Notícias em destaque

  DIRETO DE BRASÍLIA: ebulição entre os presidenciáveis

commentJornalismo access_time21/09/2018 18:10

Candidatos falaram sobre a polarização do pleito, conforme demonstram as pesquisas

Rodada do futsal de Maracajá tem média de seis gols por jogo

commentEsporte access_time21/09/2018 18:00

Nesta sexta-feira (21) a rodada se complementa

Treino de ataque e defesa no Heriberto Hülse

commentCriciúma EC access_time20/09/2018 10:15

Próximo adversário do Tigre é o Paysandu, em Belém (PA)

André Abreu

Sou André Abreu, professor de Língua Inglesa e Língua Portuguesa, graduado em Letras pela Uniasselvi, faço especialização em Relações Internacionais pelo Damásio Educacional e trabalho como tradutor e intérprete. Acompanhei nos EUA os governos Bush e Obama. Acompanho e relato politica internacional desde 2001. Meu blog aborda temas atuais como Brexit, o entrave entre a Coréia do Norte e os EUA e o governo Trump, sem esquecer da crise na Venezuela. Os ouvintes da Eldorado no mundo, da Europa aos EUA, são parceiros do meu trabalho.

Últimas postagens de André Abreu

Florence se torna tempestade tropical

access_time14/09/2018 20:45 personAndré Abreu

Neste momento mais de 600 mil pessoas estão sem energia elétrica na Caroloina do Norte devido aos efeitos do Florence, que depois de atingir a costa dos EUA como categoria 1 nesta manhã, o furacão se tornou uma tempestade tropical na tarde desta sexta-feira (14). As cenas apresentadas pelas TVs norte-americanas mostram árvores caídas, ruas inundadas e cabos de energia elétrica rompidos.
Na cidade de Wilmington, na Carolina do Norte, pelo menos três pessoas morreram. As ordens de evacuação afetam 1,7 milhão de pessoas.
O governador da Carolina do Norte, Roy Cooper, declarou que o número de mortes pode aumentar.
De acordo com o Serviço Nacional do Tempo, os ventos da tempestade Florence atingem agora a faixa dos 110 km/h.

Republicanos e democratas têm disputa acirrada por vagas no Senado em 2018

access_time04/08/2018 13:00 personAndré Abreu

Os republicanos podem perder apenas duas cadeiras no Senado se pretendem manter a maioria no Senado (51 votam como republicanos, 49 como democratas). Se perderem mais de duas cadeiras, Trump ficará com um governo sem grandes conquistas legislativas. Os republicanos encaram ainda a realidade que seus senadores nos estados de Tennessee, Utah, e Arizona estão encerrando suas carreiras legislativas e outros nomes do partido terão o desafio da disputa para entrar numa espécie de clube fechado dos 100 políticos mais influentes dos EUA.
Há dez senadores democratas em estados que votaram em Donald Trump em 2016, enquanto há apenas um senador republicano em um dos estados em que Hillary Clinton ganhou em 2016.
As eleições ocorrem em novembro, mas os partidos começam a definir suas estratégias eleitorais desde janeiro.

Economia norte-americana mostra números positivos no mercado de trabalho

access_time03/08/2018 18:00 personAndré Abreu

O mercado de trabalho mostrou números positivos em julho. 157 mil novos postos de trabalho foram acrescentados demonstrando o crescimento da economia dos EUA nos últimos 94 meses, segundo informa o Departamento do Trabalho.
O índice de desemprego cravou a marca de 3.9%. Mas os analistas esperavam mais: nas contas dos experts o número seria de 195 mil novas vagas.
Por outro lado, empresários líderes em setores-chave consideram que os ganhos poderão cair dependendo da guerra comercial com a China e a União Europeia, resultando em demissões se as tarifas ficarem em vigor por muito tempo.

Aproximação da Coreia do Norte e da Rússia marca "diplomacia" de Trump

access_time30/07/2018 14:15 personAndré Abreu

Depois de marcar seu primeiro ano de mandato na Casa Branca com uma agenda doméstica baseada na aprovação da reforma fiscal pelo Congresso e no cancelamento do plano de saúde de Obama, o presidente Trump marca seu segundo ano pelo início de uma diplomacia de encontros entre rivais. Primeiro, Kim Jong Un. Depois, Putin.
A aproximação de Trump da Coreia do Norte, a partir do encontro que aconteceu em Cingapura, marca o esforço do presidente dos Estados Unidos em estabelecer sua própria linha diplomática. Definida como império do mal desde o mandato do republicano George Bush, a Coreia do Norte tem recebido uma série de sanções da ONU patrocinadas pelo poderio hegemônico dos Estados Unidos. Nem Obama nem Bush conseguiram se aproximar do regime condenado pelo mundo. Trump quebrou o paradigma. Mas o encontro serviu aos dois líderes, Kim Jong Un busca melhorar sua imagem se aproximando do Ocidente, representado pelos EUA de Donald Trump. Por sua vez, para Trump, quanto melhor se sair no cenário internacional mais se projeta para garantir a vitória dos republicanos em novembro.
Quanto ao encontro com Putin, este também bastante criticado pela oposição, sempre houve desde a campanha nas primárias uma afirmação de simpatia pelo autoritarismo russo. O movimento de aproximação só não vai mais adiante devido a diferenças históricas entre os dois países, estabelecidas desde a Guerra Fria e à investigação sobre o envolvimento russo na eleição de Trump.
O problema central dos dois encontros parece residir no fato de que não é somente o presidente que controla os rumos da política externa dos EUA. Ao chegar em Washington, a realidade é sempre diferente e a diplomacia dos encontros fica pelos próprios encontros e nada mais.

