Notícias em destaque

Desfile de 7 de Setembro reúne cerca de 23 mil pessoas em Criciúma

commentJornalismo access_time07/09/2026 16:50

Evento contou com a participação de 71 instituições e teve como tema “Educação de Criciúma: ponte para o conhecimento, caminho para o futuro”

André Gaidzinski fecha etapa de Interlagos com dois pódios e chega a nove na temporada

commentEsporte access_time07/09/2026 19:00

Catarinense foi terceiro na corrida de sábado e quarto neste domingo, em fim de semana marcado pela chuva em São Paulo

Tigre pega o Fortaleza em casa neste domingo

commentCriciúma EC access_time22/08/2026 11:31

Sete pontos separam o Criciúma do seu adversário

Coluna de Segunda-feira

access_time28/05/2018 - 00:33

“Sobra desinformação”
Compara-se a atos de corrupção, irresponsabilidade administrativa, boato, fofoca, etc... o que mais se viu nestes últimos dias nas redes sociais. O mesmo país que vota mal, por isso elege mal, mostra sua inconsequência de atos nas redes sociais, especialmente o whatsapp, onde são distribuídas notícias mentirosas a respeito do que vem acontecendo. A fake news se tornou um dos problemas da sociedade. Problema que descende da mesma sociedade que trocou o diálogo pelas agressões vazias e odiosas nas redes sociais. O país trocou o diálogo pela agressão e isso é retrato de uma sociedade que se automutila. A pirataria inconsequente é a arma usada por quem sai atirando a esmo e na intenção de ajudar fulmina suas próprias reivindicações. O Brasil está como está porque foi tomado de assalto por uma corja bandida, de todas as matizes partidárias, eleita pelo mesmo povo que reage à crise espalhando notícias tão mentirosas quanto as que ele condena por serem distribuídas sob o patrocínio do governo. Além de todas as crises juntas, soma-se a da irresponsabilidade individual. Se houver intervenção militar, por certo a primeira coisa que o exercito fará será cortar o acesso a estas ferramentas pelas quais o povo ajuda a desestabilizar o país.

E daí...
Fico sem palavras quando ao condenar as fake News me deparo com o que todos estão denunciando; a suposta manipulação dos fatos pela maior rede de televisão do país.

Sem norte
Quando isso tudo vai acabar não se sabe. Não se sabe nem como vai acabar, pois o governo sequer sabe com quem negociar. Primeiro foram os coxinhas, depois o pão com mortadela, agora é de fato o povo que está nas ruas.

Estado grave
O quadro de saúde do prefeito de Orleans, Jorge Koch inspira cuidados. Ele está internado em UTI da Socimed em Tubarão, desde ontem a tarde. Seu quadro é de infecção quase generalizada e a previsão e de que permanecerá na UTI por pelo menos quatro dias, se tudo correr bem. Médicos temem avanço da pneumonia a quadro de tuberculose.

Brasília urgente
Se há uma crise numa empresa o que e espera é que os seus funcionários esteja na empresa, se houver uma emergência se espera que os médicos estejam no hospital, pois é lá onde tomam as decisões, mas os deputados federais parecem pensar diferente. Aparentemente distantes da realidade quase todos retornaram às suas bases. Aqui no sul houve quem aproveitasse para participar de ato político de olho na eleição.

Folgão
Não é nada saudável aos olhos e ouvidos do contribuinte ler e ouvir sobre a decisão do presidente de Tribunal de Justiça de Santa Catarina que decidiu dar uma semana de recesso ao Judiciário catarinense. Não haverá expediente em nenhum fórum. Os prazos estão suspenses. Para não dizer que a paralisia é total, foi criado um gabinete de crise – plantão.

Primeiro sinal
A primeira demonstração de fragilização da saúde do prefeito Jorge Koch ocorreu ainda na semana passada em Brasília, quando teve que ficar internado por algumas horas. De volta à Orleans, quinta-feira à noite teve que procurar o atendimento de urgência do Hospital local. Ontem de manhã ele passou mal, foi levado às 11h ao mesmo hospital e a tarde transferido.

Caravággio
Os prefeitos Rogério Frigo (Nova Veneza) e Clésio Salvaro (Criciúma), ambos do PMDB foram os líderes políticos que enfrentaram o forte sol da manhã de ontem na tradicional missa da Festa de Nossa Senhora do Caravággio. Mereceram citação especial pelo bispo Dom Jacinto Inácio Flach.

