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Rua Coberta de Criciúma recebe ação de limpeza e conservação

commentJornalismo access_time03/09/2026 20:00

Iniciativa da Prefeitura foi realizada nesta quinta-feira (03)

Içara: inscrições abertas para o Campeonato Municipal de Futsal

commentEsporte access_time02/09/2026 21:30

A competição terá início no mês de setembro

Tigre pega o Fortaleza em casa neste domingo

commentCriciúma EC access_time22/08/2026 11:31

Sete pontos separam o Criciúma do seu adversário

Coluna de Segunda-feira

access_time20/11/2017 - 00:08

O teorema de Júlio Garcia
A fórmula base de cálculo do teorema de Júlio Garcia é (1+1+1=X). O resultado desta equação não é exata e consequentemente não é “3”. É mais, jamais pode ser menos. Neste caso a ordem dos fatores altera sim o produto. Político faz muita conta e embora na matéria deles tudo haja lógica, ao eleitor comum tudo pode parecer ilógico. Traduzindo a equação: para ganhar a eleição de governador em Santa Catarina necessita de três grandes partidos (1+1+1). Esta soma, porém, não será “3” porque inevitavelmente outras siglas, que só contam tempo de televisão em troca de espaço no governo, são atraídas por gravidade. Por isso uma “tríplice" nunca tem só três partidos, logo: “tríplice” é igual (=) a “poli”.
(1+1+1+1=3)

Fatores na ordem
Contrariando o axioma matemático de que a ordem dos fatores não altera o produto, no teorema de Júlio os valores dos fatores, leiam-se as siglas, são decisivos. A fórmula original mais provável é: (PMDB+PSD+X=Tríplice). Para o cálculo do gabarito de Júlio o “X” corresponde a PSDB.

Traduzindo
Como Júlio Garcia não é Pitágoras, nem o leitor quer quebrar a cabeça numa segunda-feira – quando, aliás, deveria ser proibido ter aula de matemática - vamos dar letras aos algarismos. Ora, é simples. Na cabeça do articulador está a consciência de que para garantir vitória na eleição precisa formar a tríplice aliança e que se PSD e PMDB estão alinhados, o PSDB é quem não só completa a fórmula ideal, como subtrai da oposição o elemento chave.

Assim...
Na primeira eleição sem Luiz Henrique da Silveira a herança, do poder e da habilidade de construção de fórmulas de cálculos de difícil equação, parece ser do ex-deputado e conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Estado, Júlio Garcia.

Outra
Existe outra tese, esta que substituindo o PMDB pelo PSDB na cabeça de chapa e neste caso acresce o PP na fórmula. Tudo indica que PP ou PMDB, um deles ficará isolado no processo. Neste caso o articulador também seria o mesmo. Por este último detalhe, e outros tão ou mais relevantes, a tese é pouco provável. Só quem pode alimentá-la é Mauro Mariani, senão aceitar deixar a vaga.

Vaga ao quadrado (1²)
Já a matéria é matemática, estaria em construção outra forma. É a de elevar uma das vagas a valer por duas, isto é: (1²). Assim eleger-se-ia Raimundo Colombo para o Senado colocando Paulinho Bornhausen como seu primeiro suplente. Empossado, Colombo seria guinado pela presidência da república a embaixador e Bornhausen assumiria o Senado.

Já veio
Da última vez que o Secretário de Estado da Articulação Nacional, Acélio Casagrande trouxe alguém do Ministério da Saúde à Criciúma, garantiu verba de R$ 1,2 milhão, dinheiro imediatamente liberado para o Hospital Materno Infantil Santa Catarina. E olha que quem veio foi um assessor do gabinete do Ministro.

Virá
Sexta-feira, depois de visitar as obras de ampliação do Hospital São José, Acélio Casagrande constatou que é possível convidar o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, para a inauguração de parte da ala de novos leitos do SUS. Isso deve ocorrer na metade de dezembro. E observe que é inauguração de parte da ala. Ocorre que o restante só será inaugurado em 2018, mas ai o Ministro já pode ser outro.

Segunda opinião
A primeira interpretação da sociedade à notícia de que o Governo Federal mandou congelar a abertura de novos cursos de medicina por cinco anos é de que funcionou o corporativismo do jaleco branco e que cada vez será mais difícil acha médico em posto de saúde e que os procedimentos que salvam vidas ficarão mais caros. De outro lado há de se enxergar que as faculdades, novas ou antigas, andam capengando nas finanças e que a estruturação de novos cursos nesta área seria um risco ao cidadão, pois tende serem cursos mais pobres, logo, menos aparelhados seja em laboratórios ou intelectualmente falando. Se bem que a população parece ter ficado satisfeita com os médicos cubanos.

HOMENAGEM Sábado à noite, durante encerramento do encontro estadual dos Despachantes em Criciúma, além da palestra do governador Raimundo Colombo, destaque para a homenagem recebida pelo deputado federal Ronaldo Benedet.

ANTIGO Verdadeira idolatria que os Despachantes do Estado tem para com o deputado Ronaldo Benedet vem dos tempos em que ele era Secretário de Estado da Segurança, por sete anos. Foi quando o setor melhor andou e desburocratizou.

TRIBUTO Criciúma já tem definido o percentual de ISS cobrado sobre o serviço de Netflix, Spotify: três por cento. Na coluna de sábado tratei do assunto mostrando o quando novas fontes de ISS e maior fiscalização levará o município a incrementar faturamento de R$ 10 milhões nesta rubrica, em 2018.

