Notícias em destaque

Camelódromo de Criciúma tem edital aberto para concessão de boxes

commentJornalismo access_time20/04/2026 16:30

Prefeitura quer valorizar e dar mais dinamismo ao Mercado Público Criciumense

Campeões do Catarinense Sub-21 são promovidos ao elenco profissional do Caravaggio

commentEsporte access_time13/04/2026 17:30

Crias da Montanha se preparam agora para a Série B do Catarinense

Tigre intensifica preparação e mira vaga na Copa do Brasil 2027

commentCriciúma EC access_time18/02/2026 10:50

Equipe de Eduardo Baptista realiza treino técnico e tático no CT e trata Taça Acesc como prioridade após ausência inédita no torneio nacional

Coluna do Fim de Semana

access_time04/05/2018 - 21:12

PSDB pressiona o PMDB
O fato do governador Eduardo Moreira se reunir com a bancada estadual do partido para estabelecer um prazo para definir o nome do candidato a governador, nesta semana – quinta-feira – é nada menos que resultado da pressão feita pelo PSDB. A ala tucana que defende diálogo com o MDB estaria cobrando a definição sobre quem é o candidato a governador pelo partido. Se a reunião foi apenas um faz de conta, ou não, vamos ver mais adiante. Em princípio ficou fixado o prazo de 31 de maio à definição. A julgar pelo andamento da conversa o candidato é mesmo Eduardo Moreira. Ele não só é o preferido da bancada estadual, como está entre a aposentadoria e disputa para governador. Não lhe resta outro caminho. Mauro Mariani pode concorrer ao que quiser (governador, vice-governador, senador, deputado federal e deputado estadual).

Quero-quero
De algumas pessoas mais próximas ao governador Eduardo Moreira se ouve em tom de confidência que é ele sim o candidato a governador. Destes mesmos se ouvia antes que Eduardo e Raimundo Colombo estavam “fechados”, mas que Moreira não seria o candidato. Aconteceu justo o inverso. Parece a ave quero-quero que anta longe do nino para disfarçar.

Risco visto
O certo é que Eduardo Moreira só será candidato à reeleição se tiver com ele o PSDB. Se o PMDB ficar isolado, ele vai trabalhar para ficar fora. Neste caso o candidato a governador seria Mauro Mariani. A dúvida é se assim como Moreira parece disposto a entrar “só na boa”, se Mariani está disposto a entrar “só no risco”.

Hora certa
Chama atenção que Mauro Mariani propunha definir o candidato peemedebista bem cedo, em fevereiro. Se dispunha a disputar indicação em convenção, mas foi vencido numa operação feita por Eduardo Moreira que tinha aliado Udo Döhler, por exemplo. Agora é Moreira quem fala em definir logo o candidato.

Poder de articulação
O prefeito do Balneário Rincão, Jairo Celoy Custódio, mostrou prestígio e respeito dos colegas prefeitos e do setor empreendedor, especialmente da área da construção civil, nesta sexta-feira, Foi durante a solenidade de lançamento do edital para construção da primeira etapa do calçadão na beira mar. Foi prestigiado por vários colegas e empresários que fizeram questão de se referir a ele como um gestor visionário.

O calçadão
Possivelmente a obra mais aguardada pelos frequentadores da praia do “Rincão” já era dada como obra de papel, quer dizer, que jamais aconteceria. Por articulação dele e de sua assessoria, o prefeito Jairo Custódio, que é nativo do rincão, deixará sua marca no governo.

O mérito
Empresário do setor da construção civil, que prestigiaram o ato de entrega da ordem de sérvio do calçadão, fizeram referência à agilização que a administração tem dado à regularização do setor e estimulo aos investimentos na cidade. O município possui um programa de crescimento a longo prazo.

Discurso de Comin
Diferente do tom mais político adotado na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Valmir Comin (PP), foi mais polido ao falar no rádio sobre a entrega de veículos que o Governo do Estado fez ao setor de Ação Social dos Municípios. Na tribuna disse que o governo precisa parar de fazer de conta. No rádio ele surfou na onda, quando ressaltou que o governador tentou tirar da Ação Social os carros que ele comprou quando esteve na pasta, mas que não conseguiu.

Legalidade das aposentadorias
A notícia veiculada pela coluna na edição desta sexta-feira, revelando que há uma “bomba” para explodir nos casos de aposentadorias de servidores da prefeitura e da Câmara de Vereadores agitou os bastidores ontem. O mundo jurídico foi acionado por todos os setores. Revelações sobre a existência de aposentadorias de quem nunca contribuiu e de leis aprovadas no apagar das luzes de governos, para gerar favorecimento são apenas algumas consequências do que a informação provocou. A partir do instante que o fato ganha espaço na imprensa, gera-se a expectativa de que o acompanhamento vai provocar novas investigações.