Escassez
A intensidade da agenda dos tradicionais eventos sociais não diminuiu no fim de semana. Desde a festa do Caravàggio (Nova Veneza) ao Rodeio de Rio Jordão (Siderópolis), passando por festas como o desfile das famílias e aniversário de Urussanga, foi flagrante a ausência dos políticos que gostam destas ocasiões para circular entre o povo. O clima de tensão desaconselha.

Os convidados de Merísio
O “recesso” de campanha criado também função da greve dos caminhoneiros abre luz sobre um fato que começa a expor fragilização da liderança do deputado estadual Gelson Merísio, presidente estadual do PSD e pré-candidato a governador pelo partido. É que ele não convidou para festa de pré-lançamento de candidatura, que aconteceria no ultimo fim de semana, o PSDB de Paulo Bauer. Em princípio é porque Bauer é pré-candidato a governador como Merísio. Diante deste cenário, e como o PP de Esperidião Amin muito quer coligar com o PSDB, embora esteja pré acordado com o PSD, pode provocar um novo fato, qual seja o de Amin comparecer ao evento de Merísio e dizer em discurso que também será pré-candidato. Ao não convidar o PSDB, Merísio pode estar criando dificuldades com os aliados de Amin do PP.

MESMA MOEDA Sob o olhar da reciprocidade não há nada errado em Merísio não convidar Bauer, pois Bauer não convidou Merísio para o ato em que se lançou pré-candidato a governador. O quadro de atenção para Merísio não é criado pelo PSDB, mas pelo PP que parece não ter confiança suficiente numa candidatura sem o PSDB.

NOVA FRENTE Existem especulações de que surja um ensaio de uma candidatura que isole o PSD. Seria a reunião do PSDB (de Bauer), PSB (de Bornahausen) e o PP (de Amin).

FERIADÃO O ponto facultativo da próxima sexta-feira vai depender da greve dos caminhoneiros. Se ela prosseguir ao longo desta semana, mesmo os governantes como Eduardo Moreira (Estado) e Césio Salvaaro (Criciúma), que abandonaram este “expediente” podem dar feriadão.

DÚVIDA Um destes grupos de café discutia em chegar a uma conclusão se o que está acontecendo é antecipação da vitória dos “bolsonarianos” ou o sepultamento da candidatura do presidenciável.

INTERVENÇÃO É desconfiança de alguns que o Exército vai “trair o desejo” – não falo de confiança de alguns. Quer dizer, não vai acontecer o que a massa deseja: a intervenção e posse dos “milicos”.

MENTIRA O suplente de deputado federal Edson Bez de Oliveira (MDB) foi alvo de uma fake news distribuída por centenas de pessoas, no fim de semana. Ele denunciou o caso à polícia ainda no sábado à noite. Uma fala com voz pouco parecida com a dele revela o que seria articulação do governo federal em relação a greve.

COINCIDÊNCIA Na quinta-feira da semana o empresário Jânio Koch, irmão do prefeito Jrge Koch e um dos sócios da empresa Copobrás, deu alta após vários dias de internação hospitalar por quadro de pneumonia, a exemplo do que afeta o seu irmão prefeito.

FRASE DO DIA
“Ambulâncias não circulam por falta de manutenção há anos! Cirurgias são canceladas todos os dias por falta de leito, materiais, condições de trabalho e médicos, a medicação fornecida pelo SUS está em falta há anos, e agora querem culpar os caminhoneiros...!”
Frase sem autor identificado e recolhida das redes sociais.


PSDB da região carbonífera prepara ato para definir candidato

 personJoão Paulo Messer
access_time28/07/2021 - 17:00

O PSDB da região carbonífera não vive apenas a especulação e a pressão sobre o prefeito Clésio Salvaro, de Criciúma, para que dispute a eleição majoritária do ano que vem. A briga pela anunciada vaga única de candidato a deputado estadual, segue. São cinco nomes no páreo, entre eles dois ex-deputados, um ex-Secretário de Estado da Saúde e dois vereadores.
LEIA MAIS:
https://ndmais.com.br/tag/joao-paulo-messer/

Tony Marcos desejava ser padre antes de ir para o rádio

 personJoão Paulo Messer
access_time24/07/2021 - 11:09

Antes de entrar para o rádio o radilista Tony Marcos, que morreu nesta sexta-fiera à noite vítima de Covid-19, estudou para ser padre.