Onda socialista cresce na Costa Leste dos EUA

access_time29/07/2018 12:37 personAndré Abreu

A ascenção de Trump ao poder trouxe efeitos políticos colaterais. A atual onda socialista nos EUA tem elevado o número de Socialistas Democráticos dos EUA de 6 mil para 47 mil membros.
A recente vitória da socialista Alexandria Ocasio-Cortez nas primárias em Nova York, em que derrotou um deputado democrata tradicional que ocupava a Câmara há décadas é uma das marcas desta crescente onda de simpatia pelo "socialismo".
Na pavimentação deste novo caminho político, os oito anos de Obama fortaleceram a ala socialista dos democratas: Obamacare, abertura para imigrantes e oportunidades para todos.
Nas últimas eleições presidenciais o socialismo norte-americano inspirou-se a partir da campanha de Bernie Sanders à Casa Branca : dentro do Partido Democrata, o senador Bernie Sanders concorreu contra Hillary Clinton e perdeu, mas deixou viva a bandeira do socialismo modelo USA na Costa Leste dos Estados Unidos.
Para consolidar-se como via política o socialismo nos EUA precisa ocupar mais espaço nos cargos executivos no país e vencer eleições em estados fora do eixo da Costa Leste e da Califórnia. As eleições de novembro vão dizer se a alternativa socialista irá se consolidar como opção à linha Trump.

Trump defende guerra comercial

access_time25/07/2018 11:18 personAndré Abreu

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu suas tarifas comerciais para a União Europeia. Trump irá se encontrar com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, ainda no dia de hoje.

Trump tem ameaçado impôr mais tarifas em carros europeus que entram no mercado norte-americano devido a uma diferença da balança comercial entre os Estados Unidos e a União Europeia.

Em um tweet, o presidente dos EUA defendeu a política de tarifas como uma arma para obter acordos justos com outros blocos econômicos ou países.

México tem eleição presidencial no domingo

access_time30/06/2018 19:22 personAndré Abreu

A eleição presidencial mexicana acontece neste domingo (01/06). Segundo as pesquisas, os eleitores estão concentrando seus votos entre Andrés Manuel López Obrador (MORENA-Movimento de Renovação Nacional), um candidato temido pela elite, que o compara a Hugo Chávez, e Ricardo Anaya (PAN-Partido da Ação Nacional), com uma base de eleitores de classe média.

Obrador, de 64 anos, concorre ao posto presidencial pela terceira vez. e tem chances de vitória com 10 a 18 pontos percentuais de vantagem sobre o segundo colocado, Ricardo Anaya, de 38 anos.

Os pontos percentuais de Obrador podem ser explicados pelo fraco desempenho dos governos anteriores, sob a liderança dos partidos PAN e do PRI (partido do atual presidente Peña Nieto). Mas há também uma forte conexão emocional que Obrador conseguiu construir com seus eleitores. Para eles, o candidato de esquerda representa uma alternativa ao sistema, pois, como no Brasil, existe uma frustração dominante no meio político.

Trump ameaça países no encontro do G7

access_time09/06/2018 21:04 personAndré Abreu

O Presidente Trump falou aos líderes mundiais do G7 que devem reduzir as barreiras comerciais com os Estados Unidos se não quiserem perder acesso ao mercado norte-americano, demonstrando sua maior ameaça até o momento ao comércio global.

Trump, antes de partir para Singapura, declarou que pressionou os primeiros-ministros da Grã-Bretanha, França, Alemanha, Itália, Japão e do Canadá para remover tarifas ou barreiras comerciais dos produtos norte-americanos.

Trump disse que faria o mesmo para os produtos dos países que seguissem seu pedido. Contudo, avisou que as medidas serão severas caso seu pedido não seja aceito.

Itália: Conte renuncia, presidente busca manter linha econômica com a União Europeia

access_time27/05/2018 19:59 personAndré Abreu

Bastava que o Presdente Sergio Matarella sinalizasse a aprovação do futuro ministro da Economia Paolo Savona para que Conte pudesse começar a trabalhar como primeiro-ministro. Contudo, a interferência das críticas da imprensa alemã contra a nomeação de Savola e a oposição do mercado financeiro e da cúpula da Uniao Europeia colocaram um fim naquilo que nem bem começou: o governo da coalizão Liga-Movimento 5 Estrelas sob o comando de Giuseppe Conte.