COBRANÇA A partir de agora os poderes Executivo e Legislativo devem ser provocados para clarear estes assuntos. O prefeito Clésio Salvaro, que preferiu não comentar o assunto neste primeiro momento, deve ser provocado a falar sobre o assunto após reunião que terá no Tribunal de Contas, semana que vem.

APOSENTADORIAS Pelo menos da Câmara de Vereadores já se conhecem os detalhes das aposentadorias pagas a 15 servidores, nenhum deles com menos de R$ 6 mil e de um dos benefícios de R$ 20 mil. Não necessariamente significa que haja ilegalidade em todos, mas todos devem ser analisados pelo Ministério Público e Tribunal de Contas.

SAÚDE É consenso entre os que conhecem os bastidores do poder de que se não poder agora, não acontece mais a viabilização do Hospital Materno Infantil Santa Catarina. Nesta sexta-feira foi dado mais um paço a medida que Estado e Município acertaram gestão compartilhada para o atendimento atual.

DE ALMA A viabilização do Hospital Materno Infantil Santa Catarina tem mais do que o “dedo”, tem a mão, corpo e alma do Secretário de Estado da Saúde, Acélio Casagrande. Foi ele quem iniciou o projeto do hospital no final da década de 1990.

CERTEZA A certeza de que agora acontece o projeto do HMISC não é apenas porque Acélio Casagrande é o Secretário de Estado da Saúde, mas porque o governador também é de Criciúma, Eduardo Moreira. Não viabilizar o projeto pode custar caro demais às autoridades.

SÓ PROMESSA Moradores das comunidades próximas à Penitenciaria Masculina e Feminina e o Case (lar de menores infratores), seguem ouvindo apenas promessas de que será instalada rede de abastecimento de água, como foi prometido antes destas obras iniciarem.

PADRINHO O deputado federal Ronaldo Benedet (PMDB) foi uma das figuras mais comemoradas durante assinatura da ordem de serviço do calçadão no Balneário Rincão. Ele é quem destinou os recursos para a execução da obra: R$ 2 milhões.

FRASE DO DIA
“Ninguém desses que ajudou a quase falir o país, e a deixá-lo com quase 14 milhões de desempregados, tem moral para me erguer sequer um só dedo.”
Ronaldo Benedet, deputado federal, referindo-se ao movimento de sindicatos do sul do Estado , que mantém no ar campanha publicitária de ataque a ele.


COP30 e a serventia

 personJoão Paulo Messer
access_time07/11/2025 - 07:11

A COP30, para muitos de nós, parece algo distante — um grande evento internacional que pouco interfere na rotina de quem vive aqui no Sul de Santa Catarina. No entanto, o que acontece lá não é irrelevante.

Em meio a discursos sobre aquecimento global e metas de sustentabilidade, o que se vê é um grande palco montado para os interesses das potências mundiais.
O encontro, que acontece em Belém do Pará, reúne líderes e instituições com discursos bonitos, mas raramente coloca no centro da discussão o cidadão comum, aquele que lida com a produção rural, a mineração ou o desafio de equilibrar economia e meio ambiente no dia a dia.

De Criciúma, por exemplo, a SATC participa de forma remota, contribuindo com ideias e debates técnicos. Porém, os temas que realmente dominam as manchetes não são os de interesse local, e sim os grandes negócios que orbitam o chamado “mercado verde”.

Fala-se muito em emissões de carbono, mas pouco se fala das comunidades que dependem de atividades como o carvão ou a agricultura familiar.

Ao mergulhar nesse tema, tem-se a sensação de adentrar uma selva de contradições. O que é vendido como salvação ambiental parece, muitas vezes, um novo modelo de exploração econômica disfarçado de virtude ecológica.

Quando a mídia começar a bombardear o público com as notícias da COP30, é preciso olhar com desconfiança. Nem toda tese apresentada como solução global é isenta de interesse. Infelizmente, o meio ambiente se tornou também um negócio bilionário — e é essa a verdadeira temperatura que aquece o planeta.