DIVERGÊNCIA Divergem ou usam estratégias diferentes. O prefeito Clésio Salvaro se diz preocupado porque ainda não tem o dinheiro para o 13º salário dos servidores. Já o Secretário de Fazenda, Robson Gutuzzo, fala que salários de novembro, dezembro, 13º salário e até férias e indenizações de ACTs estão guardados.

EXAGEROU Quando da visita do ex-senador Pedro Simon à Tubarão, sexta-feira da semana passada, o vice-governador Eduardo Moreira rasgou elogios para o líder “emedebista”. Alguns acharam que ele exagerou quando ao citar os maiores nomes da história do partido incluiu Cacildo Maldaner.

NO VOTO Nesta semana o ambiente acadêmico da Unesc esquenta por conta de mais uma eleição. Agora é o Centro Acadêmico de Direito. São dois candidatos, um deles nada menos que o suplente de vereador do município Marcos Meller (PSDB). O adversário é Gustavo Cypriano, filho do peemedebista Enaldo dos Santos.

DE RELHO O deputado Luiz Fernando Cardoso Vampiro parece mesmo disposto a dar de relho nas eleições do ano que vem. Está montando um time de pesos pesados em termos de cabos eleitorais. São todos nomes disputadíssimos em tempos de fazer voto. A última adesão é de Lauro Pirolla, que ficou conhecido como o “o homem do relho”.

RESTA UM De olho no que restará ao PT para construir aliança em 2018, há petistas falando em coligar com o PP e ter Esperidião Amin candidato ao governo e o petista Décio Lima de vice. NO sul os progressistas dizem que Amin só aceitará isso se além dos cabelos, perdeu também o juízo.

FRASE DO DIA
“É hora de Brasília seguir o exemplo de honra e trabalho de homens públicos como Pedro Simon, Luiz Henrique e Cassildo Maldaner, entre outros. Só assim o brasileiro vai voltar a ter orgulho de seu país”.
Eduardo Moreira, em Tubarão, na última sexta-feira, durante visita do peemedebista ex-senador Pedro Simon.


Estratégias do Republicanos

 personJoão Paulo Messer
access_time11/08/2025 - 11:11

A construção de candidaturas cada vez mais exige laços bem amarrados e com representação de grupos fortes. Para a eleição parlamentar de 2026 o Partido Republicanos está oferecendo uma base para incorporar um projeto da FABSUL (Federação de Autoregulação e Benefícios de Santa Catarina. Em nome deles está lançado a dobradinha José Roberto Costa para candidato a deputado federal e Jefereson Monteiro para deputado estadual.
A entidade conta hoje com mais de 100 associações, 700 mil usuários, seis mil colaboradores e uma forte articulação a que se associam escritórios, serviços de guinchos, funilarias entre outros.

Tanto a entidade percebe a necessidade de ter representação parlamentar que por ocasião da aprovação da lei que regulamenta o serviço conto com a colaboração do deputado federal Vinicius Raposo de Carvalho, eleito por São Paulo.

PT terá chapa única em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time14/05/2025 - 11:34

O PT dos trabalhadores terá cinco candidatos à presidência da sigla no âmbito nacional, quatro no âmbito estadual e apenas um em Criciúma. O consenso da eleição do partido na principal cidade do Sul surgiu após algumas conversas. Forças partidárias tradicionais sentaram à mesa para chegar ao consenso. O candidato a presidente será José Paulo Serafim que terá Júlio Bitencourt como vice.

No título a aparente redundância de consenso e chapa única fala por si só sobre como as coisas foram trabalhadas após alguns momentos de insatisfação de grupos do partido com o que ocorreu em tempos recentes.

As eleições do PT ocorreram de forma vertical no dia 6 de julho.

Em Santa Catarina estão disputando a deputada Luciane Carminatti, o deputado Fabiano da Luz e o deputado Padre Pedro Baldessera além do vereador da capital Bruno Zilioto.

No âmbito nacional os candidatos são: Rui Falcão, Edinho Silva, Romênio Pereira, Valter Pomar e Washigton Quaquá.

Entenda os movimentos do MDB

 personJoão Paulo Messer
access_time28/04/2025 - 14:16

Não foi apenas na festa de aniversário do vereador Marcos Machado (Criciúma), comemorado recentemente, que os velhos cardeais do MDB compareceram em massa. No último domingo (27) eles voltaram a atender um convite do vereador e sentaram para discutir o partido. Eduardo Moreira e Paulo Meller viajaram de Florianópolis para Criciúma, enquanto Ronaldo Benedet abriu as portas de sua casa para recebê-los.
Machado disse na rádio Eldorado que está buscando sabedoria. Para quem sabe sobre como o MDB andou recentemente, um dos recados era de que a sigla precisava se renovar e os antigos tinham que dar espaço. Teoricamente por conta disso Moreira, Meller e Benedet sairam de cena, assim como alguns outros. O MDB afundou.
Do outro lado há os que dizem que o MDB foi esquecido por Moreira que residia em Florianópolis e por conta disso abandonou a área. Benedet recolheu-se ao escritório de advocacia e com Meller, na última eleição de vereador apoiou outro nome que não Marcos Machado. Aliás,. este foi considerado por alguns emedebistas traidor por ter saído da base emedebista de Criciúma para apoiar o deputado estadual Volnei Weber.
Alguns outros eram esperados como portagonistas do MDB, caso do agora deputado federal Luiz Fernando Cardoso Vampiro, Rodrigo Ganso e o próprio Paulo Ferrarezi. A renovação puxada por eles deu em nada.
Então aquela tese de que o MDB estava desgastado e exatamente meio que escondeu Moreira, Meller e Benedet foi se consolidando e ganhando corpo até mesmo fora das falas emedebistas. A cidade começou a comprar essa ideia.
Neste cenário Marcos Machado, que para muitos é considerado falastrão prepotente, tem
feito os discursos à moda antiga com recheio de novidades para resgatar os emedebistas. Ele jura que está considerando isso. A festa de aniversário em que reuniu ofertas de líderes emedebistas foi um destes exemplos. A reunião do último domingo à noite é outro exemplo.
Em resumo, sobre a reunião, Marcos Machado diz que está ouvindo os cardeais emedebistas para reconstruir o partido que já foi o mais forte em Criciúma. Ao seu estilo parece conseguir, embora haja uma ala já incomodada por este estilo. Trata-se da ala que vinha com a missão de agitar o MDB. As cenas dos próximos capítulos devem ser diárias.