LEIA MAIS
https://ndmais.com.br/tag/joao-paulo-messer/

Vereador sugere que município crie programa de controle ou planejamento de natalidade

 personJoão Paulo Messer
access_time20/07/2021 - 08:23

Um requerimento apresentado na Câmara de Vereadores de Criciúma volta a tocar na polêmica discussão sobre os métodos, legislação ou programas de controle ou planejamento familiar. Nesta segunda-feira o vereador Paulo Ferrarezi (MDB), apresentou requerimento para que o governo municipal crie o mais breve possível, alternativa para controlar o que ele considera problema social agravado nos tempos atuais em comunidades de vulnerabilidade social.

LEIA MAIS:
https://ndmais.com.br/cidadania/vereador-sugere-que-municipio-crie-programa-de-controle-ou-planejamento-de-natalidade/

Confirmada para novembro realização da Feira Agroponte

 personJoão Paulo Messer
access_time18/07/2021 - 18:59

Tão logo o governador Carlos Moises anunciou, semana passada, flexibilizações nas regras de enfrentamento à pandemia, setores dos grandes eventos se lançaram a programar o futuro. Em Criciúma organizadores de uma das maiores feiras do Estado, realizaram reunião para confirmar a data de 3 a 7 de novembro para a realização da edição deste ano da Feira Agroponte.

LEIA MAIS
https://ndmais.com.br/economia-sc/sul-confirma-para-novembro-realizacao-de-feira-do-agronegocio/

Criciúma se antecipa ao novo decreto e planeja desfile cívico no dia 7 de setembro

 personJoão Paulo Messer
access_time14/07/2021 - 15:00

Criciúma se antecipa ao novo decreto e planeja desfile cívico no dia 7 de setembro
Decisão acontece após o anúncio do governador Carlos Moises sobre novas flexibilizações nas regras de combate à Covid-19

LEIA MAIS:
https://ndmais.com.br/cidadania/cidade-do-sul-se-antecipa-a-novo-decreto-e-planeja-desfile-civico-no-dia-7-de-setembro/

Trabalhador obrigado a registrar ponto só após troca de roupa receberá indenização

 personJoão Paulo Messer
access_time26/06/2021 - 22:22

O Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação no Sul do Estado fará entre quinta-feira (1º) e domingo (4), próximas, as assembleias com os 5.385 trabalhadores que serão indenizados por terem sido obrigados a trocar de roupa antes de bater o ponto.

Esta ação se refere a um frigorifico localizado em Forquilhinha. São beneficiados com esta ação coletiva do sindicato todos os trabalhadores que atuaram na empresa entre o dia 10 de agosto de 2001 e 10 de agosto de 2006. O caso transitou em julgado e a empresa já depositou o dinheiro em juízo.
Ocorre que o relógio ponto estava localizado antes dos funcionários acessarem o alojamento para a troca de roupa, quando este procedimento é considerado parte da carga horária, segundo a legislação pactuada entre a empresa e os trabalhadores.

As assembleias em que o sindicato comunica aos trabalhadores o resultado da ação são a última etapa exigida pela Justiça para então liberar os créditos. Para atender as exigências impostas pela legislação de combate a pandemia as reuniões serão realizadas com no máximo 100 trabalhadores e com intervalo de no mínimo 40 minutos, o que obrigado estender os encontros por quatro dias.

Atualmente o frigorífico em questão tem cerca de 2,3 mil trabalhadores e o montante só chegou a mais de 5 mil pois contempla todos os que passaram pela empresa no período em que era cometida a irregularidade. Tão logo a ação foi ajuizada a empresa tratou de normalizar a situação cessando a irregularidade.

