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  Criciúma 140 anos: Satc

commentJornalismo access_time14/11/2019 10:50

Marca faz parte da história da cidade e foi pauta no projeto

Série A: 33ª começa neste sábado (16)

commentEsporte access_time16/11/2019 10:00

Clássico San-São e Fluminense x Atlético-MG abrem rodada neste sábado (16)

Tigre fica no empate e mantém viva chances de permanecer na Série B

commentCriciúma EC access_time15/11/2019 21:20

Do lado do adversário, o empate garantiu o título do Bragantino

Bolsonaro: imprensa europeia e norte-americana repercutem favoritismo

access_time17/10/2018 - 11:14

O New York Times destaca hoje que a eleição brasileira "dará forma não somente ao maior país da América Latina, mas também é um referendo sobre o destino da Amazônia, os pulmões do planeta". Bolsonaro, favorito nas pesquisas, tem declarado que a política ambiental do Brasil está sufocando o setor do agronegócio, que precisa de mais espaço para produzir carne e soja.
O Independent, britânico, destaca o crescimento do candidato do PSL nas pesquisas nos últimos dias. Bolsonaro é descrito como o candidato populista que defende a ditadura militar de 1964-1985.
E o francê Le Monde destaca em editorial que o apoio que Bolsonaro tem recebido do Wall Stree Journal faz sentido dentro do contexto de que o jornal norte-americano apoiou Pinochet no Chile nos anos 80, o argentino Videla e Fujimori no Peru.


Bolsonaro e Putin se encontram

 personAndré Abreu
access_time15/11/2019 - 05:15

O presidente da Rússia chegou ao Palácio do Planalto pela entrada leste por volta das 16h45. O encontro com Bolsonaro, fechado à imprensa, durou cerca de 50 minutos, e Putin deixou o prédio às 16h35, acenando a jornalistas brasileiros que o aguardavam na saída. De longe, falando em português, o presidente russo disse "muito obrigado" antes de entrar de volta na limusine.

De acordo com o Palácio do Planalto, Putin e Bolsonaro conversaram sobre a ampliação dos fluxos de comércio e investimentos entre os países. Os dois discutiram a remoção de entraves ao comércio de produtos do setor agropecuário e a diversificação da pauta comercial. Manifestaram disposição de estudar iniciativas para a promoção de investimentos entre os dois países.

O encontro entre os dois presidentes ocorreu no contexto da Cúpula do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Na quarta-feira (13), o presidente brasileiro já havia se encontrado com o presidente chinês Xi Jinping. Os líderes da Índia e da África do Sul tiveram encontros reservados com o presidente também.

Foto: Agência Brasil.

Empresa suíça reposiciona Aeroporto de Floripa

 personAndré Abreu
access_time11/11/2019 - 19:19

Sob o comando de uma emprresa suíça, o recém-inaugurado terminal do Aeroporto de Floripa pela modernidade e o look de primeiro mundo. A Zurich também ganhou os leilões de Vitória e Macaé e tem agora concessões de 30 anos no Brasil. A modernidade vem com os fingers, presentes em aeroportos do mundo inteiro, mas que não eram utilizados no antigo aeroporto.
Novembro começa com uma avaliação positiva do novo aeroporto, feito não somente para os passageiros, mas arquitetado para quem por ali passa.
Entre os vinte maiores aeroportos do país, o Floripa Airport está agora na segunda colocação, segundo uma pesquisa de satisfação dos passageiros da Secretaria de Aviação Civil (SAC), no mês de outubro.
A vinda da empresa suíça pode representar o posicionamento melhor do estado de Santa Catarina para o turismo, contribuindo também para o crescimento da região Sul do estado.

Morales renuncia

 personAndré Abreu
access_time10/11/2019 - 22:49

O presidente boliviano, Evo Morales, renunciou à sua posição em pronunciamento para a nação, após uma série de protestos que eclodiram após alegações da oposição de uma suposta fraude a favor de Morales nas eleições de 20 de outubro.

O presidente falou ao país junto com o vice-presidente Álvaro García Linera, o ministro do Governo, Carlos Romero, e a ministra da Saúde, Gabriela Montaño.

As causas da renúncia:
"Agora Mesa e Camacho devem estar satisfeitos. Eles alcançaram seu objetivo. Estou desistindo para que eles não continuem queimando a casa dos meus irmãos, que eles não continuem roubando famílias, que eles não queimem casas de famílias", disse Evo Morales.

Na véspera, Morales denunciou que a casa de sua irmã e a de dois governadores haviam sido vítimas de ataques violentos.