Bancada estadual foi mais agial que a federal

 personJoão Paulo Messer
access_time12/04/2025 - 16:16

Morro dos Cavalos: porque a bancada estadual foi melhor que a federal
12 de abril de 2025 | Sábado 14h11
Se parece estranho para alguns, não vejo nada disso no fato de a bancada estadual do Sul, de deputados, ter sido mais ágil e eficiente do que a federal em se tratar de ações em favor da solução ao problema do Morro dos Cavalos. Há várias razões para isso.
A primeira justificativa é a união dos parlamentares da região. São sete (Júlio Garcia-PSD, Tiago Zilli-MDB, José Milton Scheffer-PP, Rodrigo Minotto-PDT, Jessé Lopes-PL, Volnei Weber-MDB e Pepê Colaço-PP). Diferente dos federais (Júlia Zanatta-PL, Daniel Freitas-PL, Ricardo Guidi-PL, Geovânia de Sá-PSDB e Luiz Fernando Cardoso Vampiro-MDB), os estaduais enviaram fácil e rápido à mesma mesa. Se o estadual tem mais membros de siglas de portas abertas no Governo Federal, o federal tem maioria de oposição.
Não é demérito nem razão para minorar a bancada federal nesta luta pela solução à BR-101, pelo contrário. Devemos lembrar que foi por melhorias de Vampiro o ajuste alternativo do túnel com um contorno ao Morro dos cavalos e da deputada federal Geovânia de Sá uma luta incessante com reuniões e presença em todos os movimentos feitos antes mesmo dela ser oficializada dona de cadeira na Câmara Federal, ou seja, quando era suplente não poupou movimentos. Se há ressaltarva a ser feita poderia dizer que a bancada do PL poderia ter obtido melhores resultados quando Jair Bolsonaro era presidente da república.
Voltando à mobilização dos deputados estaduais da bancada do Sul em favor da solução ao Morro dos Cavalos, devemos lembrar que a capacidade de unidade que o deputado Júlio Garcia tem para reunir à mesma mesa os deputados é a melhor que se conhece. Outro fato é que o MDB é quem tem hoje o Ministério dos Transportes.
Como a bancada federal tem suas limitações, o governador Jorginho Mello sabidamente não é persona de boa relação no Governo Federal nada mais justo de que os deputados estaduais e da bancada do Sul façam o movimento com melhores chances de resultados para que seja dada solução ao problema do Morro dos Cavalos.

Nomeação do barulho

 personJoão Paulo Messer
access_time19/01/2025 - 00:34

A nomeação da esposa Cleusa Cavassini em carga de confiança e o primeiro escalonamento agitou bastidores da política em Forquilhinha, nesta semana. Nada de ilegal no ato, mas alimento à oposição que se mostrou desarticulada na eleição
Cleo, como o prefeito a chama, assumirá a Secretaria de Ação Social do município de Forquilhinha. Isso já foi para ter acontecido no primeiro mandato, mas provavelmente por conta do risco político isso não foi feito. Neguinho é categórico e responde, que se é carga de confiança em ninguém mais ele confia que na esposa, a quem conhece as preocupações na área social.
Mesmo que seja legal e que não tenha sucesso qualquer questionamento jurídico, que pode contar com esta legalidade, deve ocorrer, barulho político existente. Os últimos índices de aprovação de Neguinho, corroborados com os números da eleição, não devem trazer maior preocupação ao prefeito

PREVISÕES, CHUTÔMETROS PARA 2025.

 personJoão Paulo Messer
access_time05/01/2025 - 13:34

PREVISÕES, CHUTÔMETROS PARA 2025.

Texto – Willi Backes.

Se a IA (inteligência artificial) fosse acionada para formular previsões para o ano de 2025, com temas relacionados a política, economia, social e desporto de nossa vila, aldeia, estado e país, o que ela relataria?

A IA que não é inteligência e nem artificial, mas, um poderoso leitor e sintetizador das memórias inseridas na memória eletrônica da computação. Entretanto, seria curioso ler o que a “máquina” tem a nos relatar e prever para o futuro próximo.

Entre os bípedes que falam, é comum o desejo expressado individualmente ou grupal, em tom emocionado: “tenha em 2025 um ano repleto de realizações”, “saúde e paz hoje e para sempre”, “desejo que 2025 seja muito melhor do que 2024”, etecetera.

No intimo de cada um, restam desejos e previsões, alguns pensamentos pessimistas e outros otimistas.