Carlos Moises 2022

 personJoão Paulo Messer
access_time21/05/2021 - 18:00

Engana-se quem acha que o governador Carlos Moises (PSL) está fora do páreo do ano que vem. Conversei com ele demoradamente durante a visita que ele fez à rádio Eldorado nesta sexta-feira (21). Cadidatíssimo diria eu pelo que oude observar. Ele parece ter absorvido bem o o tiroteio ao qual foi submetido. Afinald de contas, ele enfrentou dois processos de impeachment. Na pergunta direta sobre se é ou não candidato à reeleição ele desconversou e como todo político disse que ainda não está pensando no assunto, afinal o Estado exige muito do gestor. A primeira pista do seu desejo de ser candidato, entretanto, aparee quando ele fala sobre as necessárias mudanças que o partido precisa ter.
Se Carlos Moises tem ou nnão condições de disputar o governo não sei responder categoricamente, mas tenho uma certeza: ele terá uma pergunta para responder: "onde estão os R$ 33 milhões?". E dai pouco importa se R$ 19 milhões já foram recuperados e se todos os órgãos que o investigaram disseram que ele não tem nenhuma relação com esta compra fraudulenta. A pecha dos R$ 33 milhões ficou.
Moises terá a máquina turbinada na mão,pois o Estado foi saneado financeiramente. Mesmo assim creio que ele só terá chances se ele for o menos ruim, num exagero de retórica.

Fazer política na rádio Eldorado

 personJoão Paulo Messer
access_time12/05/2021 - 06:09

Desde agosto de 2003 tenho a missão de fazer três horas diários de programa que foca preferencialmente o ambiente político e de economia. Não raras vezes sou provocado, especialmente por acadêmicos de jornalismo, sobre como é fazer política em uma emissora cujo proprietário tem forte atuação política. Óbvio não é como se este vínculo não existisse. Impossível. Prefiro assim, onde os vínculos e interesses são públicos do que a camuflada manobra e disfarçados interesses. Graças a experiência hoje de 42 anos, desde que cheguei fiz a opção pela ampla publicidade dos vínculos meus com a empresa e com seu proprietário. Considero isso jogar limpo com o ouvinte. E olha que eu dizia isso no início da década passada, quando a dita "imparcialidade" era mantra necessário para se vender a ideia de um rádio feito com isenção.
Óbvio que nem sempre as coisas foram unânimes, mas sempre houve respeito à legislação eleitoral. Aliás, é ela que vira um escudo para possíveis imposições. Quando era 2003, e eu assumi o microfone às vésperas de uma eleição em que a família do proprietário tinha inclusive candidato a prefeito na disputa, houve um certo tempo para que a importância do tratamento equânime fosse percebida por todos. Este tempo, entretanto, foi muito menor do que se possa imaginar. É que as vezes as pessoas subestimam a capacidade de líderes em avaliar o cenário. Se são proprietários é porque sabem melhor do que algué que se atreve a propalar aos ventos o que pode e o que não pode.
Naqueles tempos em que eu já dizia que a melhor coisa era expor os vínculos para não enganar o eleitor jamais imagineu que chegassemos um dia em que a imprensa toda transformasse as suas preferências ou interesses em editorial público escancarado. Confesso nunca ter pensado que chegariamos onde chegamos. Pois na rádio Eldorado a gente sempre esta transparência. Quando estas preferências chegaram aos veículos como é hoje, a gente já estava calejado de fazer o rádio vestindo a camisa.
Natural que nas entrelinhas das palavras ditas todos os dias muitos tentem entender alguma mensagem liminar. Isso quando não juram ter ouvido algo que lhes pareceu e que a gente não disse.
Nao sei como eram os bastidores desde antes quando o dono era o empresário Diomício Freitas e interesses também havia, mas desde 2003 confesso ser bem mais simples do que alguém pode pensar, administrar estes vínculos. Basta ser sincero com o ouvinte. Ele vai entender, afinal na sua atividade, seja ela qual for, ele tem os seus interesses.
Diríamos que o segredo é não tentar esconder vínculos e posições, afinal não existe um só ser imparcial. Sempe iremos defender as nossas teses que por sua vez são consequencia expressa dos nossos interesses. Melhor ser claro, pois o ouvinte sabe separar as coisas e formar a sua opinião. Afinal, o rádio não é uma fábrica de opiniões. É sim um fornecedor de matéria prima, os fatos que constróem a opinião.
Hoje é dia de aniversário da rádio Eldorado. São 75 anos de radiodifusão. Por este prefixo passaram praticamente todos os grandes comunicadores e jornalistas da cidade. Todos eles tinham seus interesses pessoiais e coletivos. Considero que melhor eu estar aqui para fazer o jornalismo da forma mais transparente possível, pois outros aqui estivessem não sei se os entenderia com as suas preferencias ou vínculos. Não há mais espaço para manipulação, há sim uma suspeita e uma vigilância permanente. Melhor que seja assim, pois isso é o que dá ao comunicador o conforto de que não pode vacilar e o vacilo não deixa ningupém seguro.
Felicidades aos ouvintes da rádio Eldorado.
Me orgulho de fazer parte desta história.

