52 anos da enchente que marcou gerações
O som dos sinos resgata a memória da tragédia de 1974 e reforça a reflexão sobre prevenção e meio ambiente.
O soar dos sinos hoje, em dois momentos, às 9h da manhã e às 3h da tarde, em Tubarão vai lembrar um dos mais tristes capítulos do Sul de Santa Catarina. São os 52 anos da tragédia de 1974. Duzentas vítimas fatais em decorrência de uma enchente.
Parece que foi ontem para alguns. Para outros, parece que isso nunca existiu. Para muitos que conviveram e viveram com pessoas que sofreram e sofrem com aquela tragédia, mantêm-se vivas na lembrança profundas consequências emocionais.
A igreja que serviu de abrigo há 52 anos hoje faz uma celebração de homenagem aos sobreviventes e de reflexão sobre o meio ambiente. Tubarão vive e convive com as belezas e as consequências de um rio que, em tempos de enchente, raivoso, alarga suas margens e avança sobre a cidade. Obras como o desassoreamento do Rio Tubarão, mais do que necessárias, são burocráticas demais para as autoridades. O Rio Tubarão é uma riqueza da natureza que não se pode negar, porém também não se pode ignorar.
Hoje, a nossa homenagem a Tubarão, cidade que se reinventou e se reconstruiu em 50 anos.
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