CRICIÚMA E O SUL CATARINENSE.

A representação política do sul catarinense poucas vezes esteve tão destacada. São 8 Deputados Estaduais e 4 Deputados Federais. A presidência da ALESC está novamente com um conterrâneo do sul. No âmago da gestão do Governo do Estado, estão presentes representantes sulistas.

O eleito prefeito Wagner Espindola e vice Salésio Lima sucedem na cidade de Criciúma gestão extremamente aprovada e reconhecida do agora Ex-Prefeito Clésio Salvaro. A palavra lema mais citada é “Continuidade”. Fazer igual ou semelhante já é uma tarefa herculana. O que ficou de herança técnica, funcional, econômica e institucional faz antever sequência segura de importantes avanços na implantação de novos e inovadores projetos e empreendimentos para a comunidade. Parte significativa dos que agora estão na gestão já lá se encontravam anteriormente. O novo comandante é mais suave na política e tem no conhecimento técnico-administrativo fator relevante, intenso. Depois de muitas temporadas, Criciúma terá novamente uma Secretaria Municipal com atividades relacionadas à indústria, comércio e afins. O desenvolvimento dos segmentos econômicos depende de si próprios e dos mercados consumidores. A gestão pública auxilia na infraestrutura comum, meio ambiente com política adequada e no mais, se não atrapalhar ajuda muito.

E o Criciúma Esporte Clube, de importância relevante institucional e promocional para toda a região sul e Estado de Santa Catarina, o quê prever e imaginar para seu futuro? Seriam necessários seminários, pesquisas e debates técnicos aprofundados para poder desenhar caminho próximo e futuro. O que não é prudente é continuar o atual estado das coisas. A vontade intrínseca do indivíduo não pode ser maior e desconhecidos do que os interesses do coletivo ou ao menos da maioria.

Mesmo sendo o Criciúma EC grande, o maior em Santa Catarina, cambaleia no cenário nacional, mais pra baixo do que pra cima. Se a pretensão for permanência durável entre os maiores, necessariamente, deve chegar ao Clube a profissionalização da gestão, hoje denominada SAF Sociedade Anônima do Futebol – que de anônima não tem nada. A Lei 14.19372021, de 6 de agosto de 2021, permite que as Associações Civis Sem Fins Lucrativos – que é o caso do Criciúma EC - sejam transformadas em Entidade Empresarial. Na informalidade e formalidade contratual, o Criciúma EC já foi uma SAF com a inserção e efetiva participação de empresários como Realdo Guglielmi/Empresas Guglielmi, Aristorides Stadler/Eliane, Jorge Zanatta/Canguru, Dilor Freitas/Cecrisa, Antenor e Arnaldo Angeloni e Jaime DalFarra/Resicolor.

Historicamente, no Brasil, uma das mais bem sucedidas gestões no futebol – hoje denominadas de SAF – foi a do Esporte Clube METROPOL, de Criciúma, nos anos 50/60, sob a liderança das famílias Freitas & Guglielmi.

A SEMPRE BELA E SANTA CATARINA.

A gente do Estado de Santa Catarina construiu história econômica, social e cultural que permite reconhecer “autonomia no voo” para presente e futuro com insistente prosperidade. Os ocupantes temporários da Casa da Agronômica sempre foram participantes animadores do progresso dos catarinenses. O que não poderiam fazer, procuraram não atrapalhar. Dentre os muitos segmentos econômicos empreendidos em Santa Catarina, a cadeia industrial, comercial e de serviços relacionados ao turismo de negócios, religioso e de lazer, e, principalmente, a produção na agricultura e pecuária, no agronegócio responsável por 30% do PIB, recomendam que o Estado esteja ainda mais presente, como incentivador e apoiador.

BRASIL FEZ QUE FOI, NÃO FOI E ACABA SE FONDO.

Janeiro de 2025. É evidente que o Brasil ainda não “fechou a tramela” das eleições de 2022 e já está na disputa retórica das eleições de 2026. No meio, em 2024, as eleições municipais foram sinalização reluzente do que pode vir a se repetir em futuro próximo. Salve!!!

Ultrapassados os dois primeiros anos da atual presidência e correlatos, a pauta atual e próximas serão os processos de destituição de agentes públicos, do executivo, do legislativo e do judiciário. Desesperança aumenta e vem da análise dos possíveis substitutos.

Atos ditatoriais tem prazo de validade. O elástico trançado pela prepotência, ganância e imoralidade já foi a muito corrompido. O Brasil sobreviverá aos trancos-e-barrancos, apenas não é possível prever em que estado econômico, político e social chegará desmoralizado no final de 2026.

A vida é feita de atos, fatos e também de esperança. A bonança a partir de 2026/2027 só será alcançada se os votantes delegarem poder a ungidos com absoluta credibilidade. Esses poderão e deverão expurgar e higienizar os ambientes decisórios da República Democrática, ora cambaleante, quase padecida.

