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Crias da Montanha se preparam agora para a Série B do Catarinense

Tigre intensifica preparação e mira vaga na Copa do Brasil 2027

commentCriciúma EC access_time18/02/2026 10:50

Equipe de Eduardo Baptista realiza treino técnico e tático no CT e trata Taça Acesc como prioridade após ausência inédita no torneio nacional

Menino escolhe coletores do lixo como motivo para festa de aniversário

access_time10/08/2021 - 20:59

O garoto Miguel, da cidade de Forquilhinha no Sul do Estado, surpreendeu os coletores de lixo da cidade ao homenageá-los na sua festa de quatro anos de idade.

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https://ndmais.com.br/cidadania/menino-escolhe-coletores-do-lixo-como-motivo-para-festa-de-aniversario/


Kaminski pode ter falado demais

 personJoão Paulo Messer
access_time25/06/2019 - 18:50

O vereador de Criciúma, Júlio Kaminski (PSDB) pode ter falado demais. Presidente da uma Comissão de Investigação criada para investigar possíveis irregularidades no parcelamento de dívidas da prefeitura com o sistema de previdência dos servidores, ele saiu dando entrevistas e sugerindo o que seria a conclusão dos trabalhos, deixando em sai justa inclusive o relator da comissão, o vereador Ademir Honorato. Bem antes de concluídos os trabalhos ele sentenciou. Dizia que a “CI” já tinha subsídios que caracterizassem o fato como de improbidade administrativa e que isso poderia levar à cassação do prefeito. Falou tanto que os colegas estão embretados pois ele decidiu por todos. Enquanto isso o prefeito já fala em pedir a nulidade dos trabalhos por antecipação do resultado.
Aliados do prefeito Clésio Salvaro, de Criciúma, passaram a acusar o vereador Júlio Kaminski de usar a “CI” da Previdência para tentar fragiliza-lo já que ele é um dos articuladores da candidatura do deptuado Daniel Freitas a deputado federal.

Rachou
Nos bastidores da política de Criciúma é voz corrente que a relação do prefeito Clésio Salvaro com o seu vice-prefeito Ricardo Fabris entrou em rota de colisão. Isso porque um doa aliados de Fabris, Róbson Gotuzzo, teria dito em depoimento fatos comprometedores.

E se foi
Entendimento de aliados de Clésio Salvaro sugere que estes depoimentos poderiam ter sido dados de forma proposital para viabilizar cassação do prefeito e com isso abrindo o caminho para a posse do vice-prefeito.

Mais um deputado
Marcada para o dia 10 de julho a audiência em que serão ouvidas testemunhas do processo que pode cassar o mandato do deputado estadual Bruno Souza. Eleito pelo PSB ele deixou o partido incorrendo em crime de infidelidade partidária. Se a prática foi caracterizada pelo Tribunal Regional Eleitoral o Sul do Estado ganha mais um deputado. Neste caso entra Cleiton Salvaro, primeiro suplente.

Histórico
Cada cabeça uma sentença e cada caso um caso, mas Criciúma, especialmente, anda animada com a possibilidade da região Sul ganhar mais um deputado estadual. Isso porque o TRE, onde vai ocorrer o julgamento do caso de infidelidade de Bruno Souza há dois registros recentes. Em ambos vereadores de Criciúma perderam o mandato.

Vem aí os pedágios do Sul

 personJoão Paulo Messer
access_time24/06/2019 - 18:34

No Km 35 da BR-101, território gaúcho de Três Cachoeira, já é possível ver obras de instalação da nova praça de pedágio. É aquela inicialmente prevista para ficar no território catarinense, embora seja contrapartida ao trecho do Rio Grande do Sul. Lembram que houve reação dos sul-catarinenses e a praça foi transferida para trecho do RS. Primeiro ela foi projetada entre os Km 28 e 30, mas neste caso afetaria a comunidade de Fernando Ferrari pertencente a Três Cachoeiras. De novo houve mudança. Desta vez passou para o Km 35 onde a construção começou semana passada. Em breve devem ser iniciadas as obras da praça de São João do Sul, próximo de Passo de Torres.
Situação idêntica à registrada no Rio Grande do Sul, onde alteraram o local da praça porque ela faria a separação de um distrito da sua sede de município, ocorre em Araranguá. É que o pedágio previsto para ser construído entre Araranguá e Maracajá, afeta diretamente usuários do distrito de Hercílio Luz, que para acessar a sua sede terão que pagar pedágio.
Diferente do que ocorreu em Três Cachoeiras, onde a ANTT cedeu pressão dos gaúchos, em Santa Catarina o órgão parece indiferente. Em resposta à reclamação argumentam que a prefeitura deve criar uma alternativa para aquela comunidade acessar a sede do município. Sugerem a construção de uma ponte na barra do rio Araranguá. Acontece que esta ponte está avaliada em R$ 25 milhões.