Triste realidade do radicalismo

 personJoão Paulo Messer
access_time05/11/2025 - 07:11

Chegamos ao inacreditável cenário em que as mortes são politizadas. O Brasil não consegue avançar na discussão do que de fato interessa: o bem-estar do cidadão. O pais mantém-se em uma triste discussão política ideológica polarizada.
Nas manchetes desta quarta-feira encontramos razão de sobra para questionar o quanto a alienação do ser humano empobreceu, adoeceu ou mesmo caminha para a falência de uma sociedade. Ao invés da evolução a involução.
Caminhamos para trás. Regredimos como seres humanos por conta de nossas paixões.
Vivemos um tempo em que as paixões políticas se tornaram uma espécie de lente deformada pela qual enxergamos o mundo.
Em vez de buscar compreender o outro, buscamos confirmar o que já pensamos. Isso empobrece o diálogo, paralisa o raciocínio e faz com que a sociedade caminhe em círculos, incapaz de construir pontes entre ideias diferentes.
Quando aceitamos apenas aquilo que confirma nossas crenças, deixamos de aprender, de evoluir e de enxergar as nuances que a vida exige.
A política, que deveria ser o espaço do encontro e da busca por soluções coletivas, se transforma em campo de guerra emocional. A verdade, então, passa a ser escolhida, não descoberta.
Essa cegueira ideológica se infiltra em todos os aspectos da vida, até mesmo na maneira como reagimos à morte, ao sofrimento ou à tragédia.
Julgamos o luto e o valor de uma vida conforme a cor partidária de quem se vai. Isso revela o quanto deixamos de lado a humanidade em nome da disputa.
Quando a empatia cede lugar à convicção cega, perdemos não apenas o senso crítico, mas também a capacidade de sentir. O mundo não se torna mais justo quando nos tornamos intolerantes — apenas mais duro e frio.
Evoluir é duvidar, questionar, ouvir, reconsiderar.
É compreender que ninguém detém toda a razão e que até o adversário pode ter algo a ensinar. Quando deixamos de fazer isso, deixamos de crescer como indivíduos e como sociedade.
O preço da intolerância é alto: é o atraso, a divisão e a perda de tudo aquilo que nos torna humanos.

Legislativo acompanha demandas de instituição que acolhe idosos em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 14:16

O vereador Valdeci Bittencourt (PSD), o Amaral, realizou nesta semana uma visita ao Lar da Terceira Idade Rede Viva, localizado no bairro Mineira Velha, em Criciúma. Durante o encontro com a coordenadora da instituição, Mariane Rios, o parlamentar conheceu de perto o trabalho desenvolvido e as principais demandas enfrentadas pelo local, que atualmente abriga 29 idosos, sendo 17 em convênio particular e 12 vinculados à Prefeitura Municipal.

Entre as dificuldades apresentadas, está a ausência de um veículo próprio para atender às necessidades diárias do Lar, como o transporte de alimentos, medicamentos e o deslocamento dos idosos para consultas com especialistas. “É uma demanda essencial, pois influencia diretamente no cuidado e no bem-estar dos idosos atendidos”, destacou Amaral.

O vereador também conversou sobre alternativas de captação de recursos, como a destinação de parte do imposto de renda de pessoas físicas e jurídicas, que podem contribuir para melhorias na estrutura do espaço. Entre as prioridades estão a instalação de aparelhos de ar-condicionado e de placas solares, ações que visam oferecer mais conforto aos moradores e reduzir os custos com energia elétrica.

“Instituições como o Lar Rede Viva prestam um serviço social de grande relevância em Criciúma. É importante que encontrem apoio para seguir oferecendo um atendimento humano e de qualidade aos nossos idosos”, reforçou o

Mais um sulcatarinense no Governo Jorginho

 personJoão Paulo Messer
access_time31/10/2025 - 13:34

O vereador de presença forte em Criciúma foi chamado pelo governador Jorginho Mello para assumir o cargo de Secretário-Adjunto da Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia. O ato ocorreu na manhã desta sexta-feira (31) em Florianópolis. Além do secretário da pasta Edgard Usuy esteve presente a Secretária de Estado da Educação, Luciane Ceretta.

A presença de Ceretta se dá por conta da estreita relação que ela tem com Nícola. Foi uma presença muito desejada pelo agora adjunto da pasta de Ciência e Tecnologia. No ato o titular Edgard Usuy informou que fará uma viagem ao exterior a partir de segunda-feira e o adjunto chega assumindo a pasta no período de dez dias.

Com a licença de Nícola na Câmara de Vereadores de Criciúma o Legisltivo está chamando o suplente Toninho da Figueira.

Bolsonaro na frente em SC

 personJoão Paulo Messer
access_time05/09/2025 - 16:16

A semana termina com informações da pesquisa divulgada pela CNN Brasil, realizada Instituto Real Time Big Data. Além de olhar Jorginho Mello absoluto favorito em Santa Catarina revela que a força bolsonarista é muito grande. Conclui-se isso à medida que Carlos Bolsonaro aparece na frente quando a corrida é pelo Senado.