O que acontece no Criciúma é comum na política e qualquer outra área

 personJoão Paulo Messer
access_time05/01/2025 - 11:34

Vilmar Guedes renunciou porque antes dele o também presidente Anselmo Freitas renunciou, todos com o livre arbítrio e com suas razões que nunca são simples, sempre fortes razões. Sucede-se então uma nova posse do seguinte na hierarquia estatutária, Alexandre Farias, que também renuncia por isso abre vaga para o terceiro da linha sucessõria, Valter Minotto assumir.
Anselmo teve porblemas de saúde, Guedes porque sentiu-se ameaçado inclusive com riscos à sua integridade física, sem contar a psicológica. Alexandre Farias tem outros interesses pessoais e renunciaria em março para assumir a Confederação Brasileira de Tênis, prestes a ir à uma Olimpiada.
Na visão do torcedor, apaixonado por isso ohando com o coração, renúncias que permeiam o campo da covardia ou algo mais taxado por anáslises feitas sem olhar da obviedade ou do racional.
Minotto assume porque o grupo que conserva o Criciúma desde a muito tempo, em bons e nem tão bons momentos, tem por si que não pode entregar a um grupo que tem seus interesses, óbvio também bem intencionados, no comando da agremiação. Nada de imoral se olharmos sob o aspecto da lógica. Quem entrega para quem pensa diferente o poder de um clube que vem bem e sob o olhar destes atuais comandantes ainda melhor. O que o grupo que está fazendo no Criciúma é sob o seu olhar a preservação do clube.
Óbvio que o grupo que pretende pegá-lo vê que o que fora feito até o momento tem coisas que precisam ser mudadas e por isso deseja o poder. Perfeitamente compreensível. Quem de sã consciência acha que está errado e que o outro está certo?
É assim na vida pessoal ou coletiva, quando alguém ou alguns lideram um processo resistirão para entregar para quem diverge de quem pode sucede-lo tanto quando os que pretendem suceder pensam que é hora de fazer isso.
Todos tem a sua razão, pois o poder é exercido da melhor forma que alguém pode imaginar. Por isso um prefeito, governador ou presidente da república luta para fazer o seu sucessor. Por isso que uma diretoria de qualquer entidade trabalha para manter o projeto em andamento assim como ninguem em sua empresa ou casa entrega a liderança simplesmente porque existe uma outra proposta.
Covardes são os que abrem mão das suas possibilidades de liderar o que lideram, de manter-se a frente do que estão sem possibiidades legais existem.
O que não pode haver são golpes e golpes só ocorrem quando as regras subscritas por todos tiverem que ser ultrajadas.

Delegado, prefeito e no futuro deputado estadual

 personJoão Paulo Messer
access_time25/12/2024 - 00:34

Após bater o recorde como delegado regional de Polícia na AMREC, onde passou de sete anos e outros oito anos como prefeito de Orleans, Jorge Koch começa a pavimentar no dia 1 de janeiro de 2025 a sua pré-candidatura a deputado estadual. Pretende ser o representante do MDB na região da AMUREL, que hoje tem nesta vaga o deputado Volnei Weber. Que já anunciou não pretender mais ser candidato.
É com este discurso que Jorge Koch tem conversado sobre o seu futuro. Foi o caso de um encontro que teve com ele neste sábado em Pindotiba, interior de Orleans. Detalhe: não conseguiu fazer o seu sucessor, mas visivelmente apupado meus moradores da localidade ouve apelos frequentes para que volte à política. É neste momento que ele apoiará pronto o plano para o deputado estadual.

Indicação de Tiago Fabris um acerto do futuro governo

 personJoão Paulo Messer
access_time20/12/2024 - 14:16

A indicação do professor e empresário Tiago Fabris à Secretaria de Industria, Comércio e Serviço do município de Criciúma a partir de janeiro foi um grande acerto de Vaguinho e Salésio. Bastaria justificar a minha leitura dizendo que por um logo tempo, e por indicação do meu atual comentarista de economia Tiago, era o Fabris que eu busquei. Os compromissos o impediam, mas agora o cargo é bem maior e as construções foram mais hábeis.
Liberado pela universidade e com o desejo de fazer pelo município fizeram-no aceitar o desafio.
Durante entrevista ao Programa João Paulo Messer antecipou algumas medidas que precisa adotar como a captação de recursos, incremento na inovação e tecnologia e parceria com o programa CRIO da Unesc, busca de novos investimentos de todas as áreas e verificação nas políticas de atendimento às empresas já instaladas.
A rigor tudo o que ele tráz é o que estava no mapa da atual administração que tem o prefeito Clésio Salvaro a frente e o próprio futuro prefeito Vaguinho como um dos construtores destes objetivos.

Natal e 2025 chegando

 personJoão Paulo Messer
access_time17/12/2024 - 00:34

O ano está chegando ao fim, e com ele vêm as reflexões sobre tudo o que fizemos, conquistamos e deixamos de realizar. Talvez algumas metas não tenham sido alcançadas, mas lembre-se: o importante não é a velocidade, e sim a persistência em perseguir nossos sonhos. Cada passo, por menor que pareça, é um avanço na direção certa. Os desafios deste ano não definem quem somos, mas sim a forma como escolhemos superá-los.

O Natal chega como um momento de pausa e renovação. É tempo de olhar para dentro, resgatar a fé, o amor e a esperança. Longe das correrias do dia a dia, é hora de reencontrar o verdadeiro espírito natalino — aquele que aquece os corações e nos faz enxergar o valor da família, dos amigos e de cada pequeno detalhe que dá sentido à vida. Deixe que o espírito de paz e gratidão transforme seu coração e traga inspiração para um novo começo.

Assim como o Natal nos lembra que é possível recomeçar, a vida também é feita de mudanças. E, em 2024, a Rádio Eldorado mudou para melhor, trazendo mais conteúdo, qualidade e proximidade com você. Mudanças fazem parte do crescimento, e aprendemos a nos adaptar a elas, buscando sempre evoluir, ser melhores e mais fortes a cada dia.

