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Opinião: Descoberta da Colônia

Texto por Willi Backes.

comment Jornalismo access_time25/08/2019 - 07:23

Estudos científicos afirmam que os primeiros habitantes do continente americano, já bípedes e denominados raça humana, foram nômades oriundos originalmente do continente africano, com passagem pelo continente europeu e mais recentemente, pelo Estreito de Bering, no Polo Norte. Fato ocorrido em uma das eras com maior degelo, décadas com calor acentuado.

A organização social ocidental autodenominada “civilização”, registra na história, que as terras abaixo da linha imaginária do Equador no planeta, que muitos ainda achavam que tinha formato quadrado, o Pindorama foi descoberto por navegador português, Pedro Álvares Cabral, errante da trajetória marítima planejada, tenha ocorrido em 22 de abril do ano de 1.500. É claro que as terras foram conquistadas e não possuíam donos que pudessem locar, arrendar ou vender.

RIQUEZAS DA COLÔNIA.

As correntes marítimas que trouxeram os navegadores para as beiras térreas inexploradas, logo revelaram aos exploradores, riquezas que na casa-mãe na espoliada Europa, já eram escassos. Como a rota programada era a Índia no endereço asiático, nada mais fácil do que chamar de Índios os residentes contatados na terra conquistada.

Pedras preciosas, com destaque para o ouro bruto, afloravam nos abundantes riachos e coleiras dos nativos errantes. Minerais de toda ordem. Tão importante quanto os minerais, abundavam espécies de árvores e frutas. Madeira foi e é o principal insumo durável e cultural para uso da humanidade desde o seu princípio conhecido.

REVOLTA DA COLÔNIA.

Os europeus portugueses, espanhóis, franceses, ingleses e holandeses, que dominavam as rotas marítimas, se julgavam donos das terras conquistadas, ribeirinhas do oceano atlântico. Riscavam linhas imaginárias, esquartejando mapa do mundo, este, com formato também imaginado. Reinados decidiam: essas terras são minhas, essas são tuas, essas são minhas, essas são tuas. Que o diga o Tratado de Tordesilhas.

A colonização em cada uma das terras conquistadas a ferro e fogo ou nos tratados espúrios, foi estabelecida com intuito de juntar riquezas para embarque para a matriz financiadora. E claro, a Igreja Católica, sócia do espólio, deslocou hábeis representantes para domesticar os povos rudimentares ocupantes transeuntes das áreas.

Em 7 de Setembro de 1822, o português D. Pedro I, literalmente de saco cheio com as riquezas exportadas através de milhares de transbordos, e, pressão fundamentada dos remanescentes e descendentes residentes, bradou do alto de uma mula selada na beira do Riacho do Ipiranga: Independência ou Morte. Foi-se Portugal, ficaram os costumes.

HERÂNÇA DA COLÔNIA.

Declarada a Independência do Brasil, foi preciso convidar e convocar àqueles que sem oportunidades na terra pátria, para trabalhar e fazer desenvolver o novo mundo. Vieram pro Brasil os Italianos, Alemães e Japoneses mais tarde. O Brasil, verde, amarelo e azul, alojou e oportunizou trabalho a milhões de mãos trabalhadoras.

Restou herança na pátria nova sistema cartorial feudal enraizado, intromissão governamental reinante em todas as instancias da sociedade, serventes em excesso na corte e representantes populares em profusão.

BRADO DE INDEPENDÊNCIA DA EX-COLÔNIA.

Aqueles que aqui fundearam e os que depois impulsionaram e moldaram a nação brasileira continuam por aqui. São eles o Brasil. Aqueles outros que perderam a fonte mantedora de riquezas alheias, hipócritas, arrogantes e ideologicamente criminosos nas intenções, perceberam só agora que o Brasil tem dono e gestão.

Se de caso pensado ou não, a verdade é ululante. O Presidente Jair Bolsonaro, comandante dos verdes-olivas e de todos os brasileiros de boa fé e responsabilidade cívica, bradou independência recolocando os “pingos nos is”, quando das manifestações em promoção das causas nacionais relacionadas ao meio ambiente, riquezas naturais, potencialidades econômicas e culturais.

O mundo civilizado percebeu de imediato as razões e contra razões das posições e atitudes do “curto e reto” Presidente Bolsonaro. Restam contrários criminosos ideologicamente descarrilhados.

AGOSTO DE 2019. HISTÓRICA E VERDADEIRA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL

Reportagem: Jornalismo Eldorado

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