topo. Sempre haverá ajustes a fazer. E só reconhecerá tais necessidades se o gestor tiver simplicidade na modéstia, reconhecimento do alheio propositivo, equipe competente, equilibrada e motivada.
Infelizmente estes atributos são ausentes nas emocionadas e tresloucadas gestões nas presidências dos clubes para a pratica do futebol. Também por essa certeza, cada vez mais é possível testemunhar quantos são os andarilhos solitários a resmungar sempre o que é comum a todos: faltam recursos, críticas mediáticas e populares severas, ninguém me ama e, ninguém me quer.
A intensidade do fogo alto ou baixo na fritura de quem organiza e promove o futebol - amador e/ou profissional – depende do gestor que controla os botões do combustível. Autofagia.
Reportagem: Willi Backes
Mais notícias de Jornalismo
Desfile Cívico-Militar de 7 de setembro reunirá mais de 70 instituições na Rua da Gente, na próxima segunda-feira
Abertura da Semana da Pátria aconteceu nesta quarta-feira, dia 2, no Parque da Prefeitura
Morro da Fumaça cria novas oportunidades para microempreendedores prestarem serviços ao município
Programa utiliza a plataforma Contrata+Brasil para simplificar o acesso dos MEIs às oportunidades de prestação de serviços para a Prefeitura
Feira da Agricultura Familiar de Içara completa 10 anos fortalecendo produtores e aproximando o campo da população
Esse é um movimento que valoriza o agricultor e incentiva a produção no município
Rotativo de Criciúma passa por revisão de contrato
Diretor da DTT explica na Manhã Eldorado diferenças entre o número de vagas previsto na concessão e o sistema atual
Turismo leva o nome de Nicola Gava
Homenagem à memória de Nova Veneza