Que o encerramento deste ciclo seja um lembrete: as mudanças sempre existirão, mas cabe a nós enxergá-las como oportunidades. Que 2024 traga ainda mais realizações e que você nunca perca a fé em seus objetivos. O caminho pode ser longo, mas os sonhos permanecem vivos. Siga em frente, com coragem e confiança, porque o melhor ainda está por vir.

Por Willi Backes: CRICIÚMA EC, AUTOSSUFICIÊNCIA CONDENOU

 personJoão Paulo Messer
access_time16/12/2024 - 14:16

Texto – Willi Backes.

Moacir Fernandes, Ex-Presidente do Criciúma EC, afirmou reiteradas vezes quando das conquistas ou rebaixamentos do clube que presidia, que a Série B do Campeonato Brasileiro era “local” em que o Tigre deveria estar atuando. Segundo ele, a cidade de Criciúma não comportava e não poderia responder aos enormes investimentos econômicos decorrentes das exigências da Serie A do Campeonato Brasileiro de Futebol.

Há controvérsias. Aos fatos.

Santa Catarina nos períodos de 1989 a 1992, de 1998 a 2001 e agora em 2025, não teve e não terá representante na Série A do Brasileirão. Em contrapartida em 2014 teve três representantes (Criciúma/rebaixado, Chapecoense e Figueirense), em 2015 incrivelmente teve quatro clubes na Série A (Joinville, Figueirense, Chapecoense e Avaí).

Evidentemente que o tamanho populacional e econômico de uma cidade/região ajuda e muito para viabilidade da organização de um clube com atividades desportivas. Mas não basta. Primordialmente o que encaminha para o sucesso da entidade popular é a consistência do projeto esportivo e quem vai executá-lo.

2023 – ANO DOURADO DO CRICIÚMA EC.

No ano de 2023, o Criciúma EC iniciou a temporada sendo Campeão do Campeonato Catarinense de Futebol, mais, na 3ª posição na Série B subiu para a Série A do Campeonato Brasileiro em 2024. De forma inédita, as cinco categorias de base Sub-13, Sub-15, Sub-17, Sub-20 e Sub-21 conquistaram títulos de Campeões Estadual.

O Criciúma EC iniciou a temporada de 2024 arrasador. Conquistou a Recopa Catarinense 2023/24 e foi Campeão Estadual de Futebol Profissional.

Alicerçado nos “louros das vitórias”, em maio, o Criciúma EC iniciou participação no Campeonato Brasileiro de Futebol na Série A. As conquistas nas competições elencadas, tiveram no apoio popular regional um dos principais fatores impulsionadores para o sucesso.

A manutenção do projeto inicial vencedor – direção, comissão técnica e conjunto principal de jogadores – reforçado por algumas reposições técnicas, determinaram que no final do primeiro turno da Série A do Campeonato Brasileiro, o Criciúma EC conquistasse alvissareiros 24 pontos na tabela de classificação e despontasse na 13ª posição.

A SOBERBA E A IMODÉSTIA = REGRESSÃO.

A 13ª posição na tabela no início do 2º turno da competição aparentemente sugeriu aos comandos da gestão administrativa e técnica que o que estava sendo realizado era hipersuficiente até a finalização e classificação na competição. Atos, fatos e palavras deixaram evidenciados o que era pensamento comum intramuros, contagiando o grupo de jogadores, o que ficou evidenciado nos inúmeros erros técnicos mais adiante cometidos individualmente. A síntese dos erros da direção, da comissão técnica e dos jogadores determinou perda de pontos fundamentais para uma possível e alcançável classificação.

Quando o regulamento da competição através da “janela de transferências” permitiu busca de reforços, a presidência do clube informou que havia recursos financeiros em caixa e que valores não seriam “gastos” apenas para contratar-por-contratar. No final do tempo da dita janela de contratação, aportaram no Criciúma EC sete contratações para compor o grupo, nenhum com peso técnico e físico para a titularidade. Com agravante, contratados por um profissional com saída anterior litigiosa com o clube e retorno pouco justificável.

Na virada do turno, na 13ª posição classificatória, estaria o Criciúma EC na competição em 2025 da Sul Americana. De dentro do clube foi ouvida a manifestação que o Criciúma EC objetivava “algo a mais”, ou seja, a preliminar da Taça Libertadores.

O Criciúma EC há mais de 2/3 anos, é vencedor nas suas categorias de base, inclusive do último estágio do Sub 20/21. O aproveitamento dos novos talentos foi e é quase inexistente, tendo apenas João Carlos/emprestado e Claudinho na lista dos profissionais. Claudinho é “acusado” de deficiência física há dois anos, nada se percebeu de melhora e reconsideração.

Com o sucesso fugaz, o Criciúma EC tratou de “blindar”, ou seja, colocar numa redoma e esconder o grupo de jogadores da mídia esportiva regional – sempre presente e animada para apoiar a entidade – privilegiando canais distantes.

Quando restavam poucas rodadas para finalizar a competição, quando as perspectivas futuras ainda que classificado naquele momento entre os que disputariam a Série A de 2025 eram sombrias, a direção do clube promoveu intensa campanha popular objetivando mobilizar a sua fanática e presente torcida e simpatizantes. Pura redundância.

Quando restavam 6/7 rodadas e até o final da competição o que se viu evidenciado foi a pouca mobilização do futebol do Criciúma EC, comissão técnica e jogadores. Afastamento de jogador importante nos jogos, escalações iniciais e substituições pouco racionais, incompreensíveis.