Ex-repórter da rádio Eldorado assume cargo estratégico no governo de Içara

 personJoão Paulo Messer
access_time10/05/2021 - 19:59

A prefeita Dalvânia Cardoso deve anunciar a qualquer momento o nome do radialista Charles Cargnin, suplente de vereador na gestão passada - chegou a assumir - e ex-apresentador do principal programa da extinta Rádio Difusora de Içara, para um cargo de assessor especial para articulação política e supervisão na área de imprensa.

Charles foi um dos mais importantes apresentadores da emissora de rádio da cidade, que hoje migrou para a Rede Massa de Rádios, além de ter atuado na rádio Eldorado e em emissoras do Rio Grande do Sul, como rádio Guaíba de Porto Alegre e emissoras de Caxias do Sul. Depois de ter sido porpeitário de uma empresa de copnsultoria na área de política e de uma instituto de pesquisas, concorreu a uma vaga na Câmara de Vereadores na eleição de 2016 ficando na suplência.

O Sul e a volta de Carlos Moisés

 personJoão Paulo Messer
access_time08/05/2021 - 11:11

O retorno do governador Carlos Moisés anima setores públicos e de instituições no Sul do Estado. Várias prefeituras, entre elas Criciúma, contam melhor relação com a gestão do governador do que havia de esperanças na relação com a vice-governadora Daniela Reinerh, que teve tempo no máximo para visitar o Camacho e Laguna, assim mesmo deixando verba federal e reforçando o que não deve sofrer continuidade com a troca no comando do Estado.

E a esperança do Sul tem nome, trata-se de Júlio Garcia. Ele foi é hoje, mesmo licenciado da Assembleia Legislativa, o nome de maior peso no governo. Tanto isso é verdade que o seu braço direito Eron Giordani virou braço direito do governador.

Lembram daquele movimento que fizeram os prefeitos de Chapecó, São José e Criciúma no gabinete do chefe do Executivo no Sul? Pois aquele é um dos movimentos que amarra compromissos de Carlos Moises. Em Criciúma devemos ouvir nas próximas horas anúncio de uma relação de investimentos que podem chegar à casa dos R$ 50 milhões. O Centro de Inovação Tecnológica, da UNESC, é outra ponta de investimentos estaduais pendentes e que acontecem graças à volta de Moisés nas circunstâncias que se deu a sucessão de fatos de bastidores. O Sul não deve reclamar da volta do governador.

Julgamento confirmado e com tendência

 personJoão Paulo Messer
access_time06/05/2021 - 17:59

Não é errado interpretar que o fato do Tribunal de Justiça ter rejeitado o pedido do deputado Ivan Naatz (PL) e o ministro Ricardo Levandovski (STF) ter rejeitado o pedido do deputado Laércio Schuster (PSB), ambos para adiar a sessão de julgamento do processo de impeachment do governador Carlos Moises, marcado para esta sexta-feira, seja uma sinalização do resultado da votação. Sim, a tendência de que não haja sete votos pelo impeachment é a primeira impressão que fica. Se foram os aliados da vice-governadora que pediram o adiamento do processo é porque eles não tem certeza nos votos que contam. Para afastar o governador são necessários sete votos. Sim, sete de dez. Para aceitar a continuidade das investigações foram seis votos. Quer dizer, se repetir o que acontece no julgamento de admissibilidade, Moises volta.
O julgamento inicia nesta sexta-feira às 9h e não tem para acabar.
Se Moises voltar, não só ele estará fortalecido, Júlio Garcia também. Se Daniela permanecer, não só ela terá ganho, Gelson Merísio e Jorginho Melo também. Eles foram operadores de bastidores. Garcia e Merísio porque se transformaram em inimigos políticos, Melo porque tem interesses na eleição de governador e com Daniela no governo contaria com o apoio dela e de Bolsonaro em outubro do ano que vem. Esta é uma primeira e ocasional leitura. Em política nada é muito lógico, é tudo mais fisiológico.