Dos 1.200 votos catarinenses entrevistados nos dias 2 e 3 de setembro a pergunta sobre candidatos ao Senado ? lembrando que são duas vagas, logo a pesquisa ofereceu a possibilidade de indicação de dois nomes, Carlos Bolsonaro gira na casa dos 45 por cento da preferência.

A pesquisa foi feita com dois cenários sendo observada a ausência de alguns nomes importantes. Via de regra Carlos Bolsonaro aparece na frente.

No primeiro cenário Carlos Bolsonaro aparece com 45 por cento das intenções de voto. A deputada federal Carol de Toni tem 33 por cento, o senador Esperidião Amin 21 por cento, o ex-deputado federal Décio Lima com 19 por cento. Aparece ainda o nome do prefeito de Joinville, Adriano Silva com 17 por cento. O deputado federal Carlos Chiodini tem 7 por cento e o deputado Paulo Alceu tem 7 por cento. O total de votos brancos e nulos é de 7 por cento e os indefinidos são 4 por cento.

Num segundo cenário Carlos Bolsonaro é substituído pela deputada federal Júlia Zanatta e o deputado estadual Antídio Lunelli substitui Carlos Chiodini como nome do MDB na disputa. Nesse quadro Carol de Toni liderou com 36 por cento seguida de Esperidião Amin com 27 por cento, Adriano Silva com 22 por cento, Júlia Zanatta com 19 por cento, Décio Lima com 19 por cento, Paulo Alceu com 9 por cento e Antídio Lunelli com 9 por cento. Brancos e nulos são 8 por cento e os indefinidos - não sabem ou não responderam ? 5 por cento.

Cenário 1
Carlos Bolsonaro (PL): 45%; Caroline de Toni (PL): 33%; Esperidião Amin (PP): 21%; Décio Lima (PT): 19%; Adriano Silva (Novo): 17%, Carlos Chiodini (MDB): 7%, Paulo Alceu (sem partido): 7%; Nulo/branco: 7%

Cenário 2
Caroline de Toni (PL): 36%; Esperidião Amin (PP): 27%; Adriano Silva (Novo): 22%; Júlia Zanatta (PL): 19%; Décio Lima (PT): 19%; Paulo Alceu (sem partido): 9%; Antídio Lunelli (MDB): 9%.Nulo/branco: 8%

Os números do Sul preocupam

 personJoão Paulo Messer
access_time26/08/2025 - 11:11

E hoje o Estado divulga o que chamam de dados provisórios sobre o retorno do ICMS aos municípios. É uma descoberta do volume feito por cada cidade no tributo mais importante sobre a movimentação do comércio. E este dado que já pesa muito, diz muito, indica muito, ficará ainda mais importante com a reforma tributária que virá a partir dos próximos anos.

Pois tudo indica que o que se acender sobre a nossa região é uma luz amarela, piscante, um quase sinal vermelho. Os dados vazados antes de maneira preliminar e extraoficial indicam que estamos sendo superados pela Serra catarinense que era até então a mais pobre de todos. E não que aqui pobreza signifique diminuição da arrecadação. Tem crescimento sim, mas nós do Sul, pelo que tudo indica, não acompanhamos o restante do Estado. E se não acompanhamos a Serra que tem os números ruins temos que mais fazer que abrir os olhos, arregaçar as mangas e começar a trabalhar de uma maneira diferente.

Tem uma razão lógica e simples para isso. Se não conseguirmos acompanhar o crescimento de uma região que assim como nós recuperamos da infraestrutura é porque as nossas razões ficam escassas. Ficam diminuídas. Nossas informações precisam ser revistas. Precisam ser mais eficientes por estratégias mais eficientes.

Estou falando de movimento econômico. Dados coletados no último ano. Já se sabe nos bastidores que os dados que saem hoje nos sugerem um crescimento menor. É necessário rever procedimentos, mobilizações e ações.

Porque então adianta termos cinco deputados federais se nossas pautas esbarram em morros desmoronados ou rodovias obstruídas. A política do sul se mostra volumosa em representatividade, pífia em qualidade. Somos por conta disso, todos, culpados??

Nossas entidades classistas estão enfraquecidas?... Pergunto para não ser categórico e afirmado. Nós, imprensa, com menos força para cobrar e comprometer as autoridades que esbanjam gratidão pelos largos espaços que tem na mídia para falar sobre o que fazem? De que adianta nós imprensa trabalharmos assim se parte da engrenagem parece funcionar como deve.

E faço tal provocação com tom de meia culpa para gerar provocação. Reage Sul. Se forem confirmados os números que emparelham nos bastidores, teremos todos que tentar entender o porquê. Entender e agir.