O Criciúma EC iniciou, jogou toda competição e finalizou a Série A sem que sua imensa torcida conheça a escalação titular e principalmente, qual foi o esquema tático treinado e praticado. Incrivelmente, além da indefinição da escalação titular, grupo de jogadores gélidos e desmotivados (?), o Criciúma EC descredenciou o seu uniforme esportivo número 1, grave erro institucional e mercadológico.

O Criciúma Esporte Clube mostrou inicialmente que era possível, muito possível. A lamentar profundamente que a soberba e autossuficiência da direção, comissão técnica e jogadores tenham suplantado a racionalidade.

A força do Agro na ACIC

 personJoão Paulo Messer
access_time12/12/2024 - 16:16

A eleição da nova diretoria da Associação Empresarial de Criciúma deve ser olhada sob a atenção do mundo Agro. Foi eleito presidente Franck Hobold, que vem do setor industrial do Agro. O perfil líder do novo presidente deve render excelentes resultados. Nos últimos anos a entidade tem sido dirigida por líderes dos setores da tecnologia, construção civil, fomento mercantil e carbonífero.
O Conselho Superior da Associação Empresarial de Criciúma (Acic) elegeu por aclamação na tarde desta segunda-feira, 9, a diretoria para a gestão 2025/2027. O novo presidente será o empresário Franke Hobold, que sucederá o atual presidente, Valcir José Zanette. Franke Hobold ocupa atualmente o cargo de vice-presidente.

Diretoria Gestão 2025/2027
Presidente - Gilberto Francisco Hobold - Plasson
Vice-presidente - Grasiela da Silva Moretto - Ufo Way
Secretário - Caio Cesar Rodrigues Binotti – Usipe
Tesoureiro - José Carlos Sprícigo – Librelato

Diretores
Alessandro Giusepe da Rocha Pavei - Pavei Construtora
André Luciano Zanette – Gabriela Revestimentos Cerâmicos
Andressa Legiane Fabris – Alfa Comunicação e Conteúdo
Edmilson Zanatta – Open Market
Eduardo Neto Zanette – Mineração e Pesquisa Brasileira
Gabriel Nuernberg Damiani – Damyller
Gisele Silveira Coelho Lopes – Fucri/Unesc
Graziela da Silva – Sesi/Senai/IEL
Humberto Marcon Fascin – Plascin
Izes Ester Machado Beloli Coral - Satc
José Altair Back – Vigilância Radar
Leandro Eufrásio Teixeira – Higemax
Manfredo Guedes Pereira Gouveia Júnior – MG Consultoria e Gestão Empresarial
Nezio De Pieri Francisconi – Transportes Francisconi
Saionara Martins Ugioni Sant Ana – Inova Corporate
Silvana Preve de Souza – Amore Lingerie
Tarcísio Cardoso Selinger – Procer Automação

Clésio "remoendo" o passado

 personJoão Paulo Messer
access_time11/12/2024 - 06:16

O prefeito Clesio Salvaro foi à sessão ordinária da Câmara de Vereadores na noite desta terça-feira (10). Não é do Regimento Interno a convocação do prefeito, mas com a liderança que ele exerce sobre a maioria do Poder Legislativo de Criciúma bastou ele manifestar interesse em comparecer a sessão que fecha os trabalhos do ano para que fosse convidado.
Aberto o generoso espaço de 35 minutos para que fizesse uso da palavra discorreu sobre tudo o que fez no seus últimos dois mandatos especialmente. Clésio salvaram falou de obras, principalmente no sistema viário do município e lembrou que antes se falava em operação tapa buracos e hoje se fala em construção de viadutos e túneis, em Criciúma.
Clésio garante que deixa em caixa um montante de mais de R$ 20 milhões para serem aplicados onde o futuro prefeito, Wagner Espíndola, preferir. Falou ainda sobre R$ 200 milhões de dinheiro de contas vinculadas que serão aplicadas já no próximo ano. Salvaro também lembrou que o município tem a capacidade de captar mais R$ 600 milhões para realização de obras. Por fim ele não deixou de dar uma alfinetada no ex-prefeito e seu ex vice Marcio Burigo ao lembrar que assumiu a prefeitura que não tinha uma sede nem tão pouco tinha a certidões negativas de débito. Percebe-se que Clesio Salvaro até hoje não engoliu o que chama traição de Marcio Burigo.

Uma leitura à derrota de Fernando de Fáveri

 personJoão Paulo Messer
access_time04/12/2024 - 16:16

Por 684 votos o atual prefeito de Fernando de Fáveri (MDB) perdeu a eleição para o seu antecessor Ademir Magagnin (PP). Foram 5.991 votos contra 5.307. Se 342 eleitores tivessem votado diferente – só havia duas chapas – Ademir Magagnin ainda seria o eleito, pois é o mais velho (70 anos dele contra 50 anos), portanto a diferença é de 343 opções de eleitores.
Existem algumas teses sobre a derrota de Fernando de Fáveri, dado o favoritismo que ele mostrava nas pesquisas dias antes da sua prisão. Fáveri foi preso em julho. Menos de um mês depois – 29 dias – ele foi solto e escolhido candidato à reeleição durante convenção do partido. Uma gestão bem aprovada combinada ao fato de ter o poder da máquina na mão o tornou favorito. Perdeu mesmo assim.
Minha interpretação é que a resposta tem duas vertentes. A primeira é que a Oposição soube trabalhar ante a prisão. Diferente de Criciúma, onde a candidatura de Ricardo Guidi (PL) bateu forte na prisão do prefeito Clésio Salvaro (PSD) acentuando a “vitimização”, em Cocal do Sul a oposição silenciou deixando o julgamento com o povo.
Já os aliados de Fáveri se acomodaram apostando que assim como em Criciúma, Fáveri s se tornaria vítima. Essa tese se reforça com o fato dos vereadores aliados de Fáveri terem feito bem mais votos do que a soma na majoritária.
Assim, o silêncio dos aliados de Magagnin ante a prisão de Fáveri aliado a acomodação do time do atual prefeito são a melhor explicação que encontrei para o resultado da eleição em Cocal do Sul. Há de se ressaltar que Magagnin teve oito anos de muito boa gestão.