Basta ser político para ser suspeito

 personJoão Paulo Messer
access_time19/06/2019 - 18:50

O quarto elemento “P”
Antes dizia-se que bastava ser “preto”, “pobre” ou “prostitua” para ser suspeito. Agora “político” virou sinônimo de suspeito. Sem que isso seja defesa específica de ambos, recentemente dois novos políticos entraram para a lista dos “condenados” pela opinião pública: Gean Loureiro e Júlio Garcia. No caso do segundo uma busca e apreensão, no do primeiro uma curiosa detenção que às manchetes virou prisão e às redes sociais condenação. Partindo do que que acontece nesta última ação pode-se incluir um quinto “P”, o da “Polícia”. Afinal entre os presos há mais policiais do que políticos, mas a repercussão recai sobre a classe política.

Chamuscou
Mesmo sem ter sido investigada ou alvo de qualquer ação a ex-Secretária de Ação Social e ex-vereadora de Criciúma, Romanna Remor entrou na lista de respingados pela Operação Chabu. Ela passou a quarta-feira procurando a imprensa para apresentar sua reação. Seu nome está na lista de pessoas com quem Gean Loureiro não pode manter contato nos próximos dias.

Gestão de crise
Do episódio envolvendo o prefeito da capital restam algumas conclusões. A primeira é de que nenhum político pode mais dormir tranquilo. A outra é sobre a forma com que ele reagiu. Mal havia sido conduzido a sua assessoria emitiu nota. Mal ele saiu da Polícia Federal ele foi dar entrevista. Encarar o problema logo evita que suposições se alastrem mais rapidamente.

Guerra declarada
Em Criciúma o prefeito Clésio Salvaro está em guerra com o vereador Júlio Kaminski, que curiosamente é do seu partido, o PSDB. Nesta quarta-feira ambos foram para o rádio “se digladiarem”. O prefeito expulsou o vereador do partido pelo rádio. O vereador sugeriu que tem elementos para cassar o prefeito.

Absurdo
Na cidade de Nova Veneza aconteceu o que “na barranca” se chama de “cúmulo do absurdo”. A cidade inaugurou a rua coberta construída com recurso que veio pela Caixa Econômica Federal. Como a administração municipal mandou confeccionar uma placa alusiva, mas os nomes eram de dirigentes da Caixas nos tempos do PT, o governo Bolsonaro mandou demitir geral. Saiu até quem não sabia de nada.

Velha política
O episódio de Nova Veneza nos remete os tempos do coronelismo em que bastava o chefão não simpatizar com o cidadão que lhe mandava cortar a cabeça. Não é só em Brasília que se considera que na Caixa haja muito petista, mas daí a mandar demitir desde o superintendente estadual por uma falha na cidade do interior, onde saiu gerente além de outros três nomes da superintendência é “o cúmulo”.

Desapega ou morre
As centrais sindicais e por consequência os sindicatos cresceram com base na articulação política dos partidos de esquerda, mais recentemente o PT. Isso é fato. Nasceram e cresceram pela linha partidária de esquerda. Por sus genético esta vinculação pode levar à morte muitos sindicatos. Mais importantes aos trabalhadores do que estes próprios parecem entender, os sindicatos entram numa estrada perigosa. Estão frágeis e alguns moribundos não por que a reforma trabalhista mudou o modelo de contribuição sindical, mas porque os sindicados são pelegos petistas. Os que conseguirem faz só política sindical tem chance de sobreviver.

"Igualzito ao pai"

 personJoão Paulo Messer
access_time13/06/2019 - 19:00

“Igualzito ao pai”
Essa retórica que elegeu o atual governador Carlos Moisés da Silva, de que seria uma nova política é parcial para menos. Nesta semana se percebeu mais algumas evidências A mais recente foi considerada uma queda de braço desnecessária com o parlamento, especialmente o deputado estadual José Milton Scheffer (PP). A consequência disso foi a ameaça de perda de verba destinada à saúde. O deputado tinha proposto emenda que garantia R$ 180 milhões para os 110 hospitais filantrópicos do Estado. O governo ameaçou cortar. No entendimento inclusive dos dirigentes hospitalares a causa não dar crédito à iniciativa parlamentar. Este é apenas um fato. Vale aquela música tradicionalista gaúcha “saiu igualzito ao pai”, quer dizer, nada de novo no modelo.

Peito e raça
Todos os gerentes regionais de saúde foram exonerados. Foram pegos de surpresa, embora isso estivesse nas entrelinhas da reforma administrativa. Em Criciúma, por exemplo, Fernando Fáveri compareceu normalmente ao trabalho nesta quinta-feira para não parar trabalhos, mas pelo governo se parasse tudo não teria problema, pois não houve qualquer orientação sobre a continuidade do “tratamento”.

Desfaz e faz
Chama atenção que o Governo do Estado tem desfeito “coisas” – para usar um termo mais utilizado pelo seu principal motivador Jair Bolsonaro – de maneira surpreendente. Num momento corta, no outro recoloca. São sucessivos procedimentos deste tipo. Isso dá impressão que não tem avaliado consequências de seu planejamento. “Tipo atira, depois pergunta quem é?”.