Estratégias do Republicanos

 personJoão Paulo Messer
access_time11/08/2025 - 11:11

A construção de candidaturas cada vez mais exige laços bem amarrados e com representação de grupos fortes. Para a eleição parlamentar de 2026 o Partido Republicanos está oferecendo uma base para incorporar um projeto da FABSUL (Federação de Autoregulação e Benefícios de Santa Catarina. Em nome deles está lançado a dobradinha José Roberto Costa para candidato a deputado federal e Jefereson Monteiro para deputado estadual.
A entidade conta hoje com mais de 100 associações, 700 mil usuários, seis mil colaboradores e uma forte articulação a que se associam escritórios, serviços de guinchos, funilarias entre outros.

Tanto a entidade percebe a necessidade de ter representação parlamentar que por ocasião da aprovação da lei que regulamenta o serviço conto com a colaboração do deputado federal Vinicius Raposo de Carvalho, eleito por São Paulo.

PT terá chapa única em Criciúma

 personJoão Paulo Messer
access_time14/05/2025 - 11:34

O PT dos trabalhadores terá cinco candidatos à presidência da sigla no âmbito nacional, quatro no âmbito estadual e apenas um em Criciúma. O consenso da eleição do partido na principal cidade do Sul surgiu após algumas conversas. Forças partidárias tradicionais sentaram à mesa para chegar ao consenso. O candidato a presidente será José Paulo Serafim que terá Júlio Bitencourt como vice.

No título a aparente redundância de consenso e chapa única fala por si só sobre como as coisas foram trabalhadas após alguns momentos de insatisfação de grupos do partido com o que ocorreu em tempos recentes.

As eleições do PT ocorreram de forma vertical no dia 6 de julho.

Em Santa Catarina estão disputando a deputada Luciane Carminatti, o deputado Fabiano da Luz e o deputado Padre Pedro Baldessera além do vereador da capital Bruno Zilioto.

No âmbito nacional os candidatos são: Rui Falcão, Edinho Silva, Romênio Pereira, Valter Pomar e Washigton Quaquá.

Entenda os movimentos do MDB

 personJoão Paulo Messer
access_time28/04/2025 - 14:16

Não foi apenas na festa de aniversário do vereador Marcos Machado (Criciúma), comemorado recentemente, que os velhos cardeais do MDB compareceram em massa. No último domingo (27) eles voltaram a atender um convite do vereador e sentaram para discutir o partido. Eduardo Moreira e Paulo Meller viajaram de Florianópolis para Criciúma, enquanto Ronaldo Benedet abriu as portas de sua casa para recebê-los.
Machado disse na rádio Eldorado que está buscando sabedoria. Para quem sabe sobre como o MDB andou recentemente, um dos recados era de que a sigla precisava se renovar e os antigos tinham que dar espaço. Teoricamente por conta disso Moreira, Meller e Benedet sairam de cena, assim como alguns outros. O MDB afundou.
Do outro lado há os que dizem que o MDB foi esquecido por Moreira que residia em Florianópolis e por conta disso abandonou a área. Benedet recolheu-se ao escritório de advocacia e com Meller, na última eleição de vereador apoiou outro nome que não Marcos Machado. Aliás,. este foi considerado por alguns emedebistas traidor por ter saído da base emedebista de Criciúma para apoiar o deputado estadual Volnei Weber.
Alguns outros eram esperados como portagonistas do MDB, caso do agora deputado federal Luiz Fernando Cardoso Vampiro, Rodrigo Ganso e o próprio Paulo Ferrarezi. A renovação puxada por eles deu em nada.
Então aquela tese de que o MDB estava desgastado e exatamente meio que escondeu Moreira, Meller e Benedet foi se consolidando e ganhando corpo até mesmo fora das falas emedebistas. A cidade começou a comprar essa ideia.
Neste cenário Marcos Machado, que para muitos é considerado falastrão prepotente, tem
feito os discursos à moda antiga com recheio de novidades para resgatar os emedebistas. Ele jura que está considerando isso. A festa de aniversário em que reuniu ofertas de líderes emedebistas foi um destes exemplos. A reunião do último domingo à noite é outro exemplo.
Em resumo, sobre a reunião, Marcos Machado diz que está ouvindo os cardeais emedebistas para reconstruir o partido que já foi o mais forte em Criciúma. Ao seu estilo parece conseguir, embora haja uma ala já incomodada por este estilo. Trata-se da ala que vinha com a missão de agitar o MDB. As cenas dos próximos capítulos devem ser diárias.

