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Há 50 anos, Carlos Lacerda e João Goulart emitiam nota conjunta no Uruguai defendendo a Frente Ampla

Coalização tinha apoio de Juscelino Kubitschek e defendia a redemocratização do Brasil

comment Jornalismo access_time25/09/2017 - 16:10

Fonte: Antonio Colossi / Rádio Eldorado - Fotos: Divulgação

Há 50 anos, em 25 de setembro de 1967, o ex-governador da Guanabara, Carlos Lacerda, foi a Montevidéu procurar o ex-presidente João Goulart, para obter o apoio dele, que havia sido deposto pela Revolução de Março de 1964, para a Frente Ampla.

Uma declaração conjunta, emitida por ambos, na capital uruguaia, afirmava, entre outras coisas, que ambos estavam convencidos "da necessidade inadiável de promover o processo de redemocratização do Brasil". O encontro se deu na presença de um representante do ex-presidente Juscelino Kubitschek, Renato Archer.

O ex-presidente Goulart deu, com sua assinatura à declaração, o seu apoio total á Frente Ampla.

Carlos Lacerda e João Goulart concordavam, em Montevidéu, "em unir seus esforços em busca de soluções pacificas para a crise brasileira, sem cultivar ressentimentos pessoais nem propositos revanchistas".

Os dois politicos, inimigos de longa data, conversaram durante toda a manhã daquele dia, para chegar à convicção da "necessidade inalienavel de promover um processo de redemocratização do Brasil".

Ao regressar, no mesmo dia, ao Brasil, o Carlos Lacerda declarou no aeroporto de Viracopos, de passagem para o Rio, que estava satisfeito com a adesão de Goulart.

No Ministerio da Justiça, informava-se que, em face do encontro de Montevidéu, o governo brasileiro poderia pedir ao Uruguai a prisão do ex-presidente.

No Rio, comentava-se que o momento do encontro foi cuidadosamente escolhido por Carlos Lacerda, que aproveitou a realização da reunião do Fundo Monetario Internacional, a fim de obter maior repercussão para o acordo da Frente Ampla.

micÁudio da notícia

O ex-governador Carlos Lacerda explicava o acordo idealizado no Uruguai



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