Tá fora
Declaração importante revelada nesta quinta-feira pelo ex-prefeito de Forquilhinha, Lei Alexandre. Ele não deve mesmo disputar a convenção interna no Partido Progressista, nem deve sair do partido. Estas duas decisões culminam com a conclusão de que ele está fora da eleição municipal do ano que vem. Havia especulações contrárias. Especulações e ações.

Já esteve dentro
Lei Alexandre chegou a elevar o tom da briga interna com o atual prefeito de Forquilhinha, Dimas Kammer, ameaçando sair do partido, rachar o PP e levar consigo muita gente que viabilizaria uma candidatura por outra sigla. Ele descarta isso. Assumiu cargo de secretário executivo na AMREC e deve acomodar-se a ponto de ter declarado não ser “óbice” à candidatura de reeleição de Dimas Kammer.

Moro vem?
Eis a dúvida, o Ministro Sérgio Moro mantém agenda de palestra em Criciúma no dia 12 do mês que vem. Até ontem a informação era de que nada há de alteração nos planos. Alguns compromissos, entretanto, estão alterados. A ACIC tem sim preocupações com o risco da comemoração do seu aniversário ficar sem Moro, mas isso é assunto interno. Nesta semana ele foi mais político do que qualquer outro político. Foi ao jogo do Flamengo e vestiu a camisa rubro negra.

Justiça e a vizinhança

 personJoão Paulo Messer
access_time10/06/2019 - 18:50

A velocidade com que as coisas acontecem no ambiente de política é fenomenal, seja para o bem como para o inverso. No caso da ascensão é mais demorado. A derrocada se dá num piscar de olhos. Que o diga o deputado Júlio Garcia, que há duas semanas surfava onda perfeita em direção às eleições de governador. Já Sérgio Moro que já foi cotado para disputar a presidência da república ainda surfava a onda de uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Ele é uma espécie de extrato da esperança da quase unanimidade dos que não são da seita Lula. Bastou um hacker revelar o que teria sido uma tabelinha Moro e Dallagnol, para marcar o golaço Lula, para a casa dele balançar. Aquilo que balança, na política, dificilmente não cai. Se é tão grave assim – como é – este tipo de tabelinha, melhor seria que Judiciário e Ministério Público não habitassem o mesmo prédio como acontece na maioria das cidades catarinenses. Em Criciúma, por exemplo, a sede do MP é um puxadinho da casa dos juízes (Fórum).
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Moeda de troca
As emendas impositivas aprovadas em 2018 pelos deputados estaduais podem virar moeda de troca para o Governo do Estado formar o PSL às eleições municipais do ano que vem. Tecnicamente o governo deveria pagar, mas como quem procura acha, algumas irregularidades teriam sido encontradas. Cada deputado estadual tinha até 25 emendas para protocolar. Até agora nenhuma foi paga. Suspeita-se que só serão pagas as emendas de deputados que “conversarem” com o governo.

Na pauta
O deputado estadual líder do governo Mauricio Escudlark trata do assunto “emenda parlamentar” nesta semana. Tinha agenda com o Secretário da Casa Civil, Douglas Borba, nesta segunda-feira.

É o cara
O nome mais forte do Governo do Estado, hoje, é o Secretário da Casa Civil, Douglas Borba. É ele quem comparece às audiências onde se imagina a presença do governador Carlos Moisés da Silva. Nesta segunda-feira foi assim quando a Casan acertou detalhes da renovação do contrato de 30 anos com o município de Siderópolis.

Vazou
Siderópolis era um dos seis municípios da região carbonífera abastecidos pela Casan que vinham discutindo possível transferência da gestão da água e esgoto para um sistema municipal. SAMAE por exemplo. Fazia parte do grupo liderado pelo prefeito Clésio Salvaro (Criciúma), que tem ainda: Içara, Nova Veneza, Forquilhinha e Maracajá. Juntos faziam frente à Casan ameaçando romper. Nesta segunda-feira a Casan conseguiu renovar com Siderópolis. O movimento de Clésio segue, mas agora sem o município que é sede da Barragem do Rio São Bento.

De duas, a primeira...
Não consigo entender que o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro diga que a assinatura do contrato da Casan com Siderópolis não fragiliza a sua luta na tentativa de um melhor contrato com a empresa do Estado. Afinal, Siderópolis não é só uma das seis cidades que estavam na briga, mas é a cidade da barragem. Portanto, o movimento de Clésio fragilizou sim.

... a segunda
Ao renovar a concessão da exploração da água e esgoto no município de Siderópolis, o prefeito Helio Cesa Alemão deve ter conseguido tudo aquilo que imaginava. De imediato são R$ 9 milhões de obras, entre elas a melhoria do abastecimento do município e o asfaltamento até a Barragem do Rio São Bento. O que não ficou claro, ainda, é quanto o contribuinte vai ganhar. Afinal quem é de Siderópolis paga mais caro pela água do que seu vizinho de Urussanga, onde o serviço é da SAMAE.

