Notícias em destaque

Criciúma promove primeira competição de lançamento de foguetes entre estudantes da rede municipal

commentJornalismo access_time06/10/2026 16:03

CRIFOG reunirá cerca de 185 alunos de 12 escolas municipais em atividades de Astronomia, Astronáutica e educação científica

Clubes definem por transmissão da TV Larm na decisão do regional

commentEsporte access_time06/10/2026 10:15

Por seis votos a três, dirigentes definem por manter regulamento da competição

Criciúma encaminhado para enfrentar o Ceará

commentCriciúma EC access_time05/10/2026 17:11

Louzer comandou a última atividade antes da viagem nesta segunda-feira

FUTEBOL, O BARRO E A MATÉRIA PRIMA

Texto de Willi Backes

comment Jornalismo access_time07/10/2019 - 13:45

A analogia é simples - transformação do barro e a produção no futebol -tem a pretensão de apenas comparar duas atividades, longe de serem similares, mas apenas parecidas nos projetos e metas.

A caça para alimentação e a terra modelada no barro, estão entre as primordiais atividades humanas. Há milhares de anos, o barro é matéria prima insumo em constante evolução na transformação, mesmo que o emprego da tecnologia não impeça o manejo ancestral.

Com o barro tudo se cria, tudo se transforma, simbolizando a própria teoria da evolução, quando do aproveitamento da matéria prima natural.

Imensos parques industriais com uso de tecnologia intitulada de ponta, procriam, entretanto, formatos rudimentares para extração e produção necessariamente sobrevivem no uso e usufruto.

FUTEBOL, EVOLUÇÃO NA PRODUÇÃO.

A prática do esporte Futebol, similar como conhecemos, foi criada na Inglaterra em 1863, quando da formação colegial do Football Association. Em 1895, o paulistano Charles William Muller, estudante no velho continente, trouxe para o Brasil a primeira bola e regras estabelecidas.

Antes, bem antes, estão registrados na história que Astecas, Maias e Incas na América e Asiáticos, já praticavam um esporte parecido com futebol e basquete juntos. Reproduções grafitadas daqueles tempos faz imaginar até que em vez de bola, haviam cabeças inimigas rolando. Tudo em nome do “espírito competitivo”.

O que já foi um agrupamento para confraternização desportiva, hoje, é um imenso negócio, a indústria de transformação de recursos em lucros. Entretanto, como o barro, a prática e organização do futebol “raiz” é matéria prima essencial para o sucesso da indústria do futebol profissional.

FUTEBOL, INDÚSTRIA EMPRESARIAL.

No mundo, o futebol é uma das práticas esportivas mais comuns, no Brasil é de longe a mais popular e simpatizante. Muito antes do advento da televisão, os estádios de futebol amadores e de clubes, viviam lotados, nas quartas feiras e nos domingos. Poucas emissoras de rádio AM e OC, jornais e panfletos nas esquinas, promoviam e esquentavam jogos, clássicos e derby´s. Os recursos para manutenção dos clubes nas competições eram oriundos dos ingressos, bares nos estádios, contribuições de apaixonados abastadas pessoas e diretores abnegados. E claro, as famosas rifas meio-quentes e meio-frias.

Quando o Corinthians fez primeiro “merchandising” com a marca “Kalunga” no seu uniforme, foi uma revolução mercadológica na comunicação de massa. O Criciúma Esporte Clube seguiu modelo paulista e alternou frente e verso no seu uniforme marcas das principais atividades econômicas e apoiadoras do clube, Carvão e Cerâmica.

FUTEBOL, BEM-ME-QUER.

Nos parece ser ato de submissão econômica e institucional, afirmação de dirigentes esportivos dos ditos “os grandes”, dizendo que o futebol no Brasil é dependente do patrocínio da televisão. Aliás, o patrocínio pra esses é realmente substancial, principalmente quando se percebe a absoluta incapacidade criativa dos mesmos para gerar outras formas de receitas. São esses mesmos dirigentes que de forma inescrupulosa pagam mensamente a alguns praticantes de 100 mil a mais de 1 milhão de reais. Deveria valer o dito “do couro sai a correia”. Os estádios estão vazios de torcedores. Os sofás estão acolhendo os espectadores. Quanto menos nos estádios, mais a televisão ganha com seus patrocinadores e mensagens subliminares. Quanto aos ditos grandes clubes, estes não mais produzem o futebol na sua essência. Simplesmente compram e as vezes revendem.

FUTEBOL, DOS PEQUENOS E MÉDIOS CLUBES.

A estas entidades e organizações resta trabalhar com inteligência e criatividade já que os recursos são escassos, porém o futuro é promissor. Tem que saber trabalhar o barro para produzir originalidade. Lá na base, junto aos infantis, juvenis e juniores devem estar os melhores RHs, educadores vocacionais e jurídicos, orientadores para preparação e aptidão física e psíquica, treinados por quem sabe, viveu e patrocinou fatos esportivos relevantes na vida.

O oleiro jamais competirá em igual condição com a indústria cerâmica, mesmo sendo o barro matéria prima para ambos. Porém, importante lembrar que o produto do oleiro é de fundamental importância para estruturação física das obras.

Reportagem: Redação Eldorado

content_copyAssuntos relacionados

Mais notícias de Jornalismo

Outubro Rosa: Içara amplia acesso a exames e serviços de prevenção

commentJornalismo access_time06/10/2026 16:28

Ações incluem flexibilização de atendimentos nas Unidades de Saúde, Sábado Rosa e oferta de mamografias e ultrassonografias

Criciúma promove primeira competição de lançamento de foguetes entre estudantes da rede municipal

commentJornalismo access_time06/10/2026 16:03

CRIFOG reunirá cerca de 185 alunos de 12 escolas municipais em atividades de Astronomia, Astronáutica e educação científica

Outubro Rosa em Cocal do Sul reúne prevenção e história de superação

commentJornalismo access_time06/10/2026 15:49

Encontro nesta quarta-feira, dia 7, terá palestras sobre câncer, saúde do coração, violência contra a mulher e autocuidado.

Encontro de Carros Antigos reúne clássicos e histórias de família em Cocal do Sul

commentJornalismo access_time06/10/2026 15:35

Evento será realizado das 9h às 17h, na Praça Cônego João Dominoni, com exposição de clássicos e música ao vivo

  TUDO A VER: Jornalismo interativo e segurança nas eleições foram os assuntos desta segunda-feira

commentJornalismo access_time05/10/2026 18:30

Natália Chaves recebe Lucas Lemos e o tenente-coronel Mário Luiz Silva