Tigre é campeão da Recopa Catarinense
Os gols carvoeiros foram marcados por Felipe Vizeu e Eder, na primeira etapa.
O Criciúma iniciou a temporada 2024 com título. O Tigre, atual campeão estadual, recebeu o Marcílio Dias, ganhador da Copa Santa Catarina, pela Recopa Catarinense e venceu o adversário de Itajaí pelo placar de 2 a 0. A decisão foi disputada na noite desta terça-feira (16/01) no estádio Heriberto Hülse. Os gols carvoeiros foram marcados por Felipe Vizeu e Eder, na primeira etapa.
A equipe do técnico Cláudio Tencati, que está em sua terceira temporada no Tigre, volta a campo neste sábado (20/01) na estreia do Campeonato Catarinense. Os atuais campeões recebem o Figueirense às 16h30min, no estádio Heriberto Hülse.
Antes do apito inicial, os atletas exibiram uma faixa com o tema "Pelo fim da violência contra as mulheres. Essa é a regra do jogo!", em homenagem a torcedora membro da organizada Guerrilha Jovem, Franciele de Jesus Fogaça. Ela foi vítima de feminicídio no dia 23 de dezembro, aos 31 anos, e sua morte causou grande comoção na região e entre os torcedores do clube. No reencontro do Tigre com o Majestoso, mais de 10 mil torcedores acompanharam a estreia do Tigre na temporada, mesmo com a forte chuva que antecedeu e acompanhou o primeiro tempo.
Através de uma parceria com a Federação Catarinense de Futebol (FCF), o Criciúma pôde expor as suas marcas patrocinadoras em nível nacional e internacional através da transmissão dos canais Sportv e Premiere. Além disso, a disputa da Recopa Catarinense contou com um painel de led apresentando os parceiros do clube durante toda a partida.
Criciúma fica com o Troféu Zagallo
O Criciúma, primeiro campeão da temporada 2024, recebeu o troféu “Mário Jorge Lobo Zagallo”. O nome da taça deste ano foi uma homenagem da Federação Catarinense de Futebol (FCF) ao “Velho Lobo”, que faleceu no início deste ano. O maior legado de Zagallo foi ostentando a camisa verde e amarela da Seleção Brasileira. Ele venceu quatro Copas do Mundo: duas com jogador (Suécia 1958 e Chile 1962), uma como técnico (México 1970) e a última como coordenador técnico (Estados Unidos 1994).
Dono de uma superstição com o número 13 e autor de frases célebres, Mario Jorge será lembrado por ser o treinador da elegante e talentosa Seleção Brasileira de 1970, uma das equipes mais geniais do futebol mundial.
Colaboração: Celso da Luz - Assessoria de Imprensa do Criciúma E.C
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