Todos contra um

 personJoão Paulo Messer
access_time08/06/2019 - 18:50

O prefeito Clésio Salvaro, de Criciúma, vai enfrentar a sua mais dura eleição para prefeito. Teve outras quatro antes. Perdeu a primeira em 2004, ganhou em 2008 e governou, ganhou a reeleição em 2012, mas esta foi anulada. Por fim ganhou de novo em 2016. Portanto agora é será a quinta eleição para prefeito em 16 anos. Desta vez, entretanto, enfrenta mais do que o desgaste natural de eleições sucessivas. Agora ele tem pela frente uma espécie de “todos contra um”. Tendo em vista a ausência de um nome forte de oposição, os adversários se articulam para estarem juntos. Há convicção de que só há chance de fazer frente ao prefeito se não houver divisão da oposição. É o que alguns líderes estão costurando. É o caso do empresário Gilson Pinheiro, hoje sem partido e do advogado emedebista Jeferson Monteiro. E a oposição não conta apenas com vitória nas urnas, mas aposta nos tribunais. Os próximos meses devem ser de denúncias de toda ordem. Além da já instalada comissão de investigação do CriciúmaPrev deve sair outra: a CPI da AFASC. Este é o consenso percebido na política de Criciúma.

Nova velha política
Entre os prefeitos existe uma reclamação velada de que o governo estadual vem adotando uma prática comum, porém imoral. Passados quase seis meses nada foi feito sob alegação de que o Estado foi assumido “quebrado”. Ocorre que a direção PSL, mais precisamente o presidente Lucas Esmeraldino, estaria sugerindo ao prefeitos com quem conversa de que serão atendidos aqueles prefeitos que trocarem de partido ou empenharem apoio ao PSL nas eleições do ano que vem.

Tese Colombo
O último a usar deste expediente chantagista foi o ex-governador Raimundo Colombo, quando ofereceu o Fundam como moeda de troca para o apoio. Na região sul vários exemplos de que a tese funcionou. Márcio Búrigo teve que abandonar a sua correligionária Ângela Amin para ter o governo contemplado.

Adiada
A visita que o governador Carlos Moisés da Silva faria à Nova Veneza neste fim de semana não acontecerá mais. Ele chegou a confirmar presença no baile de máscaras, deste sábado, mas alterou planos. Adiou a sua vinda para o dia 21 de junho, quando acontece a solenidade de abertura da Festa da Gastronomia.

Sérgio Moro em Chapecó

 personJoão Paulo Messer
access_time05/06/2019 - 14:50

Um dia após confirmar agenda em Criciúma, Florianópolis e Tubarão non dia 12 de julho, o Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, confirmu que estará em Chapecó nesta sexta-feira, dia 7. A agenda foi articulada pela deputada federal Caroline De Toni (PSL). Ela só fez o anúncio hoje pela manhã, postando na sua conta de instagram o seguinte texto: “Nesta sexta-feira, dia 07/06/19, estarei com o Ministro Sérgio Moro em visita ao complexo penitenciário de Chapecó. O estabelecimento prisional é modelo de gestão e ressocialização, daí a intenção da visita, pois tal exemplo poderá ser replicado em outras unidades prisionais do Brasil. Será a primeira visita do Ministro Moro a Santa Catarina e ocorrerá no oeste catarinense, na minha cidade natal, Chapecó, o que muito nos honra.”.
Moro virá direto para Chapecó e após a visita ao complexo prisional concede entrevista coletiva. Logo depois, por volta de 13h retorna à Brasília.
Veja na foto o material distribuído pela deputada anunciando como "obra sua".

Sérgio Moro e Júlio Garcia convidados à festa da ACIC

 personJoão Paulo Messer
access_time05/06/2019 - 09:00

Moro e Garcia dia 12
No mesmo instante em que o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Júlio Garcia, falava na tribuna do parlamento catarinense sobre acusações que lhe são imputadas em uma das etapas derivadas da Operação Lava Jato, em Brasília, em sua sala, o Ministro da Justiça, Sérgio Moro, símbolo da operação-mãe, confirmava a sua vinda à Criciúma no dia 12 de julho. Uma coisa nada tem a ver com outra, mas difícil será dizer isso à plateia que assistirá ambos sentados lado a lado quando Moro e Garcia prestigiarem o aniversário da Associação Empresarial de Criciúma. Moro provoca isso por onde passa. Garcia terá que conviver com a desagradável marca da desconfiança. Pelo menos enquanto não provar a sua inocência. Os tempos são os de que suspeito é condenado e que Moro é o pai do combate à corrupção.

Apelo político
O juiz e agora ministro Sérgio Moro virá à Santa Catarina atendendo um apelo político. O “pai da obra” é o deputado federal Daniel Freitas, que com este contabiliza três visitas de ministro à Criciúma. Antes de Moro vieram Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia) e Bento Albuquerque (Minas e Energia). A promessa é de que o pacote tem cinco ministros: Teresa Cristina (Agricultura) virá em agosto e Damares Alves (da Mulher) em setembro.

