Câmara de Vereadores quer custear Banco de Olhos
Legislativo quer deduzir os R$ 40 mil mensais para funcionamento do serviço da verba que retorna à prefeitura
Apesar de estar com a estrutura pronta desde o dia 28 de dezembro de 2016, o Banco de Olhos de Criciúma ainda não está realizando captações. O serviço foi alocado numa sala do Hospital Materno Infantil Santa Catarina e inaugurado mesmo sem funcionar.
Conforme a secretária de Saúde de Criciúma, Francielle Gava, são necessários R$ 40 mil mensais para custear o serviço, recurso que o Governo Municipal não possui. Por isso, o presidente da Câmara de Vereadores de Criciúma, Júlio Colombo, propôs que esse valor fosse retirado da verba que o Legislativo retorna para a Prefeitura todos os meses.
Há sete anos o município não faz captação de córneas através do Banco de Olhos. Quando o serviço estava em funcionamento, 100 captações eram realizadas anualmente. O trabalho era feito por profissionais do Instituto Médico Legal e do Hospital São José. Desde 2010, o município deixou de captar 500 córneas. Se futuramente existir a parceria entre os municípios da Amrec, Amesc e Amurel será possível atingir cerca 300 captações por ano.
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