Sobre Savona, o presidente italiano afirmou: "Eu fiz todo o possível para dar à luz um governo político, mas não pude aceitar um ministro da Economia que ameaçou a adesão da Itália ao euro, que considero fundamental para o futuro do país e dos nossos jovens. Eu aceitei todos os ministros, mas se tivermos que discutir isso (a saída do euro), vamos fazê-lo abertamente, mas não é um tópico que tem sido discutido durante a campanha eleitoral".

O líder do M5S, Di Maio, disse que não é justo que as agências financeiras de rating tenham a última palavra sobre os rumos políticos e econômicos da Itália.

Matarella está sendo acusado de traição e os partidos que formam o governo ameaçam com um processo de impeachment. Giuseppe Conte sai de cena como o primeiro-ministro que jamais governou a Itália.

Coreias se articulam para resolver impasse de encontro com Trump

access_time27/05/2018 18:26 personAndré Abreu

No sábado à noite (26), imagens do Presidente Moon Jae-in da Coreia do Sul abraçando Kim Jong-un da Coreia do Norte iluminaram milhões de smartphones em Seul. Foi o segundo encontro entre os dois líderes, mas sem tantos holofotes.

Hoje pela manhã (27) , Moon explicou que o encontro ocorreu por um pedido da Coreia do Norte, mas não teve caráter formal.
O presidente da Coreia do Sul tenta intermediar a relação entre Trump e Kim em busca da desnuclerização da região.

O presidente Moon voltou da Coreia do Norte com uma mensagem para Washington: a Coreia do Norte quer deixar as armas nucleares, mas quer ter respeitada sua soberania.

Na semana passada, o presidente Moon saiu da Casa Branca com as mãos vazias: Trump caminhava em busca do cancelamento do encontro de 12 de junho com o líder norte-coreano
.
Mais informações no Programa João Paulo Messer de amanhã.

Giuseppe Conte caminha para ser primeiro-ministro da Itália em meio a controvérsia sobre seu currículo

access_time23/05/2018 10:46 personAndré Abreu

O presidente da Itália, Sergio Matarella, convocou Giuseppe Conte nesta quarta-feira (23) para anunciar se nomeará o advogado e professor de Direito pouco conhecido para liderar um governo formado pela extrema direita e grupos populistas.
A mídia italiana traz informações de que a nomeação de Conte está demorando devido ao fato de ter exagerado seu currículo ou mesmo mentido sobre ter estudado em instituições estrangeiras como a Universidade de Nova York.
O Movimento 5 Estrelas e a Liga escolheram Conte, de 54 anos, como primeiro-ministro na segunda-feira (21) após discutirem sobre o programa de governo no fim de semana.

Dia do Trabalho com protestos na França

access_time01/05/2018 17:58 personAndré Abreu

Em Paris, o Dia do Trabalho foi marcado por confrontos. Ouça no boletim abaixo:

Conselho de Segurança realiza reunião de emergência sobre a Síria

access_time14/04/2018 13:33 personAndré Abreu

Neste momento o Conselho de Segurança está reunido em Nova York para discutir a situação da Síria e os ataques promovidos pelos Estados Unidos com apoio do Reino Unido e da França.
A Suécia condenou o uso de armas químicas pelo governo da Síria. Os Países Baixos defendem um papel maior na investigação do ataque com gás químico.
A Bolívia condenou as ações dos militares dos EUA e classificou o dia de hoje como "um dia escuro" na agenda internacional. Mas defende uma investigação transparente e incondicional. O representante boliviano criticou o Reino Unido pelo não respeito ao Direito Internacional na questão das Ilhas Malvinas. Destacou que há um desrespeito à Carta da ONU por parte de grandes potências como os EUA.
Atualização: A Rússia colocou em votação uma medida que condenava as ações dos EUA, França e Reino Unido. A Resolução precisava de nove votos para aprovação, sem o veto de nenhum dos Membros Permanentes (EUA, China, Rússia, Reino Unido e França).
Somente a Rússia, a China e a Bolívia votaram a favor. Oito países votaram contra, enquanto quatro se abstiveram.

Trump começa missão militar contra a Síria

access_time13/04/2018 22:57 personAndré Abreu

Com apoio do Reino Unido e da França, os Estados Unidos acabaram de iniciar sua missão de dominar a Síria. O Presidente Trump, após colocar os militares em ação, condenou o regime do governo sírio e o apoio dado por duas nações: Rússia e Irã.

EUA diz ter prova que a Síria conduziu ataque de gás nervoso

access_time13/04/2018 19:38 personAndré Abreu

Os EUA disseram que têm prova que o regime sírio conduziu um ataque químico na periferia de Damasco, rejeitando a afirmação russa que declara que a ação está ligada à inteligência britânica.
A Casa Branca e o Departamento de Estado anunciaram hoje (13) que os EUA têm um alto grau de confiança sobre a culpabilidade do regime sírio no uso de gás venenoso em Douma.

Essa declaração representa uma mudança da posição assumida pelo Secretário de Defesa, James Mattis, que os Estados Unidos estão ainda procurando por provas.

Contudo, a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, declarou oficialmente ao Conselho de Segurança que o governo Trump não decidiu ainda sobre uma resposta militar.