Pronunciamento do Júlio
A voz indisfarçadamente trêmula mostrou o tamanho do impacto que a Operação Alcatraz provocou na vida do deputado Júlio Garcia, um dos mais respeitados e admirados políticos da atualidade. Do tipo poderoso sem despertar a ira, mesmo dos seus adversários, é conhecido por seu potencial articulador e da promessa cumprida ou da negativa transmitida sem despertar frustração dos que acorrem a ele em busca de algum apoio. Este Garcia falou ontem, na tribuna da Assembleia Legislativa, sobre a acusação de participação num esquema que fraudou o Estado. Foi veemente ao negar as acusações e invocou o julgamento logo. “Não quero pré-julgamento, quero o julgamento”, disse. Insisto, a voz trêmula da fala na tribuna, e que seguiu na entrevista coletiva logo após, é reflexo da surpresa que a denúncia provocou e o temor de que os desdobramentos podem não ser tão digeríveis assim.

Irrecuperável
Em tempos de acusação no atacado uma reflexão deve ser feita sobre o que aconteceu com o ex-senador catarinense Paulo Bauer. Ele até tentou disputar a eleição de senador, no ano passado, mas ficou longe para trás. Carregou na campanha a pecha da desconfiança, pois estava citado numa delação premiada que o vinculava a um suposto pagamento de caixa dois e propina pela indústria de medicamentos Hypermarcas. Nesta semana a procuradoria da república arquivou a acusação após descobrir que a denúncia estava contaminada por falsidade. Bauer não recupera mais a imagem. Quem paga a conta?

Buraco do Salvaro
A intenção de construir um “rebaixamento” da avenida Centenário, próximo do terminal rodoviário, permitindo a passagem de pedestres está dando o que falar em Criciúma. A obra anunciada gerou reação do setor comercial (especialmente o setor hoteleiro) que se diz impactada negativamente. Passaram a chamar a obra de “buraco do Salvaro”. Do jeito que as coisas andam a obra pode mesmo se transformar “num buraco” às pretensões políticas. Esta percepção pode ser a razão o prefeito ter aproveitado um questionamento do Ministério Público para anunciar que o projeto está temporariamente suspenso.

Mais sobre a Operação Alcatraz

 personJoão Paulo Messer
access_time03/06/2019 - 18:50

O tempo cura???
Dizia a vovó, que o tempo é o melhor dos remédios. Será? Teste rapidinho: você lembra qual foi o último escândalo envolvendo nomes de políticos em Santa Catarina?”. Provavelmente não. Será mesmo que vovó tinha razão. Pois este deve ser um ponto a ser considerado na análise de casos como o da Operação Alcatraz. O tempo apaga lembranças. Se não apaga por completo, rasura. O segundo ponto também está ligado ao tempo: a eleição para governador do Estado só acontecerá daqui a três anos e quatro meses. Será este tempo suficiente para surgirem outros episódios. Eis a primeira interpretação para os respingos da Operação Alcatraz.
Óbvio, só tempo não é suficiente para curar a ferida provocada pela busca na casa do presidente da Assembleia Legislativa, por exemplo. Vai ser necessário que as acusações não passem daquilo que se sabe até então, que a tal busca é porque Júlio Garcia era amigo de Nelson Nappi, o pivô das acusações. Que as filhas de Garcia receberam alguns favores do centro das denúncias e que este não tenha nada mais para dizer numa virtual delação premiada.
Estas são minhas suspeitas de que a Operação Alcatraz não deve alijar o deputado Júlio Garcia da disputa para o governo do Estado em 2022. Suspeitas e buscas não são causa de inelegibilidade, seja ela legal ou moral. Esta tese de absolvição não é fruto de bairrismo ou qualquer outra razão passional, mas fruto da experiência acumulada nesta lide jornalística. Ah, e no ensinamento da vovó.

Acusações
Um dos trechos que “acusam” Júlio Garcia, justificando buscas em seu apartamento, diz que através do acusado central dos supostos crimes (Nelson Nappi) Garcia, enquanto conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, gestou a indicação para cargos de nomeação de Gisele Marinho e José Cláudio Gonçalves, ambos de fato nomeados. Está num documento da Justiça Federal.

E outras
Outras “acusações” contra Garcia se baseiam na amizade que ele mantinha com o acusado Nelson Nappi. E o tom da manifestação agrava dizendo que a irmã de Garcia era secretária de Nelson e que as filhas do deputado viajavam com Nelson e sua família. Por fim, o parágrafo de acusação se refere a uma lancha usada por ambos, Júlio e Nelson.

A insistência
Minha insistência no que me parecem ser evidências de que o fato não afetará a carreira política de Júlio Garcia, tal qual se alardeia como reflexo do primeiro impacto, não se trata de torcida, nem outra razão qualquer senão a simples percepção do âmbito da experiência. Me parecem frágeis as acusações.