Por sua parte, o vice-presidente do país, Álvaro García Linera, também se dirigiu a todos os bolivianos e explicou as causas que levaram os políticos a tomar essa decisão.

"Tomamos essa decisão para que nossos campos e bairros não sejam sangrentos, para que não atinjam mais nosso povo ... Vamos continuar lutando pelo interesse dos trabalhadores", disse García Linera, que também renunciou de seus cargos no governo.

Bolívia terá novas eleições

 personAndré Abreu
access_time10/11/2019 - 13:09

O presidente da Bolívia, Evo Morales, convocou novas eleições após a Secretaria da Organização dos Estados Americanos (OEA) divulgar que houve irregularidades no primeiro turno e, por isso, as eleições estão invalidadas. Com isso, o presidente acaba de anunciar a renovação do Tribunal Superior Eleitoral para convocação de novas eleições.
As novas eleições na Bolívia devem começar do zero, ou seja, campanha dos presidenciáveis seguida de votação e divulgação dos resultados com acompanhamento intenso da OEA. A OEA entende que deve haver uma renovação do Comitê Eleitoral antes das novas eleições.
O primeiro turno apontou Morales como vencedor e foi realizado em 20 de outubro.

"O muro de Berlim não caiu"

 personAndré Abreu
access_time08/11/2019 - 09:12

Matéria do jornal britânico The Guardian traz hoje o depoimento do burocrata de Hans Martin Fleischer como testemunha da história da queda do Muro de Berlim ocorrida há 30 anos.

Para Fleischer, que guarda até hoje pedaços do muro, o muro não caiu, foi removido. Segundo a matéria, o burocrata tem fotografias e filmagem de sua câmera de mão daquele dia 12 de novembro de 1989. Os vídeos mostram os primeiros momentos da barreira de concreto que tinha dividido Berlim por 28 anos até ser removida numa noite de apalusos e flashes.

Hans Fleisher é um dos entrevistados na série de matérias da imprensa europeia sobre a queda do muro de Berlim, um dos eventos mais importantes do século XX com repercussões na política internacional sentidas até os dias atuais.

Foto: Reprodução do The Guardian/Christian Jungeblodt.

Quarta-feira negativa para os republicanos de Trump

 personAndré Abreu
access_time06/11/2019 - 16:04

A quarta-feira está sendo de más notícias para os republicanos depois das de ontem, mas a mais preocupante de todas para os líderes partidários deve ser a tendência constante dos democratas na conversão de votos dos subúrbios, antes aliados dos republicanos.
A transição dramática e rápida da Virgínia de republicanos para indecisos e, finalmente, para democratas é uma história do crescente apoio aos democratas nas áreas suburbanas do estado. A aparente derrota do governador republicano Matt Bevin em Kentucky foi motivada em parte pela força do apoio que o democrata Andy Beshear atraiu nos municípios suburbanos do estado.

O que impede o impeachment de Trump?

 personAndré Abreu
access_time05/11/2019 - 08:50

O impeachment de Donald Trump não foi ainda aprovado na Câmara. Mas deve ser. A formalização do processo de impeachment ocorreu em 31 de outubro, na semana passada, por 232 votos a favor e 196 contra. Os republicanos permaneceram leais ao chefe e os democratas votaram em peso a favor das regras de impeachment. A aprovação na Câmarra é uma questão de tempo.
No Senado, considerando a lealdade dos republicanos, o processo apresenta hoje dificuldade de passar. São 100 senadores. 53 republicanos e 45 democratas com 2 independentes que votam com os democratas.
Para aprovar o impeachment no Senado, os democratas precisam buscar mais 22 votos. Sem uma quebra na lealdade dos republicanos a Trump, o impeachment não passa.

Eleições no Reino Unido em Dezembro

 personAndré Abreu
access_time31/10/2019 - 09:46

Relações mais fortes com a China

 personAndré Abreu
access_time26/10/2019 - 19:58

O jornal China Daily traz o Presidente Bolsonaro na capa junto com o Presidente chinês Xi Jinping e traz a manchete "Laços mais fortes com o Brasil".
Segundo a matéria, Xi Jinping declarou que gostaria de expandir a cooperação com o Brasil em áreas como energia, agricultura, aeroespaço e infraestrutura, além da mineração.
Na visão chinesa, a cooperação prática entre os dois países deve trazer benefícios para os dois povos. A China, afirmou, gostaria de importar mais produtos de alto valor agregado e de alta qualidade do Brasil.
A China procura manter junto com o Brasil a agenda multilateral se opondo ao protecionismo de mercado e promovendo um desenvolvimento inclusivo sustentável.
Os dois presidentes assinaram um número de acordos de cooperação após conversas. O Presidente chinês destacou o papel do Brasil como país emergente e salientou que a perspectiva da China com relação ao Brasil não mudou.

