CRÁPULA SUPREMO
Texto de Willi Backes.
Muito já se fez, muito está por se fazer. O Brasil recuperou as cores da sua Bandeira e ostentá-la é a maior das simbologias éticas e morais para o momento nacional. A mobilização iniciada a tempos por Jair Bolsonaro, na época dentre os pré e depois candidatos à presidência, foi a mais próxima e intensa junto aos brasileiros e estrangeiros. Andou, voou, dialogou e evangelizou em espaços nos quatro pontos cardeais.
A tentativa brutal para provocar a morte do Jair Bolsonaro, em 06 de setembro de 2018, consolidou ainda mais o estado de espírito já reinante entre os racionais. Hoje, 03 de fevereiro de 2019, transcorridos 148 dias do atentado à vida, depois de muitas intervenções cirúrgicas delicadas, dezenas de atendimentos protocolares e amistosos, viagem internacional, cerimoniais da posse na presidência, escolha, convite e montagem do ministério e diretorias, a não ser quando estava sedado, Jair Bolsonaro não deixou um minuto sequer de estar preocupado, agindo e liderando ações para fazer e construir um Brasil melhor.
O estado de espírito reinante e que busca futuro para o bem do Brasil tem nome e sobrenome, Jair Messias Bolsonaro.
Muitos foram aqueles que a reboque do 17 - entenda-se Jair Bolsonaro - conquistaram cargos eletivos e de confiança na prestação de serviços e gestão pública. Quem por prepotência imaginar que foi conquista e poder pessoal, está fadado a derrocada representativa próxima. A mais difícil das missões delegadas e já aparentes a Jair Bolsonaro, é o de posicionar comportamento dos próximos, inclusive familiares, o partido político e seus eleitos, militares, inclusive o vice presidente.
Dentro do possível, as eleições na Câmara Federal e Senado, pacificaram e criaram possibilidades para moderação adequada às enormes necessidades transformadoras em benefício à Nação Brasileira. Defenestrar a repugnante figuração de Renan Calheiros só foi possível, como aconteceu nas eleições gerais, com a efetiva participação de milhões de brasileiros anônimos. Não se sabe o nome de todos, mas, que eles existem, existem sim. São aqueles que optaram com convicção pelas cores originais da Bandeira Nacional.
Nem todos os males foram curados ou vencidos. Resta o maior, mais perigoso e resistente das feridas institucionais. Penso no jeito, forma e composição quase que majoritária do Supremo Tribunal Federal, o desequilibrado STF. No ápice da composição está Dias Toffoli, o juiz sem juízo, sem juizado, sem diplomação ou instancia preparatória. A organização criminosa lhe deu um paraquedas que permitiu pousar no trono julgador.
Os dedos indicadores e digitadores, das mãos esquerda e direita dos brasileiros que pensam e agem para o bem comum, foram fundamentais para defenestrar os ladrões e corruptos já condenados e os que formam extensa fila perante o cadafalso, bem como, tornaram minúsculas figurantes antes impostas.
Até ora inexpugnável, o STF e seu presidente, conhecerão em futuro próximo, as minucias e força do estado de espírito reinante na sociedade brasileira.
Reportagem: Willi Backes
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