Nada caduca
Outra lição que tiramos da Operação Alcatraz é que não mais tempo de prescrição nas acusações de corrupção. Até o já falecido governador Luiz Henrique da Silveira está citado. Os demais estão preocupados.

Operalção Alcatraz

 personJoão Paulo Messer
access_time31/05/2019 - 18:50

Transcrição do comentário do Programa Balanço Geral:
Afora a condição do tempo, que anda instável, o mundo da política segue entre raios e trovoadas.
E o fenômeno desta natureza política se chama Operação Alcatraz.
O São Pedro deste temporal é a Polícia Federal e a Receita Federal.
O epicentro deste terremoto aconteceu ontem, mas hoje ainda restam vestígios.
Os fatos estão em fase de investigação, não tem inquérito concluído, mas os tribunais de inquisição estão aí.
E os julgamentos têm sido fulminantes.
Não me lanço à proteção de ninguém, mas alguns julgamentos me preocupam enquanto profissional da notícia.
Pré-julgamentos e preconceitos não são procedimentos adequados a quem informa. Por isso, não deixo de noticiar os fatos, porque são irrefutáveis. Mas daí a tentar interpretar o que pode estar acontecendo ou motivando a operação é perigoso. Digo mais é irresponsável.
Se fosse para dizer aqui alguma coisa sobre os nomes mais especulados e comentados teria que ser coerente com o que sempre fiz.
Não poderia por força de uma ação me lançar a favor da maré e desdizer oque sempre afirmei.
Tem muita gente nos espremendo para tirar um comentário oportunista da condenação.
Não farei pré-julgamento.
Não tenho como ser incoerente com o que disse, pensei, escrevi ou comentei de alguma forma até então.
Por exemplo o caso do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Júlio Garcia.
Até porque estamos acostumados a noticiar centenas de casos que dão em nada.
Não estou julgando este fato em particular.
Claro que 11 foram presos, e na casa do presidente da Assembleia Legislativa foi feita uma busca, e é este o caso que mais repercute.
Quanto maior o personagem maior a repercussão.
E volto a insistir, não tem como eu mudar aqui o tom da avaliação do presidente da assembleia.
Nenhuma circunstância pode alterar meu conceito sobre o personagem em tela.
Então, me perdoem, mas considero oportunismo e precipitação qualquer pré-julgamento.
E eu só estou dizendo isso aqui porque a multiplicação de suposições e ilações a fatos absolutamente distorcidos estão levando o assunto à vala do achismo.
E isso afeta a verdade, alimenta boatos e destrói instituições e reputações.
Logo, destrói conceitos por nós defendidos.
E repito, sem que isso seja defesa do personagem Júlio Garcia: ele é hoje a nossa maior representação política.
Homem com décadas de atuação. Seria tão injusto que ele está acima das criticas quanto é injusto dizer que a ação policial lhe impõe o rótulo da condenação se nada disso aconteceu.
Então vamos lá, a notícia estamos dando.
O que não posso fazer é julgar e condenar.
Nem mudar de opinião sobre aquilo que é quase uma convicção sobre este agente político, que particularmente respeito muito.
Nosso papel aqui é noticiar fatos.
Aqui não é um tribunal.
Aliás, desaconselho inclusive aos de bom senso, vestirem toga, porque, aliás, a toga anda em corpos carregados de pecados.

Nota Oficial da ALESC

 personJoão Paulo Messer
access_time30/05/2019 - 18:50

Acaba de ser divulgada nota oficial

INFORMAÇÕES À IMPRENSA
A Assembleia Legislativa, por meio da Diretoria de Comunicação Social, informa que o evento policial ocorrido hoje não tem como foco o Poder Legislativo de Santa Catarina.
Um mandado de busca e apreensão foi cumprido nesta manhã no prédio administrativo da Avenida Mauro Ramos, onde foram vistoriados e apreendidos documentos e equipamentos eletrônicos, de uso do diretor de Tecnologia, Nelson Nappi, investigado no inquérito.
Por determinação do presidente, deputado Julio Garcia, o diretor foi exonerado do cargo no dia hoje.
Até o presente momento a Assembleia Legislativa não teve acesso a informações mais precisas a respeito do inquérito ou sobre o teor das acusações. Mas está atenta e à disposição das autoridades para que o caso seja esclarecido no menor espaço de tempo possível.
Florianópolis, 30 maio de 2019.

PF volta a provocar "temporal"

 personJoão Paulo Messer
access_time30/05/2019 - 18:00

O dia foi marcado por dois tipos de apreensão: alerta da Defesa Civil para novos temporais e Polícia Federal batendo a porta de gente ligada ao governo. Chamou atenção o fato de terem repercutido na imprensa apenas dois nomes: Nelson Castelo Branco Nappi e o fato de ter sido feita busca na casa do atual presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia, sendo as investigações são de caso anterior a atual legislatura. No caso de Nappi foi confirmado que a prisão se dá em conseqüência de suspeitas dos tempos em que ele atuou nos governos Raimundo Colombo e Eduardo Moreira. Já o caso de Garcia não está claro, pois ele é presidente apenas de fevereiro deste ano para cá. Nos anos investigados, pelo que se observa, Garcia não era o presidente da Assembleia Legislativa, nem estava no Executivo ou Legislativo e sim no Tribunal de Contas do Estado. Em relação a ele já são mais fortes o rumores de que a busca pode se transformar num factóide que prejudique a imagem do parlamentar.
O advogado Nelson Castello Branco Nappi, único nome confirmado como sendo um dos 11 presos - é atualmente diretor de tecnologia da Assembleia Legislativa de Santa Catarina. Quando nos governos de Colombo e Moreira, ele ocupou vários cargos, sendo um deles o de Secretário Adjunto de Administração do Estado.
Os principais alvos da Opseração são a Secretaria de Administração do Governo do Estado e a EPAGRI. Uma empresa de serviços de tecnologia seria a principal fonte de fraude.
ESPECULAÇÕES
Entre os presos estaria um dos nomes mais respeitados nos governos de Luiz Henrique da Silveira de Raimundo Colombo. Em respeito "AO TAMANHO" do personagem o blog aguarda mais detalhes para trazer a confirmação.

MDB estanca "vazamentos"

 personJoão Paulo Messer
access_time18/05/2019 - 09:00

Nenhum emedebista da cúpula do partido em Criciúma esconde mais a informação de que Eduardo Moreira estaria pretenso a assumir a presidência do partido no município está diretamente relacionada ao fato da sigla fragilizar com a perda de alguns nomes fortes da sigla. Desde que o partido saiu do governo no Estado, as vagas para abrigar líderes em cargos estratégicos "escacearam", para não dizer "acabaram". Este fato associada à audência de um líder fortes no âmbito local abriu um rombo no casco emedebista. O deputado Luiz Fernando Cardoso, Vampiro, restou líder local. Sua capacidade de agregar, entretanto, fica muito distante do que o partido está acostumado. Habilmente, de outro lado o prefeito Clésio Salvaro vem atraindo a simpatia de alguns emedebistas. Tanto é que Acélio Casagrande foi indicado por ele para cargo estratégico na Associação dos Municípios da Região Carbonífera. Dos quatro vereadores o partido vem correndo o risco de ficar sem três deles na lista de candidatos no arno que vem. Paulo Ferrarezi porque estaria disposto a não concorrer mais. Toninho da Imbralit até já anunciou que estaria indo para o PSD e Tita Beloli é tido em desembarque. Ao anunciar que Moreira vem para "tapar os furos no casco", o MDB recompõe a esperança de manter os filiados que estão de saída.

A visita de Amin

 personJoão Paulo Messer
access_time12/05/2019 - 09:00

A agenda do senador Esperidião Amin, sexta-fiera no Sul do Estado é "remember" da velha guarda da política. Reuniram-se dirigentes do Partido Progressista, que já foi uma força expressiva da política catarinense, especialmente no Sul do Estado. O encontro de sexta-feira é notícia que interessa aos seus, cada vez menos seus e seus menos progressistas. Amin guarda o comando absoluto da sigla, seja com ou sem mandato. Veio, disse e nada disse de novo. O PP precisa de candidato próprio. Sim, isso todos sabem. Qualquer partido que se preze dirá que precisa de candidato, mas as circunstâncias podem não ser tão animadoras. A percepção de alguns é de Jorge Boeira, ex-deputado federal, será candidato, outros passam longe desta possibilidade. O que o PP fez sexta-feira no Sul do Estado é o que todos os partidos devem começar a fazer, discutir o cenário. O problema é que este cenário sequer tem claro se haverá ou não eleição no ano que vem, pois há uma proposta de extensão dos atuais mandatos. Quer dizer, tudo o que se dizer sobre política e seus partidos, nestes tempos, será mera especulação.
Amin ainda teve extensa agenda de senador. Entre as audiências um encontro com rerpresentantes da categoria dos mineiros, de quem recolheu sugestões para evitar prejuízos à catehgoria com a reforma da previdência.

GOVERNO ENFRENTA A CPI

 personJoão Paulo Messer
access_time18/04/2019 - 00:22

Uma manobra comandada pelo prefeito Clésio Salvaro nesta quarta-feira mostra que o governo não só não menospreza a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito como já identificou a sua oposição na Câmara. A articulação é tratada como movimento oposicionista já de olho na eleição municipal do ano que vem em meio a lógica e necessária investigação. O suplente de vereador Édson Aurélio saiu do PSDB e foi para o PSB e vai atuar como agente fiel do governo. Para esta manobra ser completa outro vereador, Júlio Colombo (PSB), sai em licença médica. A vaga do PSB fica com Aurélio, pelo menos enquanto Colombo permanecer afastado para tratamento de saúde. Mesmo assim o governo fica com minoria: três contra quatro.

DA LÓGICA
Estas manobras políticas costumam ser mal vistas pelo cidadão comum, mas são do jogo. Tanto a articulação de oposição, que também jogou bem quando mudou o regimento interno para guardar lugares na CPI, quanto o governo, que movimenta vereadores, fazem o seu papel. Isso é bom para o propósito da comissão. O governo tem o suficiente para não deixar a CPI virar peça política, como a oposição tem a maioria para investigar o que precisa ser investigado.

COMPOSIÇÃO
A CPI tem um vereador de cada partido. A lista saiu ontem em resolução da presidência com quatro vereadores de condução de oposição: Júlio Kaminski (PSDB), Zairo Casagrande (PSD), Ademir Honorato (MDB) e Edson do Nascimento (PP). De situação: Aldinei Potelecki (PRB), Jair Alexandre (PSC) e Júlio Colombo (PSB), que será substituído por Édson Aurélio (PSB).

OITAVO ELEMENTO
Na resolução publicada ontem há um oitavo vereador: Diego Goulart (DEM). Embora suplente que só assumiu graças a uma manobra do governo, ele adotou postura de oposição e entrou na lista dos “adversários”. A saída dele já estava prevista, mas um retorno à Câmara vai ser muito difícil. Ou muda joga no time do governo ou será “carimbado” como oposição.

JÚLIO PRESIDENTE
O mais provável é que a presidência da CPI fique com o vereador Júlio Kaminski (PSDB), que apesar de ser do partido do prefeito já manifestou interesse em sair da sigla e hoje lidera a oposição. Ele é nome cogitado para enfrentar Clésio Salvaro na eleição de 2020. Não há indicativo por qual partido. Com ele Zairo Casagrande (PSD) e Ademir Honorato (MDB) dividem a tendência de estar nos cargos de relator e secretário.

Zilli no governo
Dos movimentos do prefeito Clésio Salvaro, que nos últimos dias atuou mais intensamente na articulação política, fator relevante é o convite ao ex-vereador do MDB, Vanderlei Zilli. Ele deve assumir a coordenação das Unidades Básicas de Saúde. A função é um caminho largo e bem pavimentado para disputar a eleição do ano que vem.

CRICIÚMA NA PONTE
Depoimentos na CPI da Ponte Hercilio Luz, nesta semana, colcoaram Criciúma no misterioso e investigado caso da ponte “mais cara do Brasil”. O criciumense Sebastião Moraes Mattos depôs porque uma empresa que ele tinha em 1990 teve um contrato que está sob análise. Aparentemente a sua assinatura teria sido falsificada. Ele era dono da Vivenda Construções, contratada para fazer serviços de manutenção na ponte.

A TESOURA DO MOISÉS
Enviado nesta semana à Assembleia Legislativa o projeto denominado Lei de Diretrizes Orçamentárias prevê redução dos valores repassados a todos os “dependentes” do caixa geral. A diminuição atinge algo em torno de R$ 400 milhões, se comparado com valores que deveriam ser mandatos se fosse obedecido índices atuais. A medida é extremamente agradável ao contribuinte que acompanha há muito o custo considerado alto demais ao bolso do contribuinte. Significa máquina pública mais enxuta. O governo tem condições morais de fazer isso, pois reduziu significativamente os gastos específicos do Executivo.

JAGUARUNA O governador aproveitou passagem pelo aeroporto Hercílio Luz para gravar um depoimento em favor do aeroporto de Jaguaruna e publicá-lo em suas redes sociais. Louvável e seguindo os agradecimentos e elogios que estão na sua página do facebook apenas parece necessário um reparo: porque se chegou à situação de suspensão dos voos da LATAM?

GASTOLINA O Ministério Público abriu procedimento para investigar suspeitas de uso indevido de diárias da Assembleia Legislativa pela deputada estadual Ana Campagnolo (PSL). Em menos de três meses o seu gabinete já teria gasto mais de R$ 18 mil.

FARRA DA DIÁRIA Os problemas com o uso de diárias são antigos no serviço público. No início deste um assessor parlamentar estreante chegou a fazer a defesa de que elas complementam ganhos que seriam baixos. No passado recente deputados retiraram diárias inclusive para viajar às suas bases.

TEVE CONVERSA Se observarmos os movimentos feitos pelo prefeito Clésio Salbvaro, nos últimos dias, combinado ao cenário recente, vê-se que ele teve alguma conversa mais próxima com o vereador Júlio Colombo, que era aliado e de repente deu passos de oposição.

SERÁ? O suplente de vereador Diego Goulart (DEM), visto nos últimos dias como aliado do movimento de oposição na Câmara de Vereadores de Criciúma, deixa a vaga que ocupa no Legislativo hoje. Nos bastidores da Câmara a interpretação é de que ao assinar a CPI do CriciúmaPrev ele pode ter pensado ou alguém lhe vendeu a falsa ideia de que aquela assinatura o tornaria efetivo enquanto durasse a CPI.

FRASE DO DIA
“Até me surpreende isso. Absolutamente esta assinatura não é minha”.
Sebastião Moraes Mattos, ao ver sua assinatura em um documento que levanta suspeita sobre superfaturamento na manutenção da ponte Hercílio Luz em 1990.