Bancada estadual foi mais agial que a federal

 personJoão Paulo Messer
access_time12/04/2025 - 16:16

Morro dos Cavalos: porque a bancada estadual foi melhor que a federal
12 de abril de 2025 | Sábado 14h11
Se parece estranho para alguns, não vejo nada disso no fato de a bancada estadual do Sul, de deputados, ter sido mais ágil e eficiente do que a federal em se tratar de ações em favor da solução ao problema do Morro dos Cavalos. Há várias razões para isso.
A primeira justificativa é a união dos parlamentares da região. São sete (Júlio Garcia-PSD, Tiago Zilli-MDB, José Milton Scheffer-PP, Rodrigo Minotto-PDT, Jessé Lopes-PL, Volnei Weber-MDB e Pepê Colaço-PP). Diferente dos federais (Júlia Zanatta-PL, Daniel Freitas-PL, Ricardo Guidi-PL, Geovânia de Sá-PSDB e Luiz Fernando Cardoso Vampiro-MDB), os estaduais enviaram fácil e rápido à mesma mesa. Se o estadual tem mais membros de siglas de portas abertas no Governo Federal, o federal tem maioria de oposição.
Não é demérito nem razão para minorar a bancada federal nesta luta pela solução à BR-101, pelo contrário. Devemos lembrar que foi por melhorias de Vampiro o ajuste alternativo do túnel com um contorno ao Morro dos cavalos e da deputada federal Geovânia de Sá uma luta incessante com reuniões e presença em todos os movimentos feitos antes mesmo dela ser oficializada dona de cadeira na Câmara Federal, ou seja, quando era suplente não poupou movimentos. Se há ressaltarva a ser feita poderia dizer que a bancada do PL poderia ter obtido melhores resultados quando Jair Bolsonaro era presidente da república.
Voltando à mobilização dos deputados estaduais da bancada do Sul em favor da solução ao Morro dos Cavalos, devemos lembrar que a capacidade de unidade que o deputado Júlio Garcia tem para reunir à mesma mesa os deputados é a melhor que se conhece. Outro fato é que o MDB é quem tem hoje o Ministério dos Transportes.
Como a bancada federal tem suas limitações, o governador Jorginho Mello sabidamente não é persona de boa relação no Governo Federal nada mais justo de que os deputados estaduais e da bancada do Sul façam o movimento com melhores chances de resultados para que seja dada solução ao problema do Morro dos Cavalos.

Nomeação do barulho

 personJoão Paulo Messer
access_time19/01/2025 - 00:34

A nomeação da esposa Cleusa Cavassini em carga de confiança e o primeiro escalonamento agitou bastidores da política em Forquilhinha, nesta semana. Nada de ilegal no ato, mas alimento à oposição que se mostrou desarticulada na eleição
Cleo, como o prefeito a chama, assumirá a Secretaria de Ação Social do município de Forquilhinha. Isso já foi para ter acontecido no primeiro mandato, mas provavelmente por conta do risco político isso não foi feito. Neguinho é categórico e responde, que se é carga de confiança em ninguém mais ele confia que na esposa, a quem conhece as preocupações na área social.
Mesmo que seja legal e que não tenha sucesso qualquer questionamento jurídico, que pode contar com esta legalidade, deve ocorrer, barulho político existente. Os últimos índices de aprovação de Neguinho, corroborados com os números da eleição, não devem trazer maior preocupação ao prefeito

PREVISÕES, CHUTÔMETROS PARA 2025.

 personJoão Paulo Messer
access_time05/01/2025 - 13:34

PREVISÕES, CHUTÔMETROS PARA 2025.

Texto – Willi Backes.

Se a IA (inteligência artificial) fosse acionada para formular previsões para o ano de 2025, com temas relacionados a política, economia, social e desporto de nossa vila, aldeia, estado e país, o que ela relataria?

A IA que não é inteligência e nem artificial, mas, um poderoso leitor e sintetizador das memórias inseridas na memória eletrônica da computação. Entretanto, seria curioso ler o que a “máquina” tem a nos relatar e prever para o futuro próximo.

Entre os bípedes que falam, é comum o desejo expressado individualmente ou grupal, em tom emocionado: “tenha em 2025 um ano repleto de realizações”, “saúde e paz hoje e para sempre”, “desejo que 2025 seja muito melhor do que 2024”, etecetera.

No intimo de cada um, restam desejos e previsões, alguns pensamentos pessimistas e outros otimistas.

CRICIÚMA E O SUL CATARINENSE.

A representação política do sul catarinense poucas vezes esteve tão destacada. São 8 Deputados Estaduais e 4 Deputados Federais. A presidência da ALESC está novamente com um conterrâneo do sul. No âmago da gestão do Governo do Estado, estão presentes representantes sulistas.