O Presidente Xi Jinping expressou gratidão pela carta do Presidente Bolsonaro no aniversário de 70 anos da República Popular da China.

Impacto local do adiamento do Brexit

 personAndré Abreu
access_time20/10/2019 - 08:39

O primeiro-ministro Boris Johnson teve mais uma derrota no Parlamento. Por uma diferença de 16 votos, o governo perde novamente o controle sobre o Brexit.
Para os sulcatarinenses, a grande família de ítalo-brasileiros, o adiamento do Brexit representa a oportunidade de regularização de mais imigrantes. É esse o impacto local do Brexit.

Dorian: Alerta de tempestade tropical na costa leste da Flórida

 personAndré Abreu
access_time31/08/2019 - 20:25

Com ventos próximos a 200 quilômetros por hora, o furacão Dorian permanece um poderoso furacão de categoria 4 na noite de sábado, quando se aproxima das Bahamas. Os meteorologistas preveem que o furacão pode poupar um golpe direto na Flórida.

Apesar disso, há ainda a preocupação para os moradores da Flórida com o momento exato em que o furacão fará uma curva em direção ao norte, No final da tarde deste sábado (31), o Centro Nacional de Furacões dos EUA emitiu um alerta de tempestade tropical de Deerfield Beach a Sebastian Inlet, o que significa que ventos próximos a 200 km por hora poderão atingir a Costa Leste nas próximas 48 horas.

Do furacão político italiano ao Dorian

 personAndré Abreu
access_time30/08/2019 - 08:50

A semana foi intensa na área de internacionais. Desde a nova formação do governo italiano de Giuseppe Conte, agora com a participação do Partido Democrata, até o isolamento da extrema-direita de Salvini. Mas também teve o furacão de Boris Johnson, de cabelos desalinhados, que suspendeu o Parlamento sem dó, nem piedade e com o consentimento da Rainha.
A semana do furacão da Amazônia de origem francesa chamado Macron termina com a previsão do furacão Dorian, de categoria 4, prestes a bater nas costas da Flórida e desalinhar os cabelos do Presidente Trump. Trump tem hoje a visita de Eduardo Bolsonaro, mais do que o filho do Presidente, talvez futuro embaixador em Washington, mas, sem dúvida, é um furacão de outra categoria.
Encerro o breve relato com um abraço de fim de semana ao Dr. Américo Faria, que acompanha com frequência meu trabalho.

Cúpula da Amazônia

 personAndré Abreu
access_time29/08/2019 - 10:46

G7: Líderes mundiais próximos de acordo sobre queimadas na Amazônia

 personAndré Abreu
access_time25/08/2019 - 13:45

O presidente francês, Emmanuel Macron, disse hoje (25) que os líderes das sete potências econômicas mundiais estão próximos de chegar a um acordo de ajuda para a Amazônia. O objetivo é ajudar a combater as queimadas e restaurar a devastação, segundo Macron. A declaração do líder francês ocorre durante a realização do encontro do G7 na cidade de Biarritz, sul da França.
Macron destacou que há clima para uma decisão conjunta entre França, Japão, Estados Unidos, Itália, Grã-Bretanha e Canadá.

Macron joga xadrez contra Bolsonaro

 personAndré Abreu
access_time23/08/2019 - 18:56

Antes do início do encontro de líderes mundiais das sete maiores economias do mundo, o presidente francês Emmanuel Macron parece disposto a um jogo de xadrez global em que busca isolar o presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro saiu vencedor do encontro do G20 no final de junho no Japão. O acordo do Mercosul (bloco econômico e político hostilizado na campanha pelo então candidato) com a União Europeia. Trump saiu fortalecido com um novo encontro com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-Un. O presidente francês saiu de mãos vazias, num mundo que caminha para a direita.
Às vésperas do G7, em solo francês, Macron joga em casa. Isola internacionalmente o presidente brasileiro com o apoio da chanceler alemã Angela Merkel, da ONU e outras figuras conhecidas mundialmente.
O Brasil corre o risco de levar um novo 7x1 com apoio da Alemanha e sem estar jogando em campo, pois o país não participa do encontro das sete maiores economias. O xeque-mate acontece em Biarritz no fim de semana.