Notícias em destaque

Urussanga amplia frota para secretarias da Saúde e da Educação

commentJornalismo access_time26/06/2026 19:30

Veículos reforçam atendimento à pacientes e otimizam distribuição de alimentação escolar

Arena Eldorado LayBack transmite segundo jogo do Brasil na Copa do Mundo 2026

commentEsporte access_time17/06/2026 17:35

Espaço volta a receber os torcedores para mais uma grande festa nesta sexta-feira (19)

Criciúma recebe Conferência Regional de Vereadores Mirins

commentCriciúma EC access_time23/06/2026 17:15

Evento é organizado pela Câmara de Vereadores do município

Opinião: É coisa da China, força reversa

Texto de Willi Backes

comment Jornalismo access_time14/04/2020 - 08:20

Entre os anos de 1958 a 1962, quando a China tinha população estimada em 668 milhões de habitantes, devido aos extremos da seca e de muitas chuvas, o país passou por anos terríveis devido a fome, período em que a maioria de sua população vivia no campo.
O regime comunista, capitalista de seus mandatários, produziram dois programas específicos. Em primeiro lugar, determinou que as famílias dali pra frente tivessem apenas um filho, a partir do segundo, o agrupamento familiar sofreria sanções do Estado ditatorial. Hoje é fácil perceber que o programa de controle de natalidade não funcionou no todo. Até 2019, a população mais do que dobrou. São mais de 1,4 bilhão de chineses, só na China.
A segunda medida, essa atingiu toda a humanidade. A China investiu em moradias – foram construídas cidades inteiras – para alojar milhões nas novas áreas urbanas. Seguindo o plano, a China ofereceu ao mundo milhões de trabalhadores para mão-de-obra barata, sem custos sociais e brigas sindicais. Para o povo Chinês que estava morrendo de fome, receber uma casa e poder se alimentar regularmente, foi um enorme ganho.
A China quebrou patentes de produtos de todo o planeta e passou a multiplicar a fabricação. E mais, atraídas pelos ganhos da fartura da mão-de-obra barata, industrias e laboratórios do mundo todo passaram suas unidades industriais para a China. Foi assim com a indústria automobilística, eletroeletrônicos, medicamentos, equipamentos, vestuário e muitos mais. Por citar o vestuário, a indústria do vestuário e confecções no Brasil foi arrasada pela China. Sobraram os teimosos.
A crise mundial provocada pelo vírus chinês escancarou dependências técnicas e produtivas em vários dos setores concentrados por lá. Em decorrência, muitas indústrias voltarão para casa de origem. A etiqueta “Made In China” voltará a despertar desconfianças, como já foi em passado recente.
Quando o Presidente Bolsonaro disse em alto e bom som que “O Brasil não será vendido para a China, mas, queremos vender para a China”, não foi entendido por aqueles que de todas as formas não querem entender.
A China já comprou boa parte do território do continente Africano. Precisa produzir para comer. Por enquanto e ainda por muitas décadas, a China estará dependente da produção de alimentos da agricultura e pecuária brasileira, na proporção crescente de sua população e dependência produtiva.

Reportagem: Redação Eldorado

content_copyAssuntos relacionados

Mais notícias de Jornalismo

Urussanga amplia frota para secretarias da Saúde e da Educação

commentJornalismo access_time26/06/2026 19:30

Veículos reforçam atendimento à pacientes e otimizam distribuição de alimentação escolar

CAPAG A+: Criciúma alcança melhor avaliação do Tesouro Nacional

commentJornalismo access_time26/06/2026 19:00

Resultado confirma evolução da gestão financeira e contábil do município

Imersão em Inteligência Artificial é realizada em Criciúma

commentJornalismo access_time26/06/2026 18:30

Iniciativa é promovida pelo programa SCTEC

Programa de acolhimento à mulher é inaugurado em Cocal do Sul

commentJornalismo access_time26/06/2026 18:00

Serviço funciona junto ao Museu Municipal Venícios Burigo

AgroPonte tem inscrições abertas para apresentações culturais

commentJornalismo access_time26/06/2026 17:30

Programação artística é uma das novidades da feira