Leitura que vale a pena: DE PAULO BROSSARD A GILMAR MENDES.

 personJoão Paulo Messer
access_time01/12/2024 - 16:16

DE PAULO BROSSARD A GILMAR MENDES.

Texto – Willi Backes

Doutor Paulo Brossard de Souza Pinto, nascido em Bagé, no Rio Grande do Sul, advogado, magistrado, professor e agropecuarista, foi Deputado Estadual e Federal, Senador, Ministro da Justiça e Ministro do Supremo Tribunal Federal, indicado pelo Presidente José Sarney. No STF esteve no período de 5 de abril de 1989 a 24 de outubro de 1994.

Naqueles tempos, a internet ainda não estava nas mãos dos populares. Entretanto, através de matérias jornalísticas nas Tvs, jornais e a Voz do Brasil nas emissoras de rádio, era possível acompanhar suas frequentes manifestações como Ministro de Estado, Tribuna do Senado e nas sessões do Superior Tribunal Federal.

Excepcional tribuno, acumulava nas suas manifestações, conteúdo, ensinamentos, interpretações claras da legislação jurídica vigente. Quando falava, as vacas não mugiam, as moscas ficavam posadas na bosta, os ratos ficavam nas tocas e os brasileiros entendiam e respeitavam suas fundamentadas decisões, hoje ainda claras, honestas e corretas após 30 anos de quando proferidas.

Assim foi também com o Ministro do STF Sepúlveda Pertence e outros mais, em tempos de ordem jurídica faculdade racional. A lamentar profundamente que esses fatos sejam hoje apenas fatos e atos históricos na memória dos “mais velhos”.

MANICÔMIO JUDICIAL.

A partir do final da 1ª década dos anos 2000, a internet passou a exibir ao vivo as sessões do Senado Federal quando das “entrevistas” dos Senadores aos candidatos à Corte Suprema, das sessões dos julgamentos da suprema corte e depois, das entrevistas espontâneas e algumas exclusivas que os magistrados supremos concedem aos veículos da mídia amiga.

Mesmo que o interrogatório dos Senadores seja de leigos – com raríssimas exceções - defronte a um candidato conhecedor básico das Leis, o que os interrogados ali demonstram, afirmam e reafirmam em alto-e-bom-som, aparenta que o sujeito escrutinado será após a diplomação, julgador sereno, severo se necessário e estará a bíblia jurídica explicitar.

Na 2ª década dos anos 2000, quando das investigações policiais e dos julgamentos dos casos relacionados ao petrolão, mensalão, prisão do chefão Lula da Silva, impedimento da presidente Dilma e outros muitos casos de latrocínio moral, diariamente a população de ouvintes e leitores, recebiam com atenção os arrotos interpretativos e condenatórios das senhoras e senhores componentes da suprema corte jurídica do Brasil, nos autos dos processos e no palco mediático. Tudo, simplesmente tudo o que foi falado e afirmado naqueles tempos, hoje são olimpicamente ignorados e negados pelos autores. Em que tempos afinal as palavras e afirmações da supremacia jurídica coincidem com a verdade verdadeira?

PIT BULL E SEU DOMADOR.

Todo cidadão deveria ter a paciência e “estudar” os casos e comportamentos decisórios e também verbais espontâneos dos componentes da côrte superior nos últimos 15 anos da República, designada para fazer respeitar a Carta Magna do Brasil.

Caso-a-caso o rumo é o mesmo. A começar por Joaquim Barbosa, acompanhado por Celso de Mello, Marco Aurélio de Mello, Teori Zawascki, Rosa Weber, Carmen Lúcia, Luiz Roberto Barroso, Ricardo Lewandowski, Edson Fachin, Luiz Fux, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. Recentemente foram adicionados Cristiano Zanin e Flávio Dino. Mais dois, Nunes Marques e André Mendonça chegaram, mas, por enquanto não foram convencidos e autorizados a entrar na titularidade do grupo.

As decisões e opiniões cronológicas dessa gente, é um livro jurídico pornográfico.

O “sistema” precisa de um líder grupal pensador, coordenador, um líder com menor exposição na frente da guerra jurídica, para teórica preservação. Esse é o Gilmar Mendes, guardião das intenções pouco republicanas. Nas batalhas da guerra e guerrinha, é preciso dispor da juventude audaciosa, vaidosa, corajosa ao extremo, camicase se preciso. Um verdadeiro pit bull feroz, com correntes controladoras. Esse é o Alexandre Moraes.

Todo conflito – moral, econômico, político – tem início, meio e fim. O Brasil aparentemente ainda terá etapas a escalar. O sinal preeminente para início do bom senso, da concórdia e da pacificação, do rompimento dos elos da corrente, será no tempo em que o Pit Bull será recolhido, sacrificado pelo “sistema”.