O eleito prefeito Wagner Espindola e vice Salésio Lima sucedem na cidade de Criciúma gestão extremamente aprovada e reconhecida do agora Ex-Prefeito Clésio Salvaro. A palavra lema mais citada é “Continuidade”. Fazer igual ou semelhante já é uma tarefa herculana. O que ficou de herança técnica, funcional, econômica e institucional faz antever sequência segura de importantes avanços na implantação de novos e inovadores projetos e empreendimentos para a comunidade. Parte significativa dos que agora estão na gestão já lá se encontravam anteriormente. O novo comandante é mais suave na política e tem no conhecimento técnico-administrativo fator relevante, intenso. Depois de muitas temporadas, Criciúma terá novamente uma Secretaria Municipal com atividades relacionadas à indústria, comércio e afins. O desenvolvimento dos segmentos econômicos depende de si próprios e dos mercados consumidores. A gestão pública auxilia na infraestrutura comum, meio ambiente com política adequada e no mais, se não atrapalhar ajuda muito.

E o Criciúma Esporte Clube, de importância relevante institucional e promocional para toda a região sul e Estado de Santa Catarina, o quê prever e imaginar para seu futuro? Seriam necessários seminários, pesquisas e debates técnicos aprofundados para poder desenhar caminho próximo e futuro. O que não é prudente é continuar o atual estado das coisas. A vontade intrínseca do indivíduo não pode ser maior e desconhecidos do que os interesses do coletivo ou ao menos da maioria.

Mesmo sendo o Criciúma EC grande, o maior em Santa Catarina, cambaleia no cenário nacional, mais pra baixo do que pra cima. Se a pretensão for permanência durável entre os maiores, necessariamente, deve chegar ao Clube a profissionalização da gestão, hoje denominada SAF Sociedade Anônima do Futebol – que de anônima não tem nada. A Lei 14.19372021, de 6 de agosto de 2021, permite que as Associações Civis Sem Fins Lucrativos – que é o caso do Criciúma EC - sejam transformadas em Entidade Empresarial. Na informalidade e formalidade contratual, o Criciúma EC já foi uma SAF com a inserção e efetiva participação de empresários como Realdo Guglielmi/Empresas Guglielmi, Aristorides Stadler/Eliane, Jorge Zanatta/Canguru, Dilor Freitas/Cecrisa, Antenor e Arnaldo Angeloni e Jaime DalFarra/Resicolor.

Historicamente, no Brasil, uma das mais bem sucedidas gestões no futebol – hoje denominadas de SAF – foi a do Esporte Clube METROPOL, de Criciúma, nos anos 50/60, sob a liderança das famílias Freitas & Guglielmi.

A SEMPRE BELA E SANTA CATARINA.

A gente do Estado de Santa Catarina construiu história econômica, social e cultural que permite reconhecer “autonomia no voo” para presente e futuro com insistente prosperidade. Os ocupantes temporários da Casa da Agronômica sempre foram participantes animadores do progresso dos catarinenses. O que não poderiam fazer, procuraram não atrapalhar. Dentre os muitos segmentos econômicos empreendidos em Santa Catarina, a cadeia industrial, comercial e de serviços relacionados ao turismo de negócios, religioso e de lazer, e, principalmente, a produção na agricultura e pecuária, no agronegócio responsável por 30% do PIB, recomendam que o Estado esteja ainda mais presente, como incentivador e apoiador.

BRASIL FEZ QUE FOI, NÃO FOI E ACABA SE FONDO.

Janeiro de 2025. É evidente que o Brasil ainda não “fechou a tramela” das eleições de 2022 e já está na disputa retórica das eleições de 2026. No meio, em 2024, as eleições municipais foram sinalização reluzente do que pode vir a se repetir em futuro próximo. Salve!!!

Ultrapassados os dois primeiros anos da atual presidência e correlatos, a pauta atual e próximas serão os processos de destituição de agentes públicos, do executivo, do legislativo e do judiciário. Desesperança aumenta e vem da análise dos possíveis substitutos.

Atos ditatoriais tem prazo de validade. O elástico trançado pela prepotência, ganância e imoralidade já foi a muito corrompido. O Brasil sobreviverá aos trancos-e-barrancos, apenas não é possível prever em que estado econômico, político e social chegará desmoralizado no final de 2026.

A vida é feita de atos, fatos e também de esperança. A bonança a partir de 2026/2027 só será alcançada se os votantes delegarem poder a ungidos com absoluta credibilidade. Esses poderão e deverão expurgar e higienizar os ambientes decisórios da República Democrática, ora cambaleante, quase padecida.

O que acontece no Criciúma é comum na política e qualquer outra área

 personJoão Paulo Messer
access_time05/01/2025 - 11:34

Vilmar Guedes renunciou porque antes dele o também presidente Anselmo Freitas renunciou, todos com o livre arbítrio e com suas razões que nunca são simples, sempre fortes razões. Sucede-se então uma nova posse do seguinte na hierarquia estatutária, Alexandre Farias, que também renuncia por isso abre vaga para o terceiro da linha sucessõria, Valter Minotto assumir.
Anselmo teve porblemas de saúde, Guedes porque sentiu-se ameaçado inclusive com riscos à sua integridade física, sem contar a psicológica. Alexandre Farias tem outros interesses pessoais e renunciaria em março para assumir a Confederação Brasileira de Tênis, prestes a ir à uma Olimpiada.
Na visão do torcedor, apaixonado por isso ohando com o coração, renúncias que permeiam o campo da covardia ou algo mais taxado por anáslises feitas sem olhar da obviedade ou do racional.
Minotto assume porque o grupo que conserva o Criciúma desde a muito tempo, em bons e nem tão bons momentos, tem por si que não pode entregar a um grupo que tem seus interesses, óbvio também bem intencionados, no comando da agremiação. Nada de imoral se olharmos sob o aspecto da lógica. Quem entrega para quem pensa diferente o poder de um clube que vem bem e sob o olhar destes atuais comandantes ainda melhor. O que o grupo que está fazendo no Criciúma é sob o seu olhar a preservação do clube.
Óbvio que o grupo que pretende pegá-lo vê que o que fora feito até o momento tem coisas que precisam ser mudadas e por isso deseja o poder. Perfeitamente compreensível. Quem de sã consciência acha que está errado e que o outro está certo?
É assim na vida pessoal ou coletiva, quando alguém ou alguns lideram um processo resistirão para entregar para quem diverge de quem pode sucede-lo tanto quando os que pretendem suceder pensam que é hora de fazer isso.
Todos tem a sua razão, pois o poder é exercido da melhor forma que alguém pode imaginar. Por isso um prefeito, governador ou presidente da república luta para fazer o seu sucessor. Por isso que uma diretoria de qualquer entidade trabalha para manter o projeto em andamento assim como ninguem em sua empresa ou casa entrega a liderança simplesmente porque existe uma outra proposta.
Covardes são os que abrem mão das suas possibilidades de liderar o que lideram, de manter-se a frente do que estão sem possibiidades legais existem.
O que não pode haver são golpes e golpes só ocorrem quando as regras subscritas por todos tiverem que ser ultrajadas.

Delegado, prefeito e no futuro deputado estadual

 personJoão Paulo Messer
access_time25/12/2024 - 00:34

Após bater o recorde como delegado regional de Polícia na AMREC, onde passou de sete anos e outros oito anos como prefeito de Orleans, Jorge Koch começa a pavimentar no dia 1 de janeiro de 2025 a sua pré-candidatura a deputado estadual. Pretende ser o representante do MDB na região da AMUREL, que hoje tem nesta vaga o deputado Volnei Weber. Que já anunciou não pretender mais ser candidato.
É com este discurso que Jorge Koch tem conversado sobre o seu futuro. Foi o caso de um encontro que teve com ele neste sábado em Pindotiba, interior de Orleans. Detalhe: não conseguiu fazer o seu sucessor, mas visivelmente apupado meus moradores da localidade ouve apelos frequentes para que volte à política. É neste momento que ele apoiará pronto o plano para o deputado estadual.

Indicação de Tiago Fabris um acerto do futuro governo

 personJoão Paulo Messer
access_time20/12/2024 - 14:16

A indicação do professor e empresário Tiago Fabris à Secretaria de Industria, Comércio e Serviço do município de Criciúma a partir de janeiro foi um grande acerto de Vaguinho e Salésio. Bastaria justificar a minha leitura dizendo que por um logo tempo, e por indicação do meu atual comentarista de economia Tiago, era o Fabris que eu busquei. Os compromissos o impediam, mas agora o cargo é bem maior e as construções foram mais hábeis.
Liberado pela universidade e com o desejo de fazer pelo município fizeram-no aceitar o desafio.
Durante entrevista ao Programa João Paulo Messer antecipou algumas medidas que precisa adotar como a captação de recursos, incremento na inovação e tecnologia e parceria com o programa CRIO da Unesc, busca de novos investimentos de todas as áreas e verificação nas políticas de atendimento às empresas já instaladas.
A rigor tudo o que ele tráz é o que estava no mapa da atual administração que tem o prefeito Clésio Salvaro a frente e o próprio futuro prefeito Vaguinho como um dos